{"id":24815,"date":"2020-02-02T00:07:11","date_gmt":"2020-02-02T03:07:11","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=24815"},"modified":"2020-02-02T00:07:11","modified_gmt":"2020-02-02T03:07:11","slug":"as-mudancas-climaticas-como-arma-de-guerra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24815","title":{"rendered":"As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas como arma de guerra"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.abrilabril.pt\/sites\/default\/files\/styles\/node_aberto_vp768\/public\/assets\/img\/11323.jpg?itok=S5eiy5hj\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Tempestade sobre um aeroporto militar dos EUA.Cr\u00e9ditos \/ 4Kwallpaper.org<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Goul\u00e3o<\/p>\n<p>AbrilAbril<\/p>\n<p>Existe nos Estados Unidos a ambi\u00e7\u00e3o de usar a manipula\u00e7\u00e3o do clima e da meteorologia como arma de guerra. N\u00e3o consta que as confer\u00eancias sobre as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas das Na\u00e7\u00f5es Unidas (COP) abordem esta vertente do assunto.<\/p>\n<p>Os Estados Unidos disp\u00f5em desde o in\u00edcio dos anos noventa do s\u00e9culo passado de T\u00e9cnicas de Modifica\u00e7\u00e3o Ambiental (ENMOD)1 com objetivos militares; em meados da mesma d\u00e9cada a For\u00e7a A\u00e9rea norte-americana criou condi\u00e7\u00f5es operacionais no Alasca para interferir no ambiente de modo a desencadear poderosos fen\u00f4menos meteorol\u00f3gicos; e a mesma For\u00e7a A\u00e9rea norte-americana tem h\u00e1 quase 25 anos em seu poder um relat\u00f3rio que definiu o horizonte de 2025 para se tornar \u00abdona da meteorologia\u00bb. Em tempos de acesas discuss\u00f5es sobre altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas \u00e9 intrigante que dados como estes, do dom\u00ednio p\u00fablico, n\u00e3o sejam parte do debate e escapem \u00e0 agenda ecologista.<\/p>\n<p>\u00abAltera\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas ir\u00e3o tornar-se parte da seguran\u00e7a nacional e internacional e podem ser produzidas de modo unilateral\u00bb, l\u00ea-se num relat\u00f3rio da For\u00e7a A\u00e9rea dos Estados Unidos que data de Agosto de 1996 e tem o seguinte t\u00edtulo: \u00abA meteorologia como um multiplicador de for\u00e7a. Ser dono do tempo em 2025\u00bb.<\/p>\n<p>Ora 2025 \u00e9 j\u00e1 amanh\u00e3. O relat\u00f3rio sublinha que as altera\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas \u00abpodem ter aplica\u00e7\u00f5es ofensivas e defensivas e at\u00e9 ser utilizadas como meio de dissuas\u00e3o\u00bb. Al\u00e9m disso, \u00aba capacidade para gerar chuva, neblina e tempestades na Terra ou modificar a meteorologia no espa\u00e7o (\u2026) e a produ\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas s\u00e3o parte integrante das tecnologias militares\u00bb.<\/p>\n<p>Este relat\u00f3rio est\u00e1 longe de ser o pontap\u00e9 de sa\u00edda de um processo conducente \u00e0 manipula\u00e7\u00e3o da meteorologia e do clima para efeitos de guerra. H\u00e1 cerca de 70 anos, o matem\u00e1tico John von Neumann, em colabora\u00e7\u00e3o com o Pent\u00e1gono, anteviu a exist\u00eancia de \u00abformas de guerra clim\u00e1tica ainda inimagin\u00e1veis\u00bb2.<\/p>\n<p>Inimagin\u00e1veis, mas n\u00e3o por muito tempo. Menos de 20 anos depois, em plena guerra do Vietn\u00e3, os Estados Unidos puseram em marcha a \u00abOpera\u00e7\u00e3o Popeye\u00bb3 para aplica\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas de \u00absementeira de nuvens\u00bb. O objetivo b\u00e1sico era o de prolongar a \u00e9poca das mon\u00e7\u00f5es para tentar bloquear as rotas de abastecimento dos patriotas vietnamitas.<\/p>\n<p>D\u00e9cada de noventa: a teoria e a pr\u00e1tica<br \/>\nA d\u00e9cada de noventa do s\u00e9culo passado foi um per\u00edodo f\u00e9rtil de trabalho sobre a interven\u00e7\u00e3o no clima e nas condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas para fins militares. Viviam-se os tempos de desenvolvimento da chamada \u00abGuerra das Estrelas\u00bb lan\u00e7ada durante a administra\u00e7\u00e3o Reagan (1980-1989) com o objetivo de militarizar o espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Em agosto de 1996 foi conhecido o relat\u00f3rio da For\u00e7a A\u00e9rea abrindo o horizonte at\u00e9 2025 para assumir o controle da meteorologia.<\/p>\n<p>\u00abA aplica\u00e7\u00e3o apropriada de modifica\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas pode proporcionar o dom\u00ednio do campo de batalha num grau nunca antes imaginado\u00bb, l\u00ea-se no documento. \u00abNo futuro, essas opera\u00e7\u00f5es ir\u00e3o aumentar a superioridade a\u00e9rea e espacial e fornecer\u00e3o novas op\u00e7\u00f5es para defini\u00e7\u00e3o\u00bb do pr\u00f3prio campo de batalha.<\/p>\n<p>Um dos cap\u00edtulos do documento intitula-se \u00abPor que queremos intervir nas condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas?\u00bb. O relat\u00f3rio explica as vari\u00e1veis dessas modifica\u00e7\u00f5es, \u00absuaves\u00bb ou \u00abextremas\u00bb, sendo estas \u00aba cria\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es meteorol\u00f3gicos completamente novos, o controle de tempestades graves e at\u00e9 a altera\u00e7\u00e3o global do clima numa escala de longo alcance e\/ou longa dura\u00e7\u00e3o\u00bb. Os casos mais \u00absuaves\u00bb s\u00e3o os de \u00abinduzir ou suprimir chuva, nuvens ou neblinas por curtos per\u00edodos de tempo e em escala territorial mais reduzida\u00bb.<\/p>\n<p>Uma das possibilidades das modifica\u00e7\u00f5es \u00e9 a supress\u00e3o e\/ou intensifica\u00e7\u00e3o dos padr\u00f5es meteorol\u00f3gicos existentes. Numa palavra: manipula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio, recorda-se, \u00e9 de \u00edndole te\u00f3rica e com o objetivo de as for\u00e7as militares norte-americanas serem \u00abdonas do tempo at\u00e9 2025\u00bb.<\/p>\n<p>Na altura em que este documento foi conhecido, por\u00e9m, j\u00e1 o Pent\u00e1gono passara da teoria \u00e0 pr\u00e1tica no quadro dos projectos inseridos na \u00abGuerra das Estrelas\u00bb.<\/p>\n<p>Um document\u00e1rio da CBC News TV revelou a exist\u00eancia no Alasca do Projecto HAARP (High-frequency Active Auroreal Research Program)4, sob a tutela da For\u00e7a A\u00e9rea, dotado de capacidades para desencadear tempestades, terremotos, cheias e secas. Nesse \u00e2mbito funciona um sistema de aquecimento da ionosfera suscept\u00edvel de transformar o clima em arma de guerra. De acordo com o document\u00e1rio, o projeto estava operacional; posteriormente suscitou preocupa\u00e7\u00f5es mesmo em aliados dos Estados Unidos, designadamente a Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>Na verdade, o HAARP foi concebido como uma arma de destrui\u00e7\u00e3o massiva que opera a partir da atmosfera e pode desestabilizar sistemas agr\u00edcolas e ecol\u00f3gicos em todo o mundo. O objetivo oficial da sua cria\u00e7\u00e3o foi \u00abestudar, simular e controlar os processos ionosf\u00e9ricos que poderiam mudar o funcionamento das comunica\u00e7\u00f5es e sistemas de vigil\u00e2ncia\u00bb.<\/p>\n<p>Geoengenharia, CIA e COP\u2019s<br \/>\nDe acordo com a narrativa oficial norte-americana, o sistema montado no Alasca foi encerrado em 2014. A tecnologia operacional, por\u00e9m, existe e, no m\u00ednimo, foi testada durante vinte anos. O projeto de \u00abguerra das estrelas\u00bb foi oficialmente cancelado mas, como ficamos sabendo atrav\u00e9s da recente c\u00fapula da OTAN em Londres, a militariza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o \u00e9 um objetivo \u00abdefensivo\u00bb dos Estados Unidos e da alian\u00e7a.<\/p>\n<p>Suponhamos, no entanto, que a exist\u00eancia do projeto HAARP, em si mesma, n\u00e3o permite extrair conclus\u00f5es definitivas sobre a pretens\u00e3o norte-americana de manipular o clima e o ambiente com objetivos militares. Enquadrada, por\u00e9m, num conjunto de a\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas desenvolvidas nas \u00faltimas d\u00e9cadas n\u00e3o deixa d\u00favidas quanto \u00e0s verdadeiras inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Mesmo que o HAARP tenha sido encerrado, a sua exist\u00eancia operacional durante 20 anos n\u00e3o pode ser desligada do desenvolvimento dos projetos de geoengenharia que s\u00e3o hoje uma realidade, ironicamente para proporcionarem a \u00abadapta\u00e7\u00e3o\u00bb do planeta \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que se verificam. A geoengenharia \u00e9 um conceito de manipula\u00e7\u00e3o do ambiente de maneira a proporcionar altera\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas e ambientais supostamente consideradas necess\u00e1rias para combater a deteriora\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica. Al\u00e9m de ser um dos neg\u00f3cios com perspectivas mais lucrativas dos tempos que correm, e que envolve pesos-pesados da economia e finan\u00e7a globais, \u00e9 evidente que os setores da guerra n\u00e3o poderiam lhe ficar indiferentes.<\/p>\n<p>Not\u00edcias que circularam a partir de 2013, portanto, ainda antes do \u00abencerramento\u00bb oficial do HAARP, d\u00e3o conta de que a CIA est\u00e1 envolvida no apoio a um projeto atribu\u00eddo \u00e0 Academia Nacional das Ci\u00eancias (NAS) dos Estados Unidos precisamente sobre geoengenharia e manipula\u00e7\u00e3o do clima. O objetivo declarado \u00e9 o de analisar \u00abas preocupa\u00e7\u00f5es para a seguran\u00e7a nacional relacionadas com as tecnologias de geoengenharia em qualquer lugar do mundo\u00bb.<\/p>\n<p>Um porta-voz departamental da CIA, Christopher White, declarou a prop\u00f3sito que \u00abnum assunto como as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas a ag\u00eancia trabalha com cientistas para entender melhor o fen\u00f4meno e as suas implica\u00e7\u00f5es na seguran\u00e7a nacional\u00bb. As not\u00edcias deram igualmente conta do \u00abmedo\u00bb sentido por um cientista s\u00eanior quando os servi\u00e7os de intelig\u00eancia norte-americanos lhe fizeram perguntas sobre a possibilidade de transformar o clima numa arma.<\/p>\n<p>Um relat\u00f3rio que perspectiva como apoderar-se da meteorologia at\u00e9 2025, as primeiras a\u00e7\u00f5es para militarizar o tempo realizadas ainda na guerra do Vietname, o projeto HAARP, a corrida \u00e0 geoengenharia montam um cen\u00e1rio perante o qual \u00e9 preciso ser muito ing\u00eanuo para n\u00e3o reconhecer o \u00f3bvio: existe nos Estados Unidos a ambi\u00e7\u00e3o de usar a manipula\u00e7\u00e3o do clima e da meteorologia como arma de guerra.<\/p>\n<p>No entanto, n\u00e3o consta que as confer\u00eancias sobre as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas das Na\u00e7\u00f5es Unidas (COPs) abordem esta vertente do assunto, talvez a mais dram\u00e1tica e decisiva de todas elas porque uma vez em movimento n\u00e3o ter\u00e3o, sequer, um \u00abponto de n\u00e3o retorno\u00bb que possa ser medido em anos. Ao secret\u00e1rio-geral da ONU, t\u00e3o prolixo sobre o tema das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, n\u00e3o se lhe conhece qualquer alus\u00e3o \u00e0 militariza\u00e7\u00e3o do clima. E os meios de comunica\u00e7\u00e3o corporativos, que recentemente se tornaram eco da milagrosa convers\u00e3o dos grandes poluidores do planeta em regeneradores ecol\u00f3gicos, ainda n\u00e3o chegaram \u00e0 faceta belicista do assunto. E provavelmente n\u00e3o chegar\u00e3o. Estamos perante um tabu: por isso, \u00e9 necess\u00e1rio que a evolu\u00e7\u00e3o do processo decorra sob a capa de secretismo pr\u00f3pria das coisas militares.<\/p>\n<p>Qual direito internacional?<br \/>\nA militariza\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica e clim\u00e1tica \u00e9 a grande prova de que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel separar artificialmente \u2013 como \u00e9 pr\u00e1tica comum \u2013 a luta contra as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas do combate contra a guerra. S\u00e3o uma e a mesma a\u00e7\u00e3o, transversal \u00e0 sociedade, que n\u00e3o se compadece com a exist\u00eancia de nichos e clientelas enredadas em inefic\u00e1cia.<\/p>\n<p>As T\u00e9cnicas de Modifica\u00e7\u00e3o Ambiental (ENMOD) integram o arsenal de armas consideradas de destrui\u00e7\u00e3o massiva, por sinal bastante mais reais estas do que as jamais encontradas no Iraque.<\/p>\n<p>No afastado ano de 1977, e dando provas de uma not\u00e1vel capacidade de antecipa\u00e7\u00e3o, a Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas aprovou a Conven\u00e7\u00e3o para a proibi\u00e7\u00e3o do uso militar ou qualquer outro uso hostil de T\u00e9cnicas de Modifica\u00e7\u00e3o Ambiental \u00abque tenham efeitos generalizados, duradouros ou graves\u00bb5. Quinze anos depois, em 1992, foi aprovada a Conven\u00e7\u00e3o contra as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, para \u00abevitar as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas perigosas\u00bb.<\/p>\n<p>A militariza\u00e7\u00e3o do clima e da meteorologia, como arma de destrui\u00e7\u00e3o massiva, \u00e9 uma amea\u00e7a ao planeta e um crime contra a humanidade. Nesse sentido, o Direito Internacional teria instrumentos para bani-la da face da Terra.<\/p>\n<p>Se o Direito Internacional funcionasse.<\/p>\n<p>1. As t\u00e9cnicas de modifica\u00e7\u00e3o ambiental incidem sobre o clima e por isso s\u00e3o conhecidas, tamb\u00e9m, como t\u00e9cnicas de modifica\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica. A modifica\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica \u00e9 definida como o ato de manipular o clima. O conceito faz parte do arsenal estrat\u00e9gico da guerra econ\u00f4mica, apesar de ser considerado crime de guerra.<br \/>\n2. John von Neumann esteve ligado ao setor militar norte-americano a partir da segunda guerra mundial. \u00c9, nomeadamente, o autor do conceito estrat\u00e9gico Mutual Assured Destruction (acr\u00f4nimo MAD, palavra que em ingl\u00eas designa \u00ablouco\u00bb), que postula deverem dois advers\u00e1rios, na posse de armas nucleares ou outras de destrui\u00e7\u00e3o maci\u00e7a, saber que a um primeiro ataque desencadeado por um dos lados o outro lado tem capacidade de responder com um ataque sim\u00e9trico, destruindo-se ambos os advers\u00e1rios.<br \/>\n3. Outra forma de guerra ambiental ou clim\u00e1tica, aplicada pelos EUA na Guerra do Vietnam e reconhecida como tal pelos norte-americanos, foi o deliberado uso de agentes desfolhantes, que contaminaram os solos at\u00e9 hoje e afetaram tr\u00eas milh\u00f5es de vietnamitas em seis gera\u00e7\u00f5es.<br \/>\n4. O f\u00edsico Bernard Eastlund alegou estar a ser usada, no projeto HAARP, a sua patente \u00abMethod and Apparatus For Altering a Region in the Earth&#8217;s Atmosphere, Ionosphere, and\/or Magnetosphere\u00bb, que visava a manipula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica para fins militares. Foi desmentido mas registe-se que a empresa e as patentes de Eastlund foram adquiridas pela Raytheon, um dos maiores fornecedores militares norte-americanos e uma das quatro gigantes mundiais do neg\u00f3cio das armas, juntamente com a Lockheed Martin, a Northrop Grumman e a Boeing. O atual secret\u00e1rio de Estado da Defesa dos EUA, Mark Esper, trabalhava para a Raytheon antes de assumir o cargo. O pr\u00f3ximo or\u00e7amento militar dos EUA ser\u00e1 de 737 trili\u00f5es de d\u00f3lares \u2013 um m\u00e1ximo na hist\u00f3ria do pa\u00eds.<br \/>\n5. Nesse tratado internacional, que veicula tamb\u00e9m os EUA, \u00abo termo &#8220;t\u00e9cnicas de modifica\u00e7\u00e3o ambiental&#8221; refere-se a qualquer t\u00e9cnica para alterar, atrav\u00e9s da manipula\u00e7\u00e3o deliberada de processos naturais, a din\u00e2mica, composi\u00e7\u00e3o ou estrutura da Terra, incluindo a sua biota, litosfera, hidrosfera e atmosfera, ou do espa\u00e7o sideral\u00bb. Os debates do tratado no Comit\u00ea de Rela\u00e7\u00f5es Externas do senado norte-americano s\u00e3o instrutivos quanto \u00e0 compreens\u00e3o dos congressistas sobre o risco real da manipula\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica.<\/p>\n<p>https:\/\/www.abrilabril.pt\/internacional\/mudancas-climaticas-como-arma-de-guerra<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/24815\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[226],"class_list":["post-24815","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo","tag-4b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6sf","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24815","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24815"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24815\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24815"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24815"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24815"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}