{"id":25119,"date":"2020-03-14T00:53:48","date_gmt":"2020-03-14T03:53:48","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=25119"},"modified":"2020-03-14T00:53:48","modified_gmt":"2020-03-14T03:53:48","slug":"o-31-de-marco-de-jair-bolsonaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25119","title":{"rendered":"O 31 de mar\u00e7o de Jair Bolsonaro"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/boitempoeditorial.files.wordpress.com\/2020\/03\/bolsonaro_31-marc3a7o_mauro-iasi.jpg?w=620&amp;h=422\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Jair Bolsonaro d\u00e1 \u201cbanana\u201d a jornalistas no Pal\u00e1cio da Alvorada. Ele escolheu esta imagem para divulgar o desmentido da informa\u00e7\u00e3o, noticiada inclusive por John Roberts, da insuspeita FoxNews (com Eduardo Bolsonaro como fonte), de que ele havia testado positivo para COVID-19.<\/p>\n<p>O que Bolsonaro precisa \u00e9 de uma guerra, ou ao menos algo que pare\u00e7a uma guerra. Os venezuelanos j\u00e1 sabem, Trump j\u00e1 sabe&#8230; Os brasileiros ainda n\u00e3o, mas saber\u00e3o em breve.<\/p>\n<p>Por Mauro Luis Iasi.<\/p>\n<p>\u201cEle se portava como um g\u00eanio n\u00e3o reconhecido,<br \/>\nque todo mundo tinha na conta de um simpl\u00f3rio.\u201d<br \/>\nKarl Marx, O 18 de brum\u00e1rio de Lu\u00eds Bonaparte<\/p>\n<p>A verdadeira meta do presidente miliciano \u00e9 um golpe cl\u00e1ssico que lhe permita a centraliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica necess\u00e1ria, sob a espada militar, sem os inc\u00f4modos parceiros no Congresso e no STF. Ele expressou v\u00e1rias vezes tal inten\u00e7\u00e3o, em entrevistas, declara\u00e7\u00f5es, posturas. Portanto, o espanto todo agora manifestado pelos senhores parlamentares e ju\u00edzes diante da convoca\u00e7\u00e3o pelo Presidente de um ato pelo fechamento do Congresso e do STF n\u00e3o passa de pura encena\u00e7\u00e3o, pura pantomima de indigna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O que se esconde por tr\u00e1s da manobra diversionista \u00e9 uma complexa rela\u00e7\u00e3o de for\u00e7as entre dois segmentos \u2013 a direita e a extrema direita \u2013 que medem for\u00e7as como pugilistas no in\u00edcio de uma luta. Temos trabalhado com a hip\u00f3tese que h\u00e1 um segmento das classes dominantes que pensou em utilizar Bolsonaro como alternativa para derrotar o petismo e implementar a agenda mais dura do capital em crise. Esse segmento acreditava que podia controlar o miliciano, deixando-o com suas proezas bizarras enquanto se ocupava do essencial: as reformas contra a classe trabalhadora.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que n\u00e3o se trata, como temos afirmado, de mera bizarrice. A profundidade da crise e as caracter\u00edsticas de nossa forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rico-social atuam de maneira a dar sustenta\u00e7\u00e3o ao projeto bolsonarista. Em situa\u00e7\u00e3o supostamente normal, o retumbante fracasso das medidas econ\u00f4micas do ultraliberalismo de Guedes apontaria para a altern\u00e2ncia como forma da ordem democr\u00e1tica manter-se como capa protetora da ordem do capital sobre nova forma \u2013 assim como foi Itamar substitu\u00eddo por FHC e este por Lula.<\/p>\n<p>As pr\u00f3prias classes dominantes interromperam de forma casu\u00edstica a chamada normalidade, ao depor a presidente sob o pretexto das pedaladas fiscais. Como o fracasso de Temer apontava para a volta de Lula, logo apareceram mais casu\u00edsmos jur\u00eddicos para tir\u00e1-lo do p\u00e1reo, abrindo espa\u00e7o para o protofascista vencer as elei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Tratava-se, portanto, de um mero coadjuvante em um plano maior, um auxiliar para distrair o p\u00fablico enquanto o m\u00e1gico faria sua arte, um palha\u00e7o de rodeio. Entretanto, como diria Chico Buarque, \u201cquem brincava de princesa acostumou com a fantasia\u201d. O miliciano se cr\u00ea um messias, um mito, um salvador, e diferente da centro-esquerda, disp\u00f5e de meios para resistir \u00e0s tentativas de derrub\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Quais seriam esses recursos de que o miliciano disp\u00f5e? As aventuras da grande burguesia monopolista lograram fraturar o pa\u00eds e forjaram a unidade da extrema-direita fundada no irracionalismo e sua personifica\u00e7\u00e3o no capit\u00e3o. Tal fato lhe confere um apoio de parte das massas que ultrapassa a fidelidade moment\u00e2nea do bom ou mal desempenho da economia, pois \u00e9 precisamente esse nexo que se queria obliterar \u2013 n\u00e3o pode ser medido por pesquisas de aceita\u00e7\u00e3o do governo, uma vez que se trata de pura ideologia em funcionamento: uma cruzada contra a esquerda e os inimigos da P\u00e1tria e da fam\u00edlia realizada pela gente de bem contra o mal. Evidente que o fundamentalismo religioso opera aqui de maneira decisiva.<\/p>\n<p>O pragmatismo da direita, que sempre funcionou t\u00e3o bem (a ponto de chegar a ser copiado acriticamente pela centro-esquerda), agora se defronta com algo que ele desconhece e teme. Em situa\u00e7\u00f5es normais, bastava um pretexto qualquer (que no caso n\u00e3o precisaria nem ser inventado, pois estes existem em profus\u00e3o), uma campanha midi\u00e1tica para isolar a figura e um desfecho institucional que afastasse o miliciano deslocando o eixo do poder para o Parlamento, com algum tipo de parlamentarismo de ocasi\u00e3o ou algo do tipo, por exemplo, com Mour\u00e3o.<\/p>\n<p>Se o capit\u00e3o contasse apenas com o apoio de um segmento de massas, ele j\u00e1 teria ca\u00eddo. Neste ponto interv\u00e9m outro fator: as armas. Al\u00e9m das rela\u00e7\u00f5es com mil\u00edcias (que s\u00f3 n\u00e3o s\u00e3o evidentes para as institui\u00e7\u00f5es estabelecidas e para o Ministro da Justi\u00e7a), temos o apoio das corpora\u00e7\u00f5es militares \u2013 como ficou evidenciado no motim do Cear\u00e1 \u2013 e parte das For\u00e7as Armadas, evidenciado pela forte presen\u00e7a militar no governo. Este \u00e9 um ponto obscuro, isto \u00e9, at\u00e9 que ponto o capit\u00e3o teria como mover segmentos das for\u00e7as armadas em sua defesa, mesmo que para enfrentar outra parte que resistiria. No entanto, neste momento, n\u00e3o se trata de ter ou n\u00e3o o apoio efetivamente; parecer ter \u00e9 suficiente para o blefe.<\/p>\n<p>Caso interromp\u00eassemos a an\u00e1lise neste ponto, ter\u00edamos praticamente um empate. Aqueles que querem retirar o miliciano teriam posi\u00e7\u00f5es institucionais, aparelhos midi\u00e1ticos, um segmento de massas e parte do aparato repressivo. O capit\u00e3o, por sua vez, teria a seu favor (blefando ou n\u00e3o), parte das massas, aparatos policiais e parte das For\u00e7as Armadas. Se tivesse que apostar, acredito que nesse cen\u00e1rio ele j\u00e1 teria ca\u00eddo. Por isso, sustento que aqui entra um fator diferenciador: parece-me que ele ainda se sustenta e sobrevive porque as classes dominantes se encontram divididas.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma fra\u00e7\u00e3o das classes dominantes que, apesar de perceber o inconveniente da figura e seus riscos, acredita que ele \u00e9 um mal menor. Afinal, o fundamental s\u00e3o as reformas e a retomada das taxas de lucro a patamares aceit\u00e1veis. Se o pre\u00e7o a pagar \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o do pa\u00eds e uma aventura fascista, esses senhores est\u00e3o dispostos a pag\u00e1-lo \u2013 como j\u00e1 fizeram no passado, diga-se de passagem. Creio que aqui est\u00e1 a chave do enigma da conjuntura: o miliciano ainda n\u00e3o caiu porque as classes dominantes est\u00e3o divididas quanto \u00e0 necessidade de tir\u00e1-lo e as consequ\u00eancias que da\u00ed viriam. A Rede Globo n\u00e3o est\u00e1 sendo contradit\u00f3ria ao denunciar falcatruas e depois elogiar a pol\u00edtica econ\u00f4mica, apenas expressa, com isso, a divis\u00e3o interna de seus verdadeiros mandantes.<\/p>\n<p>N\u00e3o devemos menosprezar um fato. N\u00e3o estamos falando de classes dominantes cl\u00e1ssicas, que ponderam, pensam, t\u00eam seus intelectuais org\u00e2nicos, fazem c\u00e1lculos e pesam riscos e oportunidades. A ades\u00e3o da burguesia brasileira ao imperialismo e a aceita\u00e7\u00e3o de sua exist\u00eancia subordinada e dependente produziu um subproduto que tem um impacto n\u00e3o desprez\u00edvel na conjuntura \u2013 a saber, aquilo que poder\u00edamos chamar de lumpenburguesia. Trata-se de uma fra\u00e7\u00e3o da burguesia que lucra diretamente com a contraven\u00e7\u00e3o e a corrup\u00e7\u00e3o (quando n\u00e3o diretamente com o crime), desde pequenos esquemas at\u00e9 mamatas gigantescas. Ela abarca desde um parlamentar que viu seu patrim\u00f4nio aumentado em 450% em dois anos e que se notabilizou por cortar um bloqueio \u00e0s terras ind\u00edgenas em Roraima, passando por parlamentares que, depois de derrubar a presidente eleita em nome da fam\u00edlia e dos bons costumes, s\u00e3o presos por pedofilia, corrup\u00e7\u00e3o, assassinato e outros delitos, at\u00e9 chegar em grandes empres\u00e1rios e suas rela\u00e7\u00f5es perniciosas com o Estado, envolvendo grandes obras, contratos vultuosos, verbas p\u00fablicas, licita\u00e7\u00f5es e outros expedientes pelos quais o fundo p\u00fablico \u00e9 rapinado por interesses privados.<\/p>\n<p>Em um certo momento da Revolu\u00e7\u00e3o Cubana, Che avaliou que uma das dificuldades no enfrentamento \u00e0s for\u00e7as de Batista era que, diferente de ex\u00e9rcitos tradicionais, eles teriam que enfrentar uma corpora\u00e7\u00e3o que havia transformado desde o soldado at\u00e9 os comandantes em s\u00f3cios das contraven\u00e7\u00f5es, do tr\u00e1fico, dos cassinos, etc. Em grau e forma diversa, presenciamos esse fen\u00f4meno nas for\u00e7as policiais e seu desdobramento nas mil\u00edcias. N\u00e3o se trata de desvio de conduta de um ou outro policial, mas de um sistema que envolve desde o comando at\u00e9 a base da corpora\u00e7\u00e3o, incluindo empres\u00e1rios, pol\u00edticos, ju\u00edzes e governantes. Essa fra\u00e7\u00e3o est\u00e1 mais preocupada em proteger seus neg\u00f3cios. N\u00e3o liga para os crimes de Bolsonaro, tampouco para as querelas parlamentares, mas teme que ao revelar os crimes de um acabem por expor os seus.<\/p>\n<p>O golpe de 2016 foi perpetrado sob o pretexto de manter a estabilidade contra o desassossego que impedia as reformas, mas o regime parlamentar com o capit\u00e3o \u00e0 frente \u00e9 tudo menos est\u00e1vel. A burguesia estava pronta para um grande acordo, \u201ccom Supremo, com tudo\u201d, mas o capit\u00e3o move pe\u00e7as heterodoxas contra as quais o parlamento pode pouco. Derrotado o petismo (perd\u00e3o aos otimistas, mas o petismo caiu da mesa do jogo, pois sua \u00fanica carta \u00e9 uma elei\u00e7\u00e3o \u201climpa\u201d, por isso permanece \u00e0 espera de 2022), o miliciano abre suas baterias contra seus aliados: o STF e o Congresso. Mas por qu\u00ea? Ora, porque o genial plano econ\u00f4mico n\u00e3o vingou e a milagrosa retomada do crescimento n\u00e3o veio. E algu\u00e9m ter\u00e1 que ser responsabilizado. O capit\u00e3o \u00e9 tosco, mas n\u00e3o \u00e9 burro (bem, talvez seja, mas certamente sabe jogar) e sabe que ele est\u00e1 escalado para esse papel \u2013 e que as consequ\u00eancias de n\u00e3o cumpri-lo n\u00e3o s\u00e3o apenas sair e voltar para a churrasqueira na bela casa em um condom\u00ednio mal frequentado na Barra, mas ir parar na cadeia junto com seus filhos. Por isso, ele vai reagir \u2013 ou, pior, vai tomar a iniciativa \u2013, e tem recursos para tanto.<\/p>\n<p>O inimigo \u00e9 o mesmo: o socialismo! Marx, em seu magistral O 18 de brum\u00e1rio de Lu\u00eds Bonaparte, comenta o um momento em que Lu\u00eds Napole\u00e3o se choca com os interesses parlamentares, passando a acus\u00e1-los de socialistas. Nas palavras dele: \u201cDeclara-se como socialista o liberalismo burgu\u00eas, o Iluminismo burgu\u00eas e at\u00e9 a reforma financeira burguesa\u201d (p. 80). Entre n\u00f3s, sob o signo da farsa, j\u00e1 tem gente falando que a Regina Duarte \u00e9 um plano da esquerda para sabotar o governo Bolsonaro, a Rede Globo \u00e9 esquerdista, o STF \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o a servi\u00e7o do comunismo internacional, comandado desde a Venezuela.<\/p>\n<p>O paiol est\u00e1 cheio de explosivos, mas falta a fa\u00edsca que far\u00e1 tudo explodir. Para os dois lados, o que falta \u00e9 mobilizar o pretexto. No caso do parlamento e da fra\u00e7\u00e3o que quer a sa\u00edda da pe\u00e7a inc\u00f4moda para seguir o essencial do plano, pretexto j\u00e1 existe (o presidente j\u00e1 cometeu, segundo analistas insuspeitos, pelo menos dez crimes de responsabilidade), mas se depararam com uma correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as que abre a possibilidade de confronto e eles s\u00e3o, fundamentalmente, covardes. O miliciano, ao convocar os atos, colocou as institui\u00e7\u00f5es nas cordas, uma vez que estas se viram obrigadas a responder ou aceitar seu destino de viver sob a amea\u00e7a de um irrespons\u00e1vel. Agora, por conta da pandemia do coronav\u00edrus, os atos foram desmarcados. Fica a impress\u00e3o de que o v\u00edrus acabou sendo uma sa\u00edda honrosa para o golpista e o Congresso. No entanto, parece s\u00f3 adiar o problema.<\/p>\n<p>Segue o plano de interromper o processo com um ato de for\u00e7a, mas, para tanto, o capit\u00e3o miliciano precisa de uma situa\u00e7\u00e3o que justifique o ato de for\u00e7a para fechar o Congresso e estabelecer sua ditadura. E, evidentemente, esta n\u00e3o podem ser as emendas parlamentares que engessam o or\u00e7amento ou professores universit\u00e1rios pelados, fumando maconha e dando aula de marxismo nos cursos de engenharia.<\/p>\n<p>A viagem do miliciano aos EUA nos d\u00e1 a pista. O que Bolsonaro precisa \u00e9 de uma guerra, ou ao menos algo que pare\u00e7a uma guerra. Os venezuelanos j\u00e1 sabem, Trump j\u00e1 sabe\u2026 Os brasileiros ainda n\u00e3o, mas saber\u00e3o em breve.<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>Mauro Iasi \u00e9 professor adjunto da Escola de Servi\u00e7o Social da UFRJ, pesquisador do NEPEM (N\u00facleo de Estudos e Pesquisas Marxistas), do NEP 13 de Maio e membro do Comit\u00ea Central do PCB. \u00c9 autor do livro O dilema de Hamlet: o ser e o n\u00e3o ser da consci\u00eancia (Boitempo, 2002) e colabora com os livros Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifesta\u00e7\u00f5es que tomaram as ruas do Brasil e Gy\u00f6rgy Luk\u00e1cs e a emancipa\u00e7\u00e3o humana (Boitempo, 2013), organizado por Marcos Del Roio. Colabora para o Blog da Boitempo mensalmente, \u00e0s quartas. Na TV Boitempo, apresenta o Caf\u00e9 Bolchevique, um encontro mensal para discutir conceitos-chave da tradi\u00e7\u00e3o marxista a partir de reflex\u00f5es sobre a conjuntura.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/blogdaboitempo.com.br\/2020\/03\/13\/o-31-de-marco-de-jair-bolsonaro\/\">O 31 de mar\u00e7o de Jair&nbsp;Bolsonaro<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25119\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[219],"class_list":["post-25119","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","tag-manchete"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6x9","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25119","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25119"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25119\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25119"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25119"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25119"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}