{"id":25388,"date":"2020-04-22T23:48:00","date_gmt":"2020-04-23T02:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=25388"},"modified":"2020-04-26T21:20:47","modified_gmt":"2020-04-27T00:20:47","slug":"coronavirus-e-pobreza-em-sergipe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25388","title":{"rendered":"Coronav\u00edrus e pobreza em Sergipe"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/270\/cpsprodpb\/7444\/production\/_111346792_paraisopolis091219img_00494420.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Foto [Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil]<\/p>\n<p>Uma rota de amplifica\u00e7\u00e3o da barb\u00e1rie?<\/p>\n<p>Paulo Felix*<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil viver essa vida<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil viver essa vida, n\u00e3o&#8230;\u201d<br \/>\n(N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Banda Rea\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p>Como nos convida a reflex\u00e3o da banda sergipana Rea\u00e7\u00e3o, certamente n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil viver essa vida, sobretudo quando se faz parte dos estratos mais pauperizados da popula\u00e7\u00e3o, em um pa\u00eds cuja estrutura perif\u00e9rica e dependente tem suas mazelas sociais expostas de modo visceral na agonia do enfrentamento a uma pandemia como a do novo Coronav\u00edrus, a Covid19. \u00c9 fato que essa crise pand\u00eamica, de propor\u00e7\u00f5es planet\u00e1rias, n\u00e3o \u00e9 a causa da crise do padr\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas que temos vivido. \u00c9, antes, um sintoma de uma sociedade j\u00e1 adoecida, pela desigualdade, pela viol\u00eancia cotidiana, inclusive do aparelho estatal, e da submiss\u00e3o da vida \u00e0 necessidade de lucratividade do capital.<\/p>\n<p>O que esse cen\u00e1rio traz \u00e0 tona, em sua forma mais b\u00e1rbara, \u00e9 a resultante da pr\u00f3pria crise capitalista. Diante da gest\u00e3o inepta da presid\u00eancia da rep\u00fablica, que revela seu sadismo e governabilidade da morte, uma \u201cnecropol\u00edtica \u00e0 brasileira\u201d, as principais alternativas v\u00eam se concentrando no andar debaixo, em como os entes federados t\u00eam buscado efetivar medidas de controle epidemiol\u00f3gico em seus estados. Mas como estamos em Sergipe? Qual o cen\u00e1rio que nos aguarda?<\/p>\n<p>Bem, seguindo o \u00f3bvio, e nos faz necess\u00e1rio defend\u00ea-lo, como dizia o dramaturgo alem\u00e3o Brecht, o governo Belivaldo Chagas (PSD) e a gest\u00e3o Edvaldo Nogueira (PDT), em Aracaju, buscaram sustentar, desde o in\u00edcio, o chamado #fiqueemcasa, na defesa do isolamento horizontal, com o fechamento de v\u00e1rios estabelecimentos p\u00fablicos e privados, ressalvando-se as atividades consideradas essenciais. A manuten\u00e7\u00e3o de tal estrat\u00e9gia \u00e9 a medida mais adequada, ante \u00e0s dificuldades que o quadro tem apresentando e considerando os riscos que uma exposi\u00e7\u00e3o em massa pode causar \u00e0 nossa popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A press\u00e3o do empresariado sergipano, sedento pela retomada de lucros, entretanto, parece come\u00e7ar a surtir os seus primeiros efeitos, a partir de uma abertura gradual de outros setores da economia que n\u00e3o estariam alocados naquele segmento de atividades essenciais1, demonstrando uma n\u00edtida inflex\u00e3o, apesar da afirma\u00e7\u00e3o inicial do Governador de: \u201cN\u00e3o vou flexibilizar, apesar das press\u00f5es que estamos sofrendo\u201d2. \u00c9 sintom\u00e1tico percebermos que boa parte do empresariado local, ao manifestar a sua \u201cpreocupa\u00e7\u00e3o\u201d pela economia sergipana, o fa\u00e7a vociferando das janelas entreabertas de seus carros de luxo, com suas m\u00e1scaras 100% algod\u00e3o, com gal\u00f5es de \u00e1lcool em gel e devidamente protegidos de um v\u00edrus que, vejam(!), \u201cn\u00e3o seria t\u00e3o perigoso assim\u201d, e que o mais importante seria salvar a economia. A quem, de fato, interessa a reabertura do com\u00e9rcio sergipano? E quais as suas consequ\u00eancias, hoje?<\/p>\n<p>Nessa mesma arena da luta de classes, verificamos uma imensa massa de trabalhadores(as), que v\u00eam sendo compelidos(as) ao sacrif\u00edcio cotidiano, na busca da preserva\u00e7\u00e3o de seus postos de trabalho e da manuten\u00e7\u00e3o das taxas de lucro do patronato local. Para isso, esses segmentos espremem-se diariamente no j\u00e1 antes prec\u00e1rio transporte p\u00fablico em nossa capital, agravado com a redu\u00e7\u00e3o de 30% de sua frota, resultando no descumprimento de medidas de seguran\u00e7a, na aten\u00e7\u00e3o ao limite do n\u00famero de passageiros(as) pela quantidade de vagas dispon\u00edveis nos assentos de cada \u00f4nibus, com a pornogr\u00e1fica coniv\u00eancia da prefeitura de Aracaju, que insiste em p\u00f4r panos quentes, em uma situa\u00e7\u00e3o que se agrava. Afinal, onde est\u00e1 a t\u00e3o combativa SMTT, que faz voz fina diante do poder do baronato monop\u00f3lico do transporte de Aracaju? Como atestou outro alem\u00e3o, que viveu no s\u00e9culo XIX, \u201co capital n\u00e3o tem, por isso, a menor considera\u00e7\u00e3o pela sa\u00fade e dura\u00e7\u00e3o da vida do trabalhador\u201d (MARX, 2013, p.342)3.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil viver essa vida&#8230;<\/p>\n<p>Pois bem, em permanecendo essa tend\u00eancia, estamos diante de uma trag\u00e9dia anunciada, sem precedentes, mesmo que o Estado j\u00e1 comece a se preparar para a volta \u00e0 \u201cnormalidade\u201d. Normalidade para quem? De fato, j\u00e1 antes da pandemia, seria err\u00f4neo falarmos em uma normalidade em Sergipe. Os dados mais recentes s\u00e3o reveladores do agravamento das nossas mazelas sociais. Ou seria normal a conviv\u00eancia com o quinto pior IDH, dentre os estados brasileiros? E nossa vergonhosa 6\u00aa coloca\u00e7\u00e3o como pior \u00cdndice de Vulnerabilidade Social? Em 2018, alcan\u00e7amos o 6\u00ba maior percentual de pobres, dentre todos os estados da federa\u00e7\u00e3o, como nos revelam os dados do Anu\u00e1rio Sociecon\u00f4mico de Sergipe de 20194. S\u00e3o \u201ct\u00edtulos\u201d que al\u00e7am o Estado a um patamar de uma barb\u00e1rie permanente, e de uma condi\u00e7\u00e3o significativa de profunda pobreza. O que \u00e9 o normal? Certamente, a crise do coronav\u00edrus n\u00e3o cria esse quadro catastr\u00f3fico, mas tende a agrav\u00e1-lo!<\/p>\n<p>Os dados, por si, s\u00e3o reveladores de nosso abismo social e dos alvos do alastramento da pandemia, que afetar\u00e1 fundamentalmente a popula\u00e7\u00e3o negra e pobre. Vale lembrar que, na pr\u00f3pria capital, onde se concentra quase metade da popula\u00e7\u00e3o sergipana, as diferen\u00e7as de renda n\u00e3o s\u00e3o nada substanciais. Se no bairro Jardins, \u201c\u00e1rea nobre\u201d, o valor do rendimento m\u00e9dio dos(as) moradores(as) era de R$ 6.925,13, o Jap\u00e3ozinho, periferia da cidade, tinha uma m\u00e9dia de R$515,07, ou seja 13 vezes menor, segundo os dados da Mapografia Social do Munic\u00edpio de Aracaju5, com base no \u00faltimo Censo\/IBGE. Registra-se que 66% de sua popula\u00e7\u00e3o possuem perfil \u00e9tnico\/racial de cor preta\/parda, residindo, majoritariamente, nos territ\u00f3rios mais perif\u00e9ricos da cidade, sendo a maior parte mulheres, possuindo baixos n\u00edveis de renda, de acordo com o mesmo levantamento. Nos munic\u00edpios do interior n\u00e3o encontramos uma realidade bem diferente. \u00d3bvio est\u00e1 que ser\u00e3o esses sujeitos os mais afetados pelo desastre social em curso, e com a menor possibilidade de acesso a recursos, capazes de prevenir ou mitigar os efeitos da pandemia, demonstrando uma distribui\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-espacial, \u00e9tnico-racial e de sexo, absolutamente desigual de exposi\u00e7\u00e3o e contamina\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio atual re\u00fane, preocupantemente, elementos explosivos: junte uma grande massa de trabalhadores(as) voltando aos seus locais de trabalho, com\u00e9rcio reabrindo a todo o vapor, shoppings centers lotados e um volume crescente de consumidores(as) retomando as suas atividades&#8230;\u201cnormais\u201d. Adicione a essa mistura explosiva a aus\u00eancia de testes em massa, o alto grau de subnotifica\u00e7\u00f5es e, para completar, a baixa presen\u00e7a de leitos hospitalares para comportar uma demanda que, tendencialmente, dever\u00e1 crescer. Convergem, nesse cen\u00e1rio, duas obviedades que parecem ser subdimensionadas. Primeiro, se ainda n\u00e3o atingimos o chamado pico pand\u00eamico \u00e9 porque a severidade das medidas adotadas at\u00e9 aqui t\u00eam contribu\u00eddo para postergar os n\u00edveis de dissemina\u00e7\u00e3o e um consequente achatamento da curva de contamina\u00e7\u00e3o. Mas o fato \u00e9 que essa conta chegar\u00e1, como j\u00e1 demonstram os \u00faltimos dados. De acordo com o Boletim Epidemiol\u00f3gico, divulgado em 21 de abril de 2020, pela Secretaria Estadual de Sa\u00fade, em 1 m\u00eas (de 21 de mar\u00e7o a 21 de abril) saltamos de 10 casos registrados para 117, representando um aumento de 117%.<\/p>\n<p>Por outro lado, a flexibiliza\u00e7\u00e3o das regras de isolamento social e a prov\u00e1vel abertura gradual das atividades econ\u00f4micas tendem a agravar os n\u00edveis de exposi\u00e7\u00e3o, amplificando o n\u00famero de pessoas submetidas \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o pela Covid-19, exaurindo a capacidade do sistema de sa\u00fade do Estado. O resultado tamb\u00e9m \u00e9 \u00f3bvio: o aumento significativo do n\u00famero de mortes. Mas quanto vale a vida? E quais vidas est\u00e3o em disputa? Por aqui, nosso profundo fosso social tamb\u00e9m ter\u00e1 o seu pre\u00e7o, em que os cortes de classe, de ra\u00e7a e de g\u00eanero, funcionar\u00e3o como atravessadores que expor\u00e3o a nu nossas desigualdades. O v\u00edrus, enquanto tal, n\u00e3o \u00e9 racista, tampouco odeia os pobres, mas o que a sua dissemina\u00e7\u00e3o avassaladora traz \u00e0 tona \u00e9 a estrutura org\u00e2nica de um capitalismo que articula, em seu desenvolvimento, um complexo enredo de explora\u00e7\u00e3o, de racismo e de sexismo. N\u00e3o se trata de uma falsa polariza\u00e7\u00e3o entre a sa\u00fade ou a economia, mas de quantas e quais vidas est\u00e3o em jogo. Mais que uma s\u00e9rie de n\u00fameros e de c\u00e1lculos estat\u00edsticos, que se avolumam dia e noite, ao sabor da velha econometria burguesa, estamos diante da vida de sujeitos sociais, com suas trajet\u00f3rias, suas fam\u00edlias que, n\u00e3o tendo outra solu\u00e7\u00e3o, atiram-se \u00e0 pr\u00f3pria sorte, de modo a preservar sua sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Garantir a vida da popula\u00e7\u00e3o sergipana exige das gest\u00f5es estadual e municipais o afastamento de sua completa submiss\u00e3o aos interesses do capital, ultrapassando a t\u00e1tica conciliat\u00f3ria, exigindo a ousadia de n\u00e3o simplesmente contar os(as) seus(uas) mortos(as). Hoje, s\u00e3o alguns, amanh\u00e3 n\u00e3o saberemos. Estariam dispostos a de fato enfrentar as press\u00f5es da burguesia sergipana? Ao que tudo indica, n\u00e3o! Com o aumento da contamina\u00e7\u00e3o pela Covid19 \u00e9 n\u00edtido que o sistema de sa\u00fade sergipano passa a ser mais pressionado e exigido. O n\u00famero de leitos ainda dispon\u00edveis atesta que, apesar da d\u00e9bil pol\u00edtica do governo do Estado, a alternativa da quarentena e do isolamento horizontal tem dado certo, ao diminuir o fluxo de pessoas e reduzir o grau de exposi\u00e7\u00e3o. Disso decorre que se torna arriscado e irrespons\u00e1vel um recuo, ainda que t\u00edmido, de uma estrat\u00e9gia que vem, em alguma medida, dando certo.<\/p>\n<p>Estamos preparados(as) para uma carnificina? Frente \u00e0 chantagem do empresariado junto \u00e0s autoridades locais e a submiss\u00e3o da vida dos(as) trabalhadores(as) sergipanos(as) aos interesses do lucro, certo \u00e9 que s\u00f3 a luta social ser\u00e1 capaz de fazer frente a esse quadro, de onde nos demandar\u00e1 a firmeza necess\u00e1ria em pautar exig\u00eancias fundamentais \u00e0 sobreviv\u00eancia da nossa popula\u00e7\u00e3o. O cen\u00e1rio exige que seja adotada a manuten\u00e7\u00e3o do isolamento social horizontal; a amplia\u00e7\u00e3o do n\u00famero de leitos; a contrata\u00e7\u00e3o emergencial de maior n\u00famero de profissionais de sa\u00fade e de assist\u00eancia social; com a garantia da disponibiliza\u00e7\u00e3o de EPIs para as equipes que est\u00e3o na linha de frente no combate ao avan\u00e7o do v\u00edrus; a viabiliza\u00e7\u00e3o de testes em massa; al\u00e9m de um maior monitoramento e prote\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-sanit\u00e1ria dos segmentos mais \u201cvulner\u00e1veis\u201d da popula\u00e7\u00e3o pobre.<\/p>\n<p>Torna-se fundamental, em outra frente, a ado\u00e7\u00e3o de medidas emergenciais que permitam a preserva\u00e7\u00e3o do emprego e da renda aos(\u00e0s) trabalhadores(as) sergipanos(as); a proibi\u00e7\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o salarial e de benef\u00edcios de servidores(as) p\u00fablicos(as) e de trabalhadores(as) da iniciativa privada; a imediata suspens\u00e3o da cobran\u00e7a do pagamento das contas de luz, \u00e1gua, IPTU, o congelamento de pre\u00e7os dos alimentos e das medica\u00e7\u00f5es de primeira necessidade; a disponibiliza\u00e7\u00e3o para uso de pr\u00e9dios p\u00fablicos e privados sem utiliza\u00e7\u00e3o, para atendimento \u00e0 popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua, e outros segmentos que vivem em prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es de moradias; a viabiliza\u00e7\u00e3o de uma renda m\u00ednima, pelos munic\u00edpios sergipanos e, no \u00e2mbito estadual, a amplia\u00e7\u00e3o dos insuficientes R$ 100,00 at\u00e9 agora disponibilizados; al\u00e9m do direcionamento do Banco do Estado de Sergipe (BANESE) para a abertura de linhas de cr\u00e9dito para pequenos(as) empres\u00e1rios(as), e com outras faixas espec\u00edficas que atendam, de igual modo, aos(\u00e0s) trabalhadores(as) informais, dentre outras medidas que possam preservar a vida da classe trabalhadora sergipana no enfrentamento \u00e0 nossa barb\u00e1rie social.<\/p>\n<p>Em um contexto em que as inst\u00e2ncias governamentais, como era de se esperar, mostram-se vacilantes na defesa das condi\u00e7\u00f5es de vida e de trabalho da popula\u00e7\u00e3o sergipana, \u00e9 fundamental uma articula\u00e7\u00e3o pela base, com a tarefa da organiza\u00e7\u00e3o urgente da constru\u00e7\u00e3o do poder popular, a partir de um permanente di\u00e1logo com os diversos movimentos sociais e as associa\u00e7\u00f5es de moradores, na articula\u00e7\u00e3o com as entidades sindicais e na capacidade de di\u00e1logo com moradores(as) residentes das periferias das nossas cidades, para os quais \u201cn\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil viver essa vida, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil viver essa vida&#8230;\u201d<\/p>\n<p>*Prof. do Departamento de Servi\u00e7o Social da UFS e Militante da Unidade Classista-Sergipe<\/p>\n<p>1 &#8211; https:\/\/www.se.gov.br\/noticias\/Governo\/governador_flexibiliza_medidas_de_combate_ao_coronavirus<\/p>\n<p>2 &#8211; https:\/\/www.se.gov.br\/noticias\/Governo\/_nao_vou_flexibilizar_apesar_das_pressoes_que_estamos_sofrendo_di sse_belivaldo_apos_registro_de_duas_mortes_por_coronavirus<\/p>\n<p>3 &#8211; MARX, K. O Capital. Cr\u00edtica da Economia Pol\u00edtica. Livro 1. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2013.<\/p>\n<p>4- Refere-se \u00e0 publica\u00e7\u00e3o anual do Grupo de Pesquisa em An\u00e1lise de Dados Econ\u00f4micos, vinculado ao Departamento de Economia da UFS, que tem por objetivo tra\u00e7ar um panorama de Sergipe atrav\u00e9s de indicadores do Estado e de seus 75 munic\u00edpios.<\/p>\n<p>5 &#8211; https:\/\/www.aracaju.se.gov.br\/userfiles\/observatorio\/arquivos\/OSERVATORIO-Mapografia-Social-de-Aracajupara-o-Observatorio-Social-final.pdf<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25388\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7,20],"tags":[226],"class_list":["post-25388","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","category-c1-popular","tag-4b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6Bu","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25388","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25388"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25388\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25388"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25388"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25388"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}