{"id":25600,"date":"2020-05-27T23:15:35","date_gmt":"2020-05-28T02:15:35","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=25600"},"modified":"2020-05-28T21:54:10","modified_gmt":"2020-05-29T00:54:10","slug":"da-analise-as-tarefas-por-onde-comecar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25600","title":{"rendered":"Da an\u00e1lise \u00e0s tarefas: por onde come\u00e7ar?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/pw\/ACtC-3cOuK6ffq2c-0zrmkIJGKAkT3TA4XKIhuOfAZhxHrfeW8gKmJdghhvFMOiV8yD7y5Vxm4_AP0BAhQb0zvQeLgs_FhK0mtcfV5N_RELnMQuQzI-NDMcBxeKZJvDnJQMxiuU_xLxMDhW3HqluJFvvkQnn=w337-h308-no\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Caio Andrade[1]<\/p>\n<p>\u201cOs fil\u00f3sofos apenas interpretaram o mundo de diferentes maneiras; por\u00e9m, o que importa \u00e9 transform\u00e1-lo\u201d 2. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ser especialista na obra de Marx para capturar o sentido da famosa tese onze. Longe de subestimar a import\u00e2ncia da teoria, o que seria um contrassenso vindo de um dos maiores pensadores de todos os tempos, trata-se de compreender a atividade intelectual como momento de um movimento mais amplo: a Hist\u00f3ria, impulsionada pelas lutas de classes.<\/p>\n<p>O postulado em tela, por\u00e9m, n\u00e3o evitou que, mesmo acreditando-se leg\u00edtimos herdeiros do pensador alem\u00e3o, muitos marxistas tenham recorrido ao que Losurdo chama de \u201cFuga da Hist\u00f3ria\u201d 3. N\u00e3o s\u00e3o poucos os intelectuais que, especialmente em momentos de crise aguda, est\u00e3o mais preocupados em salvar a pureza de suas consci\u00eancias do que em pensar como os trabalhadores podem se mover em uma realidade carregada de contradi\u00e7\u00f5es para, de alguma forma, avan\u00e7ar na luta. Para estes \u201cmarx\u00f3logos aut\u00f4nomos\u201d, pouco importam as sucessivas derrotas dos trabalhadores, desde que consigam demonstrar o quanto t\u00eam raz\u00e3o e, portanto, nada t\u00eam a ver com elas.<\/p>\n<p>Lamentavelmente, o Brasil de hoje, afundado em uma das maiores crises de sua hist\u00f3ria, n\u00e3o est\u00e1 imune a este fen\u00f4meno. Compreender isso, contudo, n\u00e3o significa que devemos desconsiderar os aportes mais relevantes para entender o complexo cen\u00e1rio pol\u00edtico brasileiro. Ao contr\u00e1rio, temos a obriga\u00e7\u00e3o de ler criticamente as mais sofisticadas avalia\u00e7\u00f5es da conjuntura, extraindo suas consequ\u00eancias para a a\u00e7\u00e3o organizada da nossa classe, identificando seus limites e, sobretudo, possibilidades de curto, m\u00e9dio e longo prazo.<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>J\u00e1 se tornou lugar comum nas an\u00e1lises da conjuntura nacional afirmar que tr\u00eas crises sobrepostas est\u00e3o em curso no pa\u00eds: uma crise econ\u00f4mica, uma crise sanit\u00e1ria e uma crise pol\u00edtica. Algumas an\u00e1lises mais aprofundadas v\u00e3o al\u00e9m e revelam que, apesar das tensas disputas entre suas diferentes express\u00f5es pol\u00edticas nas institui\u00e7\u00f5es da Rep\u00fablica e na imprensa, a burguesia conserva um elemento de coes\u00e3o nada desprez\u00edvel: uma agenda macroecon\u00f4mica de ajuste fiscal e contrarreformas que, no essencial, vem sendo mantida desde o segundo governo Dilma e, a partir do golpe de 2016, radicalmente aprofundada.<\/p>\n<p>As melhores an\u00e1lises tamb\u00e9m nos informam que o governo Bolsonaro-Mour\u00e3o escancara cada vez mais seu desprezo pelas regras do assim chamado Estado Democr\u00e1tico de Direito e se imp\u00f5e como um governo explicitamente calcado na amea\u00e7a e na for\u00e7a. Al\u00e9m disso, n\u00e3o podemos esquecer que, muito antes de ser revelado o v\u00eddeo da famigerada reuni\u00e3o ministerial, n\u00e3o se poderia esperar outra coisa de uma chapa que, composta por indiv\u00edduos assumidamente golpistas, violentos e autorit\u00e1rios, chegou ao Planalto pela fraude.<\/p>\n<p>Os mais atentos lembram ainda que mandatos presidenciais que come\u00e7am e terminam nos prazos legalmente previstos s\u00e3o exce\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria republicana do Brasil e, ademais, estamos na Am\u00e9rica Latina, regi\u00e3o marcada por numerosos golpes que atravessam o s\u00e9culo XX e continuam ocorrendo em pleno s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>Uma quest\u00e3o central, no entanto, \u00e9 ainda pouco debatida no seio do nosso movimento: que fazer? Aqui nos deparamos com tr\u00eas grupos. Como j\u00e1 fizemos alus\u00e3o aos \u201cmarx\u00f3logos aut\u00f4nomos\u201d, mais preocupados em exibir sua erudi\u00e7\u00e3o, evidenciar a fal\u00eancia de toda a esquerda e conservar seus ares de superioridade do que com quest\u00f5es mais prosaicas como a luta dos trabalhadores e suas tarefas pol\u00edticas para o atual momento, passemos ao segundo grupo.<\/p>\n<p>Trata-se de uma conhecida esquerda liberal que, apesar das in\u00fameras evid\u00eancias contr\u00e1rias nos \u00faltimos anos \u2013 desde o golpe que usurpou o mandato de Dilma Rousseff at\u00e9 a elei\u00e7\u00e3o de Bolsonaro em uma campanha alimentada por fake news, passando pela condena\u00e7\u00e3o e pris\u00e3o de Lula \u2013 continua apostando todas as fichas em uma \u00fanica trincheira, a institucionalidade burguesa.<\/p>\n<p>Inscrevendo suas a\u00e7\u00f5es nos marcos da (des)ordem estabelecida, as diverg\u00eancias internas desse campo se restringem a quest\u00f5es como quem ser\u00e3o os candidatos nas pr\u00f3ximas elei\u00e7\u00f5es. Alguns valorosos companheiros, profundamente bem intencionados, acreditam at\u00e9 que retirar candidaturas espec\u00edficas em nome de alian\u00e7as mais amplas para o pleito municipal que se avizinha \u00e9 a grande resposta encontrada para fortalecer o movimento dos trabalhadores e conter o avan\u00e7o do fascismo. O fato de que os trabalhadores precisam lutar desde j\u00e1 para sobreviver contra um governo genocida em meio \u00e0 maior pandemia dos \u00faltimos cem anos e que, sem essa luta, as pr\u00f3prias liberdades democr\u00e1ticas que ainda restam podem n\u00e3o resistir at\u00e9 o final do ano, \u00e9 solenemente ignorado.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, temos tamb\u00e9m um terceiro grupo, ainda minorit\u00e1rio no interior dos movimentos dos trabalhadores. Este campo defende basicamente que \u00e9 necess\u00e1rio combinar a luta no terreno institucional com a luta de massas. Mais do que isso, as pr\u00f3prias iniciativas institucionais s\u00f3 t\u00eam sentido se contribu\u00edrem concretamente para colocar os trabalhadores em movimento e elevar a consci\u00eancia pol\u00edtica de toda uma classe, considerando sua heterogeneidade.<\/p>\n<p>Como afirmara L\u00eanin,<\/p>\n<p>De tudo isso se depreende imperiosamente a necessidade \u2013 uma necessidade absoluta \u2013 que tem a vanguarda do proletariado, sua parte consciente, o Partido Comunista, de recorrer a manobras, acordos e compromissos com diversos grupos prolet\u00e1rios, com os diversos partidos dos oper\u00e1rios e dos pequenos patr\u00f5es. Toda a quest\u00e3o consiste em saber aplicar essa t\u00e1tica para elevar, e n\u00e3o para rebaixar, o n\u00edvel geral de consci\u00eancia, de esp\u00edrito revolucion\u00e1rio e de capacidade de luta e de vit\u00f3ria do proletariado. 4<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>Afinal, quais devem ser as prioridades da classe trabalhadora na atual conjuntura? Sem nenhuma pretens\u00e3o de esgotar esta quest\u00e3o, trazemos alguns apontamentos que, se n\u00e3o ajudarem a resolver o problema, pelo menos poder\u00e3o servir para provocar o debate:<\/p>\n<p>Apesar das graves contendas pol\u00edticas, jur\u00eddicas, ideol\u00f3gicas e sanit\u00e1rias em curso na sociedade brasileira, a burguesia preserva um n\u00facleo macroecon\u00f4mico capaz de manter seu bloco coeso para continuar conduzindo uma agenda de destrui\u00e7\u00e3o total do estado social; a crise e o desemprego que t\u00eam castigado os trabalhadores nos \u00faltimos cinco anos est\u00e3o diretamente ligados \u00e0 radicaliza\u00e7\u00e3o dos pressupostos macroecon\u00f4micos neoliberais. Portanto, n\u00e3o faz sentido contar com qualquer setor da burguesia, seja para derrotar o atual governo, seja para construir uma sa\u00edda da crise que atenda \u00e0s demandas dos trabalhadores.<\/p>\n<p>Os fascistas est\u00e3o gostando de ocupar as ruas. Se isso n\u00e3o for parado imediatamente, as consequ\u00eancias ser\u00e3o certamente nefastas. As institui\u00e7\u00f5es do Estado j\u00e1 deram suficientes demonstra\u00e7\u00f5es de complac\u00eancia com estas hordas da barb\u00e1rie. Logo, se faz urgente construir a mais ampla unidade de a\u00e7\u00e3o com todos aqueles que estiverem dispostos a organizar brigadas para expulsar os fascistas das ruas, como j\u00e1 tem ocorrido em algumas cidades, a exemplo de S\u00e3o Paulo e Porto Alegre.<\/p>\n<p>Alguns dias n\u00e3o ser\u00e3o suficientes para que a esquerda compense d\u00e9cadas de neglig\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao necess\u00e1rio trabalho pol\u00edtico junto aos militares e policiais antifascistas. Todavia, todos os esfor\u00e7os para dialogar com esse setor e fortalecer suas posi\u00e7\u00f5es devem ser realizados com a maior celeridade poss\u00edvel.<\/p>\n<p>A essa altura dos acontecimentos, j\u00e1 est\u00e1 suficientemente claro que o governo federal sabotou as principais orienta\u00e7\u00f5es da OMS e o pagamento da renda emergencial para colocar em marcha um plano de \u201cimuniza\u00e7\u00e3o por cont\u00e1gio\u201d, que n\u00e3o passa de uma medida para multiplicar o n\u00famero de pobres mortos por dia e, ap\u00f3s se livrar dos mais vulner\u00e1veis, apressar a retomada das atividades econ\u00f4micas. Nesse sentido, a solidariedade militante, a auto-organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, a cria\u00e7\u00e3o de comit\u00eas contra o desemprego e a realiza\u00e7\u00e3o de atos pol\u00edticos nas filas da Caixa Econ\u00f4mica, respeitando os cuidados sanit\u00e1rios, s\u00e3o imprescind\u00edveis.<\/p>\n<p>O novo coronav\u00edrus n\u00e3o afetou a pol\u00edtica de exterm\u00ednio da juventude negra nas favelas. Ser negro e favelado no Brasil significa estar permanentemente no \u201cgrupo de risco\u201d. Com a pandemia, essa popula\u00e7\u00e3o, que h\u00e1 d\u00e9cadas j\u00e1 vem sendo dizimada pelos tiros disparados pelos mais diferentes governos, v\u00ea suas expectativas de vida serem ainda mais reduzidas pela mais completa aus\u00eancia de condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias m\u00ednimas, como, em muitas casos, o pr\u00f3prio acesso \u00e0 \u00e1gua. A luta contra a viol\u00eancia e o racismo do Estado \u00e9 central. O apoio e o fortalecimento dos coletivos que erguem essa bandeira nas favelas e periferias \u00e9 um dever de todo aquele que se pretende de esquerda.<\/p>\n<p>No momento atual, as demandas mais urgentes do conjunto da classe trabalhadora convergem para uma consigna: FORA BOLSONARO E MOUR\u00c3O. Todas as institui\u00e7\u00f5es, partidos, entidades e setores pol\u00edticos que se colocam como obst\u00e1culos para essa pauta, se apresentam como c\u00famplices dos crimes contra a humanidade que este governo vem cometendo. Assim devem ser denunciados o TSE que n\u00e3o cassa a chapa presidencial, o Congresso Nacional que n\u00e3o abre o processo de impeachment, os generais que se vendem por cargos no governo, os delegados que transformam a pol\u00edcia federal em mil\u00edcia federal, entre outros.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio construir um Dia Nacional de Lutas em unidade de a\u00e7\u00e3o com todos as for\u00e7as que, n\u00e3o tendo ajudado a eleg\u00ea-lo, se contrap\u00f5em ao atual governo genocida. Como tem estado na moda usar L\u00eanin para justificar posi\u00e7\u00f5es sect\u00e1rias e doutrinaristas, deixemos o dirigente bolchevique falar novamente: \u201cS\u00f3 receiam alian\u00e7as tempor\u00e1rias, mesmo com elementos inseguros, aqueles que n\u00e3o confiam em si pr\u00f3prios; e nenhum partido poderia existir sem essas alian\u00e7as\u201d.5<\/p>\n<p>Por detr\u00e1s de todos os segmentos que al\u00e7aram Bolsonaro e Mour\u00e3o ao Planalto, continuam sustentando este governo ou evitam o confronto com ele, est\u00e3o os \u201cCNPJs\u201d, ou, simplesmente, as velhas classes dominantes. \u00c9 com elas que, cedo ou tarde, os trabalhadores precisam acertar as contas. Para que essa hora chegue, boas an\u00e1lises s\u00e3o importantes, mas n\u00e3o s\u00e3o suficientes. Temos que saber quais s\u00e3o nossas tarefas e, sobretudo, cumpri-las.<\/p>\n<p>Uma simples compara\u00e7\u00e3o entre as pol\u00edticas de combate \u00e0 pandemia do COVID-19 dos pa\u00edses capitalistas e dos pa\u00edses socialistas ou de economia planificada comprova que, mesmo com menos recursos que as grandes pot\u00eancias, \u00e9 poss\u00edvel proteger a vida acima dos lucros. Cuba, China e Vietn\u00e3, por exemplo, est\u00e3o entre os pa\u00edses que desenvolveram os melhores modelos de conten\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus e atendimento \u00e0s suas popula\u00e7\u00f5es. Est\u00e1 cada vez mais claro para quem quiser ver e n\u00e3o devemos ter timidez em dizer: a sa\u00edda da crise \u00e9 anticapitalista. A tomada do poder pol\u00edtico pelos trabalhadores \u00e9 a \u00fanica forma de salvar a humanidade da morte e da barb\u00e1rie.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do mais, s\u00e3o esses pa\u00edses que mais enviam ajuda humanit\u00e1ria, m\u00e9dicos e suprimentos \u00e0s na\u00e7\u00f5es afetadas pela pandemia. Enquanto isso, os imperialistas realizam exerc\u00edcios militares, roubo de suprimentos m\u00e9dicos, bloqueios econ\u00f4micos e tentativas de golpe, como mais uma vez ocorreu na Venezuela recentemente. Mesmo assim, a Venezuela tem os menores n\u00fameros de v\u00edtimas por COVID-19 da Am\u00e9rica do Sul. J\u00e1 os Estados Unidos, com o maior PIB do mundo e um presidente que recomenda a ingest\u00e3o de detergente, \u00e9 o epicentro da pandemia, com o maior n\u00famero de mortos e contaminados do planeta. Portanto, temos que dizer em alto e bom som: n\u00e3o existe futuro para os povos do mundo que n\u00e3o seja anti-imperialista.<\/p>\n<p>***<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 preciso dizer que tais tarefas n\u00e3o s\u00e3o nada simples. Nas palavras de Rosa Luxemburgo,<\/p>\n<p>A marcha para frente, de import\u00e2ncia mundial, do proletariado at\u00e9 a vit\u00f3ria final, n\u00e3o \u00e9, com efeito, \u201ccoisa t\u00e3o simples assim\u201d. Toda a particularidade desse movimento reside precisamente no fato de deverem as massas populares, pela primeira vez na hist\u00f3ria e contra todas as classes dominantes, impor uma vontade pr\u00f3pria que s\u00f3 ir\u00e3o realizar passando por cima da sociedade atual, saindo dela. Mas, por sua vez, s\u00f3 podem as massas formar esta vontade numa luta constante contra a ordem existente, nos quadros desta. 6<\/p>\n<p>Algumas de nossas tarefas, as mais dif\u00edceis, permanecer\u00e3o, por algum tempo, imposs\u00edveis aos olhos de muitos. At\u00e9 que a classe trabalhadora, educada em suas experi\u00eancias concretas de luta, se d\u00ea conta de que j\u00e1 houve ocasi\u00f5es em que a\u00e7\u00f5es at\u00e9 ent\u00e3o consideradas imposs\u00edveis foram realizadas e que imposs\u00edvel mesmo \u00e9 continuar vivendo sob os p\u00e9s dos capitalistas.<\/p>\n<p>1 Professor da rede estadual de educa\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro e membro do Comit\u00ea Central do PCB.<\/p>\n<p>2 MARX, K. e ENGELS, F. A Ideologia Alem\u00e3: cr\u00edtica da mais recente filosofia alem\u00e3 em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo em seus diferentes profetas. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2007, p. 539.<\/p>\n<p>3 LOSURDO, Domenico. Fuga da Hist\u00f3ria? A revolu\u00e7\u00e3o russa e a revolu\u00e7\u00e3o chinesa vistas de hoje. Rio de Janeiro: Revan, 2004.<\/p>\n<p>4 LENIN, V. I. Esquerdismo, doen\u00e7a infantil do comunismo. S\u00e3o Paulo: Escriba, 1960, p. 83.<\/p>\n<p>5 LENIN, V, I. Que Fazer? Problemas candentes do nosso movimento. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2010, p. 71.<\/p>\n<p>6 LUXEMBURGO, Rosa. Reforma ou Revolu\u00e7\u00e3o? S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 1999.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25600\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[219],"class_list":["post-25600","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","tag-manchete"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6EU","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25600","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25600"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25600\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25600"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25600"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25600"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}