{"id":25670,"date":"2020-06-09T23:19:52","date_gmt":"2020-06-10T02:19:52","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=25670"},"modified":"2020-06-09T23:19:52","modified_gmt":"2020-06-10T02:19:52","slug":"ditadura-do-capital-x-democracia-burguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25670","title":{"rendered":"Ditadura do capital x democracia burguesa"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/i.pinimg.com\/236x\/68\/91\/23\/689123164f553b3281f7b727aeb94edd.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Jo\u00e3o Dantas &#8211; militante do PCB de Pernambuco<\/p>\n<p>A sociedade burguesa moderna, que brotou das ru\u00ednas da sociedade feudal, n\u00e3o aboliu os antagonismos de classe. N\u00e3o fez mais do que estabelecer novas classes, novas condi\u00e7\u00f5es de opress\u00e3o, novas formas de luta em lugar das que existiram no passado. Entretanto, a nossa \u00e9poca, a \u00e9poca da burguesia, caracteriza-se por ter simplificado os antagonismos de classe. A sociedade divide-se cada vez mais em dois campos opostos, em duas grandes classes em confronto direto: burguesia e proletariado. (Marx e Engels: Manifesto do Partido Comunista)<\/p>\n<p>O t\u00edtulo desse texto, colocado dessa forma, parece expressar uma contradi\u00e7\u00e3o entre duas formas aparentes de domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Duas formas aparentes porque elas se explicitam de formas diferentes, se \u201cimagetizam\u201d na consci\u00eancia de um povo de modos particulares. O objetivo desse texto \u00e9 de oferecer uma pequena reflex\u00e3o para a compreens\u00e3o de que tais formas de domina\u00e7\u00e3o, embora diferentes na forma, s\u00e3o id\u00eanticas no conte\u00fado.<\/p>\n<p>Nos dias atuais, as palavras \u201cditadura\u201d e \u201cdemocracia\u201d, de t\u00e3o repetidas por diferentes setores da sociedade, parecem mais palavras vazias, sem significado concreto principalmente para milh\u00f5es de brasileiros que hoje s\u00e3o obrigados a disputarem entre si as m\u00edseras oportunidades que o \u201ccomportamento empreendedor\u201d pode produzir. Vale lembrar que, para as quase 40 milh\u00f5es de pessoas trabalhando na informalidade, sem garantias de prote\u00e7\u00e3o do trabalho. Tal comportamento significa abrir m\u00e3o da pr\u00f3pria humanidade, das rela\u00e7\u00f5es cotidianas que podem gerar algum prazer e paz, com o objetivo \u00fanico de conseguir condi\u00e7\u00f5es para satisfazer aquelas necessidades mais b\u00e1sicas do corpo: se alimentar e ingerir \u00e1gua. Notem: aqui sequer me referi \u00e0 necessidade do descanso, de dormir.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora, falei desta popula\u00e7\u00e3o em termos gen\u00e9ricos. Poderia usar as mesm\u00edssimas palavras para buscar compreender a situa\u00e7\u00e3o das pessoas em diversos outros pa\u00edses do mundo, sobretudo os que enfrentaram um passado recente de coloniza\u00e7\u00e3o e escravid\u00e3o, como o nosso. Por\u00e9m, a constata\u00e7\u00e3o de que a cultura dominante no Brasil produziu uma confus\u00e3o ideol\u00f3gica e de identidade sem precedentes me levar\u00e1 a reafirmar algumas coisas que na cabe\u00e7a de uma pessoa organizada e consciente (de que \u00e9 da classe trabalhadora) podem parecer obviedades. Como a palavra obviedade chega a ser ir\u00f4nica na sociedade que op\u00f5e artificialmente a apar\u00eancia \u00e0 ess\u00eancia das coisas, farei um breve percurso de car\u00e1ter esquem\u00e1tico, resgatando muito caricaturalmente alguns dos grandes acontecimentos que levaram o povo brasileiro a ser o que \u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, o Brasil foi colonizado por europeus que viviam numa Europa que come\u00e7ava a percorrer o destino da revolu\u00e7\u00e3o burguesa contra a sociedade feudal, uma sociedade em que quem n\u00e3o era da nobreza, do clero ou senhor feudal n\u00e3o era considerado um ser humano. Era a sociedade em que a riqueza era a pr\u00f3pria terra, portanto im\u00f3vel, que pertencia aos nobres, senhores feudais e clero. O servo era preso \u00e0 terra que pertencia a voc\u00eas j\u00e1 sabem quem. Nesse \u00ednterim, surgiu uma classe comerciante bastante cansada de ser submetida a altos tributos ao comercializar pelos feudos. Essa classe queria liberdade para a atividade mercantil, queria novas rotas de com\u00e9rcio livres da opress\u00e3o feudal. Com as primeiras navega\u00e7\u00f5es, patrocinadas pelas coroas portuguesa e espanhola, os homens dessa classe se aventuram pelos oceanos como portadores da vontade de Deus. Por\u00e9m, o desejo iluminista presente nas reivindica\u00e7\u00f5es de liberdade desta classe n\u00e3o ultrapassou os limites das pr\u00e1ticas mercantis, de tal forma que n\u00e3o fez diferen\u00e7a o fato de que nos continentes que \u201cdescobriu\u201d j\u00e1 existiam seres humanos t\u00e3o b\u00edpedes, t\u00e3o desenvolvidos e t\u00e3o espertos quanto. N\u00e3o custa lembrar que na cabe\u00e7a de um europeu do s\u00e9culo XV, a humanidade era a Europa e pronto. Portanto, servid\u00e3o, escravid\u00e3o, genoc\u00eddio, mutila\u00e7\u00e3o de corpos, mentes e hist\u00f3rias de homens, mulheres e crian\u00e7as de povos origin\u00e1rios e pessoas de pele negra, marrom e amarela n\u00e3o eram consideradas coisas imorais, anti\u00e9ticas, anti-crist\u00e3s, perversas, horripilantes, nojentas, absurdas, dignas do inferno sangrento da revolta popular etc. Afinal, n\u00e3o se tratava de seres humanos e filhos de Deus. Digamos que isso n\u00e3o tem um papel menor na constitui\u00e7\u00e3o da \u201cconsci\u00eancia de classe\u201d da burguesia.<\/p>\n<p>Parece insano no s\u00e9culo XXI essa consci\u00eancia estar t\u00e3o presente. Insano pode parecer \u00e0s in\u00fameras pessoas que vivem sem fazer o pr\u00f3prio viver, pois vivem uma vida pensada e organizada n\u00e3o por si mesmas, mas pela classe que faz essa consci\u00eancia perpetuar-se porque tem \u2015 comprou com dinheiro \u2015 toda a parafern\u00e1lia maquinal necess\u00e1ria \u00e0 produ\u00e7\u00e3o das mercadorias mais demandadas do momento, tem as terras de onde vem o min\u00e9rio para produzir as m\u00e1quinas e para a produ\u00e7\u00e3o da agricultura baseada na monocultura em larga escala. Por ter tudo isso, tem tamb\u00e9m muita facilidade de participar da pol\u00edtica como mandat\u00e1rio, diretamente ou por procura\u00e7\u00e3o, o que d\u00e1 tamb\u00e9m grande controle do territ\u00f3rio urbano, sendo capaz de especular pre\u00e7os para zonas espec\u00edficas, bairros, ruas, a empresa de saneamento, a seguran\u00e7a para a zona rica e outra seguran\u00e7a para a zona pobre. O espa\u00e7o em si custa dinheiro. Quando se det\u00e9m o poder econ\u00f4mico e pol\u00edtico, pode-se comprar tudo. Pode-se at\u00e9 permitir que o presidente do pa\u00eds em que investe seu capital fale abertamente que sua resposta para o problema da popula\u00e7\u00e3o estar morrendo na sarjeta \u00e9: \u201ce da\u00ed?\u201d.<\/p>\n<p>Pode parecer insano \u00e0s pessoas que s\u00e3o v\u00edtimas \u2015 e nesse quadro se inserem tamb\u00e9m in\u00fameras pessoas amantes da leitura, do cinema, das artes em geral, da academia e da democracia \u2015 deste sistema que ele seja dividido em classes sociais e que o espa\u00e7o que podemos medir com r\u00e9gua \u00e9 estupidamente segregado com base nisso. Pode parecer insano para elas que a classe empossada no poder n\u00e3o se importe realmente com elas. Que a vida delas equivale a uma mercadoria. Que se essa mercadoria se perder, outras ser\u00e3o produzidas. Que se a pandemia fizer-lhes um peda\u00e7o de carne no caix\u00e3o, essa classe permite e est\u00e1 permitindo que assim o seja. Porque aquela mesma l\u00f3gica da sociedade feudal, embora com enormes transforma\u00e7\u00f5es ao longo dos s\u00e9culos, continua dividindo o pa\u00eds \u2015 a humanidade, dado que \u00e9 um poder global: eis o que \u00e9 globaliza\u00e7\u00e3o \u2015 em humanos e n\u00e3o-humanos, em negros e n\u00e3o negros, em classe perigosa e classe com poder.<\/p>\n<p>Chama-se ideologia, ligada aos aparelhos ideol\u00f3gicos, como as institui\u00e7\u00f5es, a grande m\u00eddia, as igrejas, revistas acad\u00eamicas prestigiadas, Hollywood, Big Brother Brasil etc., o que impede que tamb\u00e9m essas pessoas t\u00e3o esclarecidas percebam que seu intelecto, no fundo, s\u00f3 vale enquanto ele for rent\u00e1vel no processo de reprodu\u00e7\u00e3o \u2015 de dar continuidade, fundo intelectual \u00e0 \u2015 ideologia burguesa, \u00e0 sociedade capitalista.<\/p>\n<p>Portanto, escolho meu povo humilde, que mora na minha rua, que entrega \u00e1gua o dia inteiro e \u00e0 noite vira uma garrafa de cana. Estas pessoas s\u00e3o mais profundamente v\u00edtimas, pois s\u00e3o as mais expostas \u00e0 segrega\u00e7\u00e3o valorativa do espa\u00e7o. A ideologia predominante nos nossos dias \u2015 a neoliberal, que na verdade \u00e9 outra palavra para liberal \u2015 faz com que estas pessoas se lancem numa busca por tornar-se o empreendedor 4.0. \u00c9 a pessoa que, mesmo estando com a coluna torta, com infec\u00e7\u00e3o intestinal e com dores de cabe\u00e7a que n\u00e3o a deixam dormir, vai buscar levar-se ao esfor\u00e7o m\u00e1ximo simplesmente para, novamente: comer e beber. Estas pessoas est\u00e3o morrendo como peda\u00e7os an\u00f4nimos de carne, todos os dias, e bem antes dessa pandemia.<\/p>\n<p>Nas favelas dominadas pelas mil\u00edcias, onde \u201ca pol\u00edcia vai mirar na cabecinha e fogo\u201d (Witzel), o povo sabe que nem faz mais diferen\u00e7a o jovem negro sair de casa com todos os seus documentos no bolso. Sabe que n\u00e3o importa mais se ele estiver saindo para ir trabalhar, estudar, jogar bola, namorar, ir na lan house ou traficar. Esse jovem \u00e9 um alvo, \u00e9 um perigo, \u00e9 um elemento a ser eliminado da sociedade. Se ele for honesto, representa despesa para o Estado; se ele for um criminoso \u2015 como todos os estere\u00f3tipos (ideologia) apontam \u2015 ele est\u00e1 no seu merecido lugar e, tamb\u00e9m, n\u00e3o vai chocar a amada gente dos condom\u00ednios e dos bairros de gente decente se ele for barbaramente assassinado pela pol\u00edcia ou pelo pr\u00f3prio tr\u00e1fico. A segrega\u00e7\u00e3o barbarizante, o apartheid brasileiro, continuar\u00e1 produzindo o tr\u00e1fico.<\/p>\n<p>As pessoas minimamente mais confort\u00e1veis acreditam piamente, com uma f\u00e9 digna de um crist\u00e3o da Idade M\u00e9dia, que vive a sociedade dos valores da liberdade, da democracia, da igualdade. Muitas vezes, produz-se em mim um \u00f3dio visceral destas pessoas, pois elas sequer se enxergam como exploradas. Querem ser exploradoras. Essa ideologia de merda preenche as mentes at\u00e9 de pessoas negras, que n\u00e3o s\u00e3o as que tenho em minha mente no momento, que s\u00e3o pessoas brancas. No final das contas, a clara compreens\u00e3o de que a ideologia \u00e9 t\u00e3o fortemente enraizada entre os trabalhadores de uma sociedade dividida entre exploradores &#8211; explorados &#8211; explorados\/humanos &#8211; n\u00e3o humanos me faz perdoar estas pessoas e querer ao menos que elas sejam, como dizia L\u00eanin, no m\u00ednimo companheiras de viagem. No entanto, n\u00e3o s\u00e3o. E muito provavelmente ser\u00e3o as primeiras a praguejar a favor da liberdade, da democracia e da n\u00e3o viol\u00eancia quando a parcela de trabalhadores mais explorada e revoltada \u2015 o meu povo \u2015 iniciar um processo violento de tomada de poder em que cabe\u00e7as ser\u00e3o arrancadas e o terror revolucion\u00e1rio preencher as ruas do Brasil.<\/p>\n<p>A luta necess\u00e1ria hoje em dia se faz com poucas pessoas, pessoas da classe explorada mesmo, mas que foram capazes de \u201csuspender\u201d o grosso da ideologia liberal e p\u00f4r as m\u00e3os na massa. Essas pessoas foram capazes de superar parcialmente a ideologia liberal porque se organizaram politicamente. Porque entrou em um coletivo do bairro, porque entrou num movimento de luta por moradia, porque entrou num movimento de luta pela reforma agr\u00e1ria, porque entrou num partido pol\u00edtico revolucion\u00e1rio, constitu\u00eddo nas lutas dos movimentos populares. \u00c9 o meu caso. Eu, com minha cabe\u00e7a de 13 anos de igreja neopentecostal, filho de uma valorosa dona de casa e um valoroso caminhoneiro, nunca conseguiria sem ter entrado na Uni\u00e3o da Juventude Comunista (UJC), coletivo nacional de juventude do Partido Comunista Brasileiro (PCB), onde permane\u00e7o continuamente em forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Foi a partir da\u00ed que fui capaz de compreender que a democracia burguesa \u00e9, na verdade, a ditadura do capital. Do Grande Capital Internacional, do Imperialismo, do FMI, do renovado processo Neocolonial em curso no mundo. Essa for\u00e7a monstruosa foi capaz de produzir, quase que simultaneamente, golpes de estado sucedidos de ditaduras sanguin\u00e1rias que duraram d\u00e9cadas em pa\u00edses como o Brasil, Chile, Uruguai, Argentina etc., s\u00f3 para ficar em exemplos da Am\u00e9rica Latina. Atrav\u00e9s de muito estudo, fui capaz de compreender que a classe trabalhadora \u00e9 internacional, ela est\u00e1 presente em todo o mundo, \u00e9 vastamente numerosa, contra um n\u00famero extremamente reduzido de fam\u00edlias burguesas que controlam as finan\u00e7as, a ind\u00fastria, todos os grandes setores da tecnologia mais avan\u00e7ada, o poder militar, a agricultura, as m\u00eddias e os sistemas pol\u00edticos. 1% \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o num\u00e9rica que simboliza quase que perfeitamente esta parcela da popula\u00e7\u00e3o, os impiedosos que nos veem como lixo, como esc\u00f3ria, como m\u00e1quinas; s\u00e3o pessoas que s\u00f3 conseguem enxergar uma positividade na natureza: a rentabilidade, o lucro, a subsequente destrui\u00e7\u00e3o dos recursos naturais.<\/p>\n<p>Contra tal ditadura, somente a Ditadura do Proletariado, dos 99%. Aqui na Am\u00e9rica Latina, conhecemos a Ditadura do Proletariado como Poder Popular, a verdadeira democracia das massas trabalhadoras do campo e da cidade dirigindo racionalmente a sociedade. S\u00e3o os 99% controlando o poder econ\u00f4mico, pol\u00edtico e militar.<\/p>\n<p>Contra o exterm\u00ednio da esp\u00e9cie humana, somente o socialismo no rumo do comunismo. No entanto, \u00e9 importante sempre lembrar que a tarefa \u00e9 urgente, pois corremos o risco de o Planeta nos expulsar e se regenerar integralmente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25670\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[226],"class_list":["post-25670","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","tag-4b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6G2","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25670","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25670"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25670\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25670"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25670"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25670"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}