{"id":2570,"date":"2012-03-20T15:36:39","date_gmt":"2012-03-20T15:36:39","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=2570"},"modified":"2012-03-20T15:36:39","modified_gmt":"2012-03-20T15:36:39","slug":"da-utopia-a-revolta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2570","title":{"rendered":"DA UTOPIA \u00c0 REVOLTA"},"content":{"rendered":"\n<p>Miguel Urbano Rodrigues<\/p>\n<p>Este in\u00edcio do s\u00e9culo XXI ser\u00e1 recordado como uma das \u00e9pocas mais tr\u00e1gicas e belas da Hist\u00f3ria da Humanidade.<\/p>\n<p>Mas as actuais gera\u00e7\u00f5es, quando comentam os efeitos da a crise mundial que hoje atinge a quase totalidade dos povos e meditam sobre a onda de barb\u00e1rie que varre o planeta, s\u00e3oempurradas para conclus\u00f5es pessimistas. O que captam do tempo hist\u00f3rico em movimento \u00e9 sobretudo o lado mais sombrio.<\/p>\n<p>O homem realizou nas \u00faltimas d\u00e9cadas conquistas prodigiosas, inimagin\u00e1veis em vida dos nossos av\u00f3s. J\u00e1 viajou at\u00e9 \u00e0 Lua, lan\u00e7a sondas a planetas distantes milh\u00f5es de quil\u00f3metrosda Terra, sonha com a funda\u00e7\u00e3o de cidades terrestres no Espa\u00e7o, rompe a cada dia as fronteiras do saber, prolongou a esperan\u00e7a de vida.<\/p>\n<p>Foi entretanto breve o tempo das ilus\u00f5es quando em l945 se calaram os canh\u00f5es ap\u00f3s o esmagamento da Alemanha nazi. A esperan\u00e7a de que a Humanidade iria entrar numa era de paz com as guerras banidas para sempre era ut\u00f3pica. Desde ent\u00e3o morreram mais de 50 milh\u00f5es de pessoas em guerras criminosas e em fomes c\u00edclicas.<\/p>\n<p>A desigualdade social aumentou, aprofundou-se o fosso entre os pa\u00edses desenvolvidos e os mais pobres. Meio milhar de multibilion\u00e1rios acumulou fortunas colossais, algumas (como as de Carlos Slim e Bill Gates) superiores a metade do PIB portugu\u00eas. Gigantescas transnacionais imp\u00f5em a sua vontade aos governos de Estados da \u00c1frica, da \u00c1sia e da Am\u00e9ricaLatina.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia assume hoje car\u00e1cter end\u00e9mico em amplas regi\u00f5es do planeta. Um imperialismo colectivo hegemonizado pelos EUA promove agress\u00f5es para se apossar dos recursosnaturais de povos do antigo Terceiro Mundo. Isso aconteceu no Iraque, na L\u00edbia, no Afeganist\u00e3o.<\/p>\n<p>Neste \u00faltimo pa\u00eds os EUA cometem crimes que trazem \u00e0 mem\u00f3ria os das SS hitlerianas.<\/p>\n<p>A guerra afeg\u00e3 est\u00e1 perdida. No corpo de oficiais instalou-se uma mentalidade de matizes fascizantes. Mas o Presidente Obama promulga a lei de autoriza\u00e7\u00e3o da Seguran\u00e7a Nacional que permite a pris\u00e3o de qualquer cidad\u00e3o suspeito de contactos com \u00abterroristas\u00bb.<\/p>\n<p>E a escalada da viol\u00eancia prossegue. O governo neofascista de Israel tenta arrastar o seu grande aliado para uma agress\u00e3o ao Ir\u00e3o. Obama hesita. Mas apenas por estar consciente de que o envolvimento numa nova guerra na \u00c1sia antes de Novembro poderia prejudicar decisivamente a sua reelei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma grande parte da humanidade, desinformada, n\u00e3o consegue desmontar os mecanismos da mentira.<\/p>\n<p>PORTUGAL<\/p>\n<p>A crise, nascida nos EUA, \u00e9 uma crise do capitalismo. Longe de estar superada, agrava-se porque \u00e9 estrutural e n\u00e3o c\u00edclica. Alastrou pelo mundo e, como era inevit\u00e1vel, contaminoua Uni\u00e3o Europeia. As receitas para a enfrentar s\u00e3o aqui diferentes das utilizadas nos Estados Unidos porque o d\u00f3lar \u00e9 ainda quase a moeda universal e o Banco Central Europeu n\u00e3o tem a possibilidade de emitir sem controlo bili\u00f5es de euros numa estrat\u00e9gia financeira de combate \u00e0 crise. Mas aqui, como do outro lado do Atl\u00e2ntico, o objectivo do poder foi acudir aos respons\u00e1veis e evitar a fal\u00eancia da grande banca e de gigantescas transnacionais. A factura dos crimes da Finan\u00e7a \u00e9 cobrada \u00e0s v\u00edtimas, isto \u00e9, aos trabalhadores.<\/p>\n<p>Pa\u00eds perif\u00e9rico, subdesenvolvido, semi colonizado, Portugal est\u00e1 h\u00e1 muito desgovernado por for\u00e7as pol\u00edticas que se submetem docilmente \u00e0s medidas impostas pelo imperialismo e as aplaudem.<\/p>\n<p>As sanguessugas do capital, actuando em nome da Comiss\u00e3o Europeia e do FMI, proclamam que o povo trabalhador deve sacrificar-se, apertar o cinto, cumprir todas as exig\u00eanciasda chamada troika para recuperar a confian\u00e7a dos \u00abmercados\u00bb.<\/p>\n<p>Um sistema medi\u00e1tico perverso e corrupto entra no jogo. Emite cr\u00edticas irrelevantes ao funcionamento da engrenagem, simulando urna independ\u00eancia inexistente.<\/p>\n<p>O coro dos ep\u00edgonos, perante o avolumar da indigna\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, teme que ela assuma propor\u00e7\u00f5es torrenciais, e repete que felizmente somos um povo de \u00abbrandoscostumes\u00bb, diferente do grego, um povo que compreende a necessidade da \u00abausteridade\u00bb, consciente de que somente dela pode nascer a supera\u00e7\u00e3o da crise.<\/p>\n<p>Incutir um sentimento de fatalismo nas massas \u00e9 objectivo permanente no massacre medi\u00e1tico. Arrogantes, os sacerdotes do capital proclamam que n\u00e3o h\u00e1 alternativa \u00e0 sua pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Que fazer?<\/p>\n<p>\u00c9 pelos caminhos da luta que ela pode ser encontrada.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio combater com firmeza a aliena\u00e7\u00e3o que atinge uma grande parcela da popula\u00e7\u00e3o. Combater a ideia falsa de que vivemos uma situa\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, porque o regimeparlamentar foi legitimado pelo voto popular \u00e9 uma exig\u00eancia hist\u00f3rica, tal como a desmontagem das campanhas que condenam as greves como anti-patri\u00f3ticas e as manifesta\u00e7\u00f5es de protesto como iniciativas rom\u00e2nticas.<\/p>\n<p>Ajudar milh\u00f5es de portugueses a compreender como foi poss\u00edvel que 37 anos ap\u00f3s uma Revolu\u00e7\u00e3o t\u00e3o bela e profunda como a de Abril de 74 o pa\u00eds, de tombo em tombo, voltasse a ser dominado pela classe que o oprimia na \u00e9poca do fascismo tornou-se uma tarefa revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>Como foi poss\u00edvel o refluxo? A rela\u00e7\u00e3o de for\u00e7as que permitiu as grandes conquistas revolucionarias durante os governos do general Vasco Gon\u00e7alves n\u00e3o se alterou de um dia para o outro.<\/p>\n<p>A base social do Partido Socialista n\u00e3o deve ser confundida com a do PSD e do CDS. Mas ajudar a compreender que a direc\u00e7\u00e3o do PS, colectivamente, tem actuado conscientemente a servi\u00e7o da direita \u00e9 muito importante. Na quase glorifica\u00e7\u00e3o de S\u00f3crates no Congresso daquele partido, o PS projectou bem a sua imagem. O secret\u00e1rio-geral tinha conduzido o pa\u00eds \u00e0 beira do abismo com a sua pol\u00edtica neoliberal de vassalagem ao capital, mas foi ali aclamado como her\u00f3i e salvador.<\/p>\n<p>Renovaram-lhe a confian\u00e7a e ele afundou mais o pa\u00eds. Depois ocorreu o esperado. O funcionamento dos mecanismos da ditadura da burguesia de fachada democr\u00e1tica colocou aalian\u00e7a PSD-CDS de novo no governo.<\/p>\n<p>Uma parcela ponder\u00e1vel do povo acreditou que votava por uma mudan\u00e7a. Na realidade, limitou-se a accionar o rod\u00edzio da altern\u00e2ncia no governo de partidos que competem na tarefa de servirem os interesses do capital do qual s\u00e3o instrumentos submissos.<\/p>\n<p>Hoje, cabe perguntar: como pode ter chegado a Primeiro-ministro uma criatura como Passos Coelho? As suas palavras e actos suscitam diariamente torrentes de coment\u00e1rios einterpreta\u00e7\u00f5es dos analistas de servi\u00e7o nos media. O homem \u00e9 um ser de uma indig\u00eancia mental t\u00e3o transparente que at\u00e9 intelectuais da direita como Pacheco Pereira reconhecem o \u00f3bvio.<\/p>\n<p>O povo acompanha, angustiado, as cenas da farsa dram\u00e1tica. H\u00e1 dois anos que a sua resposta \u00e0 pol\u00edtica que est\u00e1 a destruir o pa\u00eds n\u00e3o p\u00e1ra de crescer. Mas \u00e9 ainda muito insuficiente.As grandes manifesta\u00e7\u00f5es de protesto e as greves (a geral e as sectoriais) somente podem abalar o sistema se a luta adquirir um car\u00e1cter permanente e diversificado, nas f\u00e1bricas, nosportos, nos transportes, nas escolas, na Administra\u00e7\u00e3o, em m\u00faltiplos locais de trabalho, nas ruas.<\/p>\n<p>E evidente que as condi\u00e7\u00f5es subjectivas n\u00e3o s\u00e3o em Portugal as da Gr\u00e9cia cujos trabalhadores, caluniados, se batem hoje pela Humanidade.<\/p>\n<p>Que fazer? &#8211; insisto.<\/p>\n<p>O esfor\u00e7o do PCP na luta contra o imobilismo e a aliena\u00e7\u00e3o como contribui\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel para o refor\u00e7o da consci\u00eancia de classe e o n\u00edvel ideol\u00f3gico da classe trabalhadora assume hoje &#8211; repito &#8211; car\u00e1cter de tarefa revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>A burguesia tudo faz para estimular o pessimismo. O governo e o patronato sabem que a convic\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o h\u00e1 alternativa para a \u00abausteridade\u00bb, os favorece. Proclama que a lutade massas somente agravaria a crise.<\/p>\n<p>A atitude positiva deve ser a oposta, a optimista, a que fortalece o esp\u00edrito de luta. N\u00e3o se combate o desemprego, a pobreza, a supress\u00e3o de conquistas sociais, cedendo ao medo.<\/p>\n<p>A luta do povo portugu\u00eas \u00e9 insepar\u00e1vel da luta de outros povos que mundo afora s\u00e3o, como o nosso, v\u00edtimas de politicas similares do imperialismo ou ainda mais cru\u00e9is e desumanas.<\/p>\n<p>\u00c9 \u00fatil desmascarar a monstruosidade das agress\u00f5es a pa\u00edses da \u00c1sia e da \u00c1frica e lembrar que nas condi\u00e7\u00f5es mais adversas, os povos do Iraque, do Afeganist\u00e3o, da Palestina, daL\u00edbia, entre outros, resistem e se batem contra a barb\u00e1rie imperialista.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso lembrar que a luta dos povos \u00e9 planet\u00e1ria. A nossa globaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a deles. Enquanto a mar\u00e9 desce em algumas zonas da Terra, sobe noutras.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso lembrar que o povo cubano, hostilizado pela mais poderosa pot\u00eancia do mundo, alvo de uma guerra n\u00e3o declarada, defende h\u00e1 meio s\u00e9culo a sua revolu\u00e7\u00e3o com coragem espartana.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso lembrar que na Am\u00e9rica Latina os povos da Venezuela bolivariana, da Bol\u00edvia e do Equador apontam ao Continente o caminho da luta contra o capitalismo predador com o apoio maci\u00e7o dos trabalhadores e da massa dos exclu\u00eddos.<\/p>\n<p>\u00c9 \u00fatil lembrar que foram as grandes revolu\u00e7\u00f5es que contribu\u00edram decisivamente para o progresso da Humanidade.<\/p>\n<p>A burguesia francesa apunhalou em 1792 a Revolu\u00e7\u00e3o por ela concebida e dirigida. Uma lenda negra foi forjada para a satanizar e lhe colar a imagem de um tempo de horrores e viol\u00eancia. Mas, transcorridos mais de dois s\u00e9culos, \u00e9 imposs\u00edvel negar que a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa ficou a assinalar uma viragem maravilhosa na caminhada da Humanidade para o futuro.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso, \u00e9 \u00fatil lembrar que o mesmo ocorreu com a Revolu\u00e7\u00e3o Russa de Outubro de 1917. O imperialismo festejou como vit\u00f3ria memor\u00e1vel a reimplanta\u00e7\u00e3o do capitalismo nap\u00e1tria de Lenine. Mas n\u00e3o h\u00e1 cal\u00fania nem falsifica\u00e7\u00e3o da Hist\u00f3ria que possa apagar a realidade: as grandes conquistas sociais dos trabalhadores europeus no s\u00e9culo XX surgiramcomo heran\u00e7a indirecta da Revolu\u00e7\u00e3o Russa, a mais progressista da Hist\u00f3ria. Foi o medo do socialismo e do comunismo que for\u00e7ou a burguesia na Europa a conformar-se com conquistas como a jornada de 8 horas, as f\u00e9rias pagas, o 13\u00ba sal\u00e1rio que se tudo faz hoje, desaparecida a URSS, para suprimir.<\/p>\n<p>Em Portugal \u00e9 preciso e poss\u00edvel recusar o pessimismo, que leva a baixar os bra\u00e7os, \u00e0 in\u00e9rcia, \u00e9 indispens\u00e1vel reassumir a esperan\u00e7a que empurra para o combate e a vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>Em 1383 e em 1640, quando o pa\u00eds estava de rastos e tudo parecia afundar-se, o povo portugu\u00eas desafiou o imposs\u00edvel aparente e venceu.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso recordar que, ap\u00f3s quase meio s\u00e9culo de fascismo, o povo portugu\u00eas foi sujeito de uma grande revolu\u00e7\u00e3o que na Europa Ocidental realizou conquistas sociais mais profundas do que qualquer outra desde a Comuna de Paris.<\/p>\n<p>Vivemos um tempo de pesadelo. No fluxo e refluxo da Hist\u00f3ria, os opressores do povo est\u00e3o novamente encastelados no poder. Mas \u00e9 \u00fatil lembrar que as sementes de Abril sobreviveram \u00e0 contra-revolu\u00e7\u00e3o. E elas voltar\u00e3o a germinar nos campos e nas cidades, lan\u00e7adas pelos trabalhadores em marcha pelas grandes alamedas em lutas vitoriosas.<\/p>\n<p>Transformar no quotidiano em realidade a palavra de ordem \u00aba luta continua\u00bb \u00e9, mais do que um dever, uma exig\u00eancia da Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Vila Nova de Gaia, 15 de Mar\u00e7o de 2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: ODiario.info\n\n\n\n\n\n\n\n\nDA INDIGNA\u00c7\u00c3O \u00c0 REVOLU\u00c7\u00c3O\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2570\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[37],"tags":[],"class_list":["post-2570","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c42-comunistas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-Fs","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2570","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2570"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2570\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2570"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2570"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2570"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}