{"id":25884,"date":"2020-07-25T23:23:37","date_gmt":"2020-07-26T02:23:37","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=25884"},"modified":"2020-07-25T23:23:37","modified_gmt":"2020-07-26T02:23:37","slug":"moncada-ilumina-o-destino-de-cuba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25884","title":{"rendered":"Moncada ilumina o destino de Cuba"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.patrialatina.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/a-1-5.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Foto: Archivo de Granma<\/p>\n<p>Autor: Granma | internet@granma.cu<\/p>\n<p>Cheia de for\u00e7as e de energias renovadas sobre a Revolu\u00e7\u00e3o Cubana no anivers\u00e1rio dos 67 anos dos feitos de Moncada, em um ano carregado de desafios e tens\u00f5es, ao que se somaram desafios extraordin\u00e1rios pela pandemia da qual nos recuperamos. A firme vontade de vencer propicia chegar com orgulho e otimismo a esta data, que celebraremos com a prud\u00eancia requerida diante da situa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Com a f\u00e9 posta na bondade e grandeza do que foi criado, voltou a prevalecer a unidade do povo cubano, a solidariedade e a disciplina no cumprimento da estrat\u00e9gia aprovada pelo Partido e conduzida pelo Governo e os Conselhos de Defesa, no que tenha sido determinante a fortaleza de um sistema de sa\u00fade articulado desde a comunidade, a participa\u00e7\u00e3o do saber cient\u00edfico acumulado na tomada de decis\u00f5es, o trabalho das organiza\u00e7\u00f5es de massas e o monitoramento oportuno dos nossos meios de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Enfrentamos este cen\u00e1rio a partir da obra exemplar de Fidel, que nos formou com uma voca\u00e7\u00e3o humanista e nos legou todo esse caudal de for\u00e7as integradas e institui\u00e7\u00f5es e profissionais que voltaram a demonstrar a entrega digna e a capacidade comovedora de Cuba socialista. Tudo o que foi vivido \u00e9 suficiente para confirmar que o dia 26 de julho marcou o in\u00edcio de uma nova era na hist\u00f3ria cubana. Aqueles que n\u00e3o deixaram as ideias do Ap\u00f3stolo morrer com aquele ataque colossal \u00e0 segunda fortaleza militar de Cuba, junto ao quartel Carlos Manuel de C\u00e9spedes em Bayamo, reconheceram que nunca suspeitaram, quando, na manh\u00e3 de Santa Ana, propuseram derrotar a tirania de Batista, tendo alcan\u00e7ado esses dias ap\u00f3s mais de seis d\u00e9cadas de luta cont\u00ednua, nem quando, em conformidade com a ordem do Comandante em Chefe, entraram em Santiago de Cuba triunfantes em 1\u00ba de janeiro de 1959, exatamente cinco anos, cinco meses e cinco dias depois de Moncada.<\/p>\n<p>Aqueles jovens com um esp\u00edrito diferente, por puro amor \u00e0s crian\u00e7as e desinteresse de her\u00f3is, endossaram a causa dos Mambises que, em 1868, com C\u00e9spedes \u00e0 frente, iniciaram a guerra contra o jugo espanhol; como n\u00e3o abandonaram o ideal de Maceo e G\u00f3mez, com quem Jos\u00e9 Mart\u00ed em 1895 retomou a a\u00e7\u00e3o libert\u00e1ria, at\u00e9 que a vit\u00f3ria foi usurpada com a interven\u00e7\u00e3o norte-americana. Mesmo nessas circunst\u00e2ncias dif\u00edceis, a chama redentora n\u00e3o foi extinta, levantada por figuras como Bali\u00f1o, Mella, Villena, Guiteras e Jes\u00fas Men\u00e9ndez, entre muitas outras que n\u00e3o se resignaram a viver com tal afronta.<\/p>\n<p>Esse foi o desejo que motivou a Gera\u00e7\u00e3o Centen\u00e1ria, sob a lideran\u00e7a de Fidel, a invadir o quartel em 26 de Julho de 1953, pronta para n\u00e3o tolerar, cem anos ap\u00f3s o nascimento de Mart\u00ed, os crimes e abusos de uma tirania sangrenta, totalmente subordinado aos interesses dos Estados Unidos. Ap\u00f3s o rev\u00e9s militar e o vil assassinato de muitos de seus irm\u00e3os combatentes, eles conseguiram superar os revezes da pris\u00e3o e transformaram esse est\u00e1gio em um aprendizado proveitoso. Eles tampouco conheceram o descanso no ex\u00edlio no M\u00e9xico, onde prepararam a pr\u00f3xima e decisiva etapa da batalha ap\u00f3s o desembarque no iate Granma.<\/p>\n<p>Eles tamb\u00e9m suportaram o duro golpe de Alegr\u00eda de P\u00edo e entraram na Sierra Maestra para iniciar a guerra de guerrilhas do nascente ex\u00e9rcito rebelde, cujo Comandante em Chefe, com sua lideran\u00e7a indiscut\u00edvel, sabia como forjar a unidade de todas as for\u00e7as revolucion\u00e1rias e lev\u00e1-las \u00e0 vit\u00f3ria em 1\u00ba de janeiro de 1959. Ent\u00e3o come\u00e7ou outra etapa que abalaria os fundamentos da sociedade cubana. As palavras premonit\u00f3rias de Fidel, expressas em 8 de janeiro ap\u00f3s sua chegada a Havana, logo se tornaram realidade: &#8220;A tirania foi derrubada, a alegria \u00e9 imensa e ainda h\u00e1 muito a ser feito &#8230;&#8221;.<\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o herdou um quadro de desgoverno, corrup\u00e7\u00e3o, analfabetismo, prostitui\u00e7\u00e3o, mis\u00e9ria e desigualdade. Em &#8220;A Hist\u00f3ria me absolver\u00e1&#8221;, Fidel denunciou com n\u00fameros que n\u00e3o admitiram r\u00e9plica \u00e0 dram\u00e1tica situa\u00e7\u00e3o de nosso povo, 55 anos ap\u00f3s a interven\u00e7\u00e3o americana. A partir do cumprimento do Programa Moncada, o povo passou a ser dono da terra, das ind\u00fastrias e das casas, tornaram-se alfabetizadas, escolas e universidades foram constru\u00eddas, m\u00e9dicos foram preparados para atuar em Cuba e no mundo e as bases foram lan\u00e7adas para democratizar os espa\u00e7os de cria\u00e7\u00e3o, dissemina\u00e7\u00e3o e acesso \u00e0 cultura. Em ess\u00eancia, tornou-se realidade o profundo desejo de Marti, que preside a nova Constitui\u00e7\u00e3o, do culto dos cubanos \u00e0 plena dignidade do homem.<br \/>\nA Revolu\u00e7\u00e3o, como expressou nosso Primeiro Secret\u00e1rio do Comit\u00ea Central do Partido, General de \u00adEx\u00e9rcito Ra\u00fal Castro, p\u00f4s fim a v\u00e1rios mitos, entre eles, o de que n\u00e3o era poss\u00edvel construir o socialismo em uma pequena ilha a 90 milhas dos Estados Unidos. Uma Revolu\u00e7\u00e3o que n\u00e3o foi consequ\u00eancia de uma confronta\u00e7\u00e3o internacional, que n\u00e3o se limitou \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o de um poder por outro, mas que dissolveu a m\u00e1quina repressiva do regime ditatorial e assentou as bases de uma sociedade nova, assim como construiu um ex\u00e9rcito que \u00e9 o povo uniformizado, elaborando, para se defender, sua pr\u00f3pria doutrina militar, a guerra de todo o povo.<\/p>\n<p>Em uma compreens\u00e3o mais profunda, \u00e9 imposs\u00edvel esquecer os sacrif\u00edcios her\u00f3icos diante da longa lista de eventos que tiveram de ser enfrentados, como a promo\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o do terrorismo de Estado por meio de sabotagem e banditismo financiados pelo governo dos EUA; a ruptura das rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas por todos os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, com a honrosa exce\u00e7\u00e3o do M\u00e9xico; a invas\u00e3o de Playa Gir\u00f3n; o bloqueio econ\u00f4mico, comercial e financeiro genocida; a massiva campanha difamat\u00f3ria da m\u00eddia contra o processo revolucion\u00e1rio e seus l\u00edderes, especialmente contra Fidel, alvo de mais de 600 planos de ataque; a Crise de Outubro; os sequestros e ataques a barcos e aeronaves civis e os ultrajes que causaram o terr\u00edvel saldo, at\u00e9 agora, de 3.478 mortos e 2.099 deficientes.<\/p>\n<p>Esses \u00faltimos 62 anos foram singularmente marcados pela luta incessante contra os projetos de 12 administra\u00e7\u00f5es dos EUA, que n\u00e3o abandonaram os prop\u00f3sitos de mudar a ordem pol\u00edtica, econ\u00f4mica e social que escolhemos, visando apagar o exemplo de Cuba na regi\u00e3o e no resto do mundo e restaurar o dom\u00ednio imperialista sobre o nosso arquip\u00e9lago. Tamb\u00e9m recebemos o abra\u00e7o nobre e generoso de muitos povos irm\u00e3os, ao mesmo tempo em que oferecemos nossa solidariedade em diferentes regi\u00f5es, tanto nas gloriosas miss\u00f5es internacionalistas quanto nos programas de colabora\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, educacional, esportiva e em outras esferas, fazendo valer bem alto o amor de Mart\u00ed pela humanidade.<\/p>\n<p>Orgulhoso de sua hist\u00f3ria e cultura nacional, o povo her\u00f3ico de ontem e de hoje foi se forjando em frentes dif\u00edceis e soube fazer muito com muito pouco, sem desanimar. Prova decisiva foi sua tenacidade e a firmeza inabal\u00e1vel durante o per\u00edodo especial a que fomos submetidos como consequ\u00eancia do desaparecimento do campo socialista e da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, em meio \u00e0 onda de incerteza e desmoraliza\u00e7\u00e3o que esses dram\u00e1ticos eventos geraram em boa parte das for\u00e7as progressistas.<\/p>\n<p>Quando ningu\u00e9m no mundo apostava na sobreviv\u00eancia da Revolu\u00e7\u00e3o, o povo cubano resistiu e demonstrou que \u00e9 poss\u00edvel avan\u00e7ar sem fazer concess\u00f5es em seus princ\u00edpios \u00e9ticos e humanit\u00e1rios, tendo merecido o apoio inestim\u00e1vel dos movimentos de solidariedade que nunca deixaram de acreditar no exemplo que emana da atua\u00e7\u00e3o de nossa gente.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria colocou os fatos e os protagonistas em seu lugar, apesar de a extrema direita na Fl\u00f3rida persistir na intensifica\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica dos Estados Unidos contra Cuba, para benepl\u00e1cito das for\u00e7as mais hostis desse governo. Com disposi\u00e7\u00e3o para promover rupturas generalizantes e a incerteza, a fim de desmantelar o socialismo por dentro, tamb\u00e9m se esfor\u00e7am para vender aos mais jovens as supostas vantagens de prescindir ideologias e consci\u00eancia social. Temos dado provas suficientes de que defendemos o socialismo porque acreditamos na justi\u00e7a, no desenvolvimento equilibrado e sustent\u00e1vel, na solidariedade e democracia do povo e n\u00e3o no poder do capital. Repudiamos manifesta\u00e7\u00f5es de discrimina\u00e7\u00e3o e combatemos o crime organizado, o tr\u00e1fico de drogas, o terrorismo, o tr\u00e1fico de seres humanos e todas as formas de escravid\u00e3o, e defendemos os direitos humanos dos cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>Cuba n\u00e3o apenas trava grandes batalhas no campo das ideias, mas tamb\u00e9m enfrenta problemas associados \u00e0 crise mundial, talvez a mais aguda que a humanidade passou a partir dessa pandemia, \u00e0 qual se acrescenta como pano de fundo invari\u00e1vel a agressividade redobrada do governo dos Estados Unidos, que promove a\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas para prejudicar o desempenho da economia nacional e sufocar o povo. Com o conjunto de medidas destinadas a enfrentar as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia nacional e, sobretudo, dinamiz\u00e1-la, cresce o desafio de entender o alcance dessa transforma\u00e7\u00e3o orientada acima de tudo para a defesa da soberania e explora\u00e7\u00e3o de caminhos com vistas ao pleno desenvolvimento.<\/p>\n<p>Apesar dos inimigos e manipuladores, apesar dos que ainda n\u00e3o o compreendem, o povo cubano afirmar\u00e1 novamente, como naquele hist\u00f3rico dia 26, a for\u00e7a suprema de sua espiritualidade na busca incans\u00e1vel por um pa\u00eds melhor. Essa heran\u00e7a em movimento, que marca nossos passos a partir do fervor que desperta, tamb\u00e9m ilumina o futuro de nossa Revolu\u00e7\u00e3o, dona de uma for\u00e7a abrangente na busca de um ideal, da defesa infinita da justi\u00e7a e da beleza coletivas. Sabendo que o evento de Moncada \u00e9 uma presen\u00e7a viva na mem\u00f3ria e um alento renovado, Cuba tem todo o seu povo e, principalmente, a sabedoria e a for\u00e7a apaixonadas de seus jovens, nos quais que habita o brilho eterno daqueles que na sua idade souberam derrubar os muros da ignom\u00ednia para enaltecer a alma da p\u00e1tria.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n<p>Fonte: http:\/\/www.granma.cu\/cuba\/2020-07-24\/el-moncada-ilumina-el-destino-de-cuba-24-07-2020-21-07-55<\/p>\n<p>Cuba: o povo de p\u00e9, contra todos os muros<\/p>\n<p>GRANMA<\/p>\n<p>Autor: Leidys Mar\u00eda Labrador Herrera | leidys@granma.cu<\/p>\n<p>Aqui est\u00e1 o povo das mil batalhas, o da hist\u00f3ria acalorada, o incans\u00e1vel defensor da sua justa verdade.<\/p>\n<p>Aqui est\u00e1 quem n\u00e3o se deixar abater, nem se rende, nem se cansa. Cicatrizes h\u00e1 sim, sempre haver\u00e1, porque, para conquistar os direitos, \u00e9 preciso dar o peito \u00e0s balas, a pele sofre e at\u00e9 a alma, mas sim sobrevivemos, como fizemos. N\u00e3o h\u00e1 poder na terra que extinga o brilho inesgot\u00e1vel de uma caminhada digna pela vida quando se sabe que \u00e9 livre.<\/p>\n<p>Com que direito algu\u00e9m pode, com chicote na m\u00e3o, ordenar que nos obrigue a ajoelhar ao ch\u00e3o, movido pelo medo, apatia, pelos trov\u00f5es que cospem o vaidoso orgulho daqueles que se dizem donos do ar que respiramos, do c\u00e9u, at\u00e9 do sol, do solo fertilizado com o suor de quem nunca desiste de perseverar.<\/p>\n<p>Talvez porque eles tenham constru\u00eddo um muro apodrecido desde as funda\u00e7\u00f5es, imaginam os senhores da arrog\u00e2ncia que deixaremos de ter os olhos erguidos, que por um momento sequer questionaremos nossos sonhos?<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria est\u00e1 cheia de obst\u00e1culos, mas ningu\u00e9m foi capaz de nos deter. Que o digam os muros de Moncada e aqueles que se orgulhavam de ter resistido, que, acreditando serem vitoriosos, embalavam em suas entranhas a barb\u00e1rie da tortura, testemunhavam a sede de sangue jovem sofrido pelos assassinos contratados e, no entanto, a roda da Revolu\u00e7\u00e3o triunfou sobre essa podrid\u00e3o e enterrou-a para sempre.<\/p>\n<p>Um ser com uma alma doente de poder \u00e9 capaz de muitas coisas, sabemos bem. Quando a arrog\u00e2ncia se enra\u00edza, cresce de forma ilimitada, deformada. Os imp\u00e9rios s\u00e3o constru\u00eddos pela prepot\u00eancia de muitos homens, e o mecanismo que eles desencadeiam vive por conta pr\u00f3pria, e os seres humanos tornam-se apenas os meios para um fim.<br \/>\nO poder torna ing\u00eanuos os seus donos, o suficiente para acreditar que todos, mais cedo ou mais tarde, ceder\u00e3o \u00e0s suas press\u00f5es. Mas, se durante todo esse tempo, eles n\u00e3o entenderam que a Ilha que deu \u00e0 luz mambises, que deu origem \u00e0 Gera\u00e7\u00e3o do Centen\u00e1rio, que pegou seus filhos pela m\u00e3o e os vestiu de verde oliva, n\u00e3o se rende a nada, \u00e9 porque o c\u00e2ncer da domina\u00e7\u00e3o tornou-se t\u00e3o difundido que eles s\u00e3o incapazes de pensar.<\/p>\n<p>Ei-nos aqui, sim. Assim disseram aqueles revolucion\u00e1rios, assim dizemos n\u00f3s, assim dir\u00e3o nossos filhos e todas as gera\u00e7\u00f5es vindouras. Ei-nos aqui rebeldes eternos, impedindo que o \u00f3dio dos inimigos nos apequene. Porque \u00e9 isso que a caminhada dos revolucion\u00e1rios exige em um mundo dividido e marcado pela desigualdade, cada manh\u00e3 \u00e9 para n\u00f3s a de Santa Ana.<\/p>\n<p>Com nossos mortos-vivos &#8211; no lado esquerdo do nosso peito, com a vontade tatuada em nossa pele, com o impulso correndo como sangue em nossas veias, com infinitos desafios e a clareza da dureza dos tempos em que vivemos, mantemos o que eles, os salvadores de Mart\u00ed sempre tiveram: garantia da justi\u00e7a do trabalho defendido e plena convic\u00e7\u00e3o de que a vit\u00f3ria corresponde apenas \u00e0queles que nunca deixam de se sacrificar por ela.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n<p>Fonte:<\/p>\n<p>http:\/\/www.granma.cu\/cuba\/2020-07-23\/el-pueblo-en-pie-contra-todos-los-muros-23-07-2020-22-07-33?fbclid=IwAR0szmwI4OZxpMuDWVtJ_OpsVLLygAeVtKkmt8JIg-AvP9V07JKh3VwnDy4<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25884\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[48],"tags":[228],"class_list":["post-25884","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c58-cuba","tag-5b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6Ju","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25884","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25884"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25884\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}