{"id":25995,"date":"2020-08-19T00:33:14","date_gmt":"2020-08-19T03:33:14","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=25995"},"modified":"2020-10-28T21:09:33","modified_gmt":"2020-10-29T00:09:33","slug":"repatriacao-e-liberdade-para-ilich-ramirez-carlos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25995","title":{"rendered":"Repatria\u00e7\u00e3o e liberdade para Ilich Ram\u00edrez \u201cCARLOS\u201d!"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.iol.pt\/multimedia\/oratvi\/multimedia\/imagem\/id\/13513190\/1300\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Em 15 de agosto de 1994 foi sequestrado em Jart\u00fam, capital do Sud\u00e3o, o revolucion\u00e1rio internacionalista, anti-imperialista, antisionista e combatente pela causa palestina, Ilich Ram\u00edrez S\u00e1nchez \u201cCarlos\u201d. Militares do governo sudan\u00eas do ent\u00e3o Presidente Omar Al Bashir, respons\u00e1veis pela cust\u00f3dia e prote\u00e7\u00e3o de Carlos, o prenderam naquela madrugada, lhe ministraram um son\u00edfero e depois o levaram a um aeroporto pr\u00f3ximo para entreg\u00e1-lo a agentes da DST francesa, que poucas horas depois aterrissaram com ele na base a\u00e9rea militar de Villacoublay, ao lado de Paris, Fran\u00e7a. Carlos denuncia que Al Bashir (agora deposto e sendo julgado no Sud\u00e3o desde 2019) recebeu $50 milh\u00f5es da Casa Real da Ar\u00e1bia Saudita por t\u00ea-lo entregado, sem ordem de extradi\u00e7\u00e3o, aos franceses.<\/p>\n<p>Assim come\u00e7ou o processo de ilegal e ileg\u00edtima priva\u00e7\u00e3o de liberdade de Carlos pelo Estado franc\u00eas. No dia 15 de agosto cumpriram-se 26 anos suportando um regime de encarceramento, pelos sistemas judicial e penitenci\u00e1rio franceses, que se caracterizam pela sistem\u00e1tica viola\u00e7\u00e3o e desconhecimento de seus mais elementares direitos humanos e de cidadania. A respeito deste fato destacamos o seguinte:<\/p>\n<p>1. Maus tratos e torturas f\u00edsicas e psicol\u00f3gicas: isolamento penitenci\u00e1rio durante mais de 11 anos; priva\u00e7\u00e3o de<br \/>\nsono durante un longo per\u00edodo; viol\u00eancia e agress\u00e3o f\u00edsica por guardas penitenci\u00e1rios, funcion\u00e1rios policiais e judiciais, juntando-o a presos com desequil\u00edbrio mental ou de alta periculosidade, que poderiam haver causado les\u00f5es ou at\u00e9 a sua morte.<\/p>\n<p>2. Confinamento em c\u00e1rceres distantes de Paris, para for\u00e7ar seu isolamento, tanto perante seus advogados (para prejudicar sua defesa perante os tribunais), quanto frente os diplomatas venezuelanos (para dificultar qualquer apoio do Estado venezuelano). De igual maneira ele foi trasladado, dos ditos c\u00e1rceres at\u00e9 os tribunais en Par\u00eds e de volta, em longas viagens de van (de mais de 7 horas), em condi\u00e7\u00f5es que lhe provocaram pen\u00farias extremas.<\/p>\n<p>3. Devido aos continuados abusos, Carlos se viu obrigado a realizar duas greves de fome, para denunciar o regime violador de seus mais elementares direitos, privando-o de liberdade.<\/p>\n<p>Por outra parte, Carlos tem sido submetido a 3 processos judiciais e 2 apela\u00e7\u00f5es por um sistema judicial franc\u00eas que<br \/>\nos tem levado a cabo de maneira irregular, sem respeitar seus direitos ao devido julgamento, \u00e0 leg\u00edtima defesa e \u00e0 presun\u00e7\u00e3o de inoc\u00eancia. Como resultado desta ilegal atua\u00e7\u00e3o do Estado franc\u00eas, foi condenado em 5 ocasi\u00f5es \u00e0 cadeia perp\u00e9tua, numa clara demonstra\u00e7\u00e3o de crueldade contra ele, por ser um lutador contra a hegemonia imperialista e sionista que agride e pretende dominar os povos livres do mundo, da qual participa a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Paradoxalmente os governos da Fran\u00e7a, durante estes 26 anos de sequestro de Carlos, t\u00eam atuado para libertar os cidad\u00e3os desse pa\u00eds encarcerados em distintas partes do mundo, indiferentemente das causas e condena\u00e7\u00f5es que provocaram o seu cativeiro. Sobressai em tal sentido o governo de Nicol\u00e1s Sarkozy, que atuou de maneira intensa e contundente durante seu mandato para conquistar a liberdade de seus seguintes compatriotas:<\/p>\n<p>1. Seis cidad\u00e3os franceses, integrantes da ONG francesa A Arca de Zo\u00e9 (ZOE), que ofereciam resgatar crian\u00e7as \u00f3rf\u00e3s do conflito de Darfur, no Sud\u00e3o. Em outubro de 2007 foram capturados em flagrante quando pretendiam transportar em um avi\u00e3o, desde Chad, 103 supostos \u00f3rf\u00e3os (21 meninas e 82 meninos) da guerra de Darfur. A maioria n\u00e3o era de \u00f3rf\u00e3os, j\u00e1 que tinham ao menos um de seus pais vivo, tampouco eram sudaneses, mas da regi\u00e3o chadiana fronteiri\u00e7a com o Sud\u00e3o. Seus pais haviam sido enganados com promessas de que seriam escolarizados na Fran\u00e7a para que os entregassem. Em dezembro de 2007 os 6 franceses foram condenados a 8 anos de trabalhos for\u00e7ados e ZOE a pagar 6,2 milh\u00f5es de euros por danos \u00e0s fam\u00edlias das crian\u00e7as. Por press\u00f5es do governo de Sarkozy sobre o governo chadiano de Idriss Deby, conseguiram trasladar os condenados de volta a Fran\u00e7a em poucos dias. Finalmente, em mar\u00e7o de 2008, o presidente Deby perdoou os 6 franceses legitimamente condenados.<\/p>\n<p>2. Florence Cassez, condenada no ano de 2009 no M\u00e9xico a 60 anos de pris\u00e3o, por presumida pr\u00e1tica dos delitos de sequestro, delinqu\u00eancia organizada e posse ilegal de armas de fogo, ao haver participado nas a\u00e7\u00f5es criminosas do bando Los Zod\u00edacos. Ela mantinha uma rela\u00e7\u00e3o sentimental com um de seus integrantes, Israel Vallarta. O governo de Sarkozy recha\u00e7ou a condena\u00e7\u00e3o e pressionou forte e notoriamente a ent\u00e3o presidente mexicano Felipe Calder\u00f3n. No dia 23 de janeiro de 2013, a atua\u00e7\u00e3o francesa obteve a liberdade de Cassez, ao se produzir uma falha da Suprema Corte de Justi\u00e7a da Na\u00e7\u00e3o no M\u00e9xico, um de cujos magistrados votou a favor por considerar que &#8220;o devido processo legal foi afetado com a obten\u00e7\u00e3o de provas ilegais (&#8230;) foram violados os direitos elementares de natureza material, a presun\u00e7\u00e3o de inoc\u00eancia e a liberdade\u201d.<\/p>\n<p>3. Fr\u00e9d\u00e9ric Bocquet, agente de intelig\u00eancia franc\u00eas de dupla nacionalidade (francesa e su\u00ed\u00e7a). Em maio de 2009, durante uma a\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Metropolitana em sua resid\u00eancia na urbaniza\u00e7\u00e3o La Florida, em Caracas, Venezuela, se encontrou um arsenal de armas de guerra de alto calibre, raz\u00e3o pela qual tamb\u00e9m foi acusado de tentativa de magnic\u00eddio contra o ent\u00e3o presidente da Venezuela, o Comandante Hugo Rafael Ch\u00e1vez Fr\u00edas. Foi condenado pela justi\u00e7a venezuelana a 4 anos de pris\u00e3o (a tentativa de magnic\u00eddio n\u00e3o se p\u00f4de comprovar). Novamente a atua\u00e7\u00e3o do governo de Nicol\u00e1s Sarkozy diante da sua contraparte resultou na expuls\u00e3o da Venezuela de Bocquet e seu traslado de volta a Fran\u00e7a no ano de 2012.<\/p>\n<p>Cabe aina destacar que, durante os anos 2007 e 2008, o presidente Sarkozy pediu e obteve o decidido e necess\u00e1rio apoio do presidente Ch\u00e1vez como interlocutor perante as FARC, na Col\u00f4mbia, para eventualmente conquistar a liberdade, no ano de 2008, de Ingrid Betancourt, cidad\u00e3 colombo-francesa que se encontrava em poder da guerrilha colombiana desde fevereiro de 2002.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o anterior da atua\u00e7\u00e3o do Estado franc\u00eas, diante da priva\u00e7\u00e3o de liberdade de seus concidad\u00e3os, \u00e9 uma demonstra\u00e7\u00e3o da responsabilidade que o mesmo assume frente \u00e0s situa\u00e7\u00f5es adversas que podem lhes afetar. Fica evidente que considera uma obriga\u00e7\u00e3o recuper\u00e1-los e brindar-lhes com a devida aten\u00e7\u00e3o para salvaguardar seus direitos humanos e cidad\u00e3os, sem importar o delito pelo qual tenham sido privados de liberdade, nem a dura\u00e7\u00e3o de suas condena\u00e7\u00f5es. Por outra parte, quando s\u00e3o trasladados at\u00e9 a Fran\u00e7a para continuar em cativeiro, mesmo estando privados de liberdade em seu pa\u00eds de origem, poder\u00e3o estar em contato com seu entorno familiar e de amizades, sendo al\u00e9m disso benefici\u00e1rios da aten\u00e7\u00e3o a suas necessidades humanas pelo Estado franc\u00eas, perante qualquer situa\u00e7\u00e3o adversa de sa\u00fade ou de outra \u00edndole.<\/p>\n<p>No caso de Carlos, seu longo cativeiro de quase 26 anos na Fran\u00e7a, o tem obrigado a enfrentar e padecer dos rigores e maus tratos de seu ilegal e cruel encarceramento, assim como do penoso falecimento de seu pai &#8211; em 2003 &#8211; e de sua m\u00e3e &#8211; em dezembro de 2019 &#8211; sem poder t\u00ea-los visto desde seu sequestro em 1994. Cabe destacar que na atual situa\u00e7\u00e3o de pandemia do Covid-19, que afeta t\u00e3o gravemente o mundo inteiro, ele enfrenta em sua condi\u00e7\u00e3o de recluso o perigo de ser contagiado, sendo que, com sua idade atual de 70 anos e sua condi\u00e7\u00e3o de diab\u00e9tico (tipo 2, desde o ano 2003), est\u00e1 no grupo de risco de vida. Apesar de tudo isto, Carlos, o revolucion\u00e1rio venezuelano com mais anos privado de liberdade em nossa hist\u00f3ria, mant\u00e9m firme sua convic\u00e7\u00e3o e temperamento revolucion\u00e1rio e internacionalista.<\/p>\n<p>Este regime tem submetido Carlos a condi\u00e7\u00f5es extremas, resultantes de condena\u00e7\u00f5es que seu ileg\u00edtimo captor n\u00e3o aceita em caso de serem aplicadas a seus pr\u00f3prios concidad\u00e3os franceses. Resulta incompreens\u00edvel, inaceit\u00e1vel e conden\u00e1vel semelhante \u201cduplo padr\u00e3o\u201d nas atua\u00e7\u00f5es dos distintos governos que governam a Fran\u00e7a, que parece ver seus conterr\u00e2neos como sujeitos superiores aos de outras nacionalidades, a quem, em troca, n\u00e3o h\u00e1 inconveniente algum que esta decadente pot\u00eancia imperialista promova agress\u00f5es.<\/p>\n<p>Est\u00e1 demonstrada a atua\u00e7\u00e3o solid\u00e1ria dos governos bolivarianos do Comandante Ch\u00e1vez e do atual presidente oper\u00e1rio e chavista, Nicol\u00e1s Maduro Moros, tanto pela aten\u00e7\u00e3o aos requerimentos franceses para a libera\u00e7\u00e3o de seus conterr\u00e2neos mediante a atua\u00e7\u00e3o das autoridades venezuelanas, como pela intensa rela\u00e7\u00e3o que existe entre ambos os pa\u00edses, particularmente quanto aos investimentos e interc\u00e2mbios em mat\u00e9ria energ\u00e9tica, militar, tecnol\u00f3gica, econ\u00f4mica, cultural, educativa e em outras \u00e1reas, as quais t\u00eam sido amplamente favor\u00e1veis \u00e0 Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Os abaixo assinados, diante dos argumentos que foram expostos, EXIGIMOS do governo da Fran\u00e7a a LIBERA\u00c7\u00c3O IMEDIATA de nosso compatriota e companheiro Carlos. De maneira simult\u00e2nea e com a aplica\u00e7\u00e3o da RECIPROCIDADE que deve existir nas rela\u00e7\u00f5es entre os diferentes pa\u00edses do mundo, para sua intera\u00e7\u00e3o mutuamente respeitosa, harmoniosa e ben\u00e9fica, pedimos ao presidente Maduro REQUERER a sua contraparte francesa a REPATRIA\u00c7\u00c3O de Carlos a Venezuela, dado que seu governo, continuador do legado libert\u00e1rio e humanista de nosso falecido Comandante Hugo Ch\u00e1vez, \u00e9 a melhor garantia do exerc\u00edcio de seus leg\u00edtimos direitos humanos e cidad\u00e3os, assim como de sua vida.<\/p>\n<p>Brigada Internacionalista de Solidaridad Activa (BRISA): Vladimir Ram\u00edrez, Emilio Silva.<br \/>\nFund. Capit\u00e1n de Nav\u00edo Manuel Ponte Rodr\u00edguez: David Nieves, H\u00e9ctor Rangel, Humberto Vargas. Coordinadora Sim\u00f3n Bol\u00edvar: Juan Contreras<br \/>\nMovimiento Guevarista Revolucionario (MGR)<br \/>\nPartido Comunista de Venezuela (PCV)<br \/>\nPatria Para Todos (PPT)<br \/>\nPartido Revolucionario de los Trabajadores (PRT)<br \/>\nMovimiento Revolucionario Tupamaro (MRT)<br \/>\nUnidad Popular Venezolana (UPV)<br \/>\nJuventud Comunista de Venezuela (JCV)<br \/>\nComit\u00e9 de Solidaridad Internacional y Lucha por la Paz (COSI &#8211; Venezuela): Gabriel Aguirre Movimiento Continental Bolivariano (MCB): Carlos Casanueva<br \/>\nColectivo Revolucionario Fabricio Ojeda<br \/>\nFuerza Patri\u00f3tica Alexis Vive<br \/>\nAsoc. Bolivariana de Asuntos Humanitarios Patria es Solidaridad<br \/>\nForo Itinerante de Participaci\u00f3n Popular: Hindu Anderi<\/p>\n<p>Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n<p>PARA ADERIR A ESTE MANIFESTO FAVOR COMUNICAR-SE ATRAV\u00c9S DE:<\/p>\n<p>liberenailich@gmail.com.<\/p>\n<p>ILICH RAMIREZ CARLOS REVOLUCIONARIO. @BRISAPARACARLOS<\/p>\n<p>+58 416-6344747<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/25995\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[71],"tags":[233],"class_list":["post-25995","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c84-solidariedade","tag-6a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6Lh","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25995","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25995"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25995\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25995"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25995"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25995"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}