{"id":26372,"date":"2020-11-02T21:44:14","date_gmt":"2020-11-03T00:44:14","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=26372"},"modified":"2020-11-02T21:44:14","modified_gmt":"2020-11-03T00:44:14","slug":"historia-e-eleicoes-do-andes-sn-como-avancar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/26372","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria e elei\u00e7\u00f5es do ANDES-SN: como avan\u00e7ar?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/pw\/ACtC-3eugM_mA7v94JCHxT8w9FAMXTUq-PAOlkMvi3pncmcHJYRGLR4Wv2NbXpR4YT7dZTBg9dmdPbfcHnRXn8MgwzOSWPS0hsgCCX4S8KVSHuqDByddIOi5ERuK0Y74UCODDboTBwlDrLJA4ikAuD4B5Ohp=w1280-h720-no\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Por Fran Rebelatto<br \/>\nProfessora da UNILA<br \/>\nSindicalizada da SESUNILA e do ANDES-SN<br \/>\nMilitante da Unidade Classista e da Coordena\u00e7\u00e3o Nacional da UC<\/p>\n<p>Come\u00e7o este texto em primeira pessoa, mas n\u00e3o se trata de uma apresenta\u00e7\u00e3o pessoal desvinculada de uma reflex\u00e3o necess\u00e1ria sobre uma perspectiva coletiva de carreira docente, sobre a universidade p\u00fablica brasileira, sobre os instrumentos de luta que organizam os\/as trabalhadores\/as. Esta apresenta\u00e7\u00e3o em primeira pessoa pretende refletir e colaborar no sentido de encontrar uma coletividade composta por muitos\/as professores\/as de todo Brasil que se integram \u00e0 carreira docente a partir das pol\u00edticas de expans\u00e3o do Reuni e com a interioriza\u00e7\u00e3o das novas Universidades e Institutos Federais e CEFET. Sou professora da UNILA, uma professora que entra na universidade em 2013, ou seja, j\u00e1 com uma carreira docente fortemente atacada pela Reforma da Previd\u00eancia de 2003 e que \u00e9 pressionada todos os dias pelos governos de plant\u00e3o a aderir ao FUNPRESP, por exemplo. Estou numa universidade do Reuni que ainda hoje sofre com sua incompleta implementa\u00e7\u00e3o, com a falta de professores, de infraestrutura, de restaurante universit\u00e1rio e moradia estudantil, com a falta de recursos que permita a perman\u00eancia de estudantes brasileiros e, no nosso caso, dos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Caribe.<\/p>\n<p>Sou uma jovem professora, que nasceu no ano de 1984, quando ent\u00e3o a Associa\u00e7\u00e3o Docente, a ANDES, rec\u00e9m criada, tinha seus tr\u00eas primeiros anos, mas j\u00e1 lutava bravamente pela anistia e pelo processo de redemocratiza\u00e7\u00e3o deste pa\u00eds. Quando eu tinha quatro anos, em 1988, com a Nova Constitui\u00e7\u00e3o e o direito dos servidores p\u00fablicos de se sindicalizar, a Andes d\u00e1 lugar ao ANDES, O NOSSO SINDICATO NACIONAL. Mesmo n\u00e3o tendo vivido esse momento hist\u00f3rico desde a base do sindicato, n\u00e3o posso me furtar do direito e do dever de recorrer \u00e0 hist\u00f3ria do ANDES-SN, articulando-a com a luta de classes no Brasil nessas quatro d\u00e9cadas de exist\u00eancia do sindicato. Pois \u00e9 a partir desta perspectiva hist\u00f3rica, em articula\u00e7\u00e3o com todas as lutas pela universidade p\u00fablica, pelos direitos sociais, da luta pela terra e da pela moradia, que tenho condi\u00e7\u00f5es de me armar com uma consci\u00eancia cr\u00edtica para entender onde estamos e a partir de quais estrat\u00e9gias devemos organizar as lutas futuras.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, n\u00e3o negligencio a rela\u00e7\u00e3o entre as pautas mais imediatas da nossa categoria docente, neste momento profundamente estafada com a imposi\u00e7\u00e3o do ensino remoto, com as lutas necess\u00e1rias contra a explora\u00e7\u00e3o e as opress\u00f5es. Tamb\u00e9m n\u00e3o negligencio as mudan\u00e7as no mundo do trabalho, o aprofundamento da precariza\u00e7\u00e3o da vida humana, a uberiza\u00e7\u00e3o e o empreendedorismo, ditames da ideologia neoliberal, que cada vez mais afastam os\/as trabalhadores\/as dos instrumentos de luta historicamente constru\u00eddos. N\u00e3o negligencio, por fim, a import\u00e2ncia de conhecer com profundidade e com aten\u00e7\u00e3o os princ\u00edpios que orientam nosso sindicato, pois estes me permitem colaborar mais acertadamente na constru\u00e7\u00e3o, pela base, desse instrumento.<\/p>\n<p>Diante desse ensejo inicial de apresenta\u00e7\u00e3o pessoal articulada com uma leitura de realidade guiada pela hist\u00f3ria, considero que tenho condi\u00e7\u00f5es de apontar que o est\u00e1 em jogo nas elei\u00e7\u00f5es do ANDES-SN, entre outras quest\u00f5es, \u00e9, centralmente: i) A tentativa de uma falsifica\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica desses 40 anos do ANDES \u2013 o Sindicato Nacional; ii) o distanciamento dos princ\u00edpios que orientam a organiza\u00e7\u00e3o do sindicato constru\u00eddo pela base, ou seja, pelo seu local de trabalho; iii) uma perspectiva imediatista de leitura da conjuntura, que n\u00e3o aponta para a necess\u00e1ria reorganiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora e o fortalecimento dos nossos instrumentos de luta.<\/p>\n<p>1) Por que para os \u2018renovistas\u2019 a hist\u00f3ria do ANDES-SN s\u00f3 pode ser discutida a partir de 2016?<\/p>\n<p>Durante a campanha para as elei\u00e7\u00f5es do ANDES-SN, na qual se colocaram lado a lado dois projetos de sindicato &#8211; o da Chapa 1 &#8211; Unidade para Lutar e do Chapa 2 &#8211; Renova Andes -, tem sido muito dif\u00edcil fazermos o debate sobre a hist\u00f3ria do ANDES-SN e sua rela\u00e7\u00e3o com a luta de classes, sem cairmos nas escusas de que \u00e9 necess\u00e1rio discutir somente o presente, que, por certo, est\u00e1 sob uma conjuntura muito dura, e claro, \u00e9 fundamental discutirmos, nos organizarmos e fazermos os enfrentamentos necess\u00e1rios. Mas os\/as companheiros\/as \u2018renovistas\u2019, esquecem que para lutarmos melhor, \u00e9 um erro negligenciar a hist\u00f3ria, pois isso pode nos levar aos mesmos equ\u00edvocos do passado. Os \u2018renovistas\u2019 insistem em olhar para a hist\u00f3ria do ANDES apenas por duas perspectivas: ou para recuperar a concep\u00e7\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o docente anterior ao per\u00edodo da forma\u00e7\u00e3o do Sindicato Nacional, ou ent\u00e3o, a partir de 2016, ap\u00f3s o Golpe que dep\u00f4s a presidenta Dilma Rousseff. Para eles, inclusive, \u00e9 apenas ap\u00f3s 2016 que iniciam os ataques \u00e0 educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica no Brasil. Infelizmente eles esqueceram das pol\u00edticas dos governos de concilia\u00e7\u00e3o de classe que destinaram uma parte significativa do nosso fundo p\u00fablico para os grandes conglomerados de educa\u00e7\u00e3o ou para os juros e amortiza\u00e7\u00f5es da d\u00edvida p\u00fablica.<\/p>\n<p>Os \u2018renovistas\u2019 abrem uma lacuna de tr\u00eas d\u00e9cadas da hist\u00f3ria do ANDES-SN por que se recusam a olhar para o passado, a refletirem sobre o esgotamento de uma estrat\u00e9gia que orientou a classe trabalhadora brasileira, ou seja, a estrat\u00e9gia democr\u00e1tico-popular, ao mesmo tempo, que se recusam a debater a transforma\u00e7\u00e3o do Cutismo num sindicalismo de mercado, corroborando com o apassivamento da classe, e ainda se recusam a debater a cria\u00e7\u00e3o de uma Federa\u00e7\u00e3o que durante os governos de concilia\u00e7\u00e3o, infelizmente, dividiu a categoria docente, tentando \u2018acabar\u2019 com o ANDES, o que resultou na cassa\u00e7\u00e3o da carta sindical do sindicato por anos. Federa\u00e7\u00e3o essa que introduziu em v\u00e1rias se\u00e7\u00f5es sindicais m\u00e9todos anti-democr\u00e1ticos e que impedem as\/os professoras\/es de fazer a luta concreta.<\/p>\n<p>Diante dessas lacunas hist\u00f3ricas que est\u00e3o sendo provocadas pelos \u2018renovistas\u2019, nunca foi t\u00e3o urgente e fundamental reconhecer o of\u00edcio dos\/as historiadores\/a que nos ajudam a evitar que as falsifica\u00e7\u00f5es do passado prosperem para que essas n\u00e3o legitimem a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas do presente e, por certo, do futuro. A pergunta final deste primeiro ponto \u00e9: A qual projeto de sindicato serve negligenciarmos a hist\u00f3ria de quatro d\u00e9cadas de luta do ANDES-SN? E quais os interesses em resgatarmos a ANDES?<\/p>\n<p>2) O que significa um sindicato organizado pela base, ou seja, pelo local de trabalho?<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o que tem sido recorrente nos debates pelas elei\u00e7\u00f5es do ANDES-SN \u00e9 a dificuldade, ou neste caso a escolha proposital, de compreender que o ANDES-SN \u00e9 um sindicato que, ao final da d\u00e9cada de 80, se conforma como um sindicato constru\u00eddo pela democracia de base. O ANDES-SN rompeu como uma perspectiva sindical implantada no Brasil ainda na d\u00e9cada de 30 e se consolidou com a organiza\u00e7\u00e3o pelos locais de trabalho, ou seja, pelas se\u00e7\u00f5es sindicais que est\u00e3o em cada universidade federal, estadual, municipal, instituto federal e CEFET. Em cada um desses locais de trabalho, as se\u00e7\u00f5es sindicais gozam de autonomia financeira, pol\u00edtica, patrimonial e administrativa, e por isso podem e devem construir junto com a categoria suas pautas locais \u00e0 luz de realidades espec\u00edficas, levando ao conjunto geral da categoria posicionamentos e teses que corroborem na constru\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas gerais do sindicato, que guiam nossos planos de lutas.<\/p>\n<p>Numa organiza\u00e7\u00e3o sindical constru\u00edda pela base, cabe \u00e0 dire\u00e7\u00e3o nacional, a partir das delibera\u00e7\u00f5es nas se\u00e7\u00f5es que se encontram nos espa\u00e7os deliberativos nacionais (Conselhos e Congressos) levar a cabo o plano de lutas constru\u00eddo coletivamente. Explico melhor, desde a realidade da SESUNILA, que, assim como eu, \u00e9 uma jovem se\u00e7\u00e3o sindical. A SESUNILA &#8211; que no dia 27 de novembro completa cinco anos -, nasceu orientada pela compreens\u00e3o de um sindicato organizado pelo local de trabalho, por isso desde o in\u00edcio realizou v\u00e1rios esfor\u00e7os para levar ao conjunto da categoria pautas importantes que fazem o sindicato avan\u00e7ar, por exemplo, a ajuda para as novas se\u00e7\u00f5es sindicais que n\u00e3o tem as mesmas condi\u00e7\u00f5es materiais das grandes se\u00e7\u00f5es, as especificidades das universidades que est\u00e3o em territ\u00f3rios de fronteira e, ainda, refor\u00e7a a necess\u00e1ria constru\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os formativos no ANDES com perspectiva internacionalista junto a sindicatos da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Como sindicato que faz suas discuss\u00f5es na base e que essas decis\u00f5es s\u00e3o remetidas para o conjunto da categoria, nem sempre nossas teses s\u00e3o as que vencem no debate pol\u00edtico, como \u00e9 o caso, por exemplo, da discuss\u00e3o sobre as Centrais Sindicais. N\u00f3s da SESUNILA, em assembl\u00e9ia docente, a partir dos balan\u00e7os apresentados no Caderno de teses do sindicato e pela leitura de realidade coletiva que realizamos, decidimos que era necess\u00e1ria a decis\u00e3o de desfilia\u00e7\u00e3o da CSP e a constru\u00e7\u00e3o de outros instrumentos de luta que possam ajudar no caminho da reorganiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora brasileira. Pois bem, no congresso nacional do ANDES-SN de janeiro de 2020 &#8211; espa\u00e7o que os\/as delegados\/as representantes devem levar \u00e0s posi\u00e7\u00f5es de suas bases-, nossa posi\u00e7\u00e3o foi minorit\u00e1ria, visto que o conjunto das se\u00e7\u00f5es sindicais expressou que dever\u00edamos seguir fazendo um \u2018balan\u00e7o\u2019 sobre a poss\u00edvel desfilia\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o da central sindical CSP-Conlutas.<\/p>\n<p>Pois bem, os \u2018renovistas\u2019 insistem em responsabilizar a dire\u00e7\u00e3o pelas decis\u00f5es nos espa\u00e7os deliberativos, mas, no entanto, negligenciam que s\u00e3o os\/as sindicalizados\/as das se\u00e7\u00f5es que deliberam sobre as pautas colocadas nas diferentes teses apresentadas ao conjunto dos\/as sindicalizados\/as por meio do Congresso nacional e\/ou Conad. Ent\u00e3o a pergunta que pode ser colocada ao final deste segundo ponto \u00e9: a que projeto de sindicato serve negligenciar os princ\u00edpios hist\u00f3ricos que orientam a organiza\u00e7\u00e3o do instrumento de luta? N\u00e3o estariam os \u2018renovistas\u2019 propondo um projeto de sindicato que n\u00e3o se oriente pelas decis\u00f5es da categoria?<\/p>\n<p>3) Do presente, atenta ao passado, qual o futuro do ANDES? Por que \u00e9 necess\u00e1rio lutar pela reorganiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora e por um projeto de sindicato vinculado a um projeto de Universidade e a outro projeto societ\u00e1rio?<\/p>\n<p>Neste processo eleitoral temos reafirmado a necessidade de um sindicato classista, ou seja, um sindicato que n\u00e3o rebaixe suas pautas diante de uma poss\u00edvel regulamenta\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias e desumanas de trabalho, como o Ensino Remoto Emergencial. Um sindicato que articule a compreens\u00e3o dos ataques \u00e0 categoria docente, o ataque \u00e0 educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica, com a realidade social e que se lance no desafio de avan\u00e7ar. Avan\u00e7ar, porque ao olharmos para o passado percebemos que as estrat\u00e9gias que apassivaram a classe e que n\u00e3o se impuseram diante do avan\u00e7o das pol\u00edticas neoliberais sobre os fundos p\u00fablicos corroboram significativamente para uma carreira docente j\u00e1 bastante aviltada e tamb\u00e9m para a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho docente e das nossas universidades e as condi\u00e7\u00f5es de ensino e aprendizado.<\/p>\n<p>Por outra parte, \u00e9 fundamental conseguirmos avan\u00e7ar na an\u00e1lise concreta da realidade a partir das profundas mudan\u00e7as do mundo do trabalho, do avan\u00e7o do capital e das suas formas de acumula\u00e7\u00e3o que hoje dependem dos fundos p\u00fablicos e dependem que os direitos sociais, ao serem privatizados, se transformem em mercadorias. A partir de uma conjuntura em que os marcos ideol\u00f3gicos do neoliberalismo seguem bradando desde as concep\u00e7\u00f5es do empreendedorismo, o individualismo, a divis\u00e3o dos\/as trabalhadores e a deslegitima\u00e7\u00e3o dos nossos instrumentos de lutas.<\/p>\n<p>\u00c9 \u00e0 luz destes desafios que temos que aprofundar o debate do poss\u00edvel afastamento dos\/as professores\/as do seu sindicato, n\u00e3o a partir de uma perspectiva reducionista que atribui a responsabiliza\u00e7\u00e3o a uma ou outra diretoria, mas a partir da discuss\u00e3o profunda do que significou as mudan\u00e7as pol\u00edticas, sociais e econ\u00f4micas que marcaram essas \u00faltimas quatro d\u00e9cadas nas quais o ANDES-SN tem se consolidado como o leg\u00edtimo representante das lutas das\/os professoras\/es e nunca se furtou de estar em todas as trincheiras.<\/p>\n<p>E \u00e9 por isso que tememos a perspectiva \u2018renovista\u2019 que apresenta f\u00f3rmulas \u2018m\u00e1gicas\u2019 para resolver o problema do afastamento das\/os docentes, sem colocar essa quest\u00e3o \u00e0 luz da hist\u00f3ria, da realidade concreta do mundo do trabalho e do avan\u00e7o das pol\u00edticas neoliberais.<\/p>\n<p>Diante de todas essas preocupa\u00e7\u00f5es que t\u00eam perpassado essa caminhada na campanha das elei\u00e7\u00f5es do ANDES-SN, me foi poss\u00edvel com maior tranq\u00fcilidade reafirmar que a professora que entrou em 2013 na universidade, se formou e se forjou nas lutas concretas da SESUNILA como base do ANDES-SN e em cont\u00ednuo aprendizado, est\u00e1 atenta \u00e0 hist\u00f3ria (mesmo n\u00e3o a tendo vivida), me dispondo a enfrentar o perverso presente, apontando ao futuro junto \u00e0 tantos\/as, reafirmando que precisamos lutar sim por um sindicato classista, por um projeto de universidade efetivamente referenciada nos interesses da classe trabalhadora e, por isso, popular, consciente de que \u00e9 urgente bradarmos por um outro projeto societ\u00e1rio.<\/p>\n<p>Sem imediatismo, sem fake news, sem medo de discutir a hist\u00f3ria, vamos adelante camaradas, por um ANDES-SN classista, com unidade para lutar e avan\u00e7ar!<\/p>\n<p>Foz do Igua\u00e7u, dia 30 de outubro de 2020.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/26372\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[31],"tags":[223],"class_list":["post-26372","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c31-unidade-classista","tag-3a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6Rm","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26372","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26372"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26372\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26372"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26372"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26372"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}