{"id":2646,"date":"2012-04-08T16:48:10","date_gmt":"2012-04-08T16:48:10","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=2646"},"modified":"2012-04-08T16:48:10","modified_gmt":"2012-04-08T16:48:10","slug":"saudacao-ao-90o-aniversario-da-fundacao-do-partido-comunista-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2646","title":{"rendered":"SAUDA\u00c7\u00c3O AO 90\u00ba ANIVERS\u00c1RIO DA FUNDA\u00c7\u00c3O DO PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO"},"content":{"rendered":"\n<p>Para o novo movimento pol\u00edtico Marcha Patri\u00f3tica pela Segunda e Definitiva Independ\u00eancia, que surge em meio \u00e0 luta de massas contempor\u00e2nea na Col\u00f4mbia e Am\u00e9rica Latina, \u00e9 com orgulho\u00a0 que participamos da celebra\u00e7\u00e3o dos 90 anos de vida de um referencial hist\u00f3rico para o movimento popular continental, como o Partido Comunista Brasileiro, o PCB.<\/p>\n<p>Apoiados pelo ide\u00e1rio emancipador de Nossa Am\u00e9rica e na luta internacionalista dos oprimidos de<\/p>\n<p>todo o mundo contra o sistema capitalista, nos sentimos parte do hist\u00f3rico combate do PCB e do<\/p>\n<p>povo brasileiro em busca da uma ordem social que ponha fim \u00e0 explora\u00e7\u00e3o e todas as outras<\/p>\n<p>formas de domina\u00e7\u00e3o. Assim como fizeram o Libertador Sim\u00f3n Bol\u00edvar e o her\u00f3ico comandante<\/p>\n<p>guerrilheiro Ernesto Che Guevara, entre outros tantos mais, pensamos que a tarefa pela liberta\u00e7\u00e3o de nosso continente \u00e9 uma s\u00f3, e, por isso, identificamo- nos sinceramente nas lutas e reivindica\u00e7\u00f5es dos comunistas brasileiros. De forma similar, sentimo \u2013nos acompanhados pelo PCB e todo o movimento democr\u00e1tico do Brasil no nosso persistente combate por uma Col\u00f4mbia justa. Reconhecemos, na firme solidariedade internacional do PCB para com as diversas lutas dos povos do mundo, incluindo o colombiano, em sua f\u00e9rrea postura antiimperialista e em sua clara ruptura com o decadente capitalismo, um basti\u00e3o de dignidade dos revolucion\u00e1rios do mundo inteiro e um necess\u00e1rio ponto de encontro para repensar o destino do g\u00eanero humano.<\/p>\n<p>A crise estrutural do capitalismo<\/p>\n<p>Uma vez mais, o capitalismo entrou em crise, demonstrando \u2013 al\u00e9m de sua j\u00e1 provada ess\u00eancia destruidora \u2013 sua incapacidade estrutural de resolver os problemas materiais m\u00ednimos das maiorias e rompendo o mito de seu triunfo final. Nesta ocasi\u00e3o, a crise tem seu centro na \u201cfinanceiriza\u00e7\u00e3o\u201d promovida no modelo neoliberal e na atual fase de acumula\u00e7\u00e3o capitalista, a qual apresenta, como eixo principal da economia e do conjunto da sociedade o parasit\u00e1rio e especulativo sistema financeiro, afetando a produ\u00e7\u00e3o e a distribui\u00e7\u00e3o real de riqueza, gerando acumula\u00e7\u00e3o para uma \u00ednfima minoria , com base na negocia\u00e7\u00e3o, por parte destes poucos, a respeito dos bens e do bem-estar do conjunto de nossos povos.<\/p>\n<p>Equivocam-se aqueles que querem mitigar a real dimens\u00e3o da crise e que buscam atribu\u00ed-la a acidentes, a fraudes ou a simples problemas da pol\u00edtica econ\u00f4mica burguesa. A pesar dessa profunda cat\u00e1strofe e suaprolonga\u00e7\u00e3o sustentada, a ortodoxia liberal segue dominando os discursos e a pol\u00edtica do grande capital, querendo nos mostrar a crise como breve lapso at\u00edpico e como geograficamente limitada, ao mesmo tempo em que pretende nos apresentar como principal causa do cataclismo econ\u00f4mico o manejo irrespons\u00e1vel dos governos, a ganancia ou a fraude como casos isolados. \u00c9 essa a cantilena repetida pela \u201ctroika\u201d europ\u00e9ia e seu coral de governos fantoches, impostos recentemente. Se corretamente n\u00e3o deixamos de nos surpreender a respeito dos escandalosos gr\u00e1us de corrup\u00e7\u00e3o e insensatez que indicam os mais conhecidos esc\u00e2ndalos da crise \u2013 como os\u2018ativos t\u00f3xicos\u2019, o sub\u00f4rno das ag\u00eancias de risco ou os graus irracionais de endividamento de v\u00e1rios pa\u00edses -, consideramos que estes fen\u00f4menos, mais do que uma pervers\u00e3o, s\u00e3o a regra dentro do regime atual de acumula\u00e7\u00e3o capitalista e que, dada sua inger\u00eancia no modelo, s\u00f3 podem ser combatidos eficazmente, derrubando-se o sistema em seu conjunto.<\/p>\n<p>Outras vis\u00f5es mais heterodoxas, por\u00e9m internas ao capitalismo, lan\u00e7am cr\u00edticas agudas ao neoliberalismo, mas pretendem nos conduzir at\u00e9 a ilus\u00e3o do \u201cbom capitalismo keynesiano e produtivo\u201d, mostrando-nos como alternativas o desenvolvimento acompanhado das mis\u00e9rias capitalistas que se verifica, hoje, nos denominados pa\u00edses emergentes. Fecham os olhos para a inevit\u00e1vel conex\u00e3o de uma crise global com um sistema onde a especula\u00e7\u00e3ofinanceira entra para determinar o conjunto dos investimentos e da produ\u00e7\u00e3o no mundo.<\/p>\n<p>Para aqueles que buscamos alternativas, al\u00e9m deste sistema de fome e explora\u00e7\u00e3o, a crise \u00e9 estrutural, essencial ao capitalismo, por\u00e9m refor\u00e7ada pelo esgotamento hist\u00f3rico dos modelos keynesiano e neoliberal, sendo ela o desdobramento do crack econ\u00f3mico juntamente com o colapso energ\u00e9tico e ambiental, gerados pelo mesmo modelo de acumula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Frente a esta crise, as elites e os governos, da maior parte dos pa\u00edses do mundo, t\u00eam pressa para socorrer os bancos e o conjunto do sistema financeiro, enquanto que imp\u00f5em, \u00e0s grandes maiorias, os custos da crise, atrav\u00e9s de fortes cortes de investimentos sociais por parte dos Estados, promovendo novas ondas de privatiza\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, da educa\u00e7\u00e3o, de \u00f3rg\u00e3os governamentais e de maior precariza\u00e7\u00e3o dos direitos dos trabalhadores, tudo isto, \u00e9 claro, acompanhado de fortes doses de repress\u00e3o e cinismo contra os realmente afetados por tais medidas.<\/p>\n<p>Diante desse panorama, a mobiliza\u00e7\u00e3o digna n\u00e3o se fez esperar em todas as partes do mundo: na beligerante resist\u00eancia do povo grego contra a barb\u00e1rie do ajuste financeiro, no ressurgimento da hist\u00f3rica clase oper\u00e1riaeurop\u00e9ia, no grito de \u201cdemocracia real j\u00e1\u201d de milhares de indignados no Estado espanhol, nos milhares de estudantes que, contra o modelo neoliberal, voltam a tomar as grandes avenidas de Allende no Chile, na luta singular que os expropriados estadunidenses v\u00eam travando contra Wall Street \u2013 o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o do monstro. E, \u00e9 claro, a avan\u00e7ada luta antineoliberal, anti-imperialista e anticapitalista que desenvolvem os movimentos populares latinoamericanos, com seus maiores \u00eaxitos nos procesos revolucion\u00e1rios da Venezuela e Bol\u00edvia, assim como na continuidade do farol de dignidade representado pela revolu\u00e7\u00e3o cubana. Esta conjuntura nos ratifica que a hist\u00f3ria \u00e9 nossa, que os povos a fazem e que a crise do capital n\u00e3o \u00e9 somente econ\u00f4mica, mas come\u00e7a a projetar-se a todos os \u00e2mbitos.<\/p>\n<p>Na Col\u00f4mbia, revive a espada de Bol\u00edvar.<\/p>\n<p>No nosso pa\u00eds, essa convuls\u00e3o mundial agrava o conflito social e pol\u00edtico. A oligarquia no poder desde a trai\u00e7\u00e3o a Bol\u00edvar, com a anu\u00eancia estadunidense, tem decidido pela en\u00e9sima vez por aplicar a m\u00e1xima de Lampedusa,\u201cmudando algo para que tudo se mantenha igual\u201d, com a farsa do governo do aristocrata e magnata da midia, Juan Manuel Santos.<\/p>\n<p>Longe da apar\u00eancia constru\u00edda midiaticamente, o governo de Santos significa a aposta das classes dominantes pela recomposi\u00e7\u00e3o do regime pol\u00edtico colombiano fundamental para a perpetua\u00e7\u00e3o de seus interesses, diante do not\u00f3rio desgaste e confus\u00e3o que produziu o governo fascista de Uribe durante 8 anos. Santos refaz os pactos elitistas e incorpora setores advindos da esquerda em fun\u00e7\u00e3o da dupla aposta estrat\u00e9gica: aprofundamento do neoliberalismo e continua\u00e7\u00e3o da guerra de exterm\u00ednio e desapropria\u00e7\u00e3o contra o povo colombiano.<\/p>\n<p>A novidade \u00e9 a pretens\u00e3o de maquiar o regime pol\u00edtico colombiano e disfar\u00e7ar o n\u00edtido alinhamento internacional com Washington atrav\u00e9s de umaapar\u00eancia conciliadora, sobre tudo com pa\u00edses vizinhos. Mas o compromisso de Santos com o mais b\u00e1rbaro neoliberalismo e a mais recalcitrante direita n\u00e3o pode ser colocado emd\u00favida: trata-se de converter o pa\u00eds mum modelo exclusivamente extrativista que negocia com as transnacionais os nossos recursos naturai sem troca de desastres ambientais, aprovando a reforma que consagra como princ\u00edpio constitucional a sustentabilidade fiscal (tornando permanentes as medidas de ajuste), a reforma do sistema nacional de royalties, a reforma do sistema de sa\u00fade, da justi\u00e7a e o derrotado projeto da educa\u00e7\u00e3o superior, apenas para mencionar alguns deles.<\/p>\n<p>As cifras sociais da maravilha econ\u00f4mica do capitalismo na Col\u00f4mbia s\u00e3o bastante eloquentes. De acordo com estudos das pr\u00f3prias entidades oficiais, no ano de 2009, 0,4% dos propriet\u00e1rios possu\u00edam, em latifundios maiores que 500 hectares, 50% do total da terra, enquanto que 60% dos propriet\u00e1rios repartiam, entre si, apenas 2,1% de toda a \u00e1rea rural em pequenas parcelas menores que 3 hectares. O desemprego oscila em duas cifras h\u00e1 mais de 10anos, sendo somente compar\u00e1vel com os indicadores dos pa\u00edses em depress\u00e3o e, em que pese as maquiagens estatais, continua sendo o maior da Am\u00e9rica Latina, enquanto que o subemprego supera j\u00e1 64% da popula\u00e7\u00e3oecon\u00f3micamente ativa. 45,5% dos colombianos \u2013 quase 20 milh\u00f5es de pessoas \u2013 vive abaixo da linha da pobreza, e 16,4%, cerca de 8 milh\u00f5es, est\u00e3o submetidos \u00e0 indig\u00eancia. A concentra\u00e7\u00e3o de renda \u00e9 tal que, no ano de 2010, a Col\u00f4mbia superou o Brasil como o pa\u00eds mais desigual da regi\u00e3o, com um coeficiente de Gini de 0.60 e ocupa o terceiro lugar de iniquidade a n\u00edvel mundial.<\/p>\n<p>Em defesa desta abomin\u00e1vel ordem de coisas, a oligarquia colombiana, j\u00e1 misturada com as m\u00e1fias do narcotr\u00e1fico, tem construido um aparato militar legal e extra-legal, que inclui gigantescas e custosas for\u00e7as militares que superam os 450.000 homens, inclui a aberta interven\u00e7\u00e3o militar ianque que lhes fornece recursos, instrutores, armamentos, equipes e suas pr\u00f3prias bases e tropas, assim como a frequente recorr\u00eancia \u00e0 barb\u00e1rie paramilitar e aos crimes de Estado. Esta voracidade b\u00e9lica tem provocado, segundo a pr\u00f3pria ONU, 4,9 milh\u00f5es de refugiados e 57.200 desaparecidos somente nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas. Recentemente, quando Santos era Ministro da Guerra de Uribe, mais de dois mil jovens foram fuzilados pelo ex\u00e9rcito para faz\u00ea-los se passar por guerrilheiros.<\/p>\n<p>Ma , apesar disso, o povo colombiano n\u00e3o se intimida e mant\u00e9m erguida a luta pela sua dignidade e por uma nova e definitiva independ\u00eancia. Desde as ruas de Bogot\u00e1 at\u00e9 as mais rec\u00f4nditas zonas rurais, as massas da Col\u00f4mbia se organizam e se levantam contra a ignom\u00ednia do regime. Greve universit\u00e1ria, bloqueio ao transporte p\u00fablico da capital, mobiliza\u00e7\u00f5es populares contra os megaprojetos extrativistas do grande capital, marchas camponesas e resist\u00eancia cultural. Dia a dia, os setores sociaisa fetados pelo sistema fazem crescer sua luta e come\u00e7am a buscar sa\u00edda para a grande noite de exclus\u00e3o, fome e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Neste cadinho, surge a Marcha Patri\u00f3tica como um movimento pol\u00edtico que busca reunir as aspira\u00e7\u00f5es deste povo que h\u00e1 200 anos espera para concluir a batalha pela sua independ\u00eancia definitiva. Nosso movimento pol\u00edtico aspira agrupar a a\u00e7\u00e3o de todos os colombianos e colombianas que se encontram inconformados, indignados e cansados deste presente, cheio de pobreza, ignom\u00ednia e morte, e que desejem construir uma Col\u00f4mbiaverdadeiramente democr\u00e1tica, com um modelo econ\u00f4mico e pol\u00edtico onde os direitos \u00e0 sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, cultura, moradia e lazer sejam uma realidade para o conjunto da popula\u00e7\u00e3o; um pa\u00eds onde se impe\u00e7a o roubo de nossasmontanhas, planaltos e riquezas; uma Col\u00f4mbia onde a diferen\u00e7a pol\u00edtica seja um elemento essencial para o debate democr\u00e1tico; uma na\u00e7\u00e3o soberana, um pa\u00eds em paz, com justi\u00e7a social, e integrada \u00e0 grande p\u00e1tria latinoamericana, em s\u00edntese, uma Col\u00f4mbia que alcance a segunda e definitiva independ\u00eancia.<\/p>\n<p>Nascemos como Marcha Patri\u00f3tica sob a profunda convic\u00e7\u00e3o de que a transforma\u00e7\u00e3o de nosso pa\u00eds necessita urgentemente de um movimento pol\u00edtico composto em sua carne, ossos e esp\u00edrito, pelas lutas e organiza\u00e7\u00f5essociais, populares, intelectuais e setores democr\u00e1ticos, tomando a espada de Bol\u00edvar sob os princ\u00edpios do trabalho de base, da mobiliza\u00e7\u00e3o, da organiza\u00e7\u00e3o e da unidade do povo colombiano, e com o profundo compromisso de defender os interesses populares e das maiorias nacionais, para que se possa conquistar a harmonia emancipadora entre as diferentes lutas sociais, as reivindica\u00e7\u00f5es e a disputa do poder pol\u00edtico para coloc\u00e1-los a servi\u00e7o de todos os colombianos e n\u00e3o de uma elite olig\u00e1rquica.<\/p>\n<p>Desde 2010, convergimos, na Marcha Patri\u00f3tica, m\u00faltiplos setores e partidos pol\u00edticos, assim como numerosas organiza\u00e7\u00f5es sociais que, convocados para o bicenten\u00e1rio de nosso primeiro grito de independ\u00eancia, nos reunimos e reiniciamos a batalha pela nossa liberta\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 indissoluvelmente ligada com a revolu\u00e7\u00e3o em toda a nossa Am\u00e9rica. No momento, estamos nos preparando para nosso grande ato de lan\u00e7amento como<a name=\"0.1__GoBack\"><\/a> movimento pol\u00edtico, nos pr\u00f3ximos dias 21, 22 e 23 de abril, em Bogot\u00e1, onde se formar\u00e1 nosso Conselho Patri\u00f3tico Nacional e se fortalecer\u00e3o nossas elabora\u00e7\u00f5es de programa e plano de a\u00e7\u00e3o, evento ao qual fazemos extensivos convites a todas as organiza\u00e7\u00f5es sociais e populares do Brasil e do resto do mundo, que acompanham o PCB em seu 90\u00ba anivers\u00e1rio.<\/p>\n<p>Nesta empreitada pela nossa nova e definitiva independ\u00eancia, tarefa de todos os democratas e revolucion\u00e1rios do continente, bebemos da rica experi\u00eancia de luta de todos os povos latinoamericanos desde a resist\u00eancia \u00e0 conquista europ\u00e9ia e contamos seguramente com os lutadores incans\u00e1veis de todo o continente que, como o PCB, mant\u00e9m tremulando as bandeiras do socialismo e da liberdade.<\/p>\n<p>Sauda\u00e7\u00f5es solid\u00e1rias e revolucion\u00e1rias,<\/p>\n<p>Cabildo Am\u00e9rica Latina<\/p>\n<p>Marcha Patri\u00f3tica \u2013Colombia-<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.marchapatriotica.org\/\" target=\"_blank\">www.marchapatriotica.org<\/a><\/p>\n<p><a href=\"mailto:cabildo.latinoamerica@yahoo.com\" target=\"_blank\">cabildo.latinoamerica@yahoo.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: Marcha Patri\u00f3tica\n\n\n\n\n\n\n\n\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2646\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-2646","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c56-memoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-GG","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2646","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2646"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2646\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2646"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2646"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2646"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}