{"id":26743,"date":"2021-01-17T21:25:01","date_gmt":"2021-01-18T00:25:01","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=26743"},"modified":"2021-01-17T21:25:01","modified_gmt":"2021-01-18T00:25:01","slug":"a-formacao-do-pcb-e-as-lutas-emancipatorias-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/26743","title":{"rendered":"A forma\u00e7\u00e3o do PCB e as lutas emancipat\u00f3rias no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/pw\/ACtC-3ciwDpf9WAM8J5iVYgnkjdzXoMKH0vt-ESaFtbcRIFogRQO-bWRf-DsrsUOaekYtStRSBE-eWBoWOoSVNNbgivI8qTI5oFdks594f0ZHoa4bujq6vSMg5_o_EezS3dNh1igO_HFLnlbPoVWjJBWiilQ=w474-h506-no\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><br \/>\nImagem: Com\u00edcio de 1\u00ba de Maio de 1927, realizado na Pra\u00e7a Mau\u00e1, Rio de Janeiro, contando com ativa participa\u00e7\u00e3o do PCB<\/p>\n<p>Muniz Gon\u00e7alves Ferreira *<\/p>\n<p>\u201cMuitos e graves erros de orienta\u00e7\u00e3o e de a\u00e7\u00e3o foram cometidos desde os primeiros dias de atividade do Partido; mas este sobreviveu a tudo, crescendo muito lentamente, todavia crescendo sempre e sempre\u201d. (1)<\/p>\n<p>Astrojildo Pereira<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o do PCB no dia 25 de mar\u00e7o de 1922, na cidade de Niter\u00f3i (RJ), n\u00e3o foi um acontecimento isolado. Repercutiram no Brasil eventos de grande significa\u00e7\u00e3o internacional como a vit\u00f3ria bolchevique na Revolu\u00e7\u00e3o de Outubro de 1917, a tentativa de constitui\u00e7\u00e3o de uma rep\u00fablica de conselhos na Baviera em 1918, a ascens\u00e3o e queda da Comuna H\u00fangara de 1919 e a instaura\u00e7\u00e3o da Internacional Comunista (Komintern) neste mesmo ano na cidade de Moscou. Tais processos tiveram como corol\u00e1rio uma grande intensifica\u00e7\u00e3o das lutas oper\u00e1rias que atingiram o seu apogeu na greve geral prolet\u00e1ria de 1917 em S\u00e3o Paulo, na insurrei\u00e7\u00e3o anarquista de 1918 no Rio de Janeiro e na greve geral soteropolitana de 1919. No plano pol\u00edtico-cultural, o advento do Partido Comunista no Brasil ocorreu no mesmo ano da Semana de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo e do Levante do Forte de Copacabana na ent\u00e3o capital federal, todos em 1922.<\/p>\n<p>De acordo com o historiador brit\u00e2nico Eric J. Hobsbawm, o s\u00e9culo XX se desenvolveu \u00e0 sombra do embate econ\u00f4mico, pol\u00edtico e ideol\u00f3gico que contrap\u00f4s as for\u00e7as do capitalismo ocidental e o sistema sovi\u00e9tico (2). Ainda segundo este autor, tal contraposi\u00e7\u00e3o balizou os pr\u00f3prios limites inicial e conclusivo do s\u00e9culo e diferenciou sua extens\u00e3o cronol\u00f3gica de sua delimita\u00e7\u00e3o propriamente hist\u00f3rica. Vers\u00e3o novecentista da disputa s\u00f3cio-pol\u00edtica que, a partir da revolu\u00e7\u00e3o francesa, op\u00f4s direita e esquerda, o conflito entre o movimento comunista e seus antagonistas contribuiu decisivamente para o delineamento do perfil da cent\u00faria passada.<\/p>\n<p>Neste sentido, a revolu\u00e7\u00e3o bolchevique redefiniu os pilares sobre os quais a pol\u00edtica do s\u00e9culo XX fora assentada. A partir dela, foi se forjando uma nova composi\u00e7\u00e3o de for\u00e7as no panorama pol\u00edtico internacional que, ainda de acordo com o historiador brit\u00e2nico, marcou o s\u00e9culo passado: \u201ccom a significativa exce\u00e7\u00e3o dos anos de 1933 a 1945, a pol\u00edtica internacional de todo o breve s\u00e9culo XX ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de Outubro pode ser mais bem entendida como uma luta secular de for\u00e7as da velha ordem contra a revolu\u00e7\u00e3o social\u201d.<\/p>\n<p>A vit\u00f3ria dos bolcheviques aliada \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o e crise provocadas pela Primeira Grande Guerra acendeu a esperan\u00e7a de que era poss\u00edvel um mundo alternativo ao caos que se vivenciava \u2013 trabalhadores de outros pa\u00edses europeus e sul-americanos passaram a se organizar e tentaram seguir o caminho trilhado pela classe oper\u00e1ria russa.<br \/>\nConforme demonstraram Moniz Bandeira, Clovis Mello (3) e Astrogildo Pereira (4), a imprensa brasileira \u2013 tanto a chamada grande imprensa quanto a imprensa oper\u00e1ria \u2013 n\u00e3o foi indiferente a Outubro, tendo veiculado reportagens, an\u00e1lises e controv\u00e9rsias a seu respeito. Seria no bojo destas abordagens acerca do evento russo que se delineariam os primeiros contornos de uma representa\u00e7\u00e3o acerca do bolchevismo, antecessor conceitual direto do comunismo na imprensa e no imagin\u00e1rio brasileiros.<\/p>\n<p>Tais processos tiveram como corol\u00e1rio uma grande intensifica\u00e7\u00e3o das lutas oper\u00e1rias, que atingiram o seu apogeu na greve geral prolet\u00e1ria de 1917 em S\u00e3o Paulo, na insurrei\u00e7\u00e3o anarquista de 1918 no Rio de Janeiro e na greve geral soteropolitana de 1919.<\/p>\n<p>Os debates sobre o Outubro Vermelho nas origens do PCB<\/p>\n<p>Sob a influ\u00eancia direta ou indireta destas circunst\u00e2ncias, o per\u00edodo situado entre os anos de 1917 e 1922 (com desdobramentos posteriores) testemunhou a aproxima\u00e7\u00e3o de alguns setores da intelectualidade brasileira em dire\u00e7\u00e3o ao n\u00facleo de ativistas sindicais, publicistas e militantes oper\u00e1rios que formaram o PCB em 1922. A institui\u00e7\u00e3o deste partido, por sua vez, foi antecedida por um intenso debate no seio da lideran\u00e7a oper\u00e1ria acerca da natureza e desdobramentos do processo revolucion\u00e1rio russo, da validade ou n\u00e3o da estrat\u00e9gia e da t\u00e1tica dos bolcheviques, da pertin\u00eancia ou n\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o, no Brasil, de um partido calcado no modelo organizativo proposto pela Internacional Comunista.<\/p>\n<p>Expressa a relev\u00e2ncia desta discuss\u00e3o ideol\u00f3gica e pol\u00edtica o fato de que todo o processo de edifica\u00e7\u00e3o do novo partido foi ancorado na publica\u00e7\u00e3o de uma revista te\u00f3rica, voltada para a difus\u00e3o das concep\u00e7\u00f5es e diretrizes do nascente comunismo mundial e engajada na defesa da R\u00fassia Sovi\u00e9tica. Tratava-se da revista Movimento Communista, editada por Astrojildo Pereira no Rio de Janeiro. Esta publica\u00e7\u00e3o, intencionalmente ou n\u00e3o, acabou por cumprir uma tarefa compat\u00edvel com aquela preconizada por Lenin ao defender a proposta de cria\u00e7\u00e3o de um jornal social-democrata \u00fanico para toda a R\u00fassia.<\/p>\n<p>Movimento Communista funcionou como uma esp\u00e9cie de organizador coletivo em torno do qual aglutinaram-se diversos grupos locais, em diferentes lugares do Brasil, geralmente dissidentes anarquistas, que se esfor\u00e7avam para assimilar os elementos te\u00f3ricos e pol\u00edticos oferecidos pela Internacional Comunista e a partir da\u00ed empreender a funda\u00e7\u00e3o de um partido comunista no pa\u00eds. Nos treze n\u00fameros tirados entre janeiro e dezembro de 1922 foram lan\u00e7adas as bases de uma cultura comunista que buscava se diferenciar do anarquismo no plano nacional e da socialdemocracia no \u00e2mbito mundial. Apesar das limita\u00e7\u00f5es e dos trope\u00e7os, a revista constitui uma esp\u00e9cie de certid\u00e3o de nascimento do comunismo brasileiro.<\/p>\n<p>Portanto, diferentemente de boa parte de seus cong\u00eaneres em v\u00e1rias partes do mundo, este partido comunista n\u00e3o se originou da cis\u00e3o de uma social-democracia previamente existente no Brasil nem se beneficiou de uma experi\u00eancia de cultivo da reflex\u00e3o marxista anterior, seja no mundo da pol\u00edtica ou na vida intelectual. Materializado por iniciativa de militantes oriundos preponderantemente do movimento anarquista, o PCB tem os primeiros anos de sua exist\u00eancia marcados pelo esfor\u00e7o de seus fundadores no sentido de assimilarem os postulados te\u00f3ricos e pol\u00edticos do comunismo internacional e obterem o reconhecimento do Komintern.<\/p>\n<p>Os Modernistas e o PCB<\/p>\n<p>Al\u00e9m daquela camada de intelectuais org\u00e2nicos do movimento oper\u00e1rio marginalizada pol\u00edtica e culturalmente na sociedade olig\u00e1rquica da Rep\u00fablica Velha e j\u00e1 inseridos anteriormente na milit\u00e2ncia pol\u00edtica e\/ou social, outro contingente de intelectuais e artistas tamb\u00e9m manifestaram interesse pelo partido rec\u00e9m-criado: tratava-se de alguns participantes do tamb\u00e9m emergente movimento modernista, cujo advento ocorreu quase concomitantemente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do PCB. Em pouco tempo, um segmento minorit\u00e1rio, mas altamente representativo de modernistas, ingressou ou gravitou em torno do novo partido, manifestando n\u00edveis de engajamento e tempo de perman\u00eancia vari\u00e1veis.<\/p>\n<p>Desde aproxima\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias at\u00e9 relacionamentos org\u00e2nicos e duradouros, passando por liga\u00e7\u00f5es de dura\u00e7\u00e3o e import\u00e2ncia intermedi\u00e1rias, estiveram pr\u00f3ximos ou integraram o PCB modernistas como M\u00e1rio de Andrade, Di Cavalcanti, Djanira, Oswald de Andrade e Patr\u00edcia Galv\u00e3o, entre outros. O caso de Patr\u00edcia Galv\u00e3o (Pag\u00fa) merece uma refer\u00eancia especial, n\u00e3o apenas devido a sua expressiva densidade art\u00edstica e cultural, de resto comum a todos os nomes arrolados, mas tamb\u00e9m pela riqueza dos registros de seu engajamento legados por ela. Incluem-se nesta categoria o romance Parque Industrial, considerado por alguns estudiosos como um dos primeiros romances prolet\u00e1rios escritos no Brasil e os registros memorial\u00edsticos de sua milit\u00e2ncia comunista contidos em um di\u00e1rio publicado na \u00faltima d\u00e9cada.<\/p>\n<p>O que explica a atra\u00e7\u00e3o de artistas e intelectuais procedentes, em sua maioria, de classes dirigentes da sociedade brasileira por um pequeno partido clandestino, prolet\u00e1rio e marginal? Talvez a identifica\u00e7\u00e3o com a converg\u00eancia entre a contesta\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-social apresentada pelo PCB ao sistema de poder olig\u00e1rquico vigente na Primeira Rep\u00fablica e a rebeldia est\u00e9tico-comportamental da vanguarda cultural modernista parecem oferecer pistas para a compreens\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o deste enigma. Ou talvez o desafio anteposto pelos comunistas ao sistema latifundi\u00e1rio, antidemocr\u00e1tico e dependente imperante naquele Brasil encontrasse uma contrapartida est\u00e9tico-cultural no inconformismo dos modernistas com os padr\u00f5es formalistas, beletristas e elitistas ent\u00e3o em vigor.<\/p>\n<p>O PCB enquanto for\u00e7a atuante junto aos mundos do trabalho e da cultura<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que, no curso de sua trajet\u00f3ria, o Partido logrou estabelecer um relacionamento especial com a intelectualidade e o mundo da cultura, notabilizando-se pelos la\u00e7os que seus artistas e intelectuais mantiveram com a sociedade, prioritariamente, em seus \u00e2mbitos espec\u00edficos de atua\u00e7\u00e3o. A complexidade de suas interpreta\u00e7\u00f5es da realidade brasileira e das solu\u00e7\u00f5es propostas para o enfrentamento de seus problemas resulta na contribui\u00e7\u00e3o, mesmo que perif\u00e9rica, de personalidades seminais do pensamento e das artes brasileiras como Caio Prado Jr., Edison Carneiro, Cl\u00f3vis Moura, Walter da Silveira, Alex Vianny, Vianinha, Ferreira Gullar et alii. \u00c9 importante observar a persist\u00eancia deste magnetismo sobre segmentos representativos da intelectualidade do mundo da cultura e das artes em nosso pa\u00eds: de Astrojildo Pereira a Paulo Leminsky, de Oct\u00e1vio Brand\u00e3o a Vianinha, passando por nomes como, Solano Trindade, Mario Schemberg e Candido Portinari, poucas forma\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias no mundo podem exibir um portf\u00f3lio t\u00e3o expressivo de personalidades relevantes da vida espiritual de seu pa\u00eds quanto o PCB.<\/p>\n<p>Outro aspecto distintivo do percurso seguido pelo PCB na sociedade brasileira \u2500 n\u00e3o obstante o tempo de clandestinidade e ilegalidade, recordista absoluto entre os partidos brasileiros, e quase seis d\u00e9cadas de persegui\u00e7\u00e3o implac\u00e1vel pelas for\u00e7as de repress\u00e3o do Estado \u2500 \u00e9 o fato de esta agremia\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria ter sido capaz de n\u00e3o apenas sobreviver, mas intervir e influenciar, em maior ou menor medida, a vida pol\u00edtica, social e cultural do Brasil e produzir interpreta\u00e7\u00f5es e programas para a sociedade brasileira, os quais, em que pesem os equ\u00edvocos e imperfei\u00e7\u00f5es, possuem tra\u00e7os de um esfor\u00e7o cognitivo complexo e original. Como afirmou Oct\u00e1vio Brand\u00e3o, um de seus primeiros dirigentes:<\/p>\n<p>O PCB cometeu erros ideol\u00f3gicos, pol\u00edticos e org\u00e2nicos. Teve muitas debilidades. Caiu em desvios, recuos e retrocessos. Apesar de tudo, realizou uma obra admir\u00e1vel de pioneiro, batedor, abridor de picadas. \u00c9 uma de suas gl\u00f3rias! (5)<\/p>\n<p>[1] PEREIRA, Astrojildo. Ensaios Hist\u00f3ricos e Pol\u00edticos. S\u00e3o Paulo: Alfa-\u00d4mega, 1979, pg. 43.<\/p>\n<p>[2] HOBSBAWN, E. Era dos Extremos \u2013 o breve s\u00e9culo XX: 1914-1991. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 1997.<\/p>\n<p>[3] BANDEIRA, Moniz e MELLO, Cl\u00f3vis. O Ano Vermelho \u2013 A Revolu\u00e7\u00e3o Russa e Seus Reflexos no Brasil. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 1967.<\/p>\n<p>[4] PEREIRA, Astrojildo. Construindo o PCB (1922-1924). S\u00e3o Paulo: Livraria Editora de Ci\u00eancias Humanas, 1980.<\/p>\n<p>[5] BRAND\u00c3O, Ot\u00e1vio. Combates e batalhas: mem\u00f3rias. S\u00e3o Paulo, Alfa-Omega, 1978. Pag. 214.<\/p>\n<p>* Muniz Ferreira \u00e9 professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e membro do Comit\u00ea Central do PCB<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/26743\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[365],"tags":[225],"class_list":["post-26743","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-centenario-do-pcb","tag-4a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-6Xl","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26743","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26743"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26743\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26743"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26743"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26743"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}