{"id":26975,"date":"2021-03-07T16:44:16","date_gmt":"2021-03-07T19:44:16","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=26975"},"modified":"2021-03-07T16:44:16","modified_gmt":"2021-03-07T19:44:16","slug":"incluidos-trabalho-precario-e-luta-de-classes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/26975","title":{"rendered":"&#8220;Inclu\u00eddos&#8221;: trabalho prec\u00e1rio e luta de classes"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/image.tmdb.org\/t\/p\/w300\/3y55iR4n1yHFiRLUIv72EZVDMtX.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Marcelo Schmidt \u2013 militante da Unidade Classista e do PCB-RJ<\/p>\n<p>Escrever neste momento sobre os trabalhadores prec\u00e1rios e perif\u00e9ricos \u00e9 escrever sobre trabalhadores que n\u00e3o se encontram na centralidade da minha pesquisa e da maioria dos marxistas-leninistas, porque no centro da minha pesquisa est\u00e3o os trabalhadores de transportes organizados e estrat\u00e9gicos, aqueles que est\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o capitalista, e que, portanto, se organizados t\u00eam o poder de parar a produ\u00e7\u00e3o do sistema. Muito felizmente o filme nos ajuda a compreender que os trabalhadores prec\u00e1rios, aparentemente nas margens do sistema e da revolu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o est\u00e3o na margem do processo, mas est\u00e3o dentro da dial\u00e9tica do processo revolucion\u00e1rio.<\/p>\n<p>Por isso a urg\u00eancia: a obra de Renato Prata tem o efeito de fazer pensar na situa\u00e7\u00e3o da maioria da classe trabalhadora brasileira como inclu\u00edda no sistema capitalista, como ele mesmo coloca, da maneira mais subalterna, prec\u00e1ria e perif\u00e9rica, nos chamando a aten\u00e7\u00e3o para o seu protagonismo na constru\u00e7\u00e3o da revolu\u00e7\u00e3o brasileira. Neste sentido, ainda que eu pense que a primazia da organiza\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria precisa ser feita por quadros pol\u00edticos organizativos nos setores mais estrat\u00e9gicos da economia, a organiza\u00e7\u00e3o da periferia vem logo em seguida, para a correta estrat\u00e9gia de constru\u00e7\u00e3o do poder popular.<\/p>\n<p>O filme \u2018Inclu\u00eddos\u2019 conta a hist\u00f3ria de trabalhadores que n\u00e3o possuem qualquer tipo de poder laboral nos marcos cl\u00e1ssicos da organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores ou da classe oper\u00e1ria e, no entanto, ele insiste no chamado para a sua inclus\u00e3o na certeza do seu pertencimento potencial de classe, da sua import\u00e2ncia para um processo de ataque aos direitos laborais, um ataque ao mundo do trabalho pelo capital; fala de trabalhadores que, da periferia para o centro, n\u00e3o fazem parar a economia do \u2018descart\u00e1vel\u2019 e do recicl\u00e1vel. O \u2018trabalhador catador\u2019 n\u00e3o possui um sindicato classista e sua cooperativa \u00e9 fraca. No filme, o individualismo da jornada nesta odisseia di\u00e1ria nos remete ao caminho da eterna sobreviv\u00eancia. Ficar doente \u00e9 passar fome, n\u00e3o trabalhar; mesmo durante a pandemia \u00e9 passar fome, e o ato, a a\u00e7\u00e3o de trabalhar dan\u00e7ando neste abismo entre o centro e a periferia pode ser categorizada como a luta pela imediata sobreviv\u00eancia. No momento mais insalubre, no lugar mais insalubre, o filme mostra a luta de classes.<\/p>\n<p>Na obra magna de Ricardo Antunes, \u2018O Privil\u00e9gio da Servid\u00e3o\u2019, o mesmo nos alerta para um processo de transforma\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora, o novo proletariado de servi\u00e7os, uberizado e precarizado, que teria como \u2018privil\u00e9gio\u2019 encontrar um maneira de servir ao sistema para n\u00e3o passar fome. Que esta seria uma tend\u00eancia que atingiria todos os trabalhadores brasileiros e mundiais. Que isso n\u00e3o significa um processo de fim do trabalho ou de industrializa\u00e7\u00e3o, que muda de lugar, mas que isso significa que o setor de servi\u00e7os \u00e9 estruturado na periferia e na precariza\u00e7\u00e3o da classe. Tanto nos pa\u00edses centrais do sistema, como nos pa\u00edses emergentes esta seria uma tend\u00eancia, onde o processo de precariza\u00e7\u00e3o do sistema n\u00e3o encontra anteparos organizativos para defender a classe deste ataque. Praticamente em todo o globo o capital avan\u00e7a sem ser parado.<\/p>\n<p>A cena final do filme ressalta o desalento dos que catam recicl\u00e1veis e comida no maior mercado aliment\u00edcio da cidade e, segundo Renato Prata, eles saem da \u2018nova f\u00e1brica\u2019 da modernidade, aos milhares e aos milh\u00f5es, s\u00e3o a periferia e o prec\u00e1rio constitu\u00eddo como maioria da classe. A mensagem do desalento est\u00e1 nos muros. O seu movimento \u00e9 desorganizado por uma infinidade de anonimatos e nesta \u2018f\u00e1brica\u2019 h\u00e1 diferentes hor\u00e1rios para marcar o ponto da luta pela sobreviv\u00eancia. N\u00e3o se encontram. Dificilmente se organizam. O autor os coloca no filme com a verdade nua da c\u00e2mera. Ent\u00e3o, o seu anonimato se torna verdade com nome e sobrenome aos gritos de que somos milh\u00f5es. A c\u00e2mera mostra o trabalho submetido \u00e0 forma \u2018de n\u00e3o trabalho\u2019 como sempre acreditamos conhecer, inaugura novas tend\u00eancias e nos convida a pensar nos desafios da organiza\u00e7\u00e3o cr\u00edtica do conjunto da classe trabalhadora no s\u00e9culo XXI, de como organizar para a revolu\u00e7\u00e3o brasileira nos locais de trabalho e moradia.<\/p>\n<p>O filme coloca tamb\u00e9m um desafio direto ao conjunto da esquerda revolucion\u00e1ria: organizar mais e com maior qualidade, a partir de uma enorme car\u00eancia de quadros para desempenhar tal tarefa. E diante do n\u00famero escasso de quadros pol\u00edticos na organiza\u00e7\u00e3o, se coloca o desafio de organizar com um maior n\u00famero de quadros organizadores, que bem preparados, apoiados e bem organizados, conseguem organizar uma maior quantidade de periferias estrat\u00e9gicas no territ\u00f3rio metropolitano brasileiro. No meio do resto da classe, eles conseguem intervir nesta cada vez \u2018maior maioria\u2019 da classe, que se organiza em modos n\u00e3o cl\u00e1ssicos, mas que pode ser da forma antissist\u00eamica, antifascista, anti-imperialista e para al\u00e9m da sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Ao longo do filme os depoimentos se sucedem e mostram o caminho da formalidade para a informalidade, do centro para a periferia, no caminho pendular da casa ao trabalho, mostra o baixo acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o formal, profissional e pol\u00edtica. O filme se coloca como uma esfinge diante do quadro revolucion\u00e1rio, que, ainda que muito preparado, precisa decifr\u00e1-la coletivamente quando colocado no espelho da classe trabalhadora brasileira. E quando ele n\u00e3o consegue, mais e mais se v\u00ea como um ser estranho e \u2018alejado\u2019, no sentido de dist\u00e2ncia desta classe, ou aleijado das condi\u00e7\u00f5es da sua efetiva organiza\u00e7\u00e3o para o enfrentamento do sistema. N\u00e3o faltariam apenas quadros, mas tamb\u00e9m a prepara\u00e7\u00e3o destes quadros para adentrar na \u2018floresta amaz\u00f4nica\u2019 desta classe despreparada para a guerra de classes e desarmada pelos mais de 40 anos de desarme organizativo para a revolu\u00e7\u00e3o brasileira. N\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de qualidade da interven\u00e7\u00e3o, mas muito mais de quantidade aliada a esta qualidade organizativa classista que se busca nas periferias da classe trabalhadora.<\/p>\n<p>O filme evidentemente n\u00e3o se prop\u00f5e a exaurir completamente os desafios da organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora brasileira nos seus aspectos mais crus, mais expostos como fratura nesta sociedade, mais nus deste sistema, que n\u00e3o inclui, n\u00e3o conserta; mas conta a hist\u00f3ria das m\u00e3os comuns nos caminhos da reciclagem, que enriquece com bilh\u00f5es os maiores tubar\u00f5es da ind\u00fastria brasileira e mundial, e deixa centenas de metades de cidad\u00e3os e cidad\u00e3s \u00f3rf\u00e3os da democracia mentirosa na forma da democracia burguesa brasileira.<\/p>\n<p>O filme tamb\u00e9m n\u00e3o se prop\u00f5e a ser um lugar de chegada, mas \u00e9 um excelente ponto inicial do debate da organiza\u00e7\u00e3o cr\u00edtica da classe trabalhadora, onde cada um daqueles personagens \u00e9 real, e serve de laborat\u00f3rio para cen\u00e1rios de organiza\u00e7\u00e3o para o micro e para o macro. Para o quadro pol\u00edtico, a ferramenta organizativa, e para os conselhos de trabalhadores cooperativados. Para o quadro pol\u00edtico que os organiza e para uma jun\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica entre os donos de ferro-velho e os trabalhadores aut\u00f4nomos para reivindicar um maior valor para o \u2018pre\u00e7o da sucata\u2019. Isso fica evidente na hora que se pergunta quem fica rico com o \u2018butim\u2019 da produ\u00e7\u00e3o e a explora\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p>\n<p>Uma correta pol\u00edtica de quadros organizativos, inseridos na classe, bem apoiados por estruturas sindicais classistas, atuando em conjunto com movimentos populares, com a juventude pode e deve organizar, a partir dos trabalhadores mais estrat\u00e9gicos, os mais prec\u00e1rios e perif\u00e9ricos. Neste sentido, uma pol\u00edtica de organiza\u00e7\u00e3o do conjunto da classe trabalhadora se faz poss\u00edvel. Atrav\u00e9s de uma mensagem do poder popular, acess\u00edvel para a classe. Uma mensagem que o autor buscou junto ao saudoso Vito Gianotti.<\/p>\n<p>O filme executa a tarefa de ser um document\u00e1rio da classe para a classe, na linguagem universal da classe, portanto, cumpre a tarefa de equipar a classe para a sua realidade concreta na luta de classes, e serve tamb\u00e9m para o quadro fazer o caminho completo que vai da eleva\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia que apreende a realidade da periferia inclu\u00edda no sistema, para o conjunto da classe, que acontece no meio do poder moderador do sistema capitalista na pandemia brasileira, cada vez mais militarizada, mais miliciana na realidade da regi\u00e3o metropolitana do Rio de Janeiro. Onde de um lado o poder militar exerce o mando, terceirizado e enraizado nas igrejas e mil\u00edcias de extrema direita que dividem o territ\u00f3rio, mediado no Estado de direito, que pela pol\u00edtica e pelo poder judici\u00e1rio segrega, encarcera e mata por colocar no mesmo lugar: marginal e perif\u00e9rico.<\/p>\n<p>N\u00e3o existe tr\u00e9gua na linha do tempo e do territ\u00f3rio da luta de classes na conjuntura da guerra de classes, a massa da classe recicla o seu ato de sobreviver todos os dias. A viol\u00eancia casa com a fome. O d\u00e9ficit organizativo se faz presente na maior quantidade e nos maiores detalhes. O trabalho de Renato Prata n\u00e3o resume por completo a an\u00e1lise do conjunto da classe prec\u00e1ria e perif\u00e9rica na revolu\u00e7\u00e3o brasileira, mas serve para come\u00e7ar a estruturar a jornada de provoca\u00e7\u00e3o para que os quadros saiam dos seus espa\u00e7os reflexivos e contemplativos, para transformar filosofia em a\u00e7\u00e3o, em organiza\u00e7\u00e3o como fazer teoria revolucion\u00e1ria em a\u00e7\u00e3o organizativa revolucion\u00e1ria. Para que n\u00e3o descansem nos seus saberes acad\u00eamicos, para que tantos saiam do \u2018aqu\u00e1rio\u2019 e ingressem mar adentro, oceano, para com expertise oce\u00e2nica poder encontrar o d\u00e9ficit organizativo da revolu\u00e7\u00e3o brasileira nos lugares mais estrat\u00e9gicos e mais perif\u00e9ricos.<\/p>\n<p>Nas pr\u00f3prias palavras do autor: \u201cInclu\u00eddos \u00e9 um curta-metragem document\u00e1rio sobre catadoras e catadores de latinhas e outros materiais recicl\u00e1veis do Rio de Janeiro. Um trabalho dos mais prec\u00e1rios e em condi\u00e7\u00f5es das mais insalubres, mas que alimenta grandes ind\u00fastrias e produz uma enorme quantidade de riqueza, mas n\u00e3o para os catadores. Mas, mais do que um filme sobre os catadores, \u00e9 um filme sobre a classe trabalhadora brasileira\u201d.<\/p>\n<p>Fica clara a prioridade organizativa que possa convergir com o conjunto da organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora. Organizar para construir poder para enfrentar aqueles que muito minorit\u00e1rios ficam com toda a riqueza produzida pela maioria. Neste sentido, a riqueza produzida no processo de produ\u00e7\u00e3o capitalista inclui todos os marginais para enriquecer as grandes ind\u00fastrias na sociedade burguesa atrav\u00e9s dos catadores de materiais recicl\u00e1veis, e nem comunidade, nem na\u00e7\u00e3o, nem capitalista, nem sociedade tem qualquer responsabilidade sobre estes trabalhadores.<\/p>\n<p>As for\u00e7as revolucion\u00e1rias apenas ser\u00e3o vitoriosas construindo uma vitoriosa estrat\u00e9gia cr\u00edtica de organiza\u00e7\u00e3o para a revolu\u00e7\u00e3o brasileira, quando conseguirmos organizar os milh\u00f5es na periferia e na precariedade dos grandes centros metropolitanos; a partir de dezenas de milhares de quadros pol\u00edticos organizativos revolucion\u00e1rios, preparados, apoiados, com autonomia t\u00e1tica e respeito ao tempo de matura\u00e7\u00e3o da base organizada dos trabalhadores estrat\u00e9gicos em solidariedade \u00e0 massa trabalhadora prec\u00e1ria e perif\u00e9rica nos seus locais de trabalho e de moradia. N\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel cumprir esta tarefa se quadros pol\u00edticos n\u00e3o prepararem quadros pol\u00edticos para a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Pol\u00edtica \u00e9 organiza\u00e7\u00e3o. Onde a luta pela \u00e1gua se torna uma luta pelo controle direto da \u00e1gua pelos trabalhadores na comunidade. Onde a luta por sal\u00e1rio se torna a luta pelo poder direto de administra\u00e7\u00e3o das for\u00e7as produtivas.<\/p>\n<p>Quadros pol\u00edticos que preparam tamb\u00e9m nas periferias e na precariedade, no estudo concreto. Quadros pol\u00edticos que transformam a teoria cr\u00edtica em teoria pr\u00e1tica aplicada, e fazem isso junto da base organizada. N\u00e3o existem atalhos para a tarefa de enriquecimento m\u00fatuo, quadro pol\u00edtico e base organizada, de se enriquecer de conhecimento pr\u00e1tico para a tarefa organizativa. E cada quadro pol\u00edtico se faz necess\u00e1rio como quadro pol\u00edtico organizativo. Cada quadro pol\u00edtico na organiza\u00e7\u00e3o se faz necess\u00e1rio para suprir a falta de quadros na organiza\u00e7\u00e3o da massa e da classe trabalhadora a partir da sua parte mais estrat\u00e9gica. Nem a burocracia nem o tempo nas redes virtuais comuns desta gera\u00e7\u00e3o retiram a responsabilidade de sua inser\u00e7\u00e3o na trag\u00e9dia humana real, prec\u00e1ria e perif\u00e9rica. \u00c9 preciso entrar como se entra na guerra de classes, nada pode atrapalhar o processo integral de inser\u00e7\u00e3o na realidade da luta concreta na luta de classes. \u00c9 muito importante determinar a necessidade correta para a a\u00e7\u00e3o correta, quantidade e qualidade, de quadros pol\u00edticos organizativos, estruturas sindicais classistas, e conselhos de trabalhadores, para intervir e para apoiar a classe trabalhadora prec\u00e1ria e perif\u00e9rica no seu processo cr\u00edtico de eleva\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia.<\/p>\n<p>Os trabalhadores prec\u00e1rios e perif\u00e9ricos est\u00e3o \u2018Inclu\u00eddos\u2019, e isso se junta \u00e0 lista de filmes como \u2018Vidas entregues\u2019 e \u2018Luto que segue\u2019, ressaltando isso: voc\u00ea pode cont\u00e1-los em todo o tipo de explora\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o do sistema, para ser parte do sistema. Se a princ\u00edpio, eles est\u00e3o exclu\u00eddos da forma\u00e7\u00e3o da vanguarda revolucion\u00e1ria da classe, da vanguarda do operariado, na manufatura e na circula\u00e7\u00e3o de mercadorias da classe trabalhadora; sem embargo, eles s\u00e3o a massa prioritariamente vitoriosa, que se integra a vanguarda a partir da vanguarda estrat\u00e9gica, que se organiza para fazer a revolu\u00e7\u00e3o brasileira. Podemos afirmar que sem inclu\u00ed-los na organiza\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria para a revolu\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o existe conte\u00fado revolucion\u00e1rio para a revolu\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p>PRATA BIAR, Renato \u2013 Inclu\u00eddos<\/p>\n<p><span class=\"embed-youtube\" style=\"text-align:center; display: block;\"><iframe loading=\"lazy\" class=\"youtube-player\" width=\"747\" height=\"421\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kTVSVEH4gbQ?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent&#038;listType=playlist&#038;list=UU-0Sx8ir4TgyywskjWlkjQg\" allowfullscreen=\"true\" style=\"border:0;\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox\"><\/iframe><\/span><\/p>\n<p>PRATA BIAR, Renato \u2013 Vidas entregues,<\/p>\n<p><span class=\"embed-youtube\" style=\"text-align:center; display: block;\"><iframe loading=\"lazy\" class=\"youtube-player\" width=\"747\" height=\"421\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cT5iAJZ853c?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent&#038;listType=playlist&#038;list=UU-0Sx8ir4TgyywskjWlkjQg\" allowfullscreen=\"true\" style=\"border:0;\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox\"><\/iframe><\/span><\/p>\n<p>PRATA BIAR, Renato \u2013 Luto que segue,<\/p>\n<p><span class=\"embed-youtube\" style=\"text-align:center; display: block;\"><iframe loading=\"lazy\" class=\"youtube-player\" width=\"747\" height=\"421\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vhT4yPuTYo4?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent&#038;listType=playlist&#038;list=UU-0Sx8ir4TgyywskjWlkjQg\" allowfullscreen=\"true\" style=\"border:0;\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox\"><\/iframe><\/span><\/p>\n<p>ANTUNES, Ricardo \u2013 Privil\u00e9gio da Servid\u00e3o \u2013 Boitempo &#8211; 2020<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/26975\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[31],"tags":[223],"class_list":["post-26975","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c31-unidade-classista","tag-3a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-715","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26975","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26975"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26975\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26975"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26975"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26975"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}