{"id":27164,"date":"2021-04-15T22:27:14","date_gmt":"2021-04-16T01:27:14","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=27164"},"modified":"2021-04-15T22:27:14","modified_gmt":"2021-04-16T01:27:14","slug":"declaracao-politica-da-fmjd","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/27164","title":{"rendered":"Declara\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica da FMJD"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/pw\/ACtC-3c_DhtOiXPM4TMGY6me7R4NOaXvUEc821r-yWIUl7CGc65neo_c3oBiH_B9NlPaQy2pPVIy4HzZHX17QETnB_C0OhjJSDm7Yukb8P3mmv1qgegjn8ilIvRFT84ddV43kPjgHTSFDdEDQ9OnQM9A9Q5n=s979-no\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Federa\u00e7\u00e3o Mundial da Juventude Democr\u00e1tica &#8211; AM\u00c9RICA LATINA E CARIBE: RESOLU\u00c7\u00d5ES SOBRE O BRASIL<\/p>\n<p>1. Iniciamos o ano de 2021 ainda sofrendo os impactos de uma crise dupla: econ\u00f4mica e sanit\u00e1ria. Do ponto de vista econ\u00f4mico, a crise sist\u00eamica do capitalismo n\u00e3o foi superada e a solu\u00e7\u00e3o que as classes dominantes, a n\u00edvel global, t\u00eam apontado \u00e9 a de buscar recuperar suas taxas de lucro por meio do aumento da explora\u00e7\u00e3o sobre trabalhadores e camadas populares da sociedade. Do ponto de vista sanit\u00e1rio, a Covid-19 continua se propagando, apesar do desenvolvimento de vacinas &#8211; o que uma vez mais mostra que a dualidade entre sa\u00fade e economia s\u00f3 funciona para o capital. J\u00e1 s\u00e3o 125,5 milh\u00f5es de pessoas contaminadas e mais de 2,7 milh\u00f5es de falecidos. Mesmo que esse cen\u00e1rio represente mais tempo de economias fechadas, as grandes pot\u00eancias imperialistas n\u00e3o aceitam abandonar o lobby farmac\u00eautico e derrubar a patente dos imunizantes na Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC). O resultado: as dez maiores pot\u00eancias mundiais possuem 75% dos imunizantes j\u00e1 produzidos no mundo, enquanto 130 pa\u00edses n\u00e3o tiveram acesso a nenhuma dose.<\/p>\n<p>2. A virada de 2020 para 2021 n\u00e3o apresentou nenhuma mudan\u00e7a qualitativa na diminui\u00e7\u00e3o da precariza\u00e7\u00e3o da vida da classe trabalhadora, pelo contr\u00e1rio. E as dificuldades de mobiliza\u00e7\u00e3o de rua ainda representam um empecilho para a convers\u00e3o da indigna\u00e7\u00e3o social em lutas de massa contra a burguesia e o Estado autocr\u00e1tico e opressor.<\/p>\n<p>3. O mundo todo acompanhou o desfecho das elei\u00e7\u00f5es presidenciais estadunidenses, nas quais a recomposi\u00e7\u00e3o do bloco burgu\u00eas sob dire\u00e7\u00e3o governamental do \u201cdemocrata\u201d Joe Biden representou um recuo na sanha racista e obscurantista representada por Donald Trump, apesar de, ao mesmo tempo, representar um novo f\u00f4lego para o avan\u00e7o do imperialismo estadunidense sobre os povos latino-americanos e do sul global. Biden representa a vit\u00f3ria do capital financeiro que agoniza buscando uma sa\u00edda para manter suas altas taxas de lucro em meio a uma crise estrutural, que se torna cada vez mais evidente com o endividamento da grande pot\u00eancia e a clara ascens\u00e3o da China como primeira pot\u00eancia econ\u00f4mica mundial.<\/p>\n<p>4. O reposicionamento do governo Democrata deve levar a uma reaproxima\u00e7\u00e3o com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, que foi desprezada em grande medida por Trump, e retomar rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas mais frequentes com a maior parte do centro do imperialismo, especialmente com a Uni\u00e3o Europeia, e com o consenso liberal da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas. A perspectiva, portanto, \u00e9 de um reposicionamento dos EUA como fiador do sistema capitalista, n\u00e3o como seu elemento destoante. Os EUA buscam se reafirmar como hegemonia do mundo, mesmo estando em franca decad\u00eancia. Isso significa tamb\u00e9m, em grande medida, a retomada das agress\u00f5es diplom\u00e1ticas e militares, especialmente na Am\u00e9rica Latina e no Oriente M\u00e9dio \u2013 demarcando a inger\u00eancia imperialista sobre os povos.<\/p>\n<p>5. No Brasil, aprofunda-se a crise econ\u00f4mica e pol\u00edtica, com a retra\u00e7\u00e3o de 4% do PIB, e pelas a\u00e7\u00f5es criminosas do governo Bolsonaro-Mour\u00e3o, que, por seu negacionismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 gravidade da pandemia e em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ci\u00eancia, contribuiu em muito para o agravamento da crise sanit\u00e1ria. O caso de Manaus \u00e9 emblem\u00e1tico, e se desenha para se repetir em todo pa\u00eds caso o projeto em vigor se mantenha. Falta de oxig\u00eanio, insumos b\u00e1sicos, surgimento de novas variantes, entre outros, s\u00e3o riscos s\u00e9rios e reais que corremos caso as coisas sigam como est\u00e3o.<\/p>\n<p>6. Pode-se prever, para o per\u00edodo 2021 \u2013 2022, a amplia\u00e7\u00e3o das contradi\u00e7\u00f5es de classe, com maior precariza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho e da vida do povo, fazendo aumentar o infort\u00fanio dos trabalhadores formais e informais, subempregados, desempregados e setores populares. Aproveitando-se inclusive do contexto da pandemia, as classes dominantes e seus representantes parlamentares j\u00e1 realizam uma nova ofensiva contra os trabalhadores, por exemplo com uma proposta de emenda \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o, que congela sal\u00e1rios de servidores p\u00fablicos por 15 anos e ataca o servi\u00e7o p\u00fablico de maneira geral. Pequenas empresas est\u00e3o fechando e se multiplicam as demiss\u00f5es em massa no setor privado e no setor p\u00fablico, como decorr\u00eancia da retomada das privatiza\u00e7\u00f5es e programas de \u201cdemiss\u00e3o volunt\u00e1ria\u201d. O desemprego se acelera no mesmo ritmo da desindustrializa\u00e7\u00e3o em curso no Brasil, a exemplo da recente sa\u00edda da montadora automobil\u00edstica Ford e de parte da Mercedes-Benz, entre outras empresas. O Brasil sujeita-se \u00e0s decis\u00f5es dos grandes grupos econ\u00f4micos e n\u00e3o tem, hoje, uma pol\u00edtica de desenvolvimento industrial, perdendo a ponta na maioria dos setores.<\/p>\n<p>7. Apesar de ser uma na\u00e7\u00e3o agro-exportadora, voltamos ao mapa da fome da ONU. Existem 14 milh\u00f5es de brasileiros sem acesso \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, o custo da cesta b\u00e1sica vem aumentando exponencialmente, o sal\u00e1rio m\u00ednimo \u00e9 o menor em dez anos e a decis\u00e3o de acabar com o aux\u00edlio emergencial de R$600 concedido no per\u00edodo da pandemia s\u00e3o fatores que refor\u00e7am a insatisfa\u00e7\u00e3o popular. Nesse momento, se aprova um novo aux\u00edlio, com um valor absurdo de apenas R$ 250, que n\u00e3o paga nem a metade de uma cesta b\u00e1sica. Al\u00e9m disso, a medida que oficializa o aux\u00edlio permite que em alguns casos esse n\u00famero caia ainda mais, chegando at\u00e9 em R$ 150, al\u00e9m de proibir que novas pessoas se cadastrem para receber o direito em 2021.<\/p>\n<p>8. As classes dominantes se mant\u00eam em ofensiva para manter seus privil\u00e9gios e retirar direitos dos trabalhadores, que s\u00e3o for\u00e7ados a apertar os cintos. Essa ofensiva se viabiliza pela alian\u00e7a existente entre o bolsonarismo e a direita tradicional. No entanto, para uma parte da burguesia brasileira, Bolsonaro passou a ser um estorvo, pois dificulta os seus neg\u00f3cios, como demonstrado na gest\u00e3o da pandemia, pelas posturas agressivas em rela\u00e7\u00e3o a aliados comerciais como a China. Tal discord\u00e2ncia entre fra\u00e7\u00f5es da classe dominante, por sua vez, n\u00e3o significam um rompimento, e sim uma disputa interna ao projeto pol\u00edtico em quest\u00e3o, algo que fica bem demonstrado pela simpatia quase generalizada da burguesia (inclusive dos setores \u201copositores\u201d) \u00e0 agenda econ\u00f4mica vigente, a disputa est\u00e1 em qual setor ser\u00e1 priorizado. Enquanto o ministro Paulo Guedes representa o capital financeiro, aliado aos conglomerados de imprensa, o n\u00facleo duro bolsonarista \u00e9 mais pr\u00f3ximo do setor extrativista e, evidentemente, de parte do setor militar.<\/p>\n<p>9. No atual governo, qualquer rastro de pol\u00edtica p\u00fablica, conquistada pela press\u00e3o popular, s\u00f3 \u00e9 aplicada se tiver uma contraparte para a classe dominante. A volta do aux\u00edlio emergencial est\u00e1 condicionada ao fim do piso de financiamento p\u00fablico para sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, por exemplo. Al\u00e9m disso, a privatiza\u00e7\u00e3o total da Petrobras e as mudan\u00e7as da Lei de Terras seguem em curso, em mais uma demonstra\u00e7\u00e3o de que a burguesia est\u00e1 se utilizando desse momento de pandemia para aprovar e implementar com ainda mais for\u00e7a sua agenda ultraliberal.<\/p>\n<p>10. Cerca de 15 milh\u00f5es de brasileiros entraram em situa\u00e7\u00e3o de pobreza depois da pandemia. Com os cortes em programas sociais, como o Bolsa Fam\u00edlia, Bolsonaro reduziu a renda das fam\u00edlias mais pobres em 39%.<\/p>\n<p>11. Pela primeira vez na hist\u00f3ria, mais da metade da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa brasileira est\u00e1 desempregada. S\u00e3o mais de 13 milh\u00f5es de pessoas, sem contar a informalidade que \u00e9 realidade para 40% dos trabalhadores.<\/p>\n<p>12. Entre a juventude trabalhadora a m\u00e9dia do desemprego atingiu quase 15% do setor, em 2020, sendo que entre os jovens de 18 a 24 anos essa taxa subiu para 31,4%, quase um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o juvenil. A previs\u00e3o \u00e9 de que chegue a 17% em 2021, equivalente a 40 milh\u00f5es de desempregados.<\/p>\n<p>13. Vale dizer, contudo, que o desemprego n\u00e3o afetou todos igualmente. O quadro \u00e9 muito pior se pensada a popula\u00e7\u00e3o negra, onde o n\u00famero de desempregados foi de 19,1% para pretos e 16,5% para pardos, bem maior que os 11,8% entre brancos.<\/p>\n<p>14. Somado a esse cen\u00e1rio j\u00e1 desesperador, as tend\u00eancias apontam para uma onda de demiss\u00f5es em massa durante o primeiro semestre de 2021, causada pelo fim da estabilidade dos trabalhadores que tiveram suas cargas hor\u00e1rias reduzidas ou suspensas pela Medida Provis\u00f3ria 936 transformada em Lei 14.020. Uma parte dessas demiss\u00f5es deve ser reabsorvida pelo mercado de trabalho, em condi\u00e7\u00f5es ainda mais prec\u00e1rias, sobretudo na forma do emprego intermitente ou informal.<\/p>\n<p>15. A situa\u00e7\u00e3o dos estudantes brasileiros tamb\u00e9m aponta para uma piora brutal. Cortes or\u00e7ament\u00e1rios, apoiados na Emenda Constitucional 95, devem diminuir ainda mais a capacidade de provimento de perman\u00eancia estudantil, da realiza\u00e7\u00e3o de pesquisas &#8211; 95% associadas a universidades p\u00fablicas &#8211; e de pr\u00f3pria manuten\u00e7\u00e3o das universidades. Apesar da troca de ministros da educa\u00e7\u00e3o, a proposta de aproveitar a pandemia para implementar o ensino a dist\u00e2ncia como caminho mais r\u00e1pido para a privatiza\u00e7\u00e3o do sistema p\u00fablico continua em curso. No atual formato, o EaD representa uma precariza\u00e7\u00e3o completa da vida escolar e universit\u00e1ria, enquanto espa\u00e7o de socializa\u00e7\u00e3o e movimento; derruba as condi\u00e7\u00f5es de estudo, j\u00e1 que n\u00e3o leva em conta o desigual acesso \u00e0 internet e dispositivos digitais.<\/p>\n<p>16. A volta \u00e0s aulas presenciais colaborou para que vivamos hoje o pior momento desde o in\u00edcio da pandemia. Alguns estados e cidades j\u00e1 iniciaram esse processo e rapidamente t\u00eam lidado com casos se espalhando nas institui\u00e7\u00f5es de ensino, tanto entre professores quanto entre estudantes. O caos atual foi gerado pela irresponsabilidade do presidente, de governadores e de prefeitos, sob um falso discurso de que o isolamento social mataria mais que o v\u00edrus, irresponsabilidade essa que serve a interesses muito claros. Foram necess\u00e1rios mais de 300 mil mortos para que o governo genocida criasse um comit\u00ea de combate \u00e0 pandemia.<\/p>\n<p>17. Em meio \u00e0 dif\u00edcil conjuntura nacional, um recente acontecimento positivo foi a anula\u00e7\u00e3o das condena\u00e7\u00f5es contra o ex-presidente Lula, fato que devolve os direitos pol\u00edticos a ele, evidenciando farsa arquitetada para sua pris\u00e3o pol\u00edtica e para o desenvolvimento da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato \u2014 seguindo a risca o receitu\u00e1rio da Casa Branca \u2014 com entrega das riquezas nacionais com desmonte da maior empresa estatal do Brasil, a Petrobr\u00e1s. Apesar de que a disputa permanece aberta, a liberdade de Lula, bem como a desmoraliza\u00e7\u00e3o do Juiz S\u00e9rgio Moro, representa um importante avan\u00e7o no sentido de escancarar o projeto da classe dominante, que n\u00e3o mede esfor\u00e7os para promover golpes e recrudescer a capacidade de repress\u00e3o do Estado quando o assunto s\u00e3o seus lucros.<\/p>\n<p>18. A decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal serviu para refor\u00e7ar o que j\u00e1 sab\u00edamos: as elei\u00e7\u00f5es de 2018 foram realizadas em condi\u00e7\u00f5es totalmente irregulares, inclusive para os par\u00e2metros do Estado autocr\u00e1tico de direito, e deveriam ser anuladas.<\/p>\n<p>19. Por isso, a retirada de Bolsonaro refor\u00e7a a no\u00e7\u00e3o de que a mudan\u00e7a \u00e9 poss\u00edvel e pode reduzir o risco do golpe fascista, embora, as mil\u00edcias, grupos de extrema-direita e parte dos segmentos sociais que convergiram para o apoio a Bolsonaro seguir\u00e3o ativos. A luta \u00e9 pela sa\u00edda de Bolsonaro, Mour\u00e3o, e seus aliados e, principalmente, no sentido da derrota completa do projeto pol\u00edtico e dos interesses de classe que esses representam.<\/p>\n<p>20. Pela FMJD e nossas organiza\u00e7\u00f5es, seguimos convocando a juventude brasileira a somar-se \u00e0s amplas iniciativas que est\u00e3o sendo organizadas pelo impeachment de Bolsonaro, al\u00e9m de impulsionar novas, pautando no interior dessas a\u00e7\u00f5es a necessidade de organizar a classe trabalhadora e as camadas populares em torno de bandeiras pol\u00edticas como a vacina\u00e7\u00e3o massiva j\u00e1, a manuten\u00e7\u00e3o do aux\u00edlio emergencial de pelo menos R$600 at\u00e9 o fim da pandemia, de cria\u00e7\u00e3o de postos emergenciais de trabalho, revoga\u00e7\u00e3o da emenda constitucional de congelamento de gastos p\u00fablicos, revoga\u00e7\u00e3o das contrarreformas da previd\u00eancia e trabalhista, garantia de moradia e saneamento b\u00e1sico para o conjunto da popula\u00e7\u00e3o e a defesa intransigente do SUS 100% p\u00fablico, estatal e gratuito.<\/p>\n<p>21. Acreditamos que somente um amplo movimento de massas poder\u00e1 derrotar a ascens\u00e3o do fascismo expressa pelo governo Bolsonaro, com sua pol\u00edtica genocida, amplamente apoiada pelos diversos setores da burguesia e da classe dominante em geral. A juventude deve ampliar as mobiliza\u00e7\u00f5es nas ruas e nos bairros populares, participando ativamente das lutas no sentido de denunciar a atual situa\u00e7\u00e3o e apresentar alternativas que apontem para outro modelo pol\u00edtico e de sociedade.<\/p>\n<p>22. Para esse processo de reorganiza\u00e7\u00e3o e para derrotar Bolsonaro, se faz necess\u00e1ria cada vez mais a constru\u00e7\u00e3o de uma Greve Geral unificada, por vacina, aux\u00edlio emergencial digno at\u00e9 o fim da pandemia, emprego e alimento para todas e todos. Somente colocando em pauta uma alternativa de fato popular \u00e9 que se poder\u00e1 avan\u00e7ar na luta contra o genoc\u00eddio e a precariza\u00e7\u00e3o da vida em todas as frentes. A ampla unidade que se forma contra o presidente, na luta pelo impeachment, por exemplo, n\u00e3o pode servir para que as pautas da classe trabalhadora sejam subordinadas aos interesses da classe dominante que sustenta um projeto muito similar ao de Bolsonaro.<\/p>\n<p>23. O momento pede a\u00e7\u00e3o imediata dos povos, n\u00e3o podemos esperar pelas elei\u00e7\u00f5es de 2022 depois de viver a total ruptura democr\u00e1tica que representou o golpe de 2016. Mais do que nunca \u00e9 necess\u00e1ria a constru\u00e7\u00e3o de uma unidade program\u00e1tica da esquerda que responda \u00e0s necessidades hist\u00f3ricas da classe trabalhadora brasileira, apontando para a constru\u00e7\u00e3o do Poder Popular e do socialismo para a ruptura definitiva com este sistema de explora\u00e7\u00e3o e mis\u00e9ria.<\/p>\n<p>Uni\u00e3o da Juventude Comunista &#8211; UJC<br \/>\nUni\u00e3o da Juventude Socialista &#8211; UJS<br \/>\nJuventude Comunista Avan\u00e7ando &#8211; JCA<\/p>\n<p>DECLARACI\u00d3N POL\u00cdTICA DE FMJD &#8211; AM\u00c9RICA LATINA Y CARIBE: RESOLUCIONES DE BRASIL<br \/>\n1. Comenzamos el a\u00f1o 2021 a\u00fan sufriendo los impactos de una doble crisis: econ\u00f3mica y sanitaria. Desde el punto de vista econ\u00f3mico, la crisis sist\u00e9mica del capitalismo no ha sido superada y la soluci\u00f3n que las clases dominantes, a nivel global, han se\u00f1alado buscar recuperar sus tasas de ganancia aumentando la explotaci\u00f3n de los trabajadores y de las clases populares de la sociedad. Desde el punto de vista sanitario, el Covid-19 sigue extendi\u00e9ndose, a pesar del desarrollo de las vacunas, lo que demuestra una vez m\u00e1s que la dualidad entre salud y econom\u00eda s\u00f3lo funciona para el capital. Ya hay 125,5 millones de personas infectadas y m\u00e1s de 2,7 millones han muerto. Aunque este escenario representa m\u00e1s tiempo de econom\u00edas cerradas, las grandes potencias imperialistas no aceptan abandonar el lobby farmac\u00e9utico y derribar la patente de los inmunizantes en la Organizaci\u00f3n Mundial del Comercio (OMC). El resultado: las diez mayores potencias mundiales poseen el 75% de los inmunizantes ya producidos en el mundo, mientras que 130 pa\u00edses no tienen acceso a ninguna dosis.<br \/>\n2. El turno de 2020 a 2021 no mostr\u00f3 ning\u00fan cambio cualitativo en la reducci\u00f3n de la precariedad en la vida de la clase trabajadora, al contrario. Y las dificultades de la movilizaci\u00f3n en las calles siguen siendo un obst\u00e1culo para la conversi\u00f3n de la indignaci\u00f3n social en luchas de masas contra la burgues\u00eda y el Estado autocr\u00e1tico y opresor.<br \/>\n3. El mundo entero sigui\u00f3 el resultado de las elecciones presidenciales en EEUU, en las que la recomposici\u00f3n del bloque burgu\u00e9s bajo la direcci\u00f3n del &#8220;dem\u00f3crata&#8221; Joe Biden represent\u00f3 un retroceso del af\u00e1n racista y oscurantista representado por Donald Trump, aunque, al mismo tiempo, represent\u00f3 un nuevo aliento para el avance del imperialismo norteamericano sobre los pueblos de Am\u00e9rica Latina y el sur global. Biden representa la victoria del capital financiero, que agoniza en busca de una salida para mantener sus altas tasas de beneficio en medio de una crisis estructural, que se hace cada vez m\u00e1s evidente con el endeudamiento de las grandes potencias y el claro ascenso de China como primera potencia econ\u00f3mica mundial.<br \/>\n4. El reposicionamiento de la administraci\u00f3n dem\u00f3crata deber\u00eda llevar a un acercamiento con la Organizaci\u00f3n Mundial de la Salud, ampliamente despreciada por Trump, y reanudar relaciones diplom\u00e1ticas m\u00e1s frecuentes con la mayor parte del centro del imperialismo, especialmente con la Uni\u00f3n Europea, y con el consenso liberal de las Naciones Unidas. La perspectiva, por lo tanto, es la de un reposicionamiento de los Estados Unidos como garante del sistema capitalista, no como su excepci\u00f3n. Estados Unidos busca reafirmarse como hegem\u00f3n del mundo, aunque est\u00e9 en franca decadencia. Esto significa tambi\u00e9n, en gran medida, la reanudaci\u00f3n de la agresi\u00f3n diplom\u00e1tica y militar, especialmente en Am\u00e9rica Latina y Oriente Medio, demarcando la injerencia imperialista sobre los pueblos.<br \/>\n5. En Brasil, la crisis econ\u00f3mica y pol\u00edtica se profundiza, con la retracci\u00f3n del 4% del PIB, y por las acciones criminales del gobierno Bolsonaro-Mour\u00e3o, que, por su negacionismo en relaci\u00f3n a la gravedad de la pandemia y a la ciencia, ha contribuido en gran medida al agravamiento de la crisis sanitaria. El caso de Manaus es emblem\u00e1tico, y est\u00e1 destinado a repetirse en todo el pa\u00eds si se mantiene el proyecto actual. La falta de ox\u00edgeno, de insumos b\u00e1sicos, la aparici\u00f3n de nuevas variantes, entre otros, son riesgos serios y reales que corremos si las cosas siguen como est\u00e1n. Las tasas de casi 100.000 infectados y m\u00e1s de 3.500 muertes diarias que tenemos actualmente en el pa\u00eds parecen destinadas a crecer a\u00fan m\u00e1s, incluso generando un aumento en la escasez ya existente de camas de cuidados intensivos.<br \/>\n6. Podemos prever, para el per\u00edodo 2021-2022, la expansi\u00f3n de las contradicciones de clase, con mayor precarizaci\u00f3n de las condiciones de trabajo y de la vida de las personas, aumentando la desgracia de los trabajadores formales e informales, de los subempleados, de los desempleados y de los sectores populares. Aprovechando incluso el contexto de la pandemia, las clases dominantes y sus representantes parlamentarios ya est\u00e1n llevando a cabo una nueva ofensiva contra los trabajadores, por ejemplo, con una propuesta de enmienda a la constituci\u00f3n, que congela los salarios de los funcionarios p\u00fablicos durante 15 a\u00f1os y ataca al servicio p\u00fablico en general. Las peque\u00f1as empresas cierran y los despidos masivos se multiplican en el sector privado y p\u00fablico, como consecuencia de la reanudaci\u00f3n de las privatizaciones y de los programas de &#8220;despido voluntario&#8221;. El desempleo se acelera al mismo ritmo que la desindustrializaci\u00f3n en curso en Brasil, como ejemplifica la reciente salida de la empresa automovil\u00edstica Ford y de parte de Mercedes-Benz, entre otras compa\u00f1\u00edas. Brasil est\u00e1 sometido a las decisiones de los grandes grupos econ\u00f3micos y no tiene, hoy en d\u00eda, una pol\u00edtica de desarrollo industrial, perdiendo el liderazgo en la mayor\u00eda de los sectores.<br \/>\n7. A pesar de ser una naci\u00f3n agroexportadora, hemos vuelto al mapa del hambre de la ONU. Hay 14 millones de brasile\u00f1os sin acceso a los alimentos, el costo de los productos b\u00e1sicos ha aumentado exponencialmente, el salario m\u00ednimo es el m\u00e1s bajo en diez a\u00f1os y la decisi\u00f3n de poner fin a la ayuda de emergencia de 600 reales concedida durante el per\u00edodo de la pandemia son factores que refuerzan el descontento popular. En ese momento, se aprueba una nueva ayuda, con una cantidad absurda de s\u00f3lo 250 reales, que no llega a pagar ni la mitad de una \u201ccesta b\u00e1sica\u201d, que contiene los alimentos b\u00e1sicos para la supervivencia. Adem\u00e1s, la medida que oficializa la ayuda permite que esta cifra baje a\u00fan m\u00e1s, hasta 150 reales, y proh\u00edbe que nuevas personas se inscriban para recibir el derecho en 2021.<br \/>\n8. Las clases dominantes est\u00e1n a la ofensiva para mantener sus privilegios y quitar derechos a los trabajadores, que se ven obligados a apretarse el cintur\u00f3n. Esta ofensiva es posible gracias a la alianza existente entre el bolsonarismo y la derecha tradicional. Sin embargo, para una parte de la burgues\u00eda brasile\u00f1a, Bolsonaro se ha convertido en un estorbo, porque dificulta sus negocios, como se ha demostrado en la gesti\u00f3n de la pandemia, por las posturas agresivas hacia aliados comerciales como China. Tal desacuerdo entre fracciones de la clase dominante, a su vez, no significa una ruptura, sino una disputa interna al proyecto pol\u00edtico en cuesti\u00f3n, algo que queda bien demostrado por la simpat\u00eda casi generalizada de la burgues\u00eda (incluidos los sectores &#8220;opositores&#8221;) a la actual agenda econ\u00f3mica, la disputa es sobre qu\u00e9 sector se priorizar\u00e1. Mientras que el ministro Paulo Guedes representa al capital financiero, aliado con los conglomerados de la prensa, el n\u00facleo duro de Bolsonaro est\u00e1 m\u00e1s cerca del sector extractivo y, por supuesto, de parte de los militares.<br \/>\n9. En el actual gobierno, cualquier rastro de pol\u00edtica p\u00fablica, ganada por la presi\u00f3n popular, s\u00f3lo se aplica si tiene una contrapartida para la clase dirigente. La devoluci\u00f3n de la ayuda de emergencia est\u00e1 condicionada al fin del suelo de financiaci\u00f3n p\u00fablica para la sanidad y la educaci\u00f3n, por ejemplo. Adem\u00e1s, la privatizaci\u00f3n total de Petrobras y los cambios en la Ley de Tierras siguen en marcha, en una demostraci\u00f3n m\u00e1s de que la burgues\u00eda aprovecha este momento de pandemia para aprobar e implementar con m\u00e1s fuerza su agenda ultraliberal.<br \/>\n10. Unos 15 millones de brasile\u00f1os cayeron en la pobreza tras la pandemia. Con los recortes en programas sociales como \u201cBolsa Fam\u00edlia\u201d, Bolsonaro ha reducido los ingresos de las familias m\u00e1s pobres en un 39%.<br \/>\n11. Por primera vez en la historia, m\u00e1s de la mitad de la poblaci\u00f3n econ\u00f3micamente activa de Brasil est\u00e1 desempleada. Hay m\u00e1s de 14 millones de personas, sin contar la informalidad que es una realidad para el 40% de los trabajadores.<br \/>\n12. Entre los trabajadores j\u00f3venes la tasa media de desempleo alcanz\u00f3 casi el 15% del sector en 2020, y entre los j\u00f3venes de 18 a 24 a\u00f1os esta tasa se elev\u00f3 al 31,4%, casi un tercio de la poblaci\u00f3n juvenil. La previsi\u00f3n es que llegue al 17% en 2021, lo que equivale a 40 millones de parados.<br \/>\n13. Sin embargo, hay que decir que el desempleo no ha afectado a todos por igual. El panorama es mucho peor si tenemos en cuenta a la poblaci\u00f3n negra, donde el n\u00famero de parados es 19,1% para los negros y 16,5% para los pardos, mucho m\u00e1s alto que el 11,8% entre los blancos.<br \/>\n14. Sumado a este escenario ya desesperante, las tendencias apuntan a una ola de despidos masivos durante el primer semestre de 2021, provocados por el fin de la estabilidad de los trabajadores a los que se les redujo o suspendi\u00f3 la carga laboral por la Medida Provisional 936 transformada en Ley 14.020. Una parte de estos despidos deber\u00eda ser reabsorbida por el mercado laboral, en condiciones a\u00fan m\u00e1s precarias, especialmente en forma de empleo intermitente o informal.<br \/>\n15. La situaci\u00f3n de los estudiantes brasile\u00f1os tambi\u00e9n indica un empeoramiento brutal. Los cortes presupuestarios, apoyados por la Enmienda Constitucional 95, deber\u00e1n reducir a\u00fan m\u00e1s la capacidad de proporcionar permanencia a los estudiantes, de realizar investigaci\u00f3n cient\u00edfica &#8211; asociada en un 95% a las universidades p\u00fablicas &#8211; y de mantener las universidades. A pesar del cambio de ministros de educaci\u00f3n, sigue en pie la propuesta de aprovechar la pandemia para implantar la ense\u00f1anza a distancia como la forma m\u00e1s r\u00e1pida de privatizar el sistema p\u00fablico. En el formato actual, la EaD representa una precarizaci\u00f3n completa de la vida escolar y universitaria, como espacio de socializaci\u00f3n y movimiento; descompone las condiciones de estudio, ya que no tiene en cuenta el acceso desigual a internet y a los dispositivos digitales, entre otras cosas.<br \/>\n16. La vuelta a las clases presenciales ha contribuido a que hoy estemos viviendo el peor momento desde el inicio de la pandemia. Algunos estados y ciudades ya han iniciado este proceso y se han ocupado r\u00e1pidamente de los casos que se han propagado en los centros educativos, tanto entre los profesores como entre los alumnos. El caos actual fue generado por la irresponsabilidad del presidente, gobernadores provinciales y alcaldes, bajo un falso discurso de que el aislamiento social matar\u00eda m\u00e1s que el virus, una irresponsabilidad que sirve a intereses muy claros. Hicieron falta m\u00e1s de 300 mil muertos para que el gobierno genocida creara un comit\u00e9 de lucha contra la pandemia.<br \/>\n17. En medio de la dif\u00edcil situaci\u00f3n nacional, un acontecimiento positivo reciente fue la anulaci\u00f3n de las condenas contra el ex presidente Lula, hecho que restablece sus derechos pol\u00edticos, mostrando la farsa dise\u00f1ada para su encarcelamiento pol\u00edtico y el desarrollo de la Operaci\u00f3n Lava Jato &#8211; siguiendo al pie de la letra la prescripci\u00f3n de la Casa Blanca &#8211; con la entrega de la riqueza nacional con el desmantelamiento de la mayor empresa estatal de Brasil, Petrobras. Aunque la disputa sigue abierta, la libertad de Lula, as\u00ed como la desmoralizaci\u00f3n del juez Sergio Moro, representa un importante paso adelante para desenmascarar el proyecto de la clase dominante, que no mide esfuerzos para promover golpes de Estado y aumentar la capacidad de represi\u00f3n del Estado cuando se trata de sus beneficios.<br \/>\n18. La decisi\u00f3n del Tribunal Supremo sirvi\u00f3 para reforzar lo que ya sab\u00edamos: las elecciones de 2018 se celebraron en condiciones totalmente irregulares, incluso para los par\u00e1metros del Estado de Derecho autocr\u00e1tico, y deben ser anuladas.<br \/>\n19. Por lo tanto, la retirada de Bolsonaro refuerza la noci\u00f3n de que el cambio es posible y puede reducir el riesgo del golpe fascista, aunque, las milicias, los grupos de extrema derecha y parte de los segmentos sociales que convergieron para apoyar a Bolsonaro seguir\u00e1n activos. La lucha es por la salida de Bolsonaro, Mour\u00e3o y sus aliados, y principalmente hacia la derrota completa del proyecto pol\u00edtico y los intereses de clase que representan.<br \/>\n20. A trav\u00e9s de la FMJD y de nuestras organizaciones, seguimos llamando a la juventud brasile\u00f1a a sumarse a las amplias iniciativas que se est\u00e1n organizando para el impeachment de Bolsonaro, as\u00ed como a impulsar otras nuevas, destacando dentro de estas acciones la necesidad de organizar a la clase trabajadora y a las clases populares en torno a banderas pol\u00edticas como la vacunaci\u00f3n masiva ya, el mantenimiento de la ayuda de emergencia de al menos 600 reales hasta el final de la pandemia, la creaci\u00f3n de puestos de trabajo de emergencia, la derogaci\u00f3n de la enmienda constitucional de congelaci\u00f3n del gasto p\u00fablico, la derogaci\u00f3n de las contrarreformas de la seguridad social y del trabajo, la garant\u00eda de la vivienda y el saneamiento b\u00e1sico para toda la poblaci\u00f3n y la defensa intransigente del SUS (Sistema de Salud Unificado) 100% p\u00fablico, estatal y gratuito.<br \/>\n21. Creemos que s\u00f3lo un amplio movimiento de masas puede derrotar el ascenso del fascismo expresado por el gobierno de Bolsonaro, con su pol\u00edtica genocida, ampliamente apoyada por diversos sectores de la burgues\u00eda y la clase dominante en general. La juventud debe ampliar las movilizaciones en las calles y en los barrios populares, participando activamente en las luchas para denunciar la situaci\u00f3n actual y presentar alternativas que apunten a otro modelo pol\u00edtico y social.<br \/>\n22. Para este proceso de reorganizaci\u00f3n y para derrotar a Bolsonaro, es cada vez m\u00e1s necesario construir una Huelga General unificada, por la vacuna, la ayuda de emergencia decente hasta el final de la pandemia, el empleo y la alimentaci\u00f3n para todos. S\u00f3lo poniendo en la agenda una alternativa verdaderamente popular ser\u00e1 posible avanzar en la lucha contra el genocidio y la precarizaci\u00f3n de la vida en todos los frentes. La amplia unidad que se est\u00e1 formando contra el presidente, en la lucha por el impeachment, por ejemplo, no puede servir para subordinar las agendas de la clase trabajadora a los intereses de la clase dominante, que apoya un proyecto muy similar al de Bolsonaro.<br \/>\n23. El momento exige una acci\u00f3n inmediata del pueblo, no podemos esperar a las elecciones de 2022, a\u00fan m\u00e1s despu\u00e9s de vivir la ruptura democr\u00e1tica total que supuso el golpe de Estado de 2016. M\u00e1s que nunca es necesario construir una unidad program\u00e1tica de la izquierda que responda a las necesidades hist\u00f3ricas de la clase trabajadora brasile\u00f1a, apuntando a la construcci\u00f3n del Poder Popular y del socialismo para la ruptura definitiva con este sistema de explotaci\u00f3n y miseria.<br \/>\nUni\u00f3n de la Juventud Comunista &#8211; UJC<br \/>\nUni\u00f3n de la Juventud Socialista &#8211; UJS<br \/>\nJuventud Comunista Avanzando &#8211; JCA<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/27164\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[6],"tags":[221],"class_list":["post-27164","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s5-juventude","tag-2a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-748","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27164","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27164"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27164\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27164"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27164"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27164"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}