{"id":27244,"date":"2021-05-06T21:55:15","date_gmt":"2021-05-07T00:55:15","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=27244"},"modified":"2021-05-06T21:55:15","modified_gmt":"2021-05-07T00:55:15","slug":"artistas-do-sertanejo-pop-e-a-luta-de-classes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/27244","title":{"rendered":"Artistas do sertanejo pop e a luta de classes"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pocoscom.com\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/menotti-e-fabiano.jpg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->\u201cN\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que o homem supere em si mesmo os tra\u00e7os da decad\u00eancia sem conhecer e compreender as mais profundas estruturas da vida, sem quebrar a casca superficial que, no capitalismo, recobre as liga\u00e7\u00f5es mais ocultas e a mais oculta unidade contradit\u00f3ria; aquela casca que a ideologia da decad\u00eancia mumifica e vende como algo definitivo\u201d &#8211; Gy\u00f6rgy Luk\u00e1cs [1]<\/p>\n<p>Thiago Cervan<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de um ano, um grupo de artistas da m\u00fasica sertaneja publicou uma carta aberta [2] ao presidente Bolsonaro. O texto inicia-se com um t\u00edtulo que n\u00e3o deixa d\u00favidas: \u201cCarta de apoio dos artistas do setor sertanejo ao governo do presidente Jair Bolsonaro\u201d e afirma que os referidos artistas \u201creconhecem seus not\u00e1veis feitos no ano de 2019, nos diversos setores produtivos do pa\u00eds\u201d. Chama-nos a aten\u00e7\u00e3o, nessa passagem em particular, a rela\u00e7\u00e3o desenvolvida desses artistas ao demarcarem a quest\u00e3o dos setores produtivos.<\/p>\n<p>A arte n\u00e3o nasce do talento individual, n\u00e3o brota espontaneamente da mente de seres iluminados. \u00c9 antes produto de seu tempo, e s\u00f3 pode ser compreendida em seu contexto hist\u00f3rico determinado. Como afirmam Marx e Engels em A Ideologia Alem\u00e3 [3]: \u201cA concentra\u00e7\u00e3o exclusiva do talento art\u00edstico em alguns indiv\u00edduos e, com isso, a sua permanente asfixia em meio \u00e0s grandes massas \u00e9 consequ\u00eancia da divis\u00e3o do trabalho\u201d. Enquanto uns sobrevivem cantando e recebendo milh\u00f5es, outros constroem pr\u00e9dios com o suor de seu rosto. E outras pessoas n\u00e3o conseguem nem se vender enquanto for\u00e7a de trabalho, n\u00e3o fazem nem mais parte do ex\u00e9rcito industrial de reserva. Temos um processo de desindustrializa\u00e7\u00e3o concomitante com as novas formas de explorar o trabalho que gerou um contingente de &#8220;inempreg\u00e1veis&#8221;.<\/p>\n<p>A arte, tal como hoje a conhecemos, s\u00f3 pode existir gra\u00e7as ao ac\u00famulo de riqueza proporcionada pela massa de trabalhadores an\u00f4nimos que vendem sua for\u00e7a de trabalho para conseguirem garantir minimamente sua reprodu\u00e7\u00e3o. Essa divis\u00e3o entre quem somente vive \u201cpensando\u201d e quem \u201cexecuta\u201d \u00e9 o que proporciona a \u201cconcentra\u00e7\u00e3o exclusiva de talento em alguns indiv\u00edduos\u201d \u2013 a divis\u00e3o trabalho.<\/p>\n<p>Essa compreens\u00e3o, a priori simples, \u00e9 fundante para esmiu\u00e7ar nossos gostos e prefer\u00eancias art\u00edsticas. N\u00e3o gostamos ou desgostamos de determinada obra \u201cporque sim\u201d. Muito menos desenvolvemos esta ou aquela atividade laboral somente por uma quest\u00e3o de livre escolha. Por\u00e9m somos educados para acreditar que nossas escolhas e gostos art\u00edsticos s\u00e3o a\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter estritamente individual, independente do tipo de rela\u00e7\u00f5es sociais desenvolvidas.<\/p>\n<p>Sob a sociedade capitalista, a arte transformou-se em mercadoria e, como tal, necessita ser produzida e reproduzida para ser aquilo que \u00e9: um produto criado e difundido por especialistas. E n\u00e3o qualquer produto, \u00e9 necess\u00e1rio que seja um produto rent\u00e1vel. Deste modo, os artistas sertanejos sabem que para continuarem a ter cach\u00eas milion\u00e1rios [4] h\u00e1 que se ter uma base material que d\u00ea sustenta\u00e7\u00e3o a sua produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o como artista. N\u00e3o \u00e0 toa grande parte dos shows desses artistas s\u00e3o financiados por \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos como secretarias de culturas municipais e estaduais e, para tal, faz-se necess\u00e1rio que exista um alinhamento ideol\u00f3gico entre esses artistas e os contratantes.<\/p>\n<p>Se analisado o conte\u00fado art\u00edstico das obras dos referidos artistas que assinam a carta \u2013 o que n\u00e3o \u00e9 nosso objetivo \u2013 percebe-se que o que Marx, e depois Luk\u00e1cs, analisou como a express\u00e3o da \u201cdecad\u00eancia ideol\u00f3gica\u201d da burguesia permeia toda a sua extens\u00e3o. As can\u00e7\u00f5es s\u00e3o repletas de individualismo e express\u00f5es de sentimentos amorosos marcados pela rela\u00e7\u00e3o de posse, t\u00edpicos da sociabilidade que nos \u00e9 relegada. Aqui n\u00e3o se trata de julgar esteticamente esta ou aquela obra, trata-se de entender os porqu\u00eas de sua repercuss\u00e3o, ou seja, quais s\u00e3o os meios que permitem a propaga\u00e7\u00e3o dessas ideias e porqu\u00ea o seu ide\u00e1rio \u00e9 perme\u00e1vel \u00e0 grande massa dos trabalhadores.<\/p>\n<p>Nesse sentido, a senten\u00e7a de Fischer [5] \u00e9 precisa: \u201cNuma sociedade dividida em classes, as classes procuram recrutar a arte \u2013 a poderosa voz da coletividade \u2013 a servi\u00e7o de seus prop\u00f3sitos particulares.\u201d Deste modo, a pergunta que devemos fazer \u00e9: quais os prop\u00f3sitos particulares desses artistas?<\/p>\n<p>O texto segue explicitando seu car\u00e1ter apolog\u00e9tico ao governo e afirma que o povo passava por \u201cdif\u00edcil situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e social\u201d. O uso do verbo \u201cpassar\u201d no tempo passado traz implicitamente que agora o povo n\u00e3o passa mais pela situa\u00e7\u00e3o descrita pois \u201ca retomada do crescimento e da gera\u00e7\u00e3o de empregos\u201d foi sanada por uma \u201catua\u00e7\u00e3o forte, decidida, respons\u00e1vel, e sem interesses escusos por parte de seus governantes\u201d.<\/p>\n<p>Do in\u00edcio ao fim o texto \u00e9 um amontoado de mentiras. Sabemos que o povo vai mal, porque n\u00f3s tamb\u00e9m somos o povo. Sofremos cotidianamente com as precariza\u00e7\u00f5es das rela\u00e7\u00f5es de trabalho, com as privatiza\u00e7\u00f5es, com o aumento da viol\u00eancia em todos os n\u00edveis, por\u00e9m h\u00e1 uma grande parcela da popula\u00e7\u00e3o que, embora seja atingida diretamente por um conjunto de medidas antipopulares, continua a consumir as obras musicais destes artistas. Por qu\u00ea?<\/p>\n<p>Quando os sertanejos citam na carta o aspecto produtivo do pa\u00eds devemos ter claro que somente com o amplo dom\u00ednio dos meios de produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o intelectual \u2013 internet, r\u00e1dios, tvs, jornais, revistas, gr\u00e1ficas, etc \u2013 \u00e9 que a arte pode ter o alcance midi\u00e1tico que tem hoje.<\/p>\n<p>No caso do sertanejo contempor\u00e2neo h\u00e1 uma liga\u00e7\u00e3o entre o g\u00eanero musical e o desenvolvimento do agroneg\u00f3cio no pa\u00eds, que vale a ressalva: n\u00e3o come\u00e7ou na gest\u00e3o Bolsonaro\/Mour\u00e3o. A rainha da motosserra K\u00e1tia Abreu, \u00e0 \u00e9poca no PMDB, hoje no PP, foi ministra durante o segundo governo de Dilma Rousseff (PT). Isso para ficarmos em apenas um exemplo emblem\u00e1tico e esclarecedor do tipo de desenvolvimento do setor agropecu\u00e1rio que ocorreu no Brasil durante a gest\u00e3o PT\/PMDB.<\/p>\n<p>O estudo de Ana Ch\u00e3 [6] traz dados sobre essa rela\u00e7\u00e3o de forma abundante e amplia o debate n\u00e3o s\u00f3 para a m\u00fasica sertaneja.<\/p>\n<p>A observa\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es entre o Agroneg\u00f3cio e a Ind\u00fastria Cultural na realidade brasileira vem desnudar a continuidade do projeto neoliberal, operando as rela\u00e7\u00f5es entre Estado e corpora\u00e7\u00f5es transnacionais, priorizando a extra\u00e7\u00e3o de mais-valia pelo capital privado, \u00e0 execu\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas que gerem o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o. O discurso publicit\u00e1rio opera como verniz modernizador sobre o ch\u00e3o neoliberal, num contexto de crescimento econ\u00f4mico restrito acerta conjuntura determinada por fatores que n\u00e3o perduraram no tempo, como o alto pre\u00e7o de commodities agr\u00edcolas e minerais no mercado internacional, que come\u00e7a a dar sinais de crise. Essa din\u00e2mica foi chamada de neodesenvolvimentismo, e muitos pesquisadores atestaram que seria o rompimento com o neoliberalismo. A pesquisa constata a vig\u00eancia de padr\u00f5es neoliberais na gest\u00e3o do recurso p\u00fablico voltado \u00e0 cultura, sendo operado com muita efic\u00e1cia pelo setor agr\u00edcola para legitimar o modelo do agroneg\u00f3cio perante a sociedade (CH\u00c3, 2015, p.136,137).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m no auge dos governos PT\/PMDB n\u00e3o tocou-se, sequer timidamente, na quest\u00e3o da soberania popular da comunica\u00e7\u00e3o. O fechamento da R\u00e1dio Muda [7], em 2014, elucida o trato dado \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o popular pelo projeto democr\u00e1tico popular petista, representado no momento pela chapa Dilma\/Temer.<\/p>\n<p>Os principais \u2013 justamente por serem de maior alcance \u2013 ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds continuam a pertencer a pol\u00edticos profissionais e oligarquias familiares, como a Rede Globo e Record, e tem sido cada vez mais frequente a entrada de grupos transnacionais, como \u00e9 o caso da CNN.<\/p>\n<p>Para elucidar ainda mais, a campanha publicit\u00e1ria \u201cAgro \u00e9 Pop\u201d [8] traz \u00e0 tona a vincula\u00e7\u00e3o entre os interesses dos setores hegem\u00f4nicos da comunica\u00e7\u00e3o com o agroneg\u00f3cio. O esfor\u00e7o em naturalizar o agroneg\u00f3cio \u2013 como \u00fanica forma de agricultura poss\u00edvel e respons\u00e1vel por colocar alimentos na mesa dos brasileiros \u2013 \u00e9 t\u00e3o grande que \u00e9 comum vermos na programa\u00e7\u00e3o da Rede Globo cantores sertanejos n\u00e3o apenas como atra\u00e7\u00f5es, mas tamb\u00e9m como apresentadores.<\/p>\n<p>Por isso se faz urgente para n\u00f3s, comunicadores e artistas, interessados na constru\u00e7\u00e3o de um projeto soberano na \u00e1rea da comunica\u00e7\u00e3o colocarmos em xeque a propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o intelectual [9].<\/p>\n<p>Em outras palavras, se as redes comunicacionais s\u00e3o concess\u00f5es p\u00fablicas e n\u00e3o est\u00e3o a servi\u00e7o do povo brasileiro, \u00e9 preciso que o povo, atrav\u00e9s de suas lutas e organiza\u00e7\u00f5es, construa sua soberania comunicacional [10]. Em todos os momentos agudos da luta de classes em nossa terra \u2013 a comunica\u00e7\u00e3o foi o fiel da balan\u00e7a na disputa pelo poder.<\/p>\n<p>Dos discursos jesu\u00edtas para a catequiza\u00e7\u00e3o dos povos origin\u00e1rios, passando pela rebeldia dos mal\u00eas \u2013 que discursavam nas pra\u00e7as de Salvador, clamando um levante negro com destaque para a figura de Pac\u00edfico Licutan \u2013 at\u00e9 os jornais di\u00e1rios (sim, no plural) do Partido Comunista Brasileiro [11] que congregavam desde an\u00e1lises de conjuntura nacional e internacional, passando por conclama\u00e7\u00e3o a greves e atos pol\u00edticos, chegando a poemas e charges de militantes da organiza\u00e7\u00e3o, o processo de disputa dos \u201ccora\u00e7\u00f5es e mentes\u201d sempre esteve na ordem do dia.<\/p>\n<p>Sabemos que um processo de expropria\u00e7\u00e3o e regula\u00e7\u00e3o da m\u00eddia sob controle popular \u00e9 mais que necess\u00e1rio, mas as experi\u00eancias hist\u00f3ricas da nossa classe tamb\u00e9m nos ensinam que, por ser central para a perpetua\u00e7\u00e3o da mis\u00e9ria que vivemos, realizar uma democratiza\u00e7\u00e3o radical da m\u00eddia n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Passado mais de um ano dessa carta, a situa\u00e7\u00e3o social \u2013 e, por isso, econ\u00f4mica \u2013 tem se agravado no contexto de crise capitalista agravada pela pandemia de covid- 19 que soma, oficialmente, mais de 415 mil mortos. Nosso povo morre por falta de ar, por falta de saneamento b\u00e1sico, por falta de comida de qualidade e, tamb\u00e9m, por falta de uma comunica\u00e7\u00e3o de qualidade. Vide o que tem sido chamado popularmente de fake news, que nada mais \u00e9 do que a mentira como forma de comunica\u00e7\u00e3o, pr\u00e1tica corriqueira das classes dominantes desde a prensa m\u00f3vel de Gutenberg.<\/p>\n<p>Posto este cen\u00e1rio, h\u00e1 diversos exemplos que podem \u2013 e devem \u2013 servir como pontos de partida para realizarmos nossa autonomia comunicacional. Pensamos ser representativo o que ocorreu na Venezuela Bolivariana que, por meio de um projeto popular, enfrentou as oligarquias e estabeleceu limites muito claros para a atua\u00e7\u00e3o de grupos midi\u00e1ticos no pa\u00eds, sobretudo ap\u00f3s o golpe de 2002 [12] articulado pelo imperialismo estadunidense.<\/p>\n<p>A burguesia \u00e9 violenta e sanguin\u00e1ria, ent\u00e3o n\u00e3o devemos ter ilus\u00f5es que um processo de regula\u00e7\u00e3o popular da m\u00eddia \u2013 que tamb\u00e9m abranger\u00e1 a totalidade da vida social e s\u00f3 ser\u00e1 colocado em marcha concomitantemente com o controle de todas as outras \u00e1reas da vida \u2013 acontecer\u00e1 sem derramamento de sangue, tal como hoje ocorre com os lutadores e lutadoras dos movimentos populares de ocupa\u00e7\u00f5es urbanas e do campo que colocam em xeque a propriedade privada.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o devemos nos esconder. Devemos dizer claramente os nossos objetivos, tal como os cantores sertanejos fizeram e fazem quando advogam seus objetivos particulares. Para n\u00f3s, comunicadores e artistas interessados numa sociedade para \u201cal\u00e9m do capital\u201d, nada \u00e9 mais importante do que expropriar os meios e ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o de massa.<\/p>\n<p>N\u00e3o nos deve interessar discutirmos sobre uma poss\u00edvel abertura midi\u00e1tica para a participa\u00e7\u00e3o das chamadas \u201cminorias\u201d em programas como o BBB. Antes, esse tipo de atra\u00e7\u00e3o pode servir para exemplificar, em nosso trabalho de base, a necessidade da reorganiza\u00e7\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de um programa socialista e, por isso, revolucion\u00e1rio. Um programa que sirva, de fato, aos interesses da maioria dos trabalhadores explorados.<\/p>\n<p>Thiago Cervan \u00e9 educador popular e militante do Coletivo Negro Minervino de Oliveira. Publicou, entre outros, \u201cN\u00e3o existem rotas conciliat\u00f3rias de fuga\u201d (Ed. Urutau, 2016).<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS<\/p>\n<p>[1] LUK\u00c1CS, G. Marx e o problema da decad\u00eancia ideol\u00f3gica. In: LUK\u00c1CS, G. Marxismo e teoria da literatura. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2010.<\/p>\n<p>[2] https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/ilustrada\/2020\/01\/sertanejos-encontram-bolsonaro-e-chamam-meia-entrada-de-injustica-historica.shtml<\/p>\n<p>[3] ENGELS, F; MARX. K. A ideologia alem\u00e3. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2007.p. 381 Dispon\u00edvel em: http:\/\/abdet.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/A-Ideologia-Alem%C3%A3.pdf<\/p>\n<p>[4] https:\/\/observatoriodemusica.bol.uol.com.br\/noticia\/2019\/08\/confira-os-caches-mais-caros-no-mundo-do-sertanejo-valor-chega-a-r600-mil-por-show-<\/p>\n<p>[5] FISCHER, Ernest. A necessidade da arte. Rio de Janeiro. Editora Guanabara, 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o. p.50<\/p>\n<p>[6] CH\u00c3, Ana Manuela de Jesus. Agroneg\u00f3cio e Ind\u00fastria Cultural: estrat\u00e9gias das empresas para a constru\u00e7\u00e3o da hegemonia. S\u00e3o Paulo: 2016. Dispon\u00edvel em https:\/\/repositorio.unesp.br\/handle\/11449\/144217<\/p>\n<p>[7] https:\/\/intervozes.org.br\/fechamento-da-radio-muda-e-mais-um-atentado-contra-a-liberdade-de-expressao-no-brasil\/<\/p>\n<p>[8] http:\/\/www.startagro.agr.br\/por-que-o-agronegocio-precisa-de-uma-comunicacao-moderna\/<\/p>\n<p>[9] Sobre a regula\u00e7\u00e3o da m\u00eddia no Brasil ver \u201cLevante sua Voz\u201d. Dispon\u00edvel em https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=hlgvEuysACI&amp;t=9s<\/p>\n<p>[10] Para melhor compreens\u00e3o do papel do Estado brasileiro no setor comunicacional ver: MARTINS, Helena. Comunica\u00e7\u00f5es em tempos de crise : economia e pol\u00edtica. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.expressaopopular.com.br\/loja\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/comunicacoes_tempos_crise.pdf<\/p>\n<p>[11] GAWRYSZEWSKI, Alberto. Arte visual comunista: imprensa comunista brasileira, 1945- 1958. Londrina: Universidade Estadual de Londrina\/LEDI, 2010.<\/p>\n<p>[12] Para compreender o papel da m\u00eddia venezuelana no golpe sofrido pelo governo de Hugo Ch\u00e1vez em 2002 ver \u201c A revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 televisionada\u201d. Dispon\u00edvel em https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=FppdfwqmImE&amp;t=913s<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/27244\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[225],"class_list":["post-27244","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","tag-4a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-75q","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27244","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27244"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27244\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27244"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27244"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}