{"id":27409,"date":"2021-06-11T19:39:29","date_gmt":"2021-06-11T22:39:29","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=27409"},"modified":"2021-06-11T19:39:29","modified_gmt":"2021-06-11T22:39:29","slug":"pazuello-bolsonaro-e-os-generais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/27409","title":{"rendered":"Pazuello, Bolsonaro e os generais"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/revistaopera.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/pera-9.jpeg\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Os generais n\u00e3o foram humilhados ou s\u00e3o coitados; s\u00e3o e seguem c\u00famplices, no conjunto, tanto quanto Pazuello foi individualmente.<\/p>\n<p>por Pedro Marin | Revista Opera<\/p>\n<p>A imprensa se empolga em algumas frases de efeito ap\u00f3s o Ex\u00e9rcito ter decidido por indultar o ex-ministro da Sa\u00fade, Eduardo Pazuello, no que constitui s\u00f3 mais um epis\u00f3dio na longa hist\u00f3ria brasileira de militares sem puni\u00e7\u00e3o: est\u00e1 instaurada a \u201canarquia militar\u201d; acabou-se com os princ\u00edpios de \u201cdisciplina e hierarquia\u201d e o nunca esquecido \u201cguarda da esquina\u201d se sente agora \u201cempoderado para fazer o que quer\u201d. S\u00e3o citados e participam da algazarra midi\u00e1tica generais como Etchegoyen, que teve papel substancial no governo Temer, Santos Cruz, que h\u00e1 pouco figurava no de Bolsonaro e Paulo Chagas, que na ficha n\u00e3o tem cargo algum, por ter tido ris\u00edveis 7,35% dos votos quando se candidatou a governador do Distrito Federal, mas compensa a derrota com uma longa trajet\u00f3ria como agitador de direita \u2013 at\u00e9 o dia em que, por alguma raz\u00e3o, decidiu que n\u00e3o gostava mais do presidente. Todos s\u00e3o un\u00e2nimes: agora a politiza\u00e7\u00e3o dos quart\u00e9is est\u00e1 liberada, a hierarquia quebrada, a disciplina manchada.<\/p>\n<p>J\u00e1 se v\u00e3o seis anos desde que um general de sobrenome Mour\u00e3o falou da necessidade de o Ex\u00e9rcito \u201cdespertar para a luta patri\u00f3tica\u201d, cinco anos desde que Temer assumiu a presid\u00eancia e p\u00f4s um general para cuidar e reestruturar a Intelig\u00eancia, tr\u00eas anos desde que o minist\u00e9rio da Defesa passou a ser comandado por generais. H\u00e1 outros casos: a noite de 2017 em que um general falou de uma \u201csolu\u00e7\u00e3o\u201d que precisaria \u201cser imposta\u201d se o problema pol\u00edtico \u201cn\u00e3o fosse resolvido\u201d; o dia em que o comandante do Ex\u00e9rcito pressionou o STF pelo Twitter; os onze meses em que o Rio de Janeiro viveu sob interven\u00e7\u00e3o federal e comando militar. N\u00e3o seria necess\u00e1rio muito esfor\u00e7o para recolher da hist\u00f3ria recente mais alguns v\u00e1rios acontecimentos graves.<\/p>\n<p>Estes dois par\u00e1grafos bastariam se a inten\u00e7\u00e3o fosse demonstrar que quem v\u00ea s\u00f3 agora, pela aus\u00eancia de puni\u00e7\u00e3o de um general, uma \u201csitua\u00e7\u00e3o grav\u00edssima\u201d na rela\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito com a pol\u00edtica nacional, ou n\u00e3o conhece portugu\u00eas ou tem sido conivente. Como a sonoridade das frases dos \u00e2ncoras televisivos e as palavras impressas nas manchetes parecem familiares, depreendo que o problema n\u00e3o \u00e9 de l\u00edngua, nem geogr\u00e1fico, mas moral.<\/p>\n<p>No entanto, a de fato grav\u00edssima aus\u00eancia de puni\u00e7\u00e3o a Pazuello \u2013 como t\u00eam sido grav\u00edssimas muitas coisas no pa\u00eds h\u00e1 muitos anos \u2013 tem levado \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o de que os militares foram \u201chumilhados\u201d, \u201ctra\u00eddos\u201d e est\u00e3o absolutamente submetidos a Bolsonaro. Comp\u00f5e a cantilena, complacente por isentar os generais de culpa e ing\u00eanua por ach\u00e1-los submetidos, a recente sa\u00edda ou demiss\u00e3o \u2013 n\u00e3o sabemos ainda qual, talvez nunca saibamos \u2013 dos comandantes das For\u00e7as Armadas, acompanhados pelo ministro da Defesa. Cantou-se \u00e0 \u00e9poca o contr\u00e1rio do que hoje se ouve: Pujol sa\u00eda com a \u201cfarda intacta\u201d ao impedir a \u201cpolitiza\u00e7\u00e3o dos quart\u00e9is\u201d (mesmo que Pazuello tenha se tornado ministro da Sa\u00fade sob sua batuta). Hoje \u00e9 dito aos quatro cantos que a \u201cpolitiza\u00e7\u00e3o dos quart\u00e9is\u201d (sempre ela, eclipsando a quarteliza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica) tornou-se fato absoluto, apesar da \u201cher\u00f3ica\u201d tentativa de Pujol e seus companheiros das outras For\u00e7as.<\/p>\n<p>Sejamos claros: n\u00e3o h\u00e1 submiss\u00e3o, nem trai\u00e7\u00e3o ou humilha\u00e7\u00e3o. Os generais entraram no governo de vontade pr\u00f3pria, e nele se mant\u00eam com igual inclina\u00e7\u00e3o. Na rela\u00e7\u00e3o entre o capit\u00e3o e os generais, a for\u00e7a cabe a estes \u00faltimos. Emprestam-na enquanto convier, mas sabem eles, e tamb\u00e9m o presidente, que se a mar\u00e9 mudar devem reorientar o caminho \u2013 caminho que pode n\u00e3o interessar a Bolsonaro, mas tampouco interessa a n\u00f3s. Foram, desde o princ\u00edpio, n\u00e3o for\u00e7as pr\u00f3prias do presidente, nem for\u00e7as mercen\u00e1rias, mas for\u00e7as auxiliares \u2013 aquelas que \u201cpodem ser \u00fateis e boas para si mesmas, mas, para quem as chama, s\u00e3o quase sempre danosas; pois, quando perdem, \u00e9s derrotado com elas e, quando vencem, aprisionam-te\u201d, como esclareceu Maquiavel. A unidade ideol\u00f3gica dos generais com o capit\u00e3o era e \u00e9 evidente; no entanto, \u00e0 medida que essa unidade avan\u00e7ava e tornava-se governo, avan\u00e7avam juntas as contradi\u00e7\u00f5es do pacto: Bolsonaro \u00e9, por natureza, figura moment\u00e2nea, declinante e descart\u00e1vel. Moment\u00e2nea porque, para chegar \u00e0 presid\u00eancia, dependeu de uma situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica espec\u00edfica capaz de lhe garantir a popularidade no voto \u2013 coisas que por excel\u00eancia variam, e que hoje j\u00e1 se encontram alteradas. Declinante pela relativa fraqueza, a aus\u00eancia de partido, a natureza fracionista, a subst\u00e2ncia impopular de seu programa econ\u00f4mico. Descart\u00e1vel porque a \u00fanica forma de n\u00e3o depender da fortuna e do voto \u00e9 pela for\u00e7a de fato, mas a for\u00e7a de fato n\u00e3o cabe a ele, e sim aos generais, cujo projeto \u00e9 mais extenso do que o que o tempo permite a um presidente.<\/p>\n<p>Tomemos dois cen\u00e1rios hipot\u00e9ticos, colocados hoje no horizonte concreto do pa\u00eds, ainda que ontem tidos como alucina\u00e7\u00f5es, para termos mais clareza: no primeiro cen\u00e1rio, Bolsonaro \u00e9 pressionado por amplas mobiliza\u00e7\u00f5es de rua (como as do Chile, recentemente, ou as do Brasil, em 2013) que, pela envergadura, galgam tamanha for\u00e7a que fazem o Congresso se decidir por um impeachment. Que fariam os generais? Moveriam seus tanques para defender o capit\u00e3o, a despeito do fato de que, com sua queda, um general chegaria \u00e0 presid\u00eancia por vias institucionais, pacificando as ruas, ao menos momentaneamente, enquanto manteria ou expandiria a oferta de cargos para colegas fardados?<\/p>\n<p>No segundo cen\u00e1rio, Bolsonaro perde as elei\u00e7\u00f5es de 2022 para um candidato qualquer \u2013 digamos Lula. As For\u00e7as Armadas movem um golpe de estado para impedir a posse do vencedor. Empossariam, depois de se exporem a todos os riscos e correrem por pernas pr\u00f3prias, o atual presidente?<\/p>\n<p>Evidentemente, n\u00e3o; e se por ventura o fizessem, seria prova n\u00e3o da submiss\u00e3o deles ao presidente, mas da absoluta sujei\u00e7\u00e3o do presidente a eles. Isto \u00e9 uma coisa. Outra \u00e9 o que fazem para preservar um presidente acuado, que como prova de sua fraqueza se apoiou em fortes e lhes serve de anteparo, e o que este presidente poderia fazer ao longo de seu dom\u00ednio, se fosse cauteloso, para escapar dos la\u00e7os destes seus aliados. Neste caso, estando em d\u00edvida com o tipo de for\u00e7a que pode cobr\u00e1-lo sempre sem que possa protestar, a \u00fanica escapat\u00f3ria seria tentar constituir for\u00e7as pr\u00f3prias para reequilibrar a balan\u00e7a de poder. No caso do governo Bolsonaro, o movimento consistiria em refor\u00e7ar alian\u00e7as em todo espa\u00e7o que n\u00e3o fosse militar, rachar a junta de ministros militares tanto quanto fosse poss\u00edvel e, de dentro da hierarquia militar, conquistar para si os chefes intermedi\u00e1rios \u2013 por exemplo, premiando oficiais mais baixos na hierarquia, mas que tenham comando de tropas.<\/p>\n<p>Apesar de todo o esc\u00e2ndalo sobre as aparentes tentativas de Bolsonaro, este n\u00e3o \u00e9 o cen\u00e1rio: primeiro, o presidente, que j\u00e1 n\u00e3o tinha muito espa\u00e7o fora do mundo militar, perde-o cada vez mais, seja em suas bases, seu partido ou na rela\u00e7\u00e3o com outros poderes (restou-lhe o Centr\u00e3o que, naturalmente, tamb\u00e9m \u00e9 coisa inconstante e espoliante, e as ditas rela\u00e7\u00f5es com mil\u00edcias, que apesar de violentas n\u00e3o t\u00eam poder contra um ex\u00e9rcito, a n\u00e3o ser que tal ex\u00e9rcito, de boa vontade, se ausente).<\/p>\n<p>Quanto a fracionar a sua base de ministros-generais, nada leva a crer que a unidade tenha se quebrado, a despeito do aparente isolamento do vice-general-presidente Mour\u00e3o nos \u00faltimos meses.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, quanto \u00e0 conquista de bases dentro do mundo militar, h\u00e1 dois aspectos: por um lado, o que se chama de \u201cbolsonariza\u00e7\u00e3o da tropa\u201d, que consiste n\u00e3o na influ\u00eancia da ideologia do presidente sobre a tropa, mas antes numa liga\u00e7\u00e3o abstrata de valores que j\u00e1 estavam presentes no mundo militar e das pol\u00edcias com seu objeto (o presidente). Isto de fato h\u00e1, mas seus efeitos s\u00e3o restritos enquanto houver cadeia de comando, e s\u00f3 sob comando uma aventura poderia ser posta em movimento; em \u00faltima inst\u00e2ncia, mesmo no caso das pol\u00edcias, o comando em uma situa\u00e7\u00e3o excepcional cabe ao Ex\u00e9rcito. Por outro lado, h\u00e1 tamb\u00e9m a promo\u00e7\u00e3o em massa de oficiais para cargos no governo, mas n\u00e3o s\u00f3 as indica\u00e7\u00f5es passam pelos mesmos generais-ministros que comandam o governo (a Casa Civil, por exemplo, desde 2020 est\u00e1 sob comando militar, primeiro sob Walter Braga Netto e hoje sob Luiz Eduardo Ramos), como os funcion\u00e1rios militares ficam tamb\u00e9m sob o comando dos ministros \u2013 a maior parte dos 3 mil militares da ativa emprestados ao governo est\u00e1 nas pastas do GSI e minist\u00e9rio da Defesa, comandados por Heleno e Braga Netto, respectivamente. O que vemos com Pazuello, portanto, n\u00e3o \u00e9 o sinal da \u201canarquia militar\u201d tomando conta do Ex\u00e9rcito, e sim mais uma prova da exist\u00eancia de um comando ileg\u00edtimo, que j\u00e1 h\u00e1 muito tempo optou por sair da coxia e ocupar o palco. A ideia de que \u201cBolsonaro humilhou os generais\u201d \u00e9 s\u00f3 uma caricatura daquela outra, que ouvimos em 2018, segundo a qual Villas B\u00f4as fez seu \u201calerta\u201d ao Supremo n\u00e3o como uma amea\u00e7a, mas para \u201cconter os radicais\u201d dentro do Ex\u00e9rcito.<\/p>\n<p>Se Bolsonaro afinal tivesse a situa\u00e7\u00e3o que se promulga, com um controle sobre as For\u00e7as Armadas independente dos comandos e de seus generais-ministros, algu\u00e9m duvida de que j\u00e1 teria se movimentado em uma das centenas de ocasi\u00f5es em que se sentiu pressionado? Se chegasse a tal situa\u00e7\u00e3o, tendo generais por todos os cantos no governo, resta d\u00favidas de que teria sido com a coniv\u00eancia destes? O que faz \u00e9 o contr\u00e1rio: quando pressionado de fato, recua, grita, e balan\u00e7a um general frente \u00e0s c\u00e2meras ou coloca um fardado em mais um minist\u00e9rio; e os generais e fardados aceitam de bom grado os holofotes e cargos.<\/p>\n<p>A unidade entre governo e militares, ainda que com suas contradi\u00e7\u00f5es, se mant\u00e9m e se manter\u00e1, com a vantagem destes \u00faltimos, enquanto sua situa\u00e7\u00e3o for confort\u00e1vel. A manuten\u00e7\u00e3o de Bolsonaro segue e seguir\u00e1 dependendo do Partido Fardado; e a manuten\u00e7\u00e3o deste seguir\u00e1 se assentando nas armas, independente do presidente \u2013 e \u00e9 isto que deveria constituir den\u00fancia, preocupa\u00e7\u00e3o e planejamento por parte de quem se tem por democrata. Os generais n\u00e3o s\u00e3o coitados: s\u00e3o c\u00famplices, no conjunto, tanto quanto Pazuello o \u00e9 individualmente.<\/p>\n<p>Esperamos que os jornais que descobriram (de novo) o Partido Fardado mantenham a coer\u00eancia em seus editoriais, e fa\u00e7am j\u00e1 o chamado do povo ao combate: se o Ex\u00e9rcito de fato se torna institui\u00e7\u00e3o armada privada, como \u00e9 dito, s\u00f3 a mobiliza\u00e7\u00e3o de uma outra for\u00e7a, enfrentando-o, pode empurr\u00e1-lo de volta aos eixos.<\/p>\n<p>Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"WRQxG9Tqtk\"><p><a href=\"https:\/\/revistaopera.com.br\/2021\/06\/10\/pazuello-bolsonaro-e-os-generais\/\">Pazuello, Bolsonaro e os generais<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Pazuello, Bolsonaro e os generais&#8221; &#8212; Revista Opera\" src=\"https:\/\/revistaopera.com.br\/2021\/06\/10\/pazuello-bolsonaro-e-os-generais\/embed\/#?secret=WRQxG9Tqtk\" data-secret=\"WRQxG9Tqtk\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/27409\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[221],"class_list":["post-27409","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","tag-2a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-785","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27409","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27409"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27409\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27409"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27409"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27409"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}