{"id":27815,"date":"2021-09-08T22:28:22","date_gmt":"2021-09-09T01:28:22","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=27815"},"modified":"2021-09-08T22:28:22","modified_gmt":"2021-09-09T01:28:22","slug":"critica-a-via-eleitoral-contra-o-bolsonarismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/27815","title":{"rendered":"Cr\u00edtica \u00e0 via eleitoral contra o bolsonarismo"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lh3.googleusercontent.com\/pw\/AM-JKLVCadFOMG28NqciIXBT6blK_9lgqYow6nx6CgqXV9xn2ZAtjmfRVBsPAocMH71zYsqeAr8otUoNQJ3spLtkgsaff0SRvkBVpH0nxLuhFK_07BoQLmDD94nEO9hFBdSf3xgL02rwCA3kJUU4rGFPUdoB=w648-h324-no\" alt=\"imagem\" \/><!--more-->Foto: PCB da Bahia<\/p>\n<p>Por R\u00f4mulo Caires<\/p>\n<p>\u201cDerrotar nas ruas e vencer em 2022\u201d: cr\u00edtica da via eleitoral contra o bolsonarismo<\/p>\n<p>No avan\u00e7ar da grave situa\u00e7\u00e3o brasileira muitos tem feito ao menos duas perguntas: o que nos trouxe at\u00e9 aqui? E o que fazer diante disso? Na variedade das respostas podemos encontrar uma diversidade de lentes de an\u00e1lise e de posi\u00e7\u00f5es em que se apoiar. Quando se trata de respostas pol\u00edticas podemos questionar a validade da cria\u00e7\u00e3o de modelos puros e imparciais, sobre os quais bastaria uma boa aplica\u00e7\u00e3o para termos os resultados desejados. Boa parte da economia (poder\u00edamos tamb\u00e9m chamar de econometria) contempor\u00e2nea tem se esfor\u00e7ado na constru\u00e7\u00e3o de tais arcabou\u00e7os. Basta ligarmos em algum telejornal para termos boas amostras de economistas supostamente acima do conflito \u201cesquerda-direita\u201d recomendando mudan\u00e7as em algumas taxas para que enfim o mercado \u201caque\u00e7a\u201d e o Brasil recupere a \u201cconfian\u00e7a dos investidores\u201d. O velho Marx chamava esse tipo humano de \u201ceconomista vulgar\u201d para diferenciar dos \u201ceconomistas cl\u00e1ssicos\u201d, que por serem porta-vozes de uma burguesia ainda revolucion\u00e1ria eram capazes de descobertas e an\u00e1lises cient\u00edficas da realidade. Sujeitos como Paulo Guedes seriam, pelo contr\u00e1rio, representantes de uma burguesia apenas preocupada na manuten\u00e7\u00e3o mais escancarada de suas taxas de explora\u00e7\u00e3o, nem um pouco interessada nos anseios populares por melhorias reais em suas condi\u00e7\u00f5es de vida.<\/p>\n<p>A crise na economia pol\u00edtica cl\u00e1ssica se desenvolve de forma desigual e diferenciada nas diversas na\u00e7\u00f5es em forma\u00e7\u00e3o. Pois, ao refletir o pr\u00f3prio desenvolvimento do capitalismo em cada local espec\u00edfico, a economia pol\u00edtica reproduziria teoricamente os anseios de cada burguesia no processo de consolida\u00e7\u00e3o de seu poder econ\u00f4mico e pol\u00edtico. Uma quest\u00e3o que sempre se colocou na an\u00e1lise marxista da realidade de um pa\u00eds como o Brasil \u00e9 se a rigor poder\u00edamos falar em Revolu\u00e7\u00e3o Burguesa ou ainda em burguesia nacional como uma classe que se demarcaria em rela\u00e7\u00e3o a outras burguesias do capitalismo mundial. Em outras palavras, em que sentido seria poss\u00edvel falar em moderniza\u00e7\u00e3o, progresso e conquistas democr\u00e1ticas no Brasil? Como ficaria a \u201ccr\u00edtica da economia pol\u00edtica\u201d em um pa\u00eds de capitalismo subordinado, ou seja, um capitalismo que n\u00e3o se desenvolveu por uma via cl\u00e1ssica, em que a burguesia em seu processo ascensional n\u00e3o se moveu junto \u00e0s massas populares na realiza\u00e7\u00e3o das tarefas democr\u00e1ticas, mas pelo contr\u00e1rio se moveu contra as massas ou simplesmente indiferente \u00e0s suas necessidades?<\/p>\n<p>H\u00e1 uma longa tradi\u00e7\u00e3o brasileira de pensar criticamente a hist\u00f3ria de nosso pa\u00eds, apontando justamente como aqui a forma\u00e7\u00e3o nacional se deu \u201cpelo alto\u201d, como as m\u00ednimas demandas populares foram sempre ofuscadas e as lutas das classes trabalhadoras foram muitas vezes esmagadas pelas classes dominantes. N\u00e3o haveria aqui \u201ctarefas democr\u00e1ticas\u201d a serem conclu\u00eddas e, se existiu alguma positividade no desenvolvimento capitalista brasileiro, certamente estamos hoje muito distantes dessa suposta positividade. Ao contr\u00e1rio, a nossa situa\u00e7\u00e3o sempre funcionou como uma esp\u00e9cie de amostra de como o capitalismo mundial necessita justamente da barb\u00e1rie na periferia para sustentar suas m\u00e1scaras democr\u00e1ticas nos pa\u00edses centrais. Muito mais do que se comparar com na\u00e7\u00f5es-modelo as quais dever\u00edamos alcan\u00e7ar a partir da importa\u00e7\u00e3o de cartilhas de desenvolvimento, uma ampla gama de pensadores cr\u00edticos e movimentos revolucion\u00e1rios ousaram apostar na dimens\u00e3o criativa da classe prolet\u00e1ria, na sua capacidade de tomar o futuro em suas m\u00e3os em dire\u00e7\u00e3o ao processo de emancipa\u00e7\u00e3o social. Este pre\u00e2mbulo nos serve para situar brevemente alguns marcos de an\u00e1lise que possam dar inteligibilidade a um processo complexo e contradit\u00f3rio, que se n\u00e3o refletido na totalidade de suas determina\u00e7\u00f5es pode nos levar ao desespero ou, como tem sido muito comum, pode trazer um conjunto de falsas solu\u00e7\u00f5es ou solu\u00e7\u00f5es antigas e j\u00e1 experimentadas, que s\u00e3o apresentadas como se fossem grandes descobertas ou novidades. Dentre essas falsas solu\u00e7\u00f5es est\u00e1 a que estamos chamando de \u201cvia eleitoral para derrotar o bolsonarismo\u201d, estrat\u00e9gia adotada por amplos setores da esquerda hegem\u00f4nica como resposta \u00e0 ascens\u00e3o da extrema-direita ao governo e os diversos efeitos da chamada cat\u00e1strofe brasileira.<\/p>\n<p>Muito mais do que um evento aleat\u00f3rio e tr\u00e1gico na hist\u00f3ria brasileira, a ascens\u00e3o do bolsonarismo reatualiza determina\u00e7\u00f5es j\u00e1 postas em nossa forma\u00e7\u00e3o social, como o genoc\u00eddio da popula\u00e7\u00e3o pobre e perif\u00e9rica, a viol\u00eancia estatal expl\u00edcita contra os de baixo, a superexplora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, o racismo e a opress\u00e3o contra as mulheres, a destrui\u00e7\u00e3o ambiental, a tutela das for\u00e7as militares etc. Por\u00e9m, al\u00e9m de demonstrar a continuidade da barb\u00e1rie na realidade brasileira, na\u00e7\u00e3o que surgiu a partir de longo e violento processo de coloniza\u00e7\u00e3o, faz-se fundamental situar o que h\u00e1 de novo em todo esse desenvolvimento. O processo hist\u00f3rico, como diria o fil\u00f3sofo h\u00fangaro Gyorgy Luk\u00e1cs, tem como tra\u00e7o constitutivo a irreversibilidade do tempo, ou seja, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel girar a roda da hist\u00f3ria para tr\u00e1s em busca de um retorno aos momentos \u201cid\u00edlicos\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 seria bastante question\u00e1vel considerar que houve momentos id\u00edlicos na hist\u00f3ria brasileira, por\u00e9m \u00e9 ainda mais not\u00f3rio o fato de que os momentos de florescimento democr\u00e1tico e participa\u00e7\u00e3o ativa das massas populares no destino brasileiro s\u00e3o muito mais exce\u00e7\u00e3o do que regra. Os quase 30 anos que durou a \u201cNova Rep\u00fablica\u201d no Brasil, tal qual os chamados \u201cTrinta Anos Gloriosos\u201d do p\u00f3s-guerra europeu, devem ser creditados \u00e0s diversas conting\u00eancias que possibilitaram um desenvolvimento capitalista com alguma capacidade de inclus\u00e3o do povo trabalhador. Se a gl\u00f3ria da Europa era garantida a partir do sangue da explora\u00e7\u00e3o das col\u00f4nias e na\u00e7\u00f5es subordinadas, o processo de redemocratiza\u00e7\u00e3o brasileiro, especialmente o per\u00edodo em que o Partido dos Trabalhadores chegou ao governo, foi favorecida por situa\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias que permitiram o aumento da taxa de lucro da burguesia e ao mesmo tempo algum n\u00edvel de transfer\u00eancia de renda para a popula\u00e7\u00e3o menos favorecida.<\/p>\n<p>Muitos analistas apontam que o per\u00edodo de redemocratiza\u00e7\u00e3o foi marcado por um \u201creformismo fraco\u201d e no plano pol\u00edtico garantiu uma transi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se preocupou em enfrentar as chagas do per\u00edodo da ditadura militar brasileira. A aposta em um \u201ccapitalismo democr\u00e1tico\u201d ou de face humana n\u00e3o enfrentou sequer os crimes b\u00e1rbaros cometidos no per\u00edodo anterior e muito do arcabou\u00e7o jur\u00eddico-pol\u00edtico do per\u00edodo ditatorial foi mantido, sem ao menos a puni\u00e7\u00e3o dos principais respons\u00e1veis por um dos per\u00edodos mais tr\u00e1gicos de nossa hist\u00f3ria. A quest\u00e3o militar foi posta em escanteio pela esquerda e se hoje vemos o governo com a maior presen\u00e7a de militares na hist\u00f3ria do pa\u00eds, n\u00e3o se pode esquecer do quanto as chamadas \u201cfor\u00e7as democr\u00e1ticas\u201d se submeteram a alian\u00e7as esp\u00farias com esses setores, sem de nenhuma forma incidir sobre a forma\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica dos militares (marcada pelo anticomunismo e pelo entreguismo nacional), ao contr\u00e1rio favorecendo ac\u00famulo de ganhos salariais e demais benef\u00edcios e n\u00e3o se preocupando que as For\u00e7as Armadas continuassem a sua saga de combate ao \u201cinimigo interno\u201d.<\/p>\n<p>No plano econ\u00f4mico, o per\u00edodo de redemocratiza\u00e7\u00e3o se inicia em um momento de grandes transforma\u00e7\u00f5es no capitalismo em n\u00edvel mundial. O fim da URSS e do chamado bloco socialista deu margem para um avan\u00e7o brutal da explora\u00e7\u00e3o capitalista, com reordenamento dos pactos internacionais e incentivo cada vez maior aos governos, especialmente dos pa\u00edses perif\u00e9ricos, em seguir as cartilhas propagadas pelo Banco Mundial e pelo Fundo Monet\u00e1rio Internacional. No Brasil j\u00e1 n\u00e3o fazia mais qualquer sentido falar em \u201cincompletude\u201d no capitalismo, j\u00e1 levado a termo pelas for\u00e7as militares no per\u00edodo ditatorial. Mesmo tendo completado a forma\u00e7\u00e3o do mais importante parque industrial da Am\u00e9rica Latina, n\u00e3o houve por aqui a tentativa de enfrentar radicalmente a domina\u00e7\u00e3o burguesa e a subordina\u00e7\u00e3o ao imperialismo e continuamos a reproduzir os mecanismos de depend\u00eancia. Se o boom das commodities permitiu que no per\u00edodo lulista tiv\u00e9ssemos algum n\u00edvel de redistribui\u00e7\u00e3o de renda, n\u00e3o se avan\u00e7ou nas tarefas de garantir a soberania nacional, desenvolvimento tecnol\u00f3gico e incremento da produtividade do trabalho, deixando o pa\u00eds ref\u00e9m das flutua\u00e7\u00f5es dos pre\u00e7os dos produtos prim\u00e1rios no mercado mundial.<\/p>\n<p>O bolsonarismo, que tem sua g\u00eanese a partir da impossibilidade de manuten\u00e7\u00e3o do antigo pacto conciliat\u00f3rio, veio para radicalizar o processo de subordina\u00e7\u00e3o brasileira ao imperialismo, com ataques massivos \u00e0 soberania nacional e aos direitos do povo trabalhador. N\u00e3o pode ser simplesmente analisado a partir da aplica\u00e7\u00e3o de modelos a priori, especialmente retirados de realidades alheias \u00e0 particularidade brasileira. Apontar simplesmente que se trata de uma \u201cregress\u00e3o fascista\u201d ou \u201cregress\u00e3o antidemocr\u00e1tica\u201d serve na maioria das vezes para ocultar a grande viol\u00eancia da domina\u00e7\u00e3o burguesa no Brasil e seus tra\u00e7os de longa dura\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m mascarar a continuidade de pol\u00edticas econ\u00f4micas que n\u00e3o tocaram no cerne dos problemas mais candentes da realidade brasileira. Os pactos policlassistas e as tentativas de concilia\u00e7\u00e3o com a barb\u00e1rie s\u00e3o marcas indel\u00e9veis do capitalismo brasileiro. O bolsonarismo n\u00e3o se resume assim \u00e0 figura de Bolsonaro e, muito mais do que uma regress\u00e3o, demonstra a progress\u00e3o da incapacidade do capitalismo, especialmente na periferia, de resolver as suas pr\u00f3prias contradi\u00e7\u00f5es. A esquerda hegem\u00f4nica, representada principalmente pelo Partido dos Trabalhadores, pouco se interessou em tensionar os pactos sociais do capitalismo perif\u00e9rico e muito menos apontar os horizontes reais de sua supera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nesse sentido, em um momento de retomada das manifesta\u00e7\u00f5es populares e da ocupa\u00e7\u00e3o das ruas pelas massas indignadas com a atual situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, devemos desmascarar as falsas promessas de sa\u00edda da crise brasileira. Esperar uma progressiva diminui\u00e7\u00e3o do apoio popular de Bolsonaro e apostar todas as fichas no processo eleitoral de 2022 \u00e9 no m\u00ednimo ignorar que at\u00e9 l\u00e1 milhares de vidas ser\u00e3o perdidas para a pandemia de covid-19, que a tradi\u00e7\u00e3o golpista da hist\u00f3ria brasileira n\u00e3o ir\u00e1 desaparecer, que o capitalismo brasileiro n\u00e3o tem qualquer espa\u00e7o para humaniza\u00e7\u00e3o e desenvolvimento progressista e que as novas condi\u00e7\u00f5es do pacto conciliat\u00f3rio n\u00e3o ser\u00e3o as mesmas que a de d\u00e9cadas atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Sem ignorar a necessidade da participa\u00e7\u00e3o nos processos eleitorais, uma esquerda realmente combativa n\u00e3o deve se furtar em criticar radicalmente a situa\u00e7\u00e3o dada, denunciando as for\u00e7as que continuam se iludindo com a exist\u00eancia de setores progressistas na burguesia brasileira e apontando as continuidades do bolsonarismo com a tradi\u00e7\u00e3o de domina\u00e7\u00e3o burguesa em nosso pa\u00eds. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel imaginar que a vit\u00f3ria eleitoral de uma esquerda que demonstra diariamente sua vontade em continuar conciliando com os setores mais regressivos da burguesia ser\u00e1 capaz de deter as for\u00e7as de extrema-direita que invadiram o governo federal e o Planalto. \u00c9 preciso lembrar que o fascismo hist\u00f3rico foi derrotado em uma guerra her\u00f3ica, que custou a vida de milh\u00f5es de trabalhadores. Gritar que vivemos um genoc\u00eddio, que vivemos a amea\u00e7a do fascismo e continuar apostando nas mesmas receitas gastas, na mesma concilia\u00e7\u00e3o e na mesma aposta no jogo eleitoral somente turvar\u00e1 o que consideramos a \u00fanica sa\u00edda poss\u00edvel para a cat\u00e1strofe brasileira: a constru\u00e7\u00e3o do Poder Popular rumo ao socialismo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/27815\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[219],"class_list":["post-27815","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil","tag-manchete"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7eD","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27815","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27815"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27815\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27815"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27815"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27815"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}