{"id":28176,"date":"2022-01-18T09:06:51","date_gmt":"2022-01-18T12:06:51","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=28176"},"modified":"2022-02-02T14:19:15","modified_gmt":"2022-02-02T17:19:15","slug":"derrotar-bolsonaro-e-mourao-e-construir-o-poder-popular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/28176","title":{"rendered":"Derrotar Bolsonaro e Mour\u00e3o e construir o Poder Popular!"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lavrapalavra.com\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/pcb-1.jpg?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><\/p>\n<p><em> Organizar e intensificar a luta da classe trabalhadora, derrotar Bolsonaro e Mour\u00e3o e construir o Poder Popular rumo ao socialismo! <\/em><\/p>\n<p>Chegamos ao final de 2021 com um quadro dram\u00e1tico para o conjunto da classe trabalhadora, no Brasil e internacionalmente. A pandemia da Covid-19 aprofundou as dimens\u00f5es sociais da crise mundial do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista, intensificando a contradi\u00e7\u00e3o entre a burguesia e a classe trabalhadora &#8211; o que se expressa na amplia\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o dos trabalhadores e das trabalhadoras, na precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, no aumento do desemprego, na retirada de direitos sociais e trabalhistas e na amplia\u00e7\u00e3o da rapinagem no fundo p\u00fablico, do endividamento das fam\u00edlias, da fome, da mis\u00e9ria, da mortandade (em especial entre os segmentos mais pobres) e da subservi\u00eancia econ\u00f4mica e pol\u00edtica aos capitais e pot\u00eancias imperialistas.<\/p>\n<p>Para realizar seus objetivos e retomar as taxas de lucro dos grandes monop\u00f3lios, a burguesia e seus representantes pol\u00edticos se utilizam cada vez mais de formas autocr\u00e1ticas de domina\u00e7\u00e3o e de explora\u00e7\u00e3o, se valendo de pol\u00edticas reacion\u00e1rias e do uso da repress\u00e3o estatal para conter a insatisfa\u00e7\u00e3o das massas populares.<\/p>\n<p>No Brasil, as previs\u00f5es para o pr\u00f3ximo per\u00edodo ressaltam um cen\u00e1rio de estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica que vai acirrar ainda mais as tens\u00f5es sociais e agudizar a luta de classes. O crescimento estimado para o PIB \u00e9 de zero, ou no m\u00e1ximo 1%, e o poder aquisitivo dos(as) trabalhadores(as) \u00e9 o menor em 20 anos, sendo que o aumento da infla\u00e7\u00e3o est\u00e1 corroendo o poder de compra das massas at\u00e9 mesmo no plano da cesta b\u00e1sica.<\/p>\n<p>Em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds a mis\u00e9ria acentua a barb\u00e1rie social, com aumento de fam\u00edlias desalojadas nas ruas dos m\u00e9dios e grandes centros urbanos, bem como aumenta a ocorr\u00eancia de casos de furto fam\u00e9lico. O flagelo da fome &#8211; que atinge mais de 20 milh\u00f5es de pessoas &#8211; e da inseguran\u00e7a alimentar exp\u00f5e ainda mais as contradi\u00e7\u00f5es de um pa\u00eds que \u00e9 o maior exportador de gr\u00e3os e carne do mundo, com vastas extens\u00f5es de terras em poder dos capitalistas do agroneg\u00f3cio, enquanto a maioria da popula\u00e7\u00e3o vive na mis\u00e9ria e sequer pode comprar os produtos b\u00e1sicos para sua alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O desemprego e o trabalho informal batem recorde, h\u00e1 mais trabalhadores na informalidade do que com carteira assinada; a renda m\u00e9dia das fam\u00edlias teve a maior queda em mais de uma d\u00e9cada, al\u00e9m do endividamento progressivo que submete milh\u00f5es de trabalhadores a formas de explora\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o ainda mais intensas. As condi\u00e7\u00f5es de trabalho e de vida do proletariado se deterioram aceleradamente, com outras rodadas de ataques aos direitos dos trabalhadores \u00e0 vista: enquanto governo federal, TST e Congresso p\u00f5em de lado suas rixas burguesas para discutir uma nova contrarreforma, com mais de 300 mudan\u00e7as na legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, que afetariam a ampla massa dos assalariados do pa\u00eds; ao mesmo tempo, os trabalhadores do setor p\u00fablico seguem resistindo contra ataques brutais, tais quais a PEC 32\/20 e diversas privatiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Essa situa\u00e7\u00e3o social \u00e9 agravada n\u00e3o apenas pelos efeitos da crise do capital, potencializada pela crise sanit\u00e1ria, mas possui uma rela\u00e7\u00e3o direta com o Governo Bolsonaro e Mour\u00e3o, que realiza um brutal ataque contra os trabalhadores e promove (em nome da manuten\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, da explora\u00e7\u00e3o e do lucro), o negacionismo da ci\u00eancia e a dissemina\u00e7\u00e3o de mentiras sobre supostos \u201ctratamentos preventivos\u201d. \u00c9 um verdadeiro genoc\u00eddio, com mais de 616 mil mortes, al\u00e9m de outras centenas de milhares de casos ocultados pela subnotifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Verifica-se a continuidade das invas\u00f5es de terras ind\u00edgenas, quilombolas e de outros povos tradicionais em diversas partes do pa\u00eds, sobretudo na Amaz\u00f4nia Legal. S\u00e3o epis\u00f3dios que contam com a anu\u00eancia do Governo Bolsonaro e que podem se agravar caso o &#8220;PL da Grilagem&#8221;, apresentado pela bancada ruralista, seja aprovado no Congresso Nacional.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos ataques aos direitos e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de vida e trabalho, o Estado vem ampliando a criminaliza\u00e7\u00e3o sobre os movimentos populares e as comunidades mais pobres, sobretudo nas periferias das grandes cidades brasileiras. Os n\u00fameros do exterm\u00ednio da popula\u00e7\u00e3o negra e pobre, dos ataques aos direitos dos povos ind\u00edgenas e quilombolas, o avan\u00e7o do racismo e do feminic\u00eddio e da lgbtfobia \u2013 todos esses atos de barb\u00e1rie est\u00e3o diretamente ligados ao crescimento das a\u00e7\u00f5es de grupos reacion\u00e1rios e de ideologia conservadora, que vem sendo encobertos por meio de medidas jur\u00eddicas em diversas esferas. Exemplo disso \u00e9 a atua\u00e7\u00e3o da direita parlamentar no sentido da facilita\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0s armas, e o aumento no n\u00famero de licen\u00e7as de porte de armas concedidas para &#8220;ca\u00e7adores e colecionadores&#8221;.<\/p>\n<p>Por isso, n\u00e3o podemos deixar de salientar que as movimenta\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter protofascistas que amea\u00e7am constantemente as liberdades democr\u00e1ticas formais s\u00e3o parte de um processo para justificar futuras investidas no plano pol\u00edtico e ideol\u00f3gico contra as organiza\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias, entidades de classe e movimentos populares, e procuram disseminar junto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o um \u201car de normalidade\u201d ao autoritarismo e \u00e0 intoler\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Mesmo existindo algumas fra\u00e7\u00f5es da burguesia em conflito com o governo de Bolsonaro e Mour\u00e3o, quando se trata da implementa\u00e7\u00e3o da agenda neoliberal, com as privatiza\u00e7\u00f5es, ataques aos direitos e conquistas da classe trabalhadora e para assaltar o fundo p\u00fablico, ent\u00e3o a burguesia se mostra unida, reduzindo a possibilidade de impeachment e costurando um grande acordo do governo federal com o \u201ccentr\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Por sua vez, as manifesta\u00e7\u00f5es de rua ainda n\u00e3o foram suficientes para deflagrar o processo de impeachment, que est\u00e1 parado no Congresso. Desde o surgimento da Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que re\u00fane v\u00e1rias frentes de luta, partidos de esquerda, centrais sindicais e movimentos sociais, ficou evidente a tend\u00eancia de algumas organiza\u00e7\u00f5es do campo da esquerda social-democrata (concilia\u00e7\u00e3o de classes) em sabotar as manifesta\u00e7\u00f5es e a constru\u00e7\u00e3o de greves, com um vi\u00e9s eleitoreiro, principalmente em torno das pr\u00e9-candidaturas de Lula e de Ciro para a presid\u00eancia. Foram pouqu\u00edssimas as a\u00e7\u00f5es e refer\u00eancias a um programa de lutas pela revoga\u00e7\u00e3o das contrarreformas e das privatiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Foram muitos os exemplos de vacila\u00e7\u00f5es e manipula\u00e7\u00f5es: as declara\u00e7\u00f5es iniciais de que n\u00e3o dever\u00edamos ir \u00e0s ruas; o calend\u00e1rio dos protestos, com prazos muito distantes entre um ato e outro, mirando apenas na t\u00e1tica de desgaste eleitoral de Bolsonaro; de novo, no dia 7 de setembro, declara\u00e7\u00f5es amedrontadas pedindo \u00e0s pessoas que evitassem ir \u00e0s ruas; e, acima de tudo, a total aus\u00eancia de um plano nacional de constru\u00e7\u00e3o de greves por parte das centrais sindicais. Tamb\u00e9m foram raras as tentativas de constru\u00e7\u00e3o de f\u00f3runs, frentes de luta regionais ou comit\u00eas populares de mobiliza\u00e7\u00e3o, que poderiam ter enraizado a luta nos locais de trabalho, estudo e moradia. Contudo, apesar do importante crescimento e aumento de influ\u00eancia do campo classista e revolucion\u00e1rio, n\u00e3o tivemos o tamanho e for\u00e7a social necess\u00e1rios para tensionar os rumos e caminhos da campanha Fora Bolsonaro para uma agenda mais intensa de lutas, que a levasse para a constru\u00e7\u00e3o de uma greve geral e de um grande Encontro Nacional da Classe Trabalhadora.<\/p>\n<p>Mesmo assim, entendemos que h\u00e1 um saldo positivo de ac\u00famulo de for\u00e7as e constru\u00e7\u00e3o de uma contraofensiva nos \u00faltimos meses, com a retomada de lutas nas ruas, com especial destaque para o n\u00edtido refor\u00e7o da interven\u00e7\u00e3o dos comunistas &#8211; n\u00e3o apenas em termos num\u00e9ricos, mas em termos de influ\u00eancia sobre o curso da a\u00e7\u00e3o nas ruas. N\u00e3o foram poucas as cidades, por exemplo, onde as for\u00e7as reformistas hesitavam entre fazer com\u00edcios parados ou protestos em marcha, e a a\u00e7\u00e3o da milit\u00e2ncia comunista foi decisiva na defini\u00e7\u00e3o em favor da t\u00e1tica de marcha. Esse processo permitiu, al\u00e9m disso, ampliar a penetra\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de uma perspectiva pol\u00edtica alternativa ao institucionalismo reformista &#8211; uma perspectiva capaz de ressaltar a necessidade da luta anticapitalista e a necessidade da constru\u00e7\u00e3o de um outro referencial de sociabilidade que aponte a necess\u00e1ria constru\u00e7\u00e3o do socialismo.<\/p>\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es que tomaram as ruas desde 29 de maio t\u00eam contribu\u00eddo muito para revelar o car\u00e1ter do governo Bolsonaro; pressionou os governos a acelerar seus calend\u00e1rios de vacina\u00e7\u00e3o e possibilitou a retomada das ruas, sob a bandeira vermelha da classe trabalhadora, por diversos segmentos da sociedade, em especial a juventude, setores do movimento sindical e os movimentos populares. Esse processo de lutas nos possibilita hoje, melhores condi\u00e7\u00f5es para enfrentar a grave crise em que vivemos e ampliou expressivamente a rejei\u00e7\u00e3o do governo junto ao povo.<\/p>\n<p>Os comunistas compreendem que o cen\u00e1rio futuro tende a um desdobramento mais complexo desse processo de contradi\u00e7\u00f5es que vem se agudizando a n\u00edvel internacional &#8211; n\u00e3o apenas com o desenvolvimento da luta de classes, mas tamb\u00e9m diante das grandes incertezas que a pandemia do coronav\u00edrus segue impondo, com o cont\u00ednuo surgimento de variantes. Isso nos for\u00e7a a manter &#8211; como mantemos j\u00e1 h\u00e1 quase um s\u00e9culo! &#8211; e redobrar nossos esfor\u00e7os pela reorganiza\u00e7\u00e3o e fortalecimento da classe trabalhadora. Devemos atuar em todas as esferas poss\u00edveis onde a luta de classes se manifesta, na perspectiva perspectiva de atrair e organizar os setores desorganizados do proletariado (principalmente as suas fra\u00e7\u00f5es mais din\u00e2micas), e entre os setores organizados, da supera\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de concilia\u00e7\u00e3o de classes, do esquerdismo e do oportunismo em suas diversas formas, ainda muito presentes nos movimentos sociais, de modo a contribuir com o necess\u00e1rio processo de emancipa\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria, pela constru\u00e7\u00e3o do Poder Popular e do socialismo.<\/p>\n<p>Mantendo como objetivo central o trabalho pela forma\u00e7\u00e3o de uma frente que re\u00fana partidos e organiza\u00e7\u00f5es de luta para o enfrentamento ao capitalismo e ao imperialismo e que atue com independ\u00eancia de classe, de forma permanente, para al\u00e9m dos processos eleitorais, o PCB apresentar\u00e1, com vistas \u00e0s elei\u00e7\u00f5es presidenciais de 2022, uma pr\u00e9-candidatura pr\u00f3pria de car\u00e1ter anticapitalista e socialista. Colocamos no centro de nossa campanha a den\u00fancia e o combate ao projeto burgu\u00eas para o Brasil (de fome, desemprego, destrui\u00e7\u00e3o de direitos sociais, exterm\u00ednio da popula\u00e7\u00e3o negra, guerra aos pobres, venda dos patrim\u00f4nios nacionais), que hoje se expressa principalmente no bolsonarismo e em suas variantes lava-jatistas e neoliberais (como Moro, D\u00f3ria, Simone Tebet, Rodrigo Pacheco etc) &#8211; mas n\u00e3o renunciamos por um instante a demarcar e diferenciar nossa pol\u00edtica anticapitalista em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pol\u00edtica de outros setores da social-democracia (esquerda e centro-esquerda) que disseminam ilus\u00f5es sobre a possibilidade de opor resist\u00eancia ao golpismo militar e bolsonarista por meio de compromissos com a burguesia e com a institucionalidade que a serve &#8211; desmobilizando a luta direta de massas pelo impeachment e depositando suas esperan\u00e7as em candidaturas de concilia\u00e7\u00e3o de classes (como Lula, Ciro e Andr\u00e9 Janones). \u00c9 tamb\u00e9m por isso que vemos a necessidades de reafirmar, por meio de uma pr\u00e9-candidatura comunista, a independ\u00eancia de classe do proletariado.<\/p>\n<p>A pr\u00e9-candidatura nacional do PCB vem tamb\u00e9m com o compromisso de colocar a grande pol\u00edtica em debate, atrav\u00e9s de debates program\u00e1ticos que priorizem a solu\u00e7\u00e3o dos principais problemas que afligem a classe trabalhadora, como a fome, o desemprego, o aumento do custo de vida (principalmente da cesta b\u00e1sica, do g\u00e1s de cozinha e da gasolina), a pol\u00edtica de seguran\u00e7a p\u00fablica de guerra \u00e0s drogas e exterm\u00ednio da popula\u00e7\u00e3o, a falta de creches p\u00fablicas de qualidade e em grande quantidade para as mulheres trabalhadoras, entre outras demandas. Tamb\u00e9m estamos comprometidos em debater rumos e alternativas para as grandes empresas p\u00fablicas e o patrim\u00f4nio nacional, como a defesa da Petrobr\u00e1s 100% p\u00fablica e sob controle popular, para que os rendimentos do pr\u00e9-sal estejam a servi\u00e7o do nosso povo, a revers\u00e3o das privatiza\u00e7\u00f5es da Vale, Eletrobr\u00e1s, Embraer e outras empresas estrat\u00e9gicas para o pa\u00eds, assim como a amplia\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o estatal e controle p\u00fablico sobre o Banco do Brasil, Caixa Econ\u00f4mica Federal, entre outras empresas p\u00fablicas mistas ou de capital privado. O PCB est\u00e1 comprometido com uma pol\u00edtica revolucion\u00e1ria e de retomada de direitos da classe trabalhadora, atrav\u00e9s de um planejamento central e sob dire\u00e7\u00e3o popular, que aponte como objetivos a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rio, o fim das terceiriza\u00e7\u00f5es com a incorpora\u00e7\u00e3o desses trabalhadores, um sal\u00e1rio m\u00ednimo digno (conforme calculado pelo DIEESE) e outras pol\u00edticas que coloquem no centro do debate os interesses populares.<\/p>\n<p>Coerentes com nossa convic\u00e7\u00e3o de que somente a luta popular ser\u00e1 capaz de mudar a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as em favor dos trabalhadores, o PCB n\u00e3o medir\u00e1 esfor\u00e7os para estar na linha de frente das lutas, priorizando as discuss\u00f5es program\u00e1ticas e de projeto de pa\u00eds, mantendo e ampliando nossas jornadas de agita\u00e7\u00e3o nas ruas e locais de trabalho, persistindo e propagando a necessidade de realiza\u00e7\u00e3o de um Encontro Nacional da Classe Trabalhadora, construindo as pr\u00f3ximas manifesta\u00e7\u00f5es e as greves necess\u00e1rias para derrotar Bolsonaro e Mour\u00e3o, na perspectiva de resist\u00eancia a ofensiva do capital e de constru\u00e7\u00e3o do poder popular no rumo do socialismo!<\/p>\n<p>Fora Bolsonaro e Mour\u00e3o!<br \/>\nImpeachment J\u00e1!<br \/>\nAbaixo as contrarreformas e as privatiza\u00e7\u00f5es!<br \/>\nConstruir a greve geral!<br \/>\nPelo Poder Popular rumo ao socialismo!<\/p>\n<p><strong>Comit\u00ea Central do Partido Comunista Brasileiro \u2013 PCB<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/28176\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"Organizar e intensificar a luta da classe trabalhadora, derrotar Bolsonaro e Mour\u00e3o e construir o Poder Popular rumo ao socialismo!","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[26,5],"tags":[219,246],"class_list":["post-28176","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c25-notas-politicas-do-pcb","category-s4-pcb","tag-manchete","tag-np"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7ks","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28176","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28176"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28176\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28176"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28176"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28176"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}