{"id":28305,"date":"2022-01-18T16:53:17","date_gmt":"2022-01-18T19:53:17","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=28305"},"modified":"2022-01-22T08:42:18","modified_gmt":"2022-01-22T11:42:18","slug":"manifesto-de-solidariedade-trans","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/28305","title":{"rendered":"Manifesto de Solidariedade Trans"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lavrapalavra.com\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/IMG_20220121_011326_516.png?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Campanha do Complexo Partid\u00e1rio do PCB Sorocaba<\/p>\n<p>29 de janeiro: Dia da Visibilidade Trans<\/p>\n<p>A solidariedade trans \u00e9 um dever da classe trabalhadora em todo o seu processo de luta. Isso, entretanto, n\u00e3o secundariza a import\u00e2ncia de datas de visibilidade sorrateiramente capturadas pelos interesses progressistas e burgueses de lucro em cima do desmonte interno das lutas anti-opress\u00e3o atrav\u00e9s de medidas como o pink money.<\/p>\n<p>No dia 29 de janeiro de 2004, v\u00e1rias lideran\u00e7as do movimento trans e travesti se reuniram no Congresso Nacional para o lan\u00e7amento da Campanha \u201cTravesti e Respeito\u201d, promovida pela ANTRA (Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Travestis e Transexuais) em parceria com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Desde ent\u00e3o, 29 de janeiro se tornou o Dia da Visibilidade Trans (ANTRA 2022).<\/p>\n<p>O registro dessa data \u00e9 fundamental diante do fato da popula\u00e7\u00e3o trans e travesti estar em alta situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social, como um dos polos mais explorados e oprimidos da nossa classe<\/p>\n<p><strong>A brutal explora\u00e7\u00e3o-opress\u00e3o contra a popula\u00e7\u00e3o trans e travesti no Brasil<\/strong><br \/>\n<strong>alerta gatilho: transfobia, viol\u00eancia sexual e dom\u00e9stica, suic\u00eddio<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o Boletim trans-2021 da ANTRA, o Brasil teve 89 pessoas trans mortas somente no primeiro semestre de 2021, sendo destas 9 casos de suic\u00eddio. Al\u00e9m disso, teve-se 33 tentativas de assassinato e 27 viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos no mesmo per\u00edodo. Entre 2008 e 2020 a m\u00e9dia de trans feminic\u00eddios foi de 122,5 assassinatos\/ano.<\/p>\n<p>De acordo com o Dossi\u00ea trans-2021 da ANTRA, o Brasil est\u00e1 em primeiro lugar no ranking de trans feminic\u00eddio desde 2008, sendo a faixa et\u00e1ria mais assassinada entre 15 e 29 anos. Segundo o documento, 13 anos \u00e9 a idade m\u00e9dia que travestis e mulheres trans s\u00e3o expulsas de casa. Cerca de 0,02% da popula\u00e7\u00e3o trans est\u00e1 na Universidade, 72% n\u00e3o possuem Ensino M\u00e9dio.<\/p>\n<p>94,8% da popula\u00e7\u00e3o trans afirma ter sofrido algum tipo de viol\u00eancia devido \u00e0 sua identidade de g\u00eanero. Quando indagadas sobre suas necessidades, 87,3% citam a falta de emprego, seguido de sa\u00fade (a incluir a seguran\u00e7a do processo de transi\u00e7\u00e3o), educa\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a e moradia. 58,6% declararam pertencer a grupos de risco do COVID-19. A expectativa de vida de uma pessoa trans \u00e9 em m\u00e9dia de 35 anos (somente 15% ultrapassam essa m\u00e9dia).<\/p>\n<p>Uma pessoa trans tem pelo menos nove vezes mais chances de ser assassinada que uma pessoa cis. Os dados ficam ainda mais alarmantes quando tratamos da popula\u00e7\u00e3o trans preta (80% das trans e travestis pretas s\u00e3o deixadas para morrer quando violentadas). Atente-se para o fato de que o trans feminic\u00eddio tem particularidades na sua express\u00e3o, comumente marcado por requintes de crueldade em virtude do \u00f3dio transf\u00f3bico.<\/p>\n<p>Todos esses n\u00fameros corroboram a superexplora\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o trans que se evidenciou ainda mais durante a Pandemia do COVID-19. A sistem\u00e1tica viol\u00eancia contra vidas trans se d\u00e1 desde os ataques virtuais e cyber bullyings, ofensas, viol\u00eancias f\u00edsica, psicol\u00f3gica e moral que acarretam em viol\u00eancia dom\u00e9stica (expuls\u00e3o de casa, c\u00e1rcere privado, interna\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria, etc) e evas\u00e3o escolar.<\/p>\n<p>Diante das in\u00fameras viol\u00eancias institucionais, baixa escolaridade, dificuldades de registos de nome social, travestis e trans ficam relegadas ao trabalho sexual, sendo que 94% das trans v\u00edtimas de viol\u00eancia est\u00e3o nessa ocupa\u00e7\u00e3o, a qual escalona o ciclo da viol\u00eancia. Este se tensiona ainda mais com o fetiche sexual, a maior transmiss\u00e3o e baixa prote\u00e7\u00e3o contra Infec\u00e7\u00f5es Sexualmente Transmiss\u00edveis (ISTs), a falta de dinheiro para sobreviver e quem dir\u00e1 viver, bem como a solid\u00e3o afetiva.<\/p>\n<p>Mesmo ap\u00f3s serem assassinadas, as pessoas trans continuam sendo cruelmente violentadas, tendo suas certid\u00f5es de \u00f3bitos e sua notifica\u00e7\u00e3o (quando n\u00e3o subnotificadas) com o nome de registro, com o erro pronominal e sequer men\u00e7\u00e3o de seus nomes sociais. Segundo Bruna Benevides (Dossi\u00ea trans &#8211; 2021):<\/p>\n<p>\u201cA morte trans inicia com a nega\u00e7\u00e3o da identidade de g\u00eanero e a recusa do uso dos pronomes adequados. Com discurso de incentivo \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o do uso do banheiro, com um projeto pol\u00edtico e alian\u00e7as anti-trans. Assassino n\u00e3o \u00e9 apenas quem puxa o gatilho. Mas quem dissemina \u00f3dio e estigmas, nega direitos, vulnerabiliza, adoece e exp\u00f5e pessoas trans a riscos. Discursos de \u00f3dio incentivam a viol\u00eancia, autorizam e direcionam alvo \u00e0 morte e\/ou ao suic\u00eddio.\u201d<\/p>\n<p><strong>O papel de comunistas na solidariedade trans<\/strong><\/p>\n<p>Quando apresentamos o dado no sentido de o Brasil ser o pa\u00eds com o maior \u00edndice de assassinato de pessoas trans, nossa inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de direcionar a luta para a mera equipara\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses com \u00edndices mais baixos de transfobia e trans feminic\u00eddio. A quest\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 que para compreendermos o presente em sua totalidade e, alterando-o, construirmos o futuro, devemos utilizar o m\u00e9todo materialista hist\u00f3rico dial\u00e9tico, o qual, por sua vez, exige de cada militante comunista disciplina e comprometimento para conhecer a hist\u00f3ria e organizar a classe trabalhadora, em todos os seus aspectos e formas de ser, tendo como pontos de partida e chegada o seu segmento mais explorado-oprimido. Caso contr\u00e1rio, a milit\u00e2ncia n\u00e3o estar\u00e1 considerando a classe trabalhadora em toda sua realidade, riqueza e complexidade e ser\u00e1 incapaz de dirigir a luta contra a burguesia e seus aparatos de domina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pessoas trans est\u00e3o nas piores condi\u00e7\u00f5es de trabalho, seja l\u00e1 onde vivam e sobrevivam, pois \u00e9 do interesse primordial do capitalismo criar divis\u00f5es em nossa classe, utilizando-se, criando e intensificando as diferen\u00e7as de g\u00eanero e ra\u00e7a para aprofundar a explora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho. Uma das formas que o capitalismo usa para viabilizar essas divis\u00f5es \u00e9 o fomento ao \u00f3dio contra extratos mais vulner\u00e1veis da popula\u00e7\u00e3o, por exemplo direcionando preconceito, discrimina\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia a uma pessoa trans, culpando-a de mazelas da sociedade causadas pela pr\u00f3pria burguesia e seus aliados, atrav\u00e9s da dissemina\u00e7\u00e3o de falsas ideias, como a chamada Ideologia de G\u00eanero. Ou seja, a transfobia \u00e9 uma forma de explora\u00e7\u00e3o de nossa classe.<\/p>\n<p>Portanto, o capitalismo imperialista cria e se beneficia de formas variadas de opress\u00f5es, instrumentalizando-as tanto nos pr\u00f3prios pa\u00edses centrais como, de uma forma ainda mais violenta, nos pa\u00edses historicamente colonizados e objetos desse imperialismo.<\/p>\n<p>A transfobia n\u00e3o \u00e9 resultado de um mero preconceito ou quest\u00e3o moral ideol\u00f3gica, mas \u00e9 pr\u00f3pria da forma de organiza\u00e7\u00e3o do trabalho dentro do capitalismo. A divis\u00e3o generificada do trabalho, que atribui diferentes tarefas na cadeia de produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o da vida, institui pap\u00e9is sociais que constroem a forma da mercadoria for\u00e7a de trabalho que nossa classe \u00e9 imposta a vender. Ou seja, \u00e9 a organiza\u00e7\u00e3o do trabalho que coloca as mulheres na posi\u00e7\u00e3o de cuidado do marido, dos filhos e idosos, de limpeza e manuten\u00e7\u00e3o da casa que leva \u00e0 constru\u00e7\u00e3o social do papel da mulher, e que serve para justificar essa posi\u00e7\u00e3o explorat\u00f3ria.<\/p>\n<p>No capitalismo moderno, essa posi\u00e7\u00e3o da mulher se estende para al\u00e9m daquelas que nasceram com um \u00fatero (as mulheres cis) e \u00e9 compulsoriamente atribuida para as trabalhadoras relacionadas \u00e0 feminilidade e distanciadas do papel masculino. N\u00e3o \u00e0 toa, de acordo com dados levantados pela ANTRA, 90% das mulheres trans e travestis est\u00e3o ou j\u00e1 estiveram em situa\u00e7\u00e3o de prostitui\u00e7\u00e3o. No capitalismo onde o sexo se torna mercadoria, o trabalho sexual faz parte das tarefas realizadas pela esposa ou pelas trabalhadoras sexuais, assim, as mulheres trans e travestis tem seu papel social determinado pela imposi\u00e7\u00e3o do trabalho sexual, e sofrem ainda da constru\u00e7\u00e3o de uma imagem fetichizada, desumanizada e objetificada, para justificar e imp\u00f4r a elas esse trabalho. Ou seja, o capitalismo opera as divis\u00f5es na classe trabalhadora tamb\u00e9m atrav\u00e9s de uma perspectiva ideol\u00f3gica de marginaliza\u00e7\u00e3o e desumaniza\u00e7\u00e3o de setores da popula\u00e7\u00e3o, criando assim categorias de pessoas cuja for\u00e7a de trabalho pode custar mais barato.<\/p>\n<p>Os comunistas devem se aliar e construir o movimento pela emancipa\u00e7\u00e3o das pessoas trans, mas n\u00e3o somente por se tratar de um grupo super oprimido da classe trabalhadora. \u00c9 imprescind\u00edvel tamb\u00e9m reconhecer as contribui\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias dos movimentos trans para esclarecer como o capitalismo funciona na sua totalidade, caso contr\u00e1rio, a popula\u00e7\u00e3o trans seria apenas mero instrumento da luta revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>O movimento comunista, com sua radicalidade, \u00e9 t\u00e3o necess\u00e1rio para o movimento trans quanto o contr\u00e1rio, pois sem entender o capitalismo na sua totalidade se torna imposs\u00edvel sua verdadeira supera\u00e7\u00e3o. \u00c9 necess\u00e1rio superar o capitalismo n\u00e3o s\u00f3 pela sua forma de divis\u00e3o social entre classes e explora\u00e7\u00e3o da mais-valia, mas tamb\u00e9m em seu aspecto da divis\u00e3o generificada do trabalho e das opress\u00f5es e viol\u00eancias decorrentes dela.<\/p>\n<p>N\u00f3s comunistas lutamos por um mundo em que nossas individualidades e direito de auto-determina\u00e7\u00e3o deixem de ser marcadores de explora\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o que configuram pessoas fora da branquitude hetero-cis normativa como subhumanas. Vemos o socialismo como o \u00fanico horizonte de emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres trans, travestis, homens trans e pessoas n\u00e3o-bin\u00e1rias, como ruptura para toda a nossa classe viver e se desenvolver em suas m\u00e1ximas potencialidades humanas e n\u00e3o pelas m\u00e1ximas acumula\u00e7\u00f5es do capital.<\/p>\n<p><strong>Anuncia\u00e7\u00e3o da Campanha<\/strong><\/p>\n<p>Diante dos dados e reflex\u00f5es acima, n\u00f3s do PCB Sorocaba, juntamente com os nossos coletivos partid\u00e1rios (Coletivo Negro Minervino de Oliveira e Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro), Uni\u00e3o da Juventude Comunista e Unidade Classista, orgulhosamente anunciamos a nossa Campanha de Solidariedade Trans em refer\u00eancia ao dia da Visibilidade Trans.<\/p>\n<p>Ao longo do m\u00eas de janeiro iremos realizar diversas atividades como roda de conversa sobre a necessidade de entendimento e respeito aos pronomes, discuss\u00e3o sobre divis\u00e3o generificada do trabalho e sistema sexo-g\u00eanero; live sobre o papel da solidariedade trans na constru\u00e7\u00e3o do poder popular. Al\u00e9m disso teremos postagens e forma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas focadas na nossa campanha dentre outras atividades!<\/p>\n<p>Fique ligade em nossas redes sociais para a nossa programa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pelas vidas trans!<br \/>\nComunista que combate a transfobia constr\u00f3i o poder popular todo dia!<\/p>\n<p>PCB Sorocaba<br \/>\nColetivo Feminista Classista Ana Montenegro Sorocaba<br \/>\nColetivo Negro Minervino de Oliveira Sorocaba<br \/>\nUni\u00e3o da Juventude Comunista Sorocaba<br \/>\nUnidade Classista Sorocaba<\/p>\n<p>Fontes:<br \/>\nBoletim Trans 2021:https:\/\/antrabrasil.files.wordpress.com\/2021\/07\/boletim-trans-002-2021-1sem2021-1.pdf<\/p>\n<p>Dossi\u00ea trans 2021 https:\/\/antrabrasil.files.wordpress.com\/2021\/01\/dossie-trans-2021-29jan2021.pdf<\/p>\n<p>CFCAM. Feministas classistas contra a transfobia e em defesa da popula\u00e7\u00e3o trnas http:\/\/anamontenegro.org\/cfcam\/2021\/07\/27\/feministas-classistas-contra-a-transfobia-e-em-defesa-da-populacao-trans\/<\/p>\n<p>PCB. Rep\u00fadio ao assassinato de Keron Ravach. https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/26696\/repudio-ao-assassinato-de-keron-ravach\/<\/p>\n<p>Transfeminismo e Constru\u00e7\u00e3o Revolucion\u00e1ria por Amanda Palha em: Dossi\u00ea 33, Margem Esquerda.<br \/>\nV\u00eddeo A\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica Transfeminista Marxista: https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=y1hOn5lMGrQ<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/28305\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"\"\u00c9 necess\u00e1rio superar o capitalismo n\u00e3o s\u00f3 pela sua forma de divis\u00e3o social entre classes e explora\u00e7\u00e3o da mais-valia, mas tamb\u00e9m em seu aspecto da divis\u00e3o generificada do trabalho e das opress\u00f5es e viol\u00eancias decorrentes dela.\"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[1],"tags":[224],"class_list":["post-28305","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-3b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7mx","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28305","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28305"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28305\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28305"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28305"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28305"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}