{"id":2833,"date":"2012-05-11T06:20:55","date_gmt":"2012-05-11T06:20:55","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=2833"},"modified":"2017-08-25T00:55:35","modified_gmt":"2017-08-25T03:55:35","slug":"seminario-a-crise-do-capitalismo-a-ofensiva-imperialista-e-a-luta-pelo-socialismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2833","title":{"rendered":"SEMIN\u00c1RIO: A CRISE DO CAPITALISMO: A OFENSIVA IMPERIALISTA E A LUTA PELO SOCIALISMO"},"content":{"rendered":"\n<p>\u201cEuropa: Crise, retirada de direitos e resist\u00eancia popular\u201d<\/p>\n<p>Brasil, Mar\u00e7o de 2012<\/p>\n<p>Os comunistas espanh\u00f3is perante o atual momento da crise capitalista.<\/p>\n<p>Severino Men\u00e9ndez<\/p>\n<p>Membro do Comit\u00ea Executivo do PCPE<\/p>\n<p>Estimados camaradas:<\/p>\n<p>Em nome do Comit\u00ea Central do Partido Comunista dos Povos da Espanha, gostaria de agradecer ao Partido Comunista Brasileiro o convite para estar presente nestes atos de celebra\u00e7\u00e3o de seu 90\u00ba aniversario, assim como neste semin\u00e1rio internacional sobre a crise do capitalismo. Ao mesmo tempo, quero estender a mais fraternal sauda\u00e7\u00e3o internacionalista e prolet\u00e1ria a todos os demais partidos presentes no restante das atividades desta semana.<\/p>\n<p>A classe oper\u00e1ria e os setores populares est\u00e3o vivendo um per\u00edodo tremendamente duro nos pa\u00edses dos quais vieram os tr\u00eas convidados que est\u00e3o hoje presentes nesta mesa. A brutalidade e a rapidez com que est\u00e3o sendo retirados direitos hist\u00f3ricos da classe trabalhadora, com que est\u00e3o desmontando os restos daquele modelo de gest\u00e3o do capitalismo que se conheceu como Estado de bem-estar social, n\u00e3o fazem sen\u00e3o demonstrar que a oligarquia e seus representantes pol\u00edticos t\u00eam um plano muito claro para solucionar sua crise: a intensifica\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora, a diminui\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o da for\u00e7a de trabalho como via para conter a tend\u00eancia decrescente da taxa de lucro e tratar de reiniciar um novo ciclo de reprodu\u00e7\u00e3o do capital.<\/p>\n<p>Este brutal ataque contra os direitos, n\u00e3o apenas trabalhistas, mas tamb\u00e9m sociais, da classe oper\u00e1ria e dos setores populares, n\u00e3o \u00e9 exclusivo de nossos pa\u00edses, nem \u00e9 uma consequ\u00eancia exclusivamente do in\u00edcio da crise estrutural do capitalismo. O PCPE, junto com outros partidos irm\u00e3os, analisa que estas medidas continuam a linha anti-oper\u00e1ria que a UE vinha aplicando antes do in\u00edcio da crise, mas que agora se acelerou e multiplicou ante o perigo da queda do modelo capitalista. Ou seja, as medidas anti-oper\u00e1rias n\u00e3o se devem a uma concreta gest\u00e3o da crise capitalista, sen\u00e3o ao fato de que s\u00e3o a continua\u00e7\u00e3o acelerada do que j\u00e1 estava escrito no Tratado de Maastricth, no Pacto de Estabilidade e na pr\u00f3pria natureza da Uni\u00e3o Econ\u00f4mica e Monet\u00e1ria e o Mercado \u00danico.<\/p>\n<p>Do desenvolvimento atual da crise capitalista em nosso pa\u00eds e em nosso entorno mais pr\u00f3ximo, o PCPE extraiu uma s\u00e9rie de conclus\u00f5es que consideramos muito \u00fateis e que queremos compartilhar com os demais partidos e pessoas presentes:<\/p>\n<p>1) O ataque se centra fundamentalmente nos direitos trabalhistas, econ\u00f4micos e sociais da classe oper\u00e1ria e dos setores populares, sem tocar em nenhum dos privil\u00e9gios da oligarquia.<\/p>\n<p>Os governos desmontam os servi\u00e7os p\u00fablicos, como a sa\u00fade e a educa\u00e7\u00e3o, rebaixam os sal\u00e1rios e as ajudas sociais, aumentam os impostos indiretos, tudo isso com a inten\u00e7\u00e3o de abrir novos mercados \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o capitalista e de aumentar a extra\u00e7\u00e3o de mais valia aos trabalhadores. N\u00e3o apenas fica demonstrado, assim, o car\u00e1ter de classe do Estado burgu\u00eas, bem como se confirma novamente a an\u00e1lise marxista sobre a gest\u00e3o da crise sob o capitalismo. Com maior clareza que nunca se coloca hoje a disjuntiva entre capitalismo ou barb\u00e1rie.<\/p>\n<p>2) O ataque contra a classe oper\u00e1ria e setores populares \u00e9 executado indistintamente por governos de centro-direita ou de centro-esquerda, social-democratas ou liberais.<\/p>\n<p>\u00c9 indiferente a denomina\u00e7\u00e3o que tenha um governo ou outro, as pol\u00edticas a aplicar s\u00e3o essencialmente do mesmo tipo, posto que s\u00e3o pol\u00edticas ditadas pela oligarquiaem seu pr\u00f3prio benef\u00edcio. No caso espanhol, ap\u00f3s o irromper da crise em 2007, foi o governo do Partido Socialista Obreiro Espanhol que aprovou a primeira contra-reforma trabalhista, e \u00e9 agora o Partido Popular de Mariano Rajoy que executa a segunda, que aprofunda na mesma linha que a anterior.<\/p>\n<p>3) A batalha ideol\u00f3gica se intensifica diante da demonstra\u00e7\u00e3o evidente dos limites do capitalismo.<\/p>\n<p>A classe oper\u00e1ria e os setores populares come\u00e7am a visualizar que o capitalismo s\u00f3 vai gerar mais mis\u00e9ria para eles, mais desprote\u00e7\u00e3o social e mais incertezas. Por isso os ide\u00f3logos da oligarquia se esfor\u00e7am por lan\u00e7ar constantemente mensagens para desmobilizar e atemorizar as massas que a muitos dias v\u00eaem como seus n\u00edveis de vida pioraram. A intensifica\u00e7\u00e3o da histeria anticomunista e a criminaliza\u00e7\u00e3o das lutas oper\u00e1rias e populares s\u00e3o aspectos dessa ofensiva ideol\u00f3gica do capital.<\/p>\n<p>4) O reformismo se oferece como gestor dos interesses da oligarquia.<\/p>\n<p>Um dos elementos mais preocupantes, express\u00e3o dessa luta ideol\u00f3gica, \u00e9 que no seio do movimento oper\u00e1rio e popular as posi\u00e7\u00f5es hegem\u00f4nicas, atualmente, promovem uma posi\u00e7\u00e3o de compromisso e pacto pela gest\u00e3o do modelo capitalista, e fomentam reivindica\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter idealista, distraindo \u00e0 maioria social das verdadeiras causas da crise capitalista, assinalando poss\u00edveis vias de sa\u00edda que favorecem aos interesses da oligarquia e n\u00e3o aos da classe oper\u00e1ria e setores populares.<\/p>\n<p>5) A necessidade que tem a oligarquia de destruir for\u00e7as produtivas acrescenta o perigo de uma guerra imperialista.<\/p>\n<p>O sistema imperialista necessita da guerra e da destrui\u00e7\u00e3o para garantir a rentabilidade do capital. Em um cen\u00e1rio de crescentes disputas interimperialistas pelo controle dos recursos e dos mercados, a op\u00e7\u00e3o pela guerra est\u00e1 sempre presente. Isso temos visto nos B\u00e1lc\u00e3s, Iraque, Afeganist\u00e3o e L\u00edbia, e amea\u00e7am agora a S\u00edria e o Ir\u00e3. Consideramos fundamental que a classe oper\u00e1ria volte a levantar firmemente a bandeira da luta contra a guerra imperialista, que n\u00e3o deve se deixar envolver pelos conflitos entre pot\u00eancias imperialistas e deve buscar a alternativa socialista, \u00fanica que permitir\u00e1 aos povos conviver em paz.<\/p>\n<p>6) A alternativa socialista se apresenta como a \u00fanica sa\u00edda \u00fatil para os interesses do povo trabalhador em seu conjunto.<\/p>\n<p>As din\u00e2micas pr\u00f3prias do capitalismo est\u00e3o demonstrando que n\u00e3o h\u00e1 marcha atr\u00e1s poss\u00edvel, que se o capitalismo sobrevive a esta crise, ser\u00e1 somente sob a premissa de que as condi\u00e7\u00f5es de vida e trabalho do povo trabalhador n\u00e3o ser\u00e3o como no per\u00edodo ap\u00f3s a II Guerra Mundial, mas que ser\u00e3o muito piores. Em fun\u00e7\u00e3o da capacidade dos destacamentos de vanguarda da classe oper\u00e1ria para aplicar corretamente as conclus\u00f5es pr\u00e1ticas que se extraem do desenvolvimento da crise, cada vez mais e mais setores da classe oper\u00e1ria elevar\u00e3o sua consci\u00eancia e reconhecer\u00e3o sua tarefa hist\u00f3rica como coveiros do capitalismo.<\/p>\n<p>Camaradas, a realidade est\u00e1 confirmando nossas an\u00e1lises e a justeza das posi\u00e7\u00f5es marxistas-leninistas. Por\u00e9m, o elemento determinante \u00e9 nossa capacidade pr\u00e1tica de combater nas muitas frentes que hoje temos aberto, no campo ideol\u00f3gico, pol\u00edtico e organizativo. O PCPE reivindica uma s\u00e9rie de eixos b\u00e1sicos para esta etapa das lutas na Espanha:<\/p>\n<p>&#8211; lograr a mais ampla unidade da classe em torno dos Comit\u00eas para a Unidade Oper\u00e1ria (CUO): em um momento de intensifica\u00e7\u00e3o dos ataques, a classe oper\u00e1ria n\u00e3o pode responder desunida e dispersa em distintos guarda-chuvas organizativos, cujas c\u00fapulas dirigentes aceitaram o modelo do pacto social e o compromisso. Para o PCPE a constitui\u00e7\u00e3o de Comit\u00eas para a Unidade Oper\u00e1ria (CUO) \u00e9 uma tarefa priorit\u00e1ria nestes momentos. Sup\u00f5e uma aposta por estruturar uma frente classista no seio do movimento oper\u00e1rio e sindical desde uma tripla perspectiva: a organiza\u00e7\u00e3o nos centros de trabalho, a assembleia como \u00f3rg\u00e3o decis\u00f3rio e a unidade, independentemente das siglas sindicais \u00e0s quais cada trabalhador ou trabalhadora possa pertencer. As experi\u00eancias que at\u00e9 agora temos tido nesta tarefa s\u00e3o esperan\u00e7osas, por\u00e9m, os desafios e as dificuldades tamb\u00e9m s\u00e3o grandes.<\/p>\n<p>&#8211; reivindicar a sa\u00edda imediata de todas as estruturas de car\u00e1ter imperialista: n\u00e3o apenas o movimento oper\u00e1rio e sindical, sen\u00e3o toda a classe oper\u00e1ria e os setores populares dever\u00e3o ter uma correta orienta\u00e7\u00e3o de suas lutas, e poder\u00e3o caracterizar autonomamente as estruturas que o inimigo de classe utiliza contra eles mesmos e contra os povos. No caso da Espanha, assim como no resto dos pa\u00edses aqui representados. Hoje, a caracteriza\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia \u00e9 um assunto crucial que determina a orienta\u00e7\u00e3o correta das lutas oper\u00e1rias e populares. N\u00e3o se pode negar que a Uni\u00e3o Europeia \u00e9 uma uni\u00e3o imperialista a servi\u00e7o dos monop\u00f3lios, e que este car\u00e1ter n\u00e3o \u00e9 modific\u00e1vel, n\u00e3o \u00e9 reform\u00e1vel. Sob condi\u00e7\u00f5es de capitalismo monopolista, toda uni\u00e3o interestatal se faz no interesse do capital, n\u00e3o dos povos. \u00c9 esta uma parte b\u00e1sica da an\u00e1lise leninista sobre o imperialismo que nunca podemos esquecer, e que est\u00e1 completamente vigente. A necessidade de melhorar a posi\u00e7\u00e3o relativa na cadeia imperialista mundial n\u00e3o \u00e9 uma necessidade da classe oper\u00e1ria, \u00e9 uma necessidade dos capitalistas.<\/p>\n<p>&#8211; fortalecer o Partido Comunista, refor\u00e7ando seu car\u00e1ter bolchevique e sua unidade ideol\u00f3gica em torno do centralismo democr\u00e1tico e do marxismo-leninismo, como \u00fanicas garantias do desenvolvimento de uma pol\u00edtica aut\u00f4noma dos e das comunistas. A corrente eurocomunista impregnou de uma maneira ampla as fileiras comunistas de nosso pa\u00eds, levando a boa parte dos setores mais conscientes da classe a essas posi\u00e7\u00f5es subsidi\u00e1rias da ideologia dominante. A cren\u00e7a na democracia burguesa como democracia abstrata e despojada do car\u00e1ter de classe; o conceito de viol\u00eancia desde a vis\u00e3o da burguesia, invisibilizando a viol\u00eancia da explora\u00e7\u00e3o do proletariado como viol\u00eancia di\u00e1ria e intr\u00ednseca do sistema; e, em \u00faltima inst\u00e2ncia, a ren\u00fancia \u00e0 tomada do poder como uma a\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria fora dos consensos do sistema dominante, foram os eixos fundamentais para o desarme pol\u00edtico e ideol\u00f3gico da a\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>-redobrar a luta ideol\u00f3gica em todas as frentes: as medidas promovidas pela UE e aplicadas pelos distintos governos t\u00eam que ser quebradas tamb\u00e9m no \u00e2mbito ideol\u00f3gico. \u00c9 essencial que as massas entendam que estes tipos de medidas n\u00e3o s\u00e3o a \u00fanica alternativa poss\u00edvel, sen\u00e3o que esta \u00e9 a possibilidade de lutar pela tomada do poder, a derrocada do capitalismo, a constru\u00e7\u00e3o do socialismo-comunismo. A eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de consci\u00eancia da classe oper\u00e1ria e dos setores populares depende tamb\u00e9m da capacidade com que os comunistas sejamos capazes de confrontar com as express\u00f5es pol\u00edticas e organizativas da pequena-burguesia e das camadas medias que, em pleno processo de proletariza\u00e7\u00e3o, reagem mediante mecanismos pouco efetivos para uma luta sem quartel contra o capitalismo, e geralmente em contradi\u00e7\u00e3ocom as ferramentas cl\u00e1ssicas do movimento oper\u00e1rio: o Partido Comunista e o sindicato.<\/p>\n<p>Camaradas, para finalizar, permitam-me assinalar outro elemento que \u00e9 hoje de uma import\u00e2ncia capital nas lutas que temos por diante. \u00c9 necess\u00e1rio que o Movimento Comunista Internacional se fortale\u00e7a. \u00c9 essencial que os partidos comunistas e oper\u00e1rios desenvolvam ao m\u00e1ximo nosso exerc\u00edcio do internacionalismo prolet\u00e1rio e nos apoiemos mutuamente nas duras situa\u00e7\u00f5es que enfrentam nossa classe e os setores populares de nossos respectivos pa\u00edses.<\/p>\n<p>Para o PCPE, a reconstru\u00e7\u00e3o do Movimento Comunista Internacional desde a \u00f3tica do marxismo-leninismo passa invariavelmente pela supera\u00e7\u00e3o das din\u00e2micas de rigidez e paralisia que hoje sufoca a muitos dos partidos comunistas e oper\u00e1rios, e que impedem que sejamos capazes de avan\u00e7ar mais r\u00e1pido do que poder\u00edamos na reconstru\u00e7\u00e3o da Internacional Comunista, verdadeira arma internacional da classe oper\u00e1ria revolucion\u00e1ria para confrontar-nos com um inimigo de classe que atua cada vez mais com menor respeito pelas fronteiras dos Estados.<\/p>\n<p>O triunfo das posi\u00e7\u00f5es revisionistas e oportunistas no seio de muitos partidos comunistas e oper\u00e1rios levou \u00e0 perda de sua capacidade de an\u00e1lise aut\u00f4noma, e ao encobrimento dos mesmos sob o manto da ret\u00f3rica para deter a necess\u00e1ria unidade do Movimento Comunista Internacional. O PCPE participa ativamente em todas aquelas iniciativas encaminhadas para fortalecer e desenvolver o MCI desde uma perspectiva revolucion\u00e1ria, assumindo que no passado nosso movimento cometeu graves erros. Este fortalecimento e desenvolvimento do MCI exige reconhecer que o mesmo se foi fracionando devido \u00e0 operatividade de posicionamentos contr\u00e1rios ao marxismo-leninismo, anti-cient\u00edficos ou diretamente contra-revolucion\u00e1rios, operatividade essa hoje j\u00e1 escassa, por\u00e9m tendente sempre a causar dano aos que lutam honestamente pela constru\u00e7\u00e3o do socialismo-comunismo nos planos te\u00f3rico e pr\u00e1tico.<\/p>\n<p>Camaradas, a resposta oper\u00e1ria e popular na Espanha \u00e9 crescente. Para o pr\u00f3ximo dia 29 de mar\u00e7o est\u00e1 convocada a segunda Greve Geral em um ano e meio, que as c\u00fapulas sindicais do pacto social atrasaram todo o tempo que puderam. Para o PCPE \u00e9 uma oportunidade de redobrar a din\u00e2mica de luta, e assim se trabalha por toda nossa milit\u00e2ncia, assim como \u00e9 uma oportunidade de ajudar a articular a Frente Oper\u00e1ria e Popular pelo Socialismo, que abrir\u00e1 o caminho para a Revolu\u00e7\u00e3o Socialista na Espanha, \u00fanica sa\u00edda para nossa classe e nosso povo.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: PCB \u2013 Partido Comunista Brasileiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: 3.bp.blogspot\n\n\n\n\n\n\n\n\nSemana dos 90 Anos do PCB (Partido Comunista Brasileiro) \u2013 Rio de Janeiro\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/2833\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-2833","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s8-brasil"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-JH","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2833","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2833"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2833\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2833"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2833"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2833"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}