{"id":28530,"date":"2022-03-06T09:50:06","date_gmt":"2022-03-06T12:50:06","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=28530"},"modified":"2022-03-06T09:50:06","modified_gmt":"2022-03-06T12:50:06","slug":"paz-e-seguranca-afinal-quem-as-ameaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/28530","title":{"rendered":"Paz e seguran\u00e7a: afinal, quem as amea\u00e7a?"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lavrapalavra.com\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/rico1.png?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>Por Gustavo Carneiro, via\u00a0<a href=\"https:\/\/www.odiario.info\/paz-e-seguranca-afinal-quem-as\/\">ODIARIO.INFO<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Militariza\u00e7\u00e3o, corrida armamentista, dissemina\u00e7\u00e3o de bases e frotas navais, amea\u00e7as de guerra, chantagens e san\u00e7\u00f5es, agress\u00e3o militar, direta ou indireta: estes s\u00e3o tra\u00e7os da a\u00e7\u00e3o do imperialismo norte-americano nas \u00faltimas d\u00e9cadas, que importa ter sempre presente caso se queira compreender a situa\u00e7\u00e3o tensa que hoje se vive, na Europa e n\u00e3o s\u00f3. Para l\u00e1 de toda a propaganda e desinforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas semanas, a tens\u00e3o militar no Leste da Europa suscitou justas apreens\u00f5es e deu oportunidade a uma aut\u00eantica avalanche midi\u00e1tica (n\u00e3o confundir com noticiosa ou informativa, pois \u00e9 coisa bem diferente).<\/p>\n<p>Por\u00e9m, do muito que se disse e escreveu, quase tudo passou ao lado do fundamental: a a\u00e7\u00e3o desestabilizadora e belicista do imperialismo, bem patente, naquela regi\u00e3o, no aut\u00eantico cerco militar \u00e0 R\u00fassia que EUA e OTAN v\u00eam protagonizando, e sucessivamente apertando, h\u00e1 quase tr\u00eas d\u00e9cadas, bem como nas constantes provoca\u00e7\u00f5es que engendra junto \u00e0s fronteiras do pa\u00eds euro-asi\u00e1tico, diretamente ou por interm\u00e9dio dos seus instrumentos locais \u2013 alguns, ali\u00e1s, bastante sinistros, como \u00e9 o caso do Batalh\u00e3o Azov e outros agrupamentos nazifascistas. Nesta estrat\u00e9gia de tens\u00e3o e guerra, os interesses do povo ucraniano s\u00e3o o que menos conta para o imperialismo, que os sacrificar\u00e1 se da\u00ed puder retirar vantagens.<\/p>\n<p>Este rumo perigoso \u00e9 replicado (com diferentes express\u00f5es e sob diversas siglas) noutras regi\u00f5es do globo, visando outros alvos.<\/p>\n<p>Com a situa\u00e7\u00e3o em r\u00e1pido desenvolvimento, assim como a opera\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica que a envolve, importa n\u00e3o nos deixarmos submergir na espuma dos dias, decifrar o que se esconde por detr\u00e1s da propaganda, ver o panorama completo e puxar o filme atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Nestas p\u00e1ginas, em tra\u00e7o grosso, procuramos responder \u00e0 pergunta que importa: afinal, quem amea\u00e7a a paz e a seguran\u00e7a?<\/p>\n<p>I \u2014 Das \u00abpromessas\u00bb \u00e0 realidade: a OTAN \u00e0s portas da R\u00fassia<\/p>\n<p>O desaparecimento da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e do campo socialista europeu, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 90 do s\u00e9culo XX, resultou na dissolu\u00e7\u00e3o da sua estrutura militar, o Pacto de Vars\u00f3via. Do outro lado, e muito embora n\u00e3o existisse j\u00e1 aquela que era a sua apregoada raz\u00e3o de ser, a OTAN n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o desapareceu como se refor\u00e7ou e alargou o raio de a\u00e7\u00e3o e \u00e2mbito geogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>Quebrando, uma ap\u00f3s outra, todas as promessas de que n\u00e3o se expandiria para Leste (\u00abnem um cent\u00edmetro\u00bb, jurava em 1990 o Secret\u00e1rio de Estado norte-americano James Baker), a OTAN n\u00e3o fez outra coisa desde ent\u00e3o: logo em 1990, toda a Alemanha se tornou parte da OTAN; em 1999, juntaram-se-lhe Rep\u00fablica Checa, Hungria e Pol\u00f4nia; em 2004, as ex-rep\u00fablicas sovi\u00e9ticas Est\u00f3nia, Let\u00f3nia e Litu\u00e2nia, mais Bulg\u00e1ria, Rom\u00e9nia, Eslov\u00e1quia e Eslov\u00e9nia; em 2009, Alb\u00e2nia e Cro\u00e1cia; em 2017, Montenegro e, j\u00e1 em 2020, Maced\u00f4nia do Norte. Ucr\u00e2nia e Ge\u00f3rgia, ambas com fronteiras terrestres com a R\u00fassia, est\u00e3o prometidas desde 2008.<\/p>\n<p>A possibilidade de a Ucr\u00e2nia se juntar \u00e0 OTAN (ou, mais precisamente, de ser por ela absorvida) suscitou nas \u00faltimas semanas inflamadas declara\u00e7\u00f5es acerca da liberdade de cada Estado decidir sobre as suas alian\u00e7as. Omitiu-se, por\u00e9m, que o princ\u00edpio da indivisibilidade da seguran\u00e7a, estabelecido pela Organiza\u00e7\u00e3o para a Seguran\u00e7a e Coopera\u00e7\u00e3o na Europa, assume que essa liberdade n\u00e3o poder\u00e1 p\u00f4r em causa a seguran\u00e7a de outro pa\u00eds\u2026 Aceitariam os EUA ter m\u00edsseis estrangeiros estacionados junto \u00e0s suas fronteiras?<\/p>\n<p>Para al\u00e9m das m\u00faltiplas bases e dos avultados contingentes (alargados nos \u00faltimos dias), e dos acordos e parcerias que a colocam hoje em praticamente todo o mundo, a OTAN tem ainda instalados em v\u00e1rios pa\u00edses da Europa Central e Oriental componentes do seu sistema de escudo antim\u00edssil, que amea\u00e7a seriamente o equil\u00edbrio de for\u00e7as nuclear. Tamb\u00e9m nestes casos, em flagrante viola\u00e7\u00e3o de acordos anteriores, nomeadamente do Acto Fundador R\u00fassia-OTAN, de 1997, onde se garantia que n\u00e3o seriam instaladas novas infra-estruturas militares permanentes naquela regi\u00e3o.<\/p>\n<p>II \u2014 A OTAN n\u00e3o \u00e9, nunca foi, uma organiza\u00e7\u00e3o \u00abdefensiva\u00bb<\/p>\n<p>A suposta natureza defensiva da OTAN \u00e9 um mito sobre o qual assenta toda a narrativa imperialista em torno da situa\u00e7\u00e3o atual no Leste da Europa, como ali\u00e1s da hist\u00f3ria mundial das \u00faltimas d\u00e9cadas. Segundo esta l\u00f3gica, a OTAN nunca poderia constituir uma amea\u00e7a para nenhum Estado por se tratar de uma organiza\u00e7\u00e3o intrinsecamente defensiva, ben\u00e9vola, humanit\u00e1ria, at\u00e9 \u2026 Por\u00e9m, nada no seu percurso e a\u00e7\u00e3o corrobora esta vis\u00e3o id\u00edlica.<\/p>\n<p>A constitui\u00e7\u00e3o da OTAN, em Abril de 1949, imp\u00f4s ao mundo um bloco pol\u00edtico-militar e a l\u00f3gica da confronta\u00e7\u00e3o e da corrida armamentista, contrariando \u2013 e interrompendo \u2013 a forma\u00e7\u00e3o de um sistema de seguran\u00e7a colectiva, como previsto na Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas. O objetivo de defesa do Mundo Livre, que proclamava, chocava de frente com a sua pr\u00f3pria composi\u00e7\u00e3o: entre os membros fundadores contavam-se a ditadura fascista portuguesa e outras pot\u00eancias coloniais que violavam os mais elementares direitos dos povos subjugados ao colonialismo.<\/p>\n<p>A cronologia tamb\u00e9m n\u00e3o ajuda \u00e0 tese da organiza\u00e7\u00e3o defensiva. Aquando da sua cria\u00e7\u00e3o, a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica desmobilizava milh\u00f5es de soldados, destacando-os para as tarefas de reconstru\u00e7\u00e3o nacional. Quanto ao Pacto de Vars\u00f3via, s\u00f3 seria criado em 1955, ou seja, seis anos depois da OTAN: a amea\u00e7a comunista, permanentemente brandida, serviu na perfei\u00e7\u00e3o para justificar a manuten\u00e7\u00e3o \u2013 e o refor\u00e7o \u2013 da presen\u00e7a militar norte-americana na Europa.<\/p>\n<p>Proclama\u00e7\u00f5es \u00e0 parte, resta a realidade: a OTAN \u00e9 um instrumento do imperialismo norte-americano apontado \u00e0 soberania dos Estados e aos direitos dos povos. Provam-no a sua participa\u00e7\u00e3o em golpes de Estado, o apoio a ditaduras fascistas, as redes de espionagem, inger\u00eancia e terrorismo (como a Gl\u00e1dio), as manobras de intimida\u00e7\u00e3o \u2013 como as que decorreram ao largo de Lisboa, em 1975, face \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o de Abril.<\/p>\n<p>A partir da \u00faltima d\u00e9cada do s\u00e9culo XX, desaparecido o seu opositor de ontem, a OTAN rapidamente descobriu novas amea\u00e7as ou desafios, para procurar justificar n\u00e3o s\u00f3 a sua manuten\u00e7\u00e3o como o novo protagonismo que viria a assumir: n\u00e3o se tratava j\u00e1 de \u00abconter\u00bb e \u00abrepelir\u00bb o movimento libertador dos povos, mas estender o dom\u00ednio imperialista a todo o mundo.<\/p>\n<p>As agress\u00f5es directas \u00e0 Jugosl\u00e1via, \u00e0 L\u00edbia, ao Afeganist\u00e3o; os acordos e parcerias que a colocam hoje em praticamente todo o mundo; as revis\u00f5es do Conceito Estrat\u00e9gico, alargando \u00e1reas de actua\u00e7\u00e3o e \u00e2mbito geogr\u00e1fico, s\u00e3o express\u00f5es desta estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>III \u2014 Fatores de desestabiliza\u00e7\u00e3o, militariza\u00e7\u00e3o e de guerra<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 argumento, discurso ou narrativa, por mais criativos que sejam, capazes de desmentir o que todos os fatos e n\u00fameros comprovam: s\u00e3o os EUA e os seus aliados da OTAN os principais respons\u00e1veis pela acentuada militariza\u00e7\u00e3o que marca o nosso tempo, com todas as amea\u00e7as que dela decorrem.<\/p>\n<p>Deixando de lado a ret\u00f3rica (e que perigosa \u00e9\u2026) e o que atr\u00e1s j\u00e1 se referiu, veja-se em primeiro lugar a fatia representada pelos EUA e OTAN no total das astron\u00f4micas \u2013 e crescentes \u2013 despesas militares mundiais. Segundo o Instituto Internacional de Estocolmo para os Estudos da Paz\/ SIPRI, os gastos militares ascenderam, em 2020, a mais de 1980 bilh\u00f5es de d\u00f3lares \u2013 um aumento de 2,6% relativamente ao ano anterior e de 9,3% face a 2011. Ora, com gastos na ordem dos 778 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, os EUA assumem sozinhos 40% do total. Se lhe juntarmos os restantes membros da OTAN, ultrapassam-se os 60%, n\u00fameros dez vezes superiores ao valor das despesas militares russas \u2013 ali\u00e1s, s\u00f3 as despesas militares dos membros europeus da OTAN, no seu conjunto, ultrapassam em muito as da R\u00fassia. Nos anos anteriores, a tend\u00eancia foi a mesma.<\/p>\n<p>Os EUA investem mais no seu arsenal nuclear do que todos os outros pa\u00edses juntos, t\u00eam vindo a desenvolver armas nucleares mais modernas e inteligentes e a investir fortemente na aplica\u00e7\u00e3o militar da chamada intelig\u00eancia artificial. Admitem, na sua doutrina militar, a possibilidade de desferir um primeiro ataque nuclear, mesmo contra Estados que n\u00e3o detenham este tipo de armamento.<\/p>\n<p>S\u00e3o tamb\u00e9m os EUA e a OTAN \u2013 e n\u00e3o a R\u00fassia ou a China \u2013 a terem uma presen\u00e7a militar em praticamente todo o mundo. Segundo dados oficiais, os EUA t\u00eam fora do seu territ\u00f3rio milhares de operacionais estacionados em mais de 600 bases e instala\u00e7\u00f5es militares em cerca de 60 pa\u00edses. Sup\u00f5e-se, por\u00e9m, que os n\u00fameros reais sejam consideravelmente superiores, devido ao car\u00e1cter secreto de algumas dessas instala\u00e7\u00f5es. A este n\u00famero dever\u00e1 acrescer dezenas de bases dos outros Estados membros da OTAN.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas, os EUA t\u00eam tamb\u00e9m a demolido pe\u00e7a por pe\u00e7a o edif\u00edcio de tratados e acordos internacionais de desanuviamento e controle armamentista erguido por influ\u00eancia do campo socialista e das grandes movimenta\u00e7\u00f5es em defesa da paz que marcaram a segunda metade do s\u00e9culo XX: entre outros, os EUA abandonaram unilateralmente o Tratado sobre M\u00edsseis Antibal\u00edsticos (ao mesmo tempo que desenvolviam os seus sistemas antim\u00edssil), o Tratado sobre For\u00e7as Nucleares de Alcance Interm\u00e9dio e o Tratado sobre o Regime de C\u00e9u Aberto.<\/p>\n<p>IV \u2014 Velhas estrat\u00e9gias, novos alvos<\/p>\n<p>Desde h\u00e1 muito que o imperialismo norte-americano v\u00ea na sua superioridade militar e na sua a\u00e7\u00e3o agressiva respostas para fazer face \u00e0 crise estrutural do capitalismo e \u00e0 perda da sua preponder\u00e2ncia relativa a n\u00edvel internacional: a subordina\u00e7\u00e3o de todo e qualquer Estado que n\u00e3o se submeta aos seus ditames \u00e9 um objectivo central da sua pol\u00edtica externa, assumido de modo cada vez mais desassombrado. A Rep\u00fablica Popular da China \u00e9, desde h\u00e1 anos, alvo central desta estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, t\u00eam sido muitas as formas encontradas para atingir este objetivo: guerras comerciais, chantagem sobre Estados para n\u00e3o aprofundarem rela\u00e7\u00f5es com a China, desestabiliza\u00e7\u00e3o interna, campanhas midi\u00e1ticas e, tamb\u00e9m, o cerco militar. Tal como sucede no Leste da Europa e \u00c1sia Central, em torno da Federa\u00e7\u00e3o Russa, tamb\u00e9m na \u00c1sia Oriental e no Pac\u00edfico se ergue j\u00e1 hoje um anel de fogo em torno da RP da China, com dezenas de bases militares, frotas navais e sistemas de m\u00edsseis.<\/p>\n<p>Depois de, em 2007, ter sido constitu\u00eddo o denominado Di\u00e1logo de Seguran\u00e7a Quadrilateral (Quad), envolvendo os EUA, o Jap\u00e3o, a \u00cdndia e a Austr\u00e1lia, foi anunciada h\u00e1 meses a cria\u00e7\u00e3o do acordo militar designado AUKUS, acr\u00f4nimo em ingl\u00eas de Austr\u00e1lia (A), Reino Unido (UK) e EUA (US). No seu \u00e2mbito, a Austr\u00e1lia ser\u00e1 dotada de uma frota de submarinos nucleares e de uma infraestrutura capaz de a manter e desenvolver; j\u00e1 os brit\u00e2nicos e os norte-americanos (sobretudo estes \u00faltimos) ver\u00e3o aumentada a sua presen\u00e7a militar na regi\u00e3o, podendo utilizar bases e postos militares australianos para estacionamento e movimenta\u00e7\u00e3o de tropas, navios, aeronaves e armamento.<\/p>\n<p>Fonte: https:\/\/www.avante.pt\/pt\/2517\/temas\/167000\/Paz-e-seguran%C3%A7a-afinal-quem-as-amea%C3%A7a.htm?tpl=179<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/28530\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"\"H\u00e1 muito que o imperialismo norte-americano v\u00ea na sua superioridade militar e na sua a\u00e7\u00e3o agressiva respostas para fazer face \u00e0 crise estrutural do capitalismo e \u00e0 perda da sua preponder\u00e2ncia relativa a n\u00edvel internacional.\"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[234],"class_list":["post-28530","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-6b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7qa","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28530","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28530"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28530\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28530"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28530"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28530"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}