{"id":28896,"date":"2022-06-09T11:24:54","date_gmt":"2022-06-09T14:24:54","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=28896"},"modified":"2022-06-09T11:24:54","modified_gmt":"2022-06-09T14:24:54","slug":"jovens-comunistas-com-sofia-manzano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/28896","title":{"rendered":"Jovens comunistas com Sofia Manzano"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"imagem\" title=\"imagem\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lavrapalavra.com\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/image-33-1.png?w=747&#038;ssl=1\" alt=\"imagem\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>Por uma pr\u00e9-candidatura revolucion\u00e1ria nas elei\u00e7\u00f5es de 2022<\/strong><\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o Nacional da UJC<\/p>\n<p>A Uni\u00e3o da Juventude Comunista (UJC) vem a p\u00fablico manifestar seu apoio integral \u00e0 pr\u00e9-candidatura \u00e0 Presid\u00eancia do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e explicar ao conjunto da juventude por que devemos construir uma alternativa revolucion\u00e1ria no ano de 2022.<\/p>\n<p><strong>A conjuntura internacional e nacional<\/strong><\/p>\n<p>O ano de 2022 \u00e9 um marco para a hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds. Al\u00e9m do bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia e centen\u00e1rio do Partido Comunista Brasileiro, \u00e9 um ano que come\u00e7a com desafios imensos \u00e0 classe trabalhadora, no Brasil e no mundo. De um modo geral, podemos indicar como principal processo hist\u00f3rico da nossa \u00e9poca a perman\u00eancia de uma crise sist\u00eamica do capitalismo, que tem afetado a economia em n\u00edvel global desde 2008\/2009. Essa crise, produto necess\u00e1rio do desenvolvimento do capitalismo-imperialismo em sua fase de maior financeiriza\u00e7\u00e3o, demonstra as contradi\u00e7\u00f5es profundas do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista e, como toda crise, apresentou-se desde o come\u00e7o com o sintoma da queda da taxa de lucro da burguesia em n\u00edvel internacional.<\/p>\n<p>As solu\u00e7\u00f5es que a burguesia buscou, na impossibilidade de uma retomada da taxa de lucro por meios produtivos, foi uma reestrutura\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o capitalista no mundo todo \u2013 o que significou o ataque sistem\u00e1tico ao n\u00edvel salarial, \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de vida e trabalho e aos direitos sociais, econ\u00f4micos e pol\u00edticos da classe trabalhadora. Nesse cen\u00e1rio, ficou mais aguda a luta intraburguesa por exporta\u00e7\u00e3o de capitais e, portanto, as agress\u00f5es imperialistas e disputas interimperialistas. Chegamos ao meio de 2022 com um saldo de diversos governos de extrema-direita pelo mundo, muitas vezes apoiados pela popula\u00e7\u00e3o trabalhadora justamente pelo esgotamento das posi\u00e7\u00f5es neoliberais e social-democratas nos cen\u00e1rios nacionais, e com a aplica\u00e7\u00e3o do receitu\u00e1rio neoliberal na imensa maioria dos casos. Como n\u00e3o poderia deixar de ser, tamb\u00e9m colhemos, no \u00faltimo per\u00edodo, diversas guerras e agress\u00f5es militares, em especial no Oriente M\u00e9dio, mas que escalaram at\u00e9 o conflito entre o bloco EUA-OTAN-UE e o bloco R\u00fassia-China na guerra que hoje acontece na Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>O Brasil se destacou nesse cen\u00e1rio com um dos governos mais reacion\u00e1rios das \u00faltimas d\u00e9cadas, aplicando fielmente a cartilha da burguesia nacional e internacional de cortes no or\u00e7amento dos servi\u00e7os p\u00fablicos, retirada e flexibiliza\u00e7\u00e3o de direitos sociais e trabalhistas e agita\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica contra as liberdades democr\u00e1ticas e por uma sa\u00edda golpista. O saldo do governo Bolsonaro-Mour\u00e3o (em si mesmo, produto de um golpe jur\u00eddico-parlamentar e de articula\u00e7\u00f5es do judici\u00e1rio com o imperialismo e a burguesia brasileira), depois de tr\u00eas anos e meio, \u00e9 de intensa reprimariza\u00e7\u00e3o da economia, alt\u00edssimo desemprego, aumento expressivo da fome e da mis\u00e9ria e ataques cont\u00ednuos \u00e0 classe trabalhadora.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos deixar de colocar a pandemia de COVID-19 no seu lugar correto. Para al\u00e9m de explica\u00e7\u00f5es simplistas, que colocam na pandemia a \u201ccausa\u201d de toda a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica (muito bem explorado pela extrema-direita no momento de negar a necessidade de combate frontal ao v\u00edrus por meio do isolamento social), compreendemos seu impacto como catalisador de tend\u00eancias que j\u00e1 estavam em movimento no come\u00e7o de 2020. O pacote de \u201ccontrarreformas\u201d neoliberais, como a Reforma Trabalhista, a Reforma da Previd\u00eancia, a Reforma do Ensino M\u00e9dio e as privatiza\u00e7\u00f5es de estatais, j\u00e1 eram parte do programa da burguesia h\u00e1 d\u00e9cadas, mas contaram com a impossibilidade de massivas lutas nas ruas e nos locais de trabalho e estudo para serem aprovadas no Congresso Nacional e implementadas.<\/p>\n<p><strong>O impacto da crise do capitalismo na juventude<\/strong><\/p>\n<p>Sem d\u00favida, um dos setores mais afetados por esse cen\u00e1rio \u00e9 a juventude. Hoje, o Brasil se aproxima da cifra de 20 milh\u00f5es de desempregados, e passa de 30% a fatia dos jovens de 14 a 29 anos que est\u00e3o nessa situa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, mesmo os que est\u00e3o empregados sofrem com a precariza\u00e7\u00e3o intensa das condi\u00e7\u00f5es de trabalho, com a terceiriza\u00e7\u00e3o, os contratos intermitentes, o sal\u00e1rio m\u00ednimo defasado e os trabalhos por meio de aplicativos, sem nenhum direito trabalhista reconhecido. O cen\u00e1rio do movimento sindical, atacado e fragmentado, tamb\u00e9m contribui para as dificuldades subjetivas da juventude, que n\u00e3o encontra ferramentas de ampla participa\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o junto a seus locais de trabalho.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o, a juventude sofre com a conjuntura atual. O desmonte da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica e a precariza\u00e7\u00e3o at\u00e9 mesmo da educa\u00e7\u00e3o privada colocam os estudantes em um cen\u00e1rio de forma\u00e7\u00e3o de p\u00e9ssima qualidade e altos pre\u00e7os. A Reforma do Ensino M\u00e9dio, aplicando o modelo do Banco Mundial, reduz a obrigatoriedade e a disponibilidade do ensino de diversas disciplinas, reduzindo a forma\u00e7\u00e3o secundarista ao ensino de l\u00edngua portuguesa e matem\u00e1tica, de modo a criar um contingente de for\u00e7a de trabalho de baixa qualifica\u00e7\u00e3o, moldada para receber sal\u00e1rios irris\u00f3rios, e de nenhuma perspectiva cr\u00edtica ou emancipat\u00f3ria. As escolas c\u00edvico-militares v\u00eam para esse cen\u00e1rio aprofundar o controle social antidemocr\u00e1tico desde o ensino fundamental, combinando pr\u00e1ticas autorit\u00e1rias dentro das escolas, persegui\u00e7\u00e3o \u00e0 auto-organiza\u00e7\u00e3o estudantil e in\u00fameros casos de ass\u00e9dio moral e sexual, em especial contra as mulheres.<\/p>\n<p><strong>As mobiliza\u00e7\u00f5es durante o governo de Bolsonaro e Mour\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio de piora geral nas condi\u00e7\u00f5es de vida dos jovens apresenta todos os motivos necess\u00e1rios para uma forte mobiliza\u00e7\u00e3o e luta, ainda que com as dificuldades objetivas que trazem ao movimento. Em 2019, mobiliza\u00e7\u00f5es em torno da pauta educacional e em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 Reforma da Previd\u00eancia marcaram o come\u00e7o da oposi\u00e7\u00e3o ao programa da burguesia nessa fase de ofensiva, mas esse ciclo foi bruscamente interrompido pela pandemia de COVID-19. Em 2021, depois de praticamente um ano de dificuldades de mobiliza\u00e7\u00e3o pela pandemia, vimos surgir um forte movimento de questionamento ao governo Bolsonaro-Mour\u00e3o, gestor da crise e aplicador das pol\u00edticas da burguesia.<\/p>\n<p>O movimento teve seu ascenso a partir de maio, com mobiliza\u00e7\u00f5es contra a viol\u00eancia policial no Rio de Janeiro, e um crescimento muito grande a partir do dia 29 de maio, em que uma forte mobiliza\u00e7\u00e3o em defesa da vacina\u00e7\u00e3o e das condi\u00e7\u00f5es de vida e sustento das trabalhadoras e dos trabalhadores come\u00e7ou a colocar o governo em xeque. Apesar do grande impulso, as mobiliza\u00e7\u00f5es da campanha Fora Bolsonaro come\u00e7aram a refluir j\u00e1 em julho e agosto, dado o espa\u00e7amento delas e a falta de liga\u00e7\u00e3o com outras lutas que ocorriam no conjunto da classe trabalhadora, como campanhas salariais e greves. A t\u00e1tica de esvaziamento, preferida pelas organiza\u00e7\u00f5es da social-democracia, como o PT e o PCdoB, tinha como fundamento \u201cdesgastar Bolsonaro at\u00e9 as elei\u00e7\u00f5es de 2022\u201d, o que fez com que abandonassem a necess\u00e1ria luta pela queda do governo naquele momento. J\u00e1 no fim de 2021, portanto, as mobiliza\u00e7\u00f5es de rua j\u00e1 n\u00e3o contavam com a for\u00e7a necess\u00e1ria e as organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas da esquerda come\u00e7aram a definir suas pol\u00edticas para as elei\u00e7\u00f5es de 2022.<\/p>\n<p><strong>O cen\u00e1rio pol\u00edtico e eleitoral de 2022<\/strong><\/p>\n<p>O cen\u00e1rio pol\u00edtico deste ano, assim, come\u00e7ou com mudan\u00e7as importantes dentro da esquerda. At\u00e9 2020, t\u00ednhamos uma clara e importante divis\u00e3o entre dois campos dentro do movimento dos trabalhadores: um p\u00f3lo, representado principalmente por PT e PCdoB, tinha uma avalia\u00e7\u00e3o positiva do ciclo dos governos de concilia\u00e7\u00e3o de classes (2003-2016) e buscava uma aproxima\u00e7\u00e3o com setores da assim chamada \u201cdireita democr\u00e1tica\u201d para um novo pacto de classes; outro polo, representado por PSOL, PCB e, mais recentemente, UP, tinha uma avalia\u00e7\u00e3o cr\u00edtica da concilia\u00e7\u00e3o de classes e buscava constituir uma alternativa dentro do movimento, que combinasse a luta dos diversos movimentos sociais dentro de uma perspectiva de independ\u00eancia de classe, ainda que com in\u00fameras contradi\u00e7\u00f5es internas.<\/p>\n<p>O PSOL neste ano, no entanto, passou a aderir \u00e0 pr\u00e9-candidatura da concilia\u00e7\u00e3o de classes, representada na chapa de Lula e Alckmin. A justificativa, pautada numa alegada necessidade de unidade program\u00e1tica contra Bolsonaro, contribui para uma indiferencia\u00e7\u00e3o dentro da classe trabalhadora entre as posi\u00e7\u00f5es rebaixadas e avan\u00e7adas, o que n\u00e3o pode ser aceito pelos comunistas. Assim, o PCB lan\u00e7ou, j\u00e1 no in\u00edcio deste ano, a pr\u00e9-candidatura da camarada Sofia Manzano, economista e membro do Comit\u00ea Central (CC) do Partido, \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>A proposta eleitoral dos comunistas<\/strong><\/p>\n<p>Essa pr\u00e9-candidatura, que foi recebida com entusiasmo pela Uni\u00e3o da Juventude Comunista, est\u00e1 a servi\u00e7o da constru\u00e7\u00e3o de um polo com independ\u00eancia de classe entre os jovens trabalhadores. Para a juventude, que inicia sua luta num cen\u00e1rio de fragmenta\u00e7\u00e3o e burocratiza\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios instrumentos de luta da nossa classe, essa \u00e9 uma necessidade fundamental: \u00e9 preciso haver uma alternativa eleitoral que expresse a necessidade de reorganiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora e n\u00e3o se contente em \u201clouvar\u201d um ciclo anterior de apassivamento das lutas, nem busque confundir as trabalhadoras e os trabalhadores substituindo a luta de classes pela luta meramente democr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Compreendemos que haja, dentro da juventude e da classe trabalhadora, setores que veem com desespero o cen\u00e1rio atual e acreditem que um novo governo Lula possa representar uma retomada do crescimento econ\u00f4mico e uma revaloriza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho, estudo e vida em nosso pa\u00eds. Assim, em uma situa\u00e7\u00e3o t\u00e3o terr\u00edvel, a principal posi\u00e7\u00e3o eleitoral de oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 Bolsonaro ganha espa\u00e7o na consci\u00eancia das massas e aparece como uma sa\u00edda para a classe trabalhadora, em especial para aqueles que n\u00e3o estavam ainda envolvidos, por quest\u00f5es de idade, no ciclo de lutas contra os governos da concilia\u00e7\u00e3o de classes. Respeitamos todos os jovens que compartilhem desse temor e estendemos nossas m\u00e3os em solidariedade.<\/p>\n<p>Alertamos, no entanto, para o impacto no movimento de massas de um novo ciclo de ilus\u00f5es da nossa classe nas sa\u00eddas por dentro da ordem capitalista. \u00c9 \u00f3bvio que um governo de concilia\u00e7\u00e3o de classes pode oferecer condi\u00e7\u00f5es objetivas mais favor\u00e1veis para a luta da classe trabalhadora \u2013 n\u00e3o por seu apoio, mas por suas contradi\u00e7\u00f5es internas, que possivelmente far\u00e3o mais lentos os ataques contra a classe trabalhadora. No entanto, tamb\u00e9m chamamos toda a juventude trabalhadora a observar as diferen\u00e7as de programa entre as diversas pr\u00e9-candidaturas. O enfrentamento \u00e0 extrema-direita n\u00e3o se d\u00e1 apenas em palavras, mas em a\u00e7\u00f5es que efetivamente ajudem a reorganizar o movimento dos trabalhadores em um novo patamar, com instrumentos sindicais, populares e estudantis ligados de forma indissol\u00favel aos interesses objetivos da nossa classe. A concilia\u00e7\u00e3o de interesses com a burguesia, mesmo sob um cen\u00e1rio de melhorias pontuais, enfraquece a consci\u00eancia de classe e desarma as trabalhadoras e os trabalhadores para uma luta independente contra a burguesia e o Estado. S\u00f3 assim, contribuindo para as condi\u00e7\u00f5es subjetivas da nossa classe, poderemos converter o saldo organizativo e pol\u00edtico das elei\u00e7\u00f5es em constru\u00e7\u00e3o do Poder Popular, no rumo da Revolu\u00e7\u00e3o Socialista.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse sentido que n\u00e3o apenas nos colocamos em apoio \u00e0 pr\u00e9-candidatura da camarada Sofia Manzano, pelo PCB, construindo ativamente suas atividades, mas colocamos essa pr\u00e9-candidatura \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o das lutas da juventude no pa\u00eds inteiro e no mundo. Ainda, apresentamos aqui as propostas fundamentais, encampadas pela pr\u00e9-campanha, para a luta da juventude no pr\u00f3ximo per\u00edodo \u2013 que n\u00e3o se resumir\u00e1 \u00e0s elei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>jornada semanal de 30 horas de trabalho para todas as categorias, sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rio, como forma de combater o desemprego, melhorar as condi\u00e7\u00f5es de vida e construir campanhas sindicais em torno de uma bandeira unificada avan\u00e7ada;<\/p>\n<p>pela revoga\u00e7\u00e3o das \u201ccontrarreformas\u201d (previdenci\u00e1ria, trabalhista e do Ensino M\u00e9dio), para a retomada dos direitos sociais e trabalhistas da nossa classe e garantir melhores condi\u00e7\u00f5es de ingresso no mundo do trabalho;<\/p>\n<p>pela revoga\u00e7\u00e3o da Emenda Constitucional do Teto de Gastos, para retomar os investimentos p\u00fablicos em educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e outros servi\u00e7os p\u00fablicos;<\/p>\n<p>pela reestatiza\u00e7\u00e3o das empresas privatizadas, como a Petrobr\u00e1s, a Eletrobr\u00e1s e a Vale, como forma de retomar o desenvolvimento industrial e gerar empregos, divisas e produ\u00e7\u00e3o de Ci\u00eancia e Tecnologia para a classe trabalhadora;<\/p>\n<p>pelo fim do vestibular e por um programa de investimento 100% p\u00fablico na educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica, incluindo a estatiza\u00e7\u00e3o de universidades privadas, com o perd\u00e3o da d\u00edvida do FIES a todos os estudantes e formados endividados;<\/p>\n<p>pela abertura de concursos p\u00fablicos para provimento das vagas hoje existentes e expans\u00e3o dos servi\u00e7os essenciais.<\/p>\n<p>pela cria\u00e7\u00e3o de programas de emprego emergenciais, com a ado\u00e7\u00e3o de um programa de obras p\u00fablicas de saneamento, habita\u00e7\u00e3o, de reforma de escolas e hospitais, bem como de expans\u00e3o da malha ferrovi\u00e1ria nacional.<\/p>\n<p>\u00c9 com esses objetivos em mente e levando essas bandeiras de luta para todos os espa\u00e7os de atua\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o da juventude que a UJC defende a pr\u00e9-candidatura revolucion\u00e1ria da camarada Sofia Manzano, do PCB, para as elei\u00e7\u00f5es presidenciais, al\u00e9m de fortalecermos todas as pr\u00e9-candidaturas do PCB espalhadas no Brasil inteiro.<\/p>\n<p>Aproveitamos a oportunidade para publicizarmos nossas pr\u00e9-candidaturas encabe\u00e7adas por jovens comunistas da UJC, que abra\u00e7aram o dever hist\u00f3rico, junto ao PCB, de disputar e ganhar espa\u00e7o no parlamento burgu\u00eas:<\/p>\n<p>Caetano Costa, pr\u00e9-candidato a deputado federal no Maranh\u00e3o;<br \/>\nArthur Ramos, pr\u00e9-candidato a deputado federal em Goi\u00e1s;<br \/>\nVictoria Pinheiro, pr\u00e9-candidata a deputada federal em Pernambuco;<br \/>\nLucas Santos, pr\u00e9-candidato a deputado federal no Esp\u00edrito Santo;<br \/>\nThom\u00e1s Carrieri, pr\u00e9-candidato a deputado federal em Minas Gerais;<br \/>\nNina Espaguete, pr\u00e9-candidata a deputada federal em Minas Gerais;<br \/>\nCheynne Ayalla, pr\u00e9-candidata a deputada federal na Bahia;<br \/>\nRaquel Luxemburgo, pr\u00e9-candidata a deputada federal em S\u00e3o Paulo;<br \/>\nGabriel Tavares, pr\u00e9-candidato a deputado estadual em S\u00e3o Paulo;<br \/>\nBeatriz Barbieri, pr\u00e9-candidata a deputada federal em S\u00e3o Paulo;<br \/>\nJules Saraiva, pr\u00e9-candidata a deputada estadual em S\u00e3o Paulo;<br \/>\nChristy Muniz, pr\u00e9-candidata a deputada estadual em S\u00e3o Paulo.<br \/>\nGustavo Pedro, pr\u00e9-candidato a deputado federal no Rio de Janeiro;<\/p>\n<p>PELO PODER POPULAR! PELO SOCIALISMO!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/28896\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"\"O enfrentamento \u00e0 extrema-direita n\u00e3o se d\u00e1 apenas em palavras, mas em a\u00e7\u00f5es que ajudem a reorganizar o movimento dos trabalhadores em um novo patamar, com instrumentos ligados de forma indissol\u00favel aos interesses objetivos da nossa classe.\"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[224],"class_list":["post-28896","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-3b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7w4","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28896","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28896"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28896\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28896"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28896"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28896"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}