{"id":29864,"date":"2023-01-27T15:18:15","date_gmt":"2023-01-27T18:18:15","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=29864"},"modified":"2023-01-27T15:20:41","modified_gmt":"2023-01-27T18:20:41","slug":"nota-da-ujc-sobre-a-13a-bienal-da-une","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/29864","title":{"rendered":"Nota da UJC sobre a 13\u00aa Bienal da UNE"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"29869\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/29864\/image-1-13\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/image-1-6.png?fit=1000%2C1250&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1000,1250\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (1)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/image-1-6.png?fit=720%2C900&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/image-1-6.png?resize=720%2C900&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"900\" class=\"alignnone size-large wp-image-29869\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/image-1-6.png?resize=720%2C900&amp;ssl=1 720w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/image-1-6.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/image-1-6.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/image-1-6.png?w=1000&amp;ssl=1 1000w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>NOTA POL\u00cdTICA DA UNI\u00c3O DA JUVENTUDE COMUNISTA ACERCA DA 13\u00aa BIENAL DA UNI\u00c3O NACIONAL DOS ESTUDANTES<\/strong><\/p>\n<p>Diante da proximidade da realiza\u00e7\u00e3o da 13\u00aa Bienal da Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes (UNE), a Uni\u00e3o da Juventude Comunista (UJC) vem, por meio desta nota, apresentar publicamente sua perspectiva para o movimento cultural de juventude e suas cr\u00edticas ao processo de constru\u00e7\u00e3o da Bienal, por entender que ele n\u00e3o ser\u00e1 capaz de cumprir com as demandas da conjuntura em fortalecer a organiza\u00e7\u00e3o estudantil, de massificar a UNE, de garantir melhores condi\u00e7\u00f5es para a juventude trabalhadora da cultura e de incentivar a produ\u00e7\u00e3o da cultura popular.<\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel compreender a hist\u00f3ria do Brasil sem nos debru\u00e7armos na cultura e na arte daqueles que deram sangue e suor na constru\u00e7\u00e3o desse pa\u00eds, isto \u00e9, os povos origin\u00e1rios, os trabalhadores que foram escravizados e que lutaram por sua liberdade, e os imigrantes que se espalharam pelas f\u00e1bricas das novas cidades. Historicamente, temos uma produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica gigantesca, com uma variedade que s\u00f3 um pa\u00eds continental como o Brasil poderia ter. De norte a sul, no pa\u00eds inteiro, \u00e9 poss\u00edvel ver como as caracter\u00edsticas de um povo s\u00e3o diferentes, mas com paix\u00f5es comuns em express\u00f5es culturais como futebol, os bailes de pared\u00e3o, as festas populares e o carnaval. Diante disso, fazem parte da hist\u00f3ria brasileira uma s\u00e9rie de artistas e produ\u00e7\u00f5es culturais que tomaram conta do imagin\u00e1rio popular, mas tamb\u00e9m fizeram mudan\u00e7as significativas para encurtar o distanciamento dos recursos para produ\u00e7\u00e3o de cultura para o povo. Desde as escolas de samba lideradas por Candeia, o Teatro Experimental do Negro de Abdias do Nascimento ou o Teatro Popular Brasileiro de Solano Trindade, a Semana de Arte Moderna impulsionada por Tarsila do Amaral, a literatura pol\u00edtica de Jorge Amado, n\u00e3o faltam exemplos que mostram o qu\u00e3o importante se faz para um pa\u00eds como nosso a arte e a cultura voltadas paras os interesses da nossa classe.<\/p>\n<p>De todo modo, desde 2016, ap\u00f3s o golpe jur\u00eddico e parlamentar \u2013 com intuito de aprofundar as pol\u00edticas neoliberais j\u00e1 iniciadas nos governos petistas -, tivemos um retrocesso gigantesco no que diz respeito \u00e0 pol\u00edtica nacional para cultura. O governo de ultradireita de Bolsonaro, assim como o movimento fascista em outros momentos hist\u00f3ricos, confrontou diretamente a cultura. Ao transformar o Minist\u00e9rio da Cultura em uma secretaria vinculada ao Minist\u00e9rio do Turismo, deu toda a t\u00f4nica de como as pol\u00edticas para cultura seriam tocadas nesses pr\u00f3ximos quatro anos. A pandemia contribuiu para o projeto daqueles que buscavam enfraquecer ainda mais a cultura, uma vez que o setor foi duramente afetado pela impossibilidade de aglomera\u00e7\u00f5es. A vida dos trabalhadores da cultura n\u00e3o poderia ser pior. Sem investimento direto na \u00e1rea da cultura, vivemos cada vez mais a press\u00e3o meritocr\u00e1tica representada pelos editais. Apesar de, na pandemia, surgirem duas leis de incentivo que garantiram uma sobrevida aos trabalhadores e produtores culturais (lei Aldir Blanc e lei Paulo Gustavo), ainda assim a hegemonia da l\u00f3gica de editais prevalece em detrimento a pol\u00edticas de investimento direto.<\/p>\n<p>Nesse sentido, urge aos movimentos culturais, na atual conjuntura, uma reflex\u00e3o contundente sobre essa forma ainda hegem\u00f4nica de investimento na \u00e1rea de cultura. Os editais privilegiam aqueles grupos que historicamente t\u00eam acesso a recursos e informa\u00e7\u00f5es por quest\u00f5es de classe. As pol\u00edticas culturais de editais s\u00e3o uma forma para captar recursos que hoje garantem mais isen\u00e7\u00f5es fiscais para grandes empresas. N\u00e3o existem pol\u00edticas que garantem uma massifica\u00e7\u00e3o do acesso aos recursos e equipamentos de cultura para artistas e produtores de recortes sociais e geogr\u00e1ficos historicamente esquecidos. A Bienal \u00e9 um espa\u00e7o fundamental para estarmos debatendo de forma contundente qual a pol\u00edtica cultural que os estudantes querem para a UNE nos pr\u00f3ximos anos. Queremos apenas reproduzir a l\u00f3gica empresarial da cultura nos nossos espa\u00e7os de fomento? Ou queremos voltar a ser a UNE que foi refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o popular de cultura com os Centros Populares de Cultura \u2013 CPCs?<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, em sua convocat\u00f3ria, a dire\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria da UNE, apresenta:<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio que voltemos ao princ\u00edpio ativo das Bienais. Promover uma verdadeira investiga\u00e7\u00e3o da identidade nacional da juventude brasileira, o tradicional palco de tend\u00eancias te\u00f3ricas, cient\u00edficas e est\u00e9ticas que de dois em dois anos a UNE se disp\u00f5e a montar, partindo dos desdobramentos, produ\u00e7\u00f5es e plataformas de express\u00e3o que essas juventudes criam e utilizam para se relacionar e traduzir o mundo em que vivem, mas desta vez reformulado. (\u2026) a realiza\u00e7\u00e3o da 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Bienal da UNE chega com o compromisso de instigar a constru\u00e7\u00e3o de um Programa de Reconstru\u00e7\u00e3o para o Brasil.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, em nenhum momento do documento existe uma an\u00e1lise sobre as reais condi\u00e7\u00f5es do jovem artista e produtor brasileiro hoje. N\u00e3o h\u00e1 men\u00e7\u00e3o aos desafios que a juventude trabalhadora da cultura ter\u00e1 que enfrentar, joga nas costas da constru\u00e7\u00e3o \u201cde um novo ciclo\u201d, mas se furta a apresentar inicialmente sua leitura sobre, por exemplo, a \u201cMEIfica\u00e7\u00e3o\u201d do trabalho de cultura. Se furta a apresentar uma discuss\u00e3o sobre a jornada de trabalho que na maioria das vezes \u00e9 dupla ou tripla para aqueles que querem viver da sua arte. Evidente que temos desafios de restaurar tudo que o bolsonarismo deixou destru\u00eddo, por\u00e9m \u00e9 fundamental que, se queremos construir um \u201cPrograma de Reconstru\u00e7\u00e3o para o Brasil\u201d e que a cultura seja uma dessas bases, \u00e9 fundamental apresentar tamb\u00e9m um horizonte de melhorias nas condi\u00e7\u00f5es de trabalho da juventude, e n\u00e3o incentivar a reprodu\u00e7\u00e3o da l\u00f3gica de mercado nos espa\u00e7os da UNE, diferenciando artistas pela sua express\u00e3o no mercado.<\/p>\n<p>Desde que a UJC retornou \u00e0 diretoria da UNE, em 2017, percebemos que as principais delibera\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas atrav\u00e9s das for\u00e7as pol\u00edticas que s\u00e3o maioria na entidade, sem utilizar de m\u00e9todos democr\u00e1ticos e coletivos de fortalecimento da pr\u00f3pria entidade. Sempre buscamos debater a amplia\u00e7\u00e3o e democratiza\u00e7\u00e3o dos f\u00f3runs da UNE e de suas estruturas, como o Circuito Universit\u00e1rio de Cultura e Arte, o CUCA da UNE.<\/p>\n<p>Com a indica\u00e7\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o da Bienal, buscamos debater coletivamente, nas reuni\u00f5es da Diretoria Executiva, a necessidade de fortalecer esse espa\u00e7o enquanto uma ferramenta pol\u00edtica essencial para aproxima\u00e7\u00e3o da UNE com a juventude, inclusive a que n\u00e3o est\u00e1 na universidade, atrav\u00e9s da cultura popular que se realiza organicamente nos bairros e territ\u00f3rios. Como esperado, o que vimos foi a centraliza\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o do evento na for\u00e7a pol\u00edtica que dirige a entidade, a UJS.<\/p>\n<p>Ademais, a pr\u00f3pria constru\u00e7\u00e3o colaborativa da Bienal junto \u00e0s demais entidades do movimento estudantil \u2013 como a UBES e a ANPG \u2013 \u00e9 artificializada, n\u00e3o tornando-se um esfor\u00e7o real para que o debate sobre a educa\u00e7\u00e3o, a cultura e a Universidade Popular possam reverberar no conjunto das organiza\u00e7\u00f5es de estudantes e pesquisadores de nossas institui\u00e7\u00f5es.<br \/>\nEm outros momentos da hist\u00f3ria, vimos que a vincula\u00e7\u00e3o do movimento estudantil com a cultura popular foi essencial para criar refer\u00eancia entre setores da classe trabalhadora que s\u00e3o exclu\u00eddos dos espa\u00e7os de educa\u00e7\u00e3o formal e desenvolver importantes trabalhos de mobiliza\u00e7\u00e3o por reivindica\u00e7\u00f5es da classe trabalhadora junto a esses setores. Nos anos 60, por exemplo, a UNE foi respons\u00e1vel pela cria\u00e7\u00e3o dos CPCs que foram e s\u00e3o movimento de refer\u00eancia na Am\u00e9rica Latina. Esses eram respons\u00e1veis por interiorizar no Brasil o debate sobre cultura e formar lutadores populares, como Vianinha, que atrav\u00e9s da arte apontavam as contradi\u00e7\u00f5es capitalistas e avan\u00e7ava na organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora.<\/p>\n<p>No atual momento do Brasil, com a fragmenta\u00e7\u00e3o da luta pol\u00edtica e baixa capacidade de mobiliza\u00e7\u00e3o das entidades estudantis e sindicais, retomar esse trabalho \u00e9 um papel que a entidade pode cumprir. Se o bolsonarismo e o fascismo representaram uma pol\u00edtica oposta \u00e0 cultura popular, \u00e9 necess\u00e1rio constru\u00ed-la tamb\u00e9m enquanto alternativa para a luta, uma vez que a institucionalidade n\u00e3o vai fazer isso e, muito menos, lutar contra o golpismo de forma eficiente.<\/p>\n<p>Visto a nossa responsabilidade hist\u00f3rica, observamos com muita clareza que apenas a UJC preza pela politiza\u00e7\u00e3o da Bienal e fortalecimento do CUCA enquanto instrumento cultural da UNE. Outras organiza\u00e7\u00f5es da oposi\u00e7\u00e3o da entidade at\u00e9 se posicionam em favor da qualifica\u00e7\u00e3o. Mas, no final, esse interesse em politiza\u00e7\u00e3o se resume em conquistar vagas dentro do modelo imposto pela UJS, a dire\u00e7\u00e3o da entidade. Esta, por sua vez, n\u00e3o possui disposi\u00e7\u00e3o em ampliar a participa\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o do evento, de forma mais ampla.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, prejudicando ainda mais os esfor\u00e7os pela amplia\u00e7\u00e3o do evento e sua populariza\u00e7\u00e3o, est\u00e1 o valor das inscri\u00e7\u00f5es para o evento: de R$125 a R$225. Cotistas, prounistas e benefici\u00e1rios do Fies possuem direito a um desconto de apenas R$25. Mesmo com esse valor exorbitante para um evento do movimento estudantil, a inscri\u00e7\u00e3o s\u00f3 d\u00e1 direito ao certificado de participa\u00e7\u00e3o, ao alojamento (que normalmente \u00e9 extremamente prec\u00e1rio) e o translado entre alojamento e evento, ou seja, n\u00e3o inclui sequer a alimenta\u00e7\u00e3o do estudante.<\/p>\n<p>Defendemos uma UNE mais democr\u00e1tica, constru\u00edda de forma ampla pelas organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas que a constroem e foram democraticamente eleitas em seu \u00faltimo congresso. Uma entidade estudantil hist\u00f3rica como a UNE, principalmente na conjuntura que vivemos, onde a amea\u00e7a fascista segue atuante, possui o dever de ser refer\u00eancia na luta estudantil, abarcando a diversidade pol\u00edtica da esquerda brasileira. A unidade, t\u00e3o pautada nos \u00faltimos anos, inclusive pelos setores da social democracia que dirigem a entidade, n\u00e3o deveria ser apenas uma forma de justificar a aproxima\u00e7\u00e3o com a direita tradicional, mas uma ferramenta para a a\u00e7\u00e3o conjunta em prol dos interesses da juventude brasileira.<\/p>\n<p>Por uma UNE combativa e democr\u00e1tica! Por uma Universidade Popular!<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o Nacional da UJC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/29864\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[108,1,6,27,103],"tags":[224,247],"class_list":["post-29864","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c121-estudantil","category-geral","category-s5-juventude","category-c27-ujc","category-c116-universidade-popular","tag-3b","tag-jd"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7LG","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29864","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29864"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29864\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29864"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29864"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29864"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}