{"id":30183,"date":"2023-03-28T08:11:28","date_gmt":"2023-03-28T11:11:28","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=30183"},"modified":"2023-03-28T08:11:28","modified_gmt":"2023-03-28T11:11:28","slug":"101-anos-de-comunismo-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30183","title":{"rendered":"101 anos de comunismo no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"30173\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30172\/image-7-2\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/image-7-1.png?fit=896%2C604&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"896,604\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (7)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/image-7-1.png?fit=747%2C504&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-30173\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/lavrapalavra.com\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/image-2023-03-28T080556.825.png?resize=747%2C504&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"504\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Imagem: Leo Zhao<\/p>\n<p>Por MILTON PINHEIRO &#8211; Membro do Comit\u00ea Central do PCB<\/p>\n<p>O PCB completa 101 anos de uma presen\u00e7a indel\u00e9vel na hist\u00f3ria pol\u00edtica do Brasil<\/p>\n<p>O sentido pol\u00edtico da atual quadra hist\u00f3rica \u00e9 marcado pela ideologia do anticomunismo. Ag\u00eancias pol\u00edticas da extrema direita (partidos do balc\u00e3o de neg\u00f3cios), canais organizados para divulgar fake news, m\u00eddia corporativa, igrejas neopentecostais do com\u00e9rcio da f\u00e9, ONGs e agrupamentos golpistas etc. s\u00e3o instrumentos de a\u00e7\u00e3o cotidiana para criminalizar e mentir sobre as ideias e pr\u00e1ticas daqueles que lutam em defesa da classe trabalhadora e da emancipa\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p>O Partido Comunista Brasileiro (PCB) completa 101 anos de uma presen\u00e7a indel\u00e9vel na hist\u00f3ria pol\u00edtica do Brasil. Desta longeva exist\u00eancia, 56 anos foram na mais violenta clandestinidade e grande parte do per\u00edodo de legalidade ocorre ap\u00f3s 1985, quando do fim da ditadura burgo-militar de 1964.<\/p>\n<p>O Partido Comunista Brasileiro surgiu para representar um projeto de classe e lutar pelo programa da revolu\u00e7\u00e3o brasileira. A primeira inspira\u00e7\u00e3o foi a vit\u00f3ria da revolu\u00e7\u00e3o russa de 1917 que representou o poder dos trabalhadores organizados em defesa das transforma\u00e7\u00f5es estruturais e da humanidade.<\/p>\n<p>Os comunistas foram os revolucion\u00e1rios que deram sentido \u00e0s greves do come\u00e7o do s\u00e9culo XX, que marcharam pelas ruas com manifesta\u00e7\u00f5es em defesa dos direitos mais emblem\u00e1ticos da classe trabalhadora, procurando se organizar para construir um operador pol\u00edtico que daria sentido ao processo emancipat\u00f3rio.<\/p>\n<p>O partido, no desenrolar do s\u00e9culo XX, esteve presente nas lutas mais profundas desse breve s\u00e9culo. Participou da organiza\u00e7\u00e3o dos instrumentos que agiram na luta de classes. Mesmo com o \u201cestado de s\u00edtio\u201d, que afrontava a democracia na d\u00e9cada de 1920, foi criada uma combativa imprensa popular. Na d\u00e9cada de 1930 esteve presente nas lutas prolet\u00e1rias e populares, mas tamb\u00e9m teve uma presen\u00e7a relevante nos quart\u00e9is das For\u00e7as Armadas.<\/p>\n<p>Com essa forte presen\u00e7a entre os militares, realizou o mais importante movimento de \u201cassalto aos c\u00e9us\u201d da hist\u00f3ria brasileira: o levante antifascista e revolucion\u00e1rio de novembro de 1935, uma experi\u00eancia de poder popular que durou quatro dias em Natal (RN); ocorrendo tamb\u00e9m em Recife e no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Essa experi\u00eancia revolucion\u00e1ria foi derrotada por tropas do Estado burgu\u00eas, em alian\u00e7a com coron\u00e9is locais e seus jagun\u00e7os. Por\u00e9m, mesmo com os erros desse processo, essa experi\u00eancia foi uma brava resist\u00eancia pol\u00edtica contra o Estado burgu\u00eas que apontou uma perspectiva de esperan\u00e7a social e autonomia pol\u00edtica da classe oper\u00e1ria.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a brutal repress\u00e3o que se seguiu ao levante, em virtude da persegui\u00e7\u00e3o do \u201cEstado Novo\u201d, o PCB organizou lutas de resist\u00eancia contra o fascismo no Brasil e quando os ventos da derrota nazifascista, na segunda grande guerra percorreram o horizonte dos povos, o partido conseguiu encontrar a luz no fim do t\u00fanel.<\/p>\n<p>O Partido Comunista Brasileiro se tornou, com a legalidade, um partido de massas. Elegeu Luiz Carlos Prestes o senador mais bem votado do Brasil, assim como uma vigorosa bancada com 14 deputados federais. Nas elei\u00e7\u00f5es seguintes, para as Assembleias Legislativas dos estados em 1947, elegeu 46 deputados e mais dois deputados federais. Todavia, a a\u00e7\u00e3o do reacionarismo se imp\u00f4s novamente e o partido foi colocado na ilegalidade. O registro do partido foi cassado e depois os mandatos dos parlamentares federais e estaduais.<\/p>\n<p>O partido voltou \u00e0 clandestinidade, todavia, agora, como um forte operador pol\u00edtico da classe trabalhadora. Esteve na greve dos 300 mil em S\u00e3o Paulo, na campanha do Petr\u00f3leo \u00e9 Nosso, marcou a luta pela reforma agr\u00e1ria de forma revolucion\u00e1ria atrav\u00e9s dos levantes camponeses de Porecatu, Trombas e Formoso. Organizou manifesta\u00e7\u00f5es contra a presen\u00e7a de tropas brasileiras na guerra imperialista da Cor\u00e9ia, esteve onde a luta se fez necess\u00e1ria por todo o Brasil.<\/p>\n<p>Com o \u201cManifesto de agosto de 1950\u201d, constituiu novas formas de luta em profunda conex\u00e3o com a revolu\u00e7\u00e3o brasileira. Sindicatos livres, organiza\u00e7\u00f5es populares e prolet\u00e1rias sem o controle do Estado, organiza\u00e7\u00e3o das lutas das mulheres e uma den\u00fancia combativa e militante contra o racismo. Um partido com sentido de defesa de classe e perspectiva de lutas por rupturas revolucion\u00e1rias.<\/p>\n<p>O PCB teve a maior presen\u00e7a intelectual de todos os tempos; uma marca seminal na cultura brasileira. Afinal, na hist\u00f3ria do s\u00e9culo XX, lutaram dentro do partido as figuras mais importantes das letras, ci\u00eancias, artes, m\u00fasica, mundo art\u00edstico, teatro e do cinema.<\/p>\n<p>O partido foi a origem da esquerda brasileira, contudo, no tempo presente, ainda n\u00e3o se transformou em um grande operador pol\u00edtico desse campo ideol\u00f3gico. Por\u00e9m, germinou no processo hist\u00f3rico brasileiro as lutas mais f\u00e9rteis dos trabalhadores e iluminou, com passos seguros, nas trevas ou \u00e0 luz do dia, trilhas por onde as lutas que procuram o sentido da revolu\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Ao completar 101 anos, o Partido Comunista Brasileiro \u00e9 uma f\u00eanix da hist\u00f3ria, com erros e acertos. Esteve ao lado dos revolucion\u00e1rios que constru\u00edram as revolu\u00e7\u00f5es anticapitalistas pelo mundo, a exemplo da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, China, Coreia, Cuba, Vietn\u00e3 e das democracias populares do leste europeu e da \u00c1frica. Combateu ao lado da luta anticolonial e das a\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias pelo mundo. Sempre foi um partido internacionalista que operou em defesa da revolu\u00e7\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>Nessa longa hist\u00f3ria de lutas, \u00e9 importante reverenciar os fundadores, mas tamb\u00e9m os homens e as mulheres que lutaram para que o PCB pudesse estar aqui hoje. Figuras como Minervino de Oliveira, Oct\u00e1vio Brand\u00e3o, Elisa Branco, Giocondo Dias, Carlos Marighella, Lyndolpho Silva, Maria Arag\u00e3o, M\u00e1rio Alves, Jos\u00e9 Maria Crispim, Yeda Maria Ferreira, Osvaldo Pacheco, C\u00e2mara Ferreira, Antonieta Campos da Paz, Hor\u00e1cio Macedo, Ana Montenegro, Dinarco Reis, Paulo Cavalcanti, Iraci Pican\u00e7o, Greg\u00f3rio Bezerra, Maria Brand\u00e3o, Zuleika D\u2019Alembert, Adalgisa Cavalcanti e o lend\u00e1rio Luiz Carlos Prestes.<\/p>\n<p>Em um momento de grande simbologia como o presente, \u00e9 preciso rememorar aqueles militantes hist\u00f3ricos que tiveram seu sangue derramado quando lutaram em defesa da classe trabalhadora, das liberdades democr\u00e1ticas e contra a opress\u00e3o burguesa. Jamais ser\u00e3o esquecidos os 43 m\u00e1rtires assassinados pela ditadura burgo-militar de 1964: Ivan Rocha Aguiar (estudante), Antogildo Pascoal Viana (oper\u00e1rio), Carlos Schirmer (oper\u00e1rio), Pedro Domiense de Oliveira (carteiro), Manuel Alves de Oliveira (militar), Newton Eduardo de Oliveira (oper\u00e1rio), Jo\u00e3o Alfredo (campon\u00eas), Pedro In\u00e1cio de Ara\u00fajo (campon\u00eas), Israel Tavares Roque (oper\u00e1rio), Divo Fernandes D\u2019oliveira (mar\u00edtimo), Severino Elias de Melo (militar), Inoc\u00eancio Pereira Alves (Alfaiate), Lucindo Costa (funcion\u00e1rio p\u00fablico), Jo\u00e3o Roberto Borges de Souza (estudante), Jos\u00e9 Dalmo Guimar\u00e3es Lins (jornalista), Francisco da Chagas Pereira (militar), Epaminondas Gomes de Oliveira (sapateiro), Ismael Silva de Jesus (estudante), C\u00e9lio Augusto Guedes (dentista), Jos\u00e9 Mendes de S\u00e1 Roriz (militar), Davi Capistrano da Costa (militar), Jos\u00e9 Roman (oper\u00e1rio), Jo\u00e3o Massena Melo (oper\u00e1rio), Luiz Ign\u00e1cio Maranh\u00e3o Filho (jornalista), Valter de Souza Ribeiro (militar), Afonso Henrique Martins Saldanha (professor), Elson Costa (caminhoneiro), Hiran de Lima Pereira (administrador), Jayme Amorim de Miranda (jornalista), Nestor Veras (campon\u00eas), Itair Veloso (oper\u00e1rio), Alberto Aleixo (oper\u00e1rio), Jos\u00e9 Ferreira de Almeida (militar), Jos\u00e9 Maximino de Andrade Neto (militar), Pedro Jer\u00f4nimo de Souza (comerci\u00e1rio), Jos\u00e9 Montenegro de Lima (estudante), Orlando Bonfim (jornalista), Vladimir Herzog (jornalista), Neide Alves Santos (propagandista), Manoel Fiel Filho (oper\u00e1rio), Feliciano Eug\u00eanio Neto (oper\u00e1rio), Louren\u00e7o Camelo Mesquita (taxista) e Jos\u00e9 Pinheiro Jobim (diplomata).<\/p>\n<p>Mesmo com os equ\u00edvocos do pr\u00e9-1964, a luta desenvolvida pelo PCB na constru\u00e7\u00e3o dos movimentos populares e prolet\u00e1rios, e na articula\u00e7\u00e3o da Frente Democr\u00e1tica, foram fundamentais para derrotar a ditadura e plantar um novo tempo de liberdades democr\u00e1ticas com o fim do regime militar.<\/p>\n<p>Os anos 1980 foram tempos de confus\u00e3o pol\u00edtica e ideol\u00f3gica, que se configuram como o pior momento da hist\u00f3ria do Partido Comunista Brasileiro, quando o taticismo politicista tentou matar o operador estrat\u00e9gico. No entanto, a f\u00eanix vermelha soube operar sua depura\u00e7\u00e3o e organizar a reconstru\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria a partir de 1992.<\/p>\n<p>O PCB voltou \u00e0 centralidade das lutas prolet\u00e1rias e populares, colocou na ordem do dia a estrat\u00e9gia socialista como formula\u00e7\u00e3o central para orientar a a\u00e7\u00e3o t\u00e1tica. Construiu instrumentos de combate \u00e0 sociabilidade da ordem capitalista, a exemplo do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro (CFCAM), Coletivo Negro Minervino de Oliveira (CNMO) e o LGBTComunista. Avan\u00e7ou na organiza\u00e7\u00e3o de frentes de massas, a exemplo da Uni\u00e3o da Juventude Comunista (UJC) e a Unidade Classista (UC).<\/p>\n<p>Nesses 101 anos de luta o Partido Comunista Brasileiro soube fazer a autocr\u00edtica necess\u00e1ria e reorganizar bandeiras e a\u00e7\u00f5es para operar nas batalhas hodiernas das lutas de classes. O partido assumiu seu compromisso hist\u00f3rico com as bandeiras anticapitalista e anti-imperialista, contra a explora\u00e7\u00e3o capitalista e as opress\u00f5es da sociedade burguesa, sempre na perspectiva da revolu\u00e7\u00e3o brasileira e da confirma\u00e7\u00e3o do projeto socialista.<\/p>\n<p>Hoje, os comunistas brasileiros, est\u00e3o completando 101 anos de lutas que marcaram a hist\u00f3ria do Brasil e do mundo. Afinal, muitos dos militantes comunistas lutaram na guerra civil espanhola, na resist\u00eancia francesa e nas batalhas da segunda guerra mundial na Europa.<\/p>\n<p>Durante essa longa jornada, o sangue dos militantes se confundiu com o vermelho da bandeira comunista e adubou o solo f\u00e9rtil das batalhas que a classe trabalhadora desenvolveu no Brasil e no mundo.<\/p>\n<p>Com essa hist\u00f3ria e com a confirma\u00e7\u00e3o dessas bandeiras, o Partido Comunista Brasileiro ainda n\u00e3o \u00e9 o maior partido da esquerda brasileira, mas n\u00e3o haver\u00e1 luta da classe trabalhadora sem a sua presen\u00e7a convicta. Afinal, o operador pol\u00edtico da longeva hist\u00f3ria brasileira, desde o come\u00e7o do s\u00e9culo XX, encontra sentido para sua pr\u00e1xis revolucion\u00e1ria na consigna \u201cfomos, somos e seremos comunistas\u201d.<\/p>\n<p>Viva os 101 anos do PCB!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30183\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"101 anos de comunismo no Brasil","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[226],"class_list":["post-30183","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-4b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7QP","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30183","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30183"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30183\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30183"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30183"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30183"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}