{"id":30330,"date":"2023-04-30T20:35:41","date_gmt":"2023-04-30T23:35:41","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=30330"},"modified":"2023-04-30T20:35:41","modified_gmt":"2023-04-30T23:35:41","slug":"por-um-primeiro-de-maio-vermelho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30330","title":{"rendered":"Por um Primeiro de Maio Vermelho!"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"30331\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30330\/img_20230426_095302_636\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_20230426_095302_636.jpg?fit=1024%2C1280&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1024,1280\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"IMG_20230426_095302_636\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_20230426_095302_636.jpg?fit=720%2C900&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-30331\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_20230426_095302_636.jpg?resize=720%2C900&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"900\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_20230426_095302_636.jpg?resize=720%2C900&amp;ssl=1 720w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_20230426_095302_636.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_20230426_095302_636.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_20230426_095302_636.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>VIVA O PRIMEIRO DE MAIO! DIA INTERNACIONAL DE LUTA DA CLASSE TRABALHADORA<\/strong><\/p>\n<p>Comiss\u00e3o Pol\u00edtica Nacional do PCB<\/p>\n<p>O Partido Comunista Brasileiro (PCB) se associa a todos(as) os(as) trabalhadores(as) do mundo neste Primeiro de Maio, um dia de luta que nos remete \u00e0s batalhas da classe trabalhadora mundial contra a explora\u00e7\u00e3o do trabalho pelo capital ao longo da Hist\u00f3ria. \u00c9 necess\u00e1rio fazermos dessa data um dia de enfrentamento contra a barb\u00e1rie capitalista, para atuarmos com firmeza no quadro em que nos situamos hoje no Brasil.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos esquecer que o Primeiro de Maio \u00e9 uma homenagem aos lutadores e lutadoras que foram presos e condenados \u00e0 morte ap\u00f3s participarem de uma manifesta\u00e7\u00e3o em defesa da jornada de oito horas, num s\u00e1bado, no primeiro dia de maio de 1886, nos Estados Unidos. Naquela data, milhares de trabalhadores e trabalhadoras haviam ido \u00e0s ruas lutar pela redu\u00e7\u00e3o das jornadas de trabalho, sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios.<\/p>\n<p>As jornadas chegavam, na \u00e9poca, a 16 horas por dia nos EUA. Por isso a palavra de ordem &#8220;Um dia de oito horas sem corte no pagamento&#8221; foi a senha para grandes manifesta\u00e7\u00f5es, que desembocaram numa greve geral.<\/p>\n<p>A luta por jornadas de trabalho de at\u00e9 oito horas, por sal\u00e1rios e remunera\u00e7\u00f5es dignas, condi\u00e7\u00f5es de trabalho adequadas, garantia de oferta de empregos e de seguridade social sempre estiveram presentes nas lutas dos sindicatos e organiza\u00e7\u00f5es de trabalhadores, no enfrentamento ao capital, ao patronato que det\u00e9m os meios de produ\u00e7\u00e3o, as f\u00e1bricas e as empresas e que vivem da explora\u00e7\u00e3o do trabalho, apropriando-se da maior parte da riqueza produzida pelos trabalhadores, que \u00e9 a base de funcionamento do sistema capitalista.<\/p>\n<p>Por um Primeiro de Maio Vermelho!<\/p>\n<p>Neste Primeiro de Maio, mais uma vez defendemos a unidade e organiza\u00e7\u00e3o dos\/as trabalhadores\/as e a luta por uma nova sociedade, sem mis\u00e9ria, sem fome, sem desemprego, sem crian\u00e7as e idosos abandonados, sem pessoas obrigadas a morar na rua em virtude da situa\u00e7\u00e3o de pobreza.<\/p>\n<p>Uma sociedade em que todos tenham emprego, sal\u00e1rios e aposentadorias dignas, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o p\u00fablicas e gratuitas, enfim, uma sociedade sem explorados nem exploradores, uma sociedade da abund\u00e2ncia e da felicidade humana, a sociedade socialista.<\/p>\n<p>Repudiamos mais uma vez a decis\u00e3o das centrais sindicais, que resolveram transformar as atividades do Dia Internacional dos Trabalhadores em palco para os inimigos de classe, convidando-os para as manifesta\u00e7\u00f5es, pois foi a concilia\u00e7\u00e3o de classes que pavimentou o caminho para as derrotas do \u00faltimo per\u00edodo. A reorganiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora exige a supera\u00e7\u00e3o dessa pol\u00edtica subserviente e desastrosa.<\/p>\n<p>N\u00e3o se pode combater o neofascismo bolsonarista e o capitalismo se aliando aos governos e patr\u00f5es que mant\u00eam seus pilares. O PCB n\u00e3o apenas n\u00e3o participar\u00e1 de atos com representantes pol\u00edticos da burguesia, como ir\u00e1 denunciar junto \u00e0 classe trabalhadora a capitula\u00e7\u00e3o das entidades sindicais que dizem represent\u00e1-la desta forma.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m aproveitamos a data para saudar as trabalhadoras e os trabalhadores que lutaram e ainda lutam para sobreviver e combater a pandemia de COVID-19 que j\u00e1 ceifou a vida de mais de 7 milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo e os que lutam para sobreviver e combater outras tantas doen\u00e7as que j\u00e1 foram erradicadas em muitos pa\u00edses, mas que ainda matam e deixam sequelas nos pa\u00edses da periferia do sistema capitalista.<\/p>\n<p>Saudamos aquelas e aqueles que lutam contra as condi\u00e7\u00f5es de trabalho an\u00e1logas \u00e0 escravid\u00e3o, as condi\u00e7\u00f5es penosas e insalubres do trabalho assalariado, os que lutam para sobreviver \u00e0 mis\u00e9ria, \u00e0 fome, os que lutam por uma habita\u00e7\u00e3o digna, por saneamento b\u00e1sico, por um peda\u00e7o de terra para cultivar, saudamos os que lutam contra o racismo, o machismo e a lgbtfobia, aos povos que lutam contra as distintas agress\u00f5es imperialistas, principalmente nos pa\u00edses socialistas, que enfrentam severos bloqueios econ\u00f4micos e diversas outras formas de a\u00e7\u00e3o contrarrevolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m ressaltamos a import\u00e2ncia da combatividade dos que lutam pela supera\u00e7\u00e3o do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista, pois a intensifica\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o e da opress\u00e3o fortaleceram a difus\u00e3o e o enraizamento do neoliberalismo, do neofascismo e do neonazismo, que constru\u00edram e reconstru\u00edram partidos e movimentos e est\u00e3o de forma crescente instalando-se em governos, sindicatos, nas for\u00e7as armadas, nas igrejas e em diversos outros aparelhos ideol\u00f3gicos e j\u00e1 contam com significativo apoio de parte dos setores populares. Tal situa\u00e7\u00e3o vem fomentando guerras imperialistas, ampliando o desemprego, o trabalho sem registro, o trabalho infantil e a retirada de direitos e garantias de todo tipo.<\/p>\n<p>Parte deste problema se explica pela capitula\u00e7\u00e3o de instrumentos sindicais e partid\u00e1rios em todo o mundo, que cederam espa\u00e7o \u00e0 burguesia, refutaram a necessidade da supera\u00e7\u00e3o do capitalismo e desarmaram a classe trabalhadora subjetivamente, refor\u00e7ando os efeitos nocivos da chamada reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva. Esta realidade nos demonstra que ser\u00e1 mais do que necess\u00e1rio fortalecer um sindicalismo classista, que possa combater a burguesia, a concilia\u00e7\u00e3o e o esquerdismo, doen\u00e7a infantil do comunismo, em escala mundial.<\/p>\n<p>No Brasil, n\u00e3o faltam motivos para fomentarmos encontros, debates e processos de mobiliza\u00e7\u00e3o com os trabalhadores e as trabalhadoras, que a cada dia sofrem mais por viverem em um pa\u00eds com altos \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o, principalmente derivada do pre\u00e7o dos alimentos da cesta b\u00e1sica, com a maioria esmagadora de governos estaduais e municipais reacion\u00e1rios, com a fome e a mis\u00e9ria ainda mantidas em patamares absurdos, com uma fila de desempregados com mais de 12 milh\u00f5es, incluindo os desalentados e com mais de 38 milh\u00f5es trabalhando sem registro, com um d\u00e9ficit de moradias e de saneamento b\u00e1sico gigantesco.<\/p>\n<p>Infelizmente os anos de Bolsonaro, Temer, o golpe de 2016 contra Dilma e os anos de concilia\u00e7\u00e3o dos governos do PT n\u00e3o foram suficientes para que alguns partidos enraizados no movimento sindical e popular e as centrais sindicais brasileiras pudessem compreender que a classe trabalhadora deve ser autora de seus projetos imediatos e hist\u00f3ricos com independ\u00eancia.<\/p>\n<p>Na pauta de reivindica\u00e7\u00f5es deste Primeiro de Maio, as centrais sindicais sequer utilizaram a palavra revoga\u00e7\u00e3o quando se referiam \u00e0s recentes contrarreformas trabalhistas e previdenci\u00e1rias, justamente para n\u00e3o ir al\u00e9m das exig\u00eancias dos acordos do atual governo com a burguesia.<\/p>\n<p>Para reverter esta conjuntura e construir a contraofensiva da classe trabalhadora no Brasil e no mundo, devemos manter e ampliar as a\u00e7\u00f5es de solidariedade com os setores mais atingidos pela carestia, pela fome e pela mis\u00e9ria, fortalecer o debate program\u00e1tico com os setores organizados e com o conjunto da classe trabalhadora e construir mobiliza\u00e7\u00f5es nas categorias que est\u00e3o sendo frontalmente atacadas.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso mobilizar trabalhadores e trabalhadoras, sindicatos, movimentos populares e a juventude nos locais de trabalho, moradia e estudo, nos pontos de \u00f4nibus, barcas, metr\u00f4s e trens, para construirmos e enraizarmos junto aos diversos setores da classe trabalhadora a urg\u00eancia das lutas.<\/p>\n<p>Devemos ainda promover semin\u00e1rios, debates, encontros nacionais e regionais, panfletagens, manifesta\u00e7\u00f5es, ocupa\u00e7\u00f5es no campo e na cidade e greves, al\u00e9m de construir frentes e f\u00f3runs de mobiliza\u00e7\u00e3o de \u00e2mbito regional, nacional e internacional.<\/p>\n<p>O estudo cient\u00edfico sobre a realidade brasileira e a produ\u00e7\u00e3o de um programa revolucion\u00e1rio impulsionado por uma frente anticapitalista e anti-imperialista ser\u00e3o fundamentais para a constru\u00e7\u00e3o desta contraofensiva, pois as condi\u00e7\u00f5es objetivas para superar o capitalismo no Brasil est\u00e3o dadas, e o papel estrat\u00e9gico de nosso pa\u00eds nos faz crer que a revolu\u00e7\u00e3o brasileira ser\u00e1 decisiva para a emancipa\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora em todo o mundo.<\/p>\n<p>A derrota de Bolsonaro nos informa que conseguimos dar alguns passos significativos; por outro lado, caso n\u00e3o haja uma pujante a\u00e7\u00e3o organizada da classe trabalhadora desde j\u00e1, corremos um s\u00e9rio risco de amargar novos retrocessos. \u00c9 fundamental combater o apassivamento e a fragmenta\u00e7\u00e3o das lutas sindicais, populares e estudantis nos locais de trabalho, estudo e moradia, e fomentar a necess\u00e1ria retomada das lutas nas ruas.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 como combater a sofisticada domina\u00e7\u00e3o burguesa a que estamos submetidos sem que ampliemos significativamente nossa capacidade de comunica\u00e7\u00e3o com toda a sociedade e, principalmente, com os trabalhadores e as trabalhadoras. O programa da classe, em qualquer conjuntura, deve estar muito bem constru\u00eddo, em termos t\u00e1ticos e estrat\u00e9gicos, e deve ser amplamente difundido.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a dos instrumentos da classe trabalhadora nas lutas pelas diversas demandas imediatas \u00e9 fundamental para que tornemos o programa relevante e compreens\u00edvel. N\u00e3o h\u00e1 como combater o neofascismo e enraizar as lutas anticapitalistas, anti-imperialistas, a constru\u00e7\u00e3o do poder popular e do socialismo se n\u00e3o formos \u00e0s ruas, aos locais de trabalho, moradia e estudo com disposi\u00e7\u00e3o para ouvir. Por outro lado, n\u00e3o devemos somente ouvir, temos que estar preparados e dispostos a apontar caminhos e a denunciar problemas e suas origens que, na maioria das vezes, n\u00e3o s\u00e3o percebidos pelos trabalhadores.<\/p>\n<p>Sendo assim, para contribuir com o debate e para, principalmente, impulsionar as lutas, apontamos algumas das principais bandeiras que precisam fazer parte de um programa emergencial:<\/p>\n<p>\u2013 Lutar para que Bolsonaro e todos os seus c\u00famplices sejam julgados e punidos exemplarmente, e para tamb\u00e9m colocar na cadeia os empres\u00e1rios golpistas e os militares que torturaram e assassinaram durante os 21 anos do golpe de 1964, para que seja feita uma verdadeira justi\u00e7a de transi\u00e7\u00e3o que implemente no m\u00ednimo as recomenda\u00e7\u00f5es do relat\u00f3rio final da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar para superar o projeto de destrui\u00e7\u00e3o intensificado no pa\u00eds desde o golpe de 2016, a partir da compreens\u00e3o de que as sa\u00eddas apresentadas pelo mercado ampliaram a desigualdade social e fomentaram o desemprego, a fome e a mis\u00e9ria em larga escala;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar pela amplia\u00e7\u00e3o dos investimentos em educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade p\u00fablica, por pol\u00edticas de transfer\u00eancia imediata de renda, por reajuste, valoriza\u00e7\u00e3o e desonera\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar por regulamenta\u00e7\u00e3o e financiamento, por meio do Governo Federal, de estados e munic\u00edpios, para que se efetive o pagamento dos pisos salariais do magist\u00e9rio, dos demais trabalhadores da educa\u00e7\u00e3o, da enfermagem e dos demais trabalhadores da sa\u00fade, de modo que possamos consolidar padr\u00f5es de qualidade nos servi\u00e7os p\u00fablicos estatais e combater as diferentes formas de sucateamento, privatiza\u00e7\u00e3o e terceiriza\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar pela revoga\u00e7\u00e3o da contrarreforma do ensino m\u00e9dio;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar pela revoga\u00e7\u00e3o da Lei da terceiriza\u00e7\u00e3o irrestrita;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar pela revoga\u00e7\u00e3o das contrarreformas trabalhista e previdenci\u00e1ria, do teto dos gastos, da pol\u00edtica de pre\u00e7os dos combust\u00edveis da Petrobr\u00e1s pautada na PPI (Paridade de Pre\u00e7os Internacionais), pela reestatiza\u00e7\u00e3o da Eletrobr\u00e1s e das refinarias de petr\u00f3leo;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar pela revoga\u00e7\u00e3o da autonomia do Banco Central, denunciar a atual pol\u00edtica de juros altos e para que n\u00e3o avance nenhum dos projetos de privatiza\u00e7\u00e3o de empresas estrat\u00e9gicas em curso;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar para que os trabalhadores ativos e aposentados n\u00e3o paguem impostos sobre sal\u00e1rios e proventos, e que os valores desonerados dos trabalhadores sejam imediatamente pagos pelos patr\u00f5es, a partir de suas taxas de lucro, dividendos, heran\u00e7as e grandes fortunas;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar para construir uma Lei de responsabilidade social que tenha como princ\u00edpios fundamentais a irredutibilidade, a valoriza\u00e7\u00e3o e a desonera\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios e proventos de aposentadorias, com base nos valores do \u201csal\u00e1rio m\u00ednimo necess\u00e1rio\u201d estabelecido pelo Dieese;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar pela redu\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria de trabalho para 30 horas, sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios;<\/p>\n<p>\u2013 Lutar para articular as lutas contra todas as opress\u00f5es e as lutas ambientais com um projeto anticapitalista, anti-imperialista e internacionalista;<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas lutas emergenciais, reafirmamos nossa disposi\u00e7\u00e3o para construirmos e debatermos estas e outras bandeiras em um grande Encontro Nacional da Classe Trabalhadora, com a participa\u00e7\u00e3o de todos os sindicatos de trabalhadores do Brasil, dos partidos pol\u00edticos ligados aos interesses da classe trabalhadora, dos movimentos populares e dos estudantes, com a maior brevidade poss\u00edvel e como f\u00f3rum indispens\u00e1vel para o processo de reorganiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m reafirmamos nosso compromisso com a constru\u00e7\u00e3o da Federa\u00e7\u00e3o Sindical Mundial, da Frente Povo Sem Medo, com o F\u00f3rum Sindical, Popular e de Juventude, por Direitos e Liberdades Democr\u00e1ticas, por compreendermos o papel t\u00e1tico e o potencial estrat\u00e9gico destes instrumentos de luta na constru\u00e7\u00e3o da contraofensiva dos trabalhadores no Brasil e no mundo.<\/p>\n<p>VIVA O PRIMEIRO DE MAIO!<\/p>\n<p>TRABALHADORES DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!<\/p>\n<p>VAMOS CONSTRUIR O PODER POPULAR E O SOCIALISMO!<\/p>\n<p>\u00c9 FOR\u00c7A E A\u00c7\u00c3O, AQUI \u00c9 O PARTID\u00c3O!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30330\"> 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