{"id":3048,"date":"2012-06-21T20:16:19","date_gmt":"2012-06-21T20:16:19","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3048"},"modified":"2012-06-21T20:16:19","modified_gmt":"2012-06-21T20:16:19","slug":"confianca-volta-a-cair-e-indica-junho-fraco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3048","title":{"rendered":"Confian\u00e7a volta a cair e indica junho fraco"},"content":{"rendered":"\n<p>Os primeiros dados de atividade da ind\u00fastria em junho refor\u00e7am a percep\u00e7\u00e3o de que a economia no segundo trimestre avan\u00e7ou de forma ainda lenta. Duas pesquisas mostraram que a confian\u00e7a dos empres\u00e1rios do setor recuou neste m\u00eas para o menor patamar do ano, em raz\u00e3o da decep\u00e7\u00e3o com o resultado dos est\u00edmulos j\u00e1 concedidos, segundo economistas. Como ainda em junho n\u00e3o h\u00e1 sinais claros de retomada da atividade, ganha for\u00e7a a avalia\u00e7\u00e3o de que ser\u00e1 necess\u00e1rio uma forte acelera\u00e7\u00e3o do crescimento no segundo semestre para que o pa\u00eds encerre o ano com crescimento de 2%.<\/p>\n<p>De acordo com o resultado preliminar, o \u00cdndice de Confian\u00e7a da Sondagem da Ind\u00fastria da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), que vinha mostrando recupera\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a do setor desde novembro, ainda que gradual, passou de 103,4 pontos em maio para 102,9 pontos em junho, queda de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o ao resultado final do m\u00eas anterior. Se confirmado, este ser\u00e1 o primeiro recuo do indicador desde outubro.<\/p>\n<p>Em outro levantamento, a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) mostrou que o \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial (ICEI) recuou 1,8 ponto entre maio e junho, para 56,1 pontos, menor n\u00edvel desde dezembro de 2011. O Icei varia de zero a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos indicam otimismo no setor.<\/p>\n<p>Aloisio Campelo, coordenador da pesquisa da FGV, destaca que a queda da confian\u00e7a recuou principalmente por causa da retra\u00e7\u00e3o do \u00cdndice de Expectativas (IE). &#8220;Houve recalibragem das expectativas, que parece associada \u00e0 dificuldade de acelera\u00e7\u00e3o da economia&#8221;, afirma. A pr\u00e9via da sondagem mostrou que ap\u00f3s alta de 1,1% nos \u00faltimos dois meses, o IE teve queda de 1,6% em junho ante maio, retornando ao mesmo patamar observado em fevereiro.<\/p>\n<p>Marcelo de \u00c1vila, economista da CNI, avalia que o otimismo registrou aumentos consecutivos no in\u00edcio do ano por causa das medidas do governo para estimular o crescimento do setor, mas agora os empres\u00e1rios avaliam que at\u00e9 o momento, o conjunto de a\u00e7\u00f5es n\u00e3o levou a &#8220;uma recupera\u00e7\u00e3o, de fato, da atividade industrial&#8221;.<\/p>\n<p>Para Vladimir Caramaschi, economista-chefe do Cr\u00e9dit Agricole, a queda da confian\u00e7a da ind\u00fastria pode ser atribu\u00edda ao cen\u00e1rio externo, em que a Europa est\u00e1 imersa em uma grave crise e os emergentes j\u00e1 n\u00e3o mostram a mesma resist\u00eancia ao desaquecimento mundial vista entre 2008 e 2009. Al\u00e9m disso, ressalta, h\u00e1 certa frustra\u00e7\u00e3o com a demanda dom\u00e9stica. &#8220;Com juros reais no patamar atual, em outras \u00e9pocas o consumo estaria bombando&#8221;, mas isso n\u00e3o ocorre hoje como resultado do comprometimento mais elevado da renda das fam\u00edlias com d\u00edvidas, avalia.<\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos meses, diz Caramaschi, esse problema deve ser parcialmente equacionado, j\u00e1 que a maioria das d\u00edvidas \u00e9 de curto prazo. Com a expectativa de que a inadimpl\u00eancia passe a ceder, o afrouxamento das condi\u00e7\u00f5es monet\u00e1rias, a desonera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria para alguns setores e a fraca base de compara\u00e7\u00e3o devem dar algum al\u00edvio para a ind\u00fastria no segundo semestre, o que comp\u00f5e o quadro de forte retomada da economia esperada pelo economista. Caramaschi estima que o PIB ir\u00e1 crescer entre 1,7% e 2% por trimestre nos \u00faltimos seis meses de 2012.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Eduardo Velho, economista-chefe da Prosper Corretora, a queda da confian\u00e7a industrial em junho refor\u00e7a um quadro ainda pessimista para a produ\u00e7\u00e3o e os investimentos no segundo trimestre e indica que a economia s\u00f3 deve ter um crescimento mais pr\u00f3ximo do potencial nos \u00faltimos tr\u00eas meses de 2012. Por isso, diz, sua proje\u00e7\u00e3o de crescimento de 2,1% em 2012 j\u00e1 parece um teto. Ele calcula que, se no segundo trimestre a economia crescer 0,6%, ser\u00e1 necess\u00e1rio que o PIB brasileiro avance no m\u00ednimo 1,5% nos \u00faltimos dois trimestres do ano para que a expans\u00e3o da atividade n\u00e3o seja inferior a 2% em 2012.<\/p>\n<p>Em fun\u00e7\u00e3o do fraco desempenho da atividade industrial no in\u00edcio do segundo trimestre, o Credit Suisse reduziu ontem a proje\u00e7\u00e3o de crescimento para o Brasil neste ano de 2% para 1,5%. A estimativa da institui\u00e7\u00e3o para o ano incorpora a redu\u00e7\u00e3o de 0,8% para 0,5% na proje\u00e7\u00e3o de crescimento para o per\u00edodo entre abril e junho, al\u00e9m de avan\u00e7os de 1% e 1,5% nos trimestres seguintes, em rela\u00e7\u00e3o aos tr\u00eas meses imediatamente anteriores.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Mercado de trabalho ficou mais acomodado em maio, dizem analistas<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Com o enfraquecimento da economia brasileira nos \u00faltimos meses, a expectativa dos economistas \u00e9 que o mercado de trabalho formal d\u00ea sinais mais claros de acomoda\u00e7\u00e3o em maio, com estabilidade na taxa de desemprego e ritmo semelhante na cria\u00e7\u00e3o de vagas de emprego. Levantamento realizado pelo Valor Data aponta a cria\u00e7\u00e3o de 201,3 mil postos de trabalho no per\u00edodo, abaixo das 217 mil vagas abertas em abril, segundo a m\u00e9dia das estimativas de sete institui\u00e7\u00f5es para o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Minist\u00e9rio do Trabalho. J\u00e1 a perspectiva m\u00e9dia de 11 institui\u00e7\u00f5es para a taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) \u00e9 que ela fique est\u00e1vel no per\u00edodo, em 6%. Os dois indicadores ser\u00e3o divulgados hoje.<\/p>\n<p>Para os economistas, o mercado de trabalho est\u00e1 refletindo agora o que aconteceu com a economia brasileira nos tr\u00eas primeiros meses de 2012. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 0,2% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, decepcionando os economistas, que previam aumento em torno de 0,5%. A expectativa era de que a economia brasileira come\u00e7asse a acelerar, ap\u00f3s seis meses fracos. &#8220;A resposta do mercado de trabalho \u00e0 atividade econ\u00f4mica \u00e9 dada com defasagem. O que vemos agora no emprego \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o ao passado, da mesma forma que os reflexos da falta de f\u00f4lego na economia neste trimestre ir\u00e3o aparecer no mercado de trabalho s\u00f3 l\u00e1 na frente&#8221;, diz Rafael Bacciotti, economista da Tend\u00eancias Consultoria.<\/p>\n<p>Pelos seus c\u00e1lculos, foram criadas 195,5 mil vagas entre abril e maio, per\u00edodo no qual a taxa de desemprego teria permanecido em 6%. &#8220;Se olharmos os dados do IBGE, veremos que o emprego formal est\u00e1 desacelerando. O que est\u00e1 sustentando a taxa de desemprego no patamar atual \u00e9 o emprego informal&#8221;, ressalta o economista referindo-se \u00e0 Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Segundo ele, \u00e9 por isso que o cen\u00e1rio apresentado pela PME, que computa o emprego informal, se mostra mais confort\u00e1vel que o revelado pelo Caged.<\/p>\n<p>Devido ao ambiente econ\u00f4mico incerto, argumenta Bacciotti, houve uma certa modera\u00e7\u00e3o nas contrata\u00e7\u00f5es com carteira. &#8220;Isso n\u00e3o significa uma invers\u00e3o no processo de formaliza\u00e7\u00e3o. Ele continua, mas em ritmo mais lento.&#8221;<\/p>\n<p>Outro ponto de diverg\u00eancia entre a PME e o Caged, notado por Leandro C\u00e2mara Negr\u00e3o, do Bradesco, est\u00e1 no comportamento do mercado de trabalho nos centros metropolitanos e nas demais regi\u00f5es do pa\u00eds. Segundo o economista, nas \u00e1reas metropolitanas a ocupa\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 acelerando, enquanto nos demais locais o movimento \u00e9 contr\u00e1rio, de desacelera\u00e7\u00e3o. &#8220;Uma explica\u00e7\u00e3o para esse descasamento pode estar nos setores de atividade. Nas regi\u00f5es metropolitanas, os servi\u00e7os e o com\u00e9rcio s\u00e3o mais representativos e, como esses setores apresentam maior robustez, est\u00e3o puxando o emprego. Por outro lado, o interior, que \u00e9 mais dependente da ind\u00fastria e da agricultura, sofre mais, j\u00e1 que esses setores d\u00e3o sinais de enfraquecimento.&#8221;<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o de Negr\u00e3o se baseia na m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral, considerada por ele um indicador de tend\u00eancia mais preciso que a varia\u00e7\u00e3o mensal. Os dados calculados pelo Bradesco mostram que nos centros metropolitanos a gera\u00e7\u00e3o de emprego subiu de 30,8 mil em dezembro para 46 mil em abril, ao passo que nas demais regi\u00f5es a cria\u00e7\u00e3o de vagas passou de 63,5 mil para 53,4 mil no mesmo per\u00edodo, feitos os ajustes sazonais.<\/p>\n<p>Negr\u00e3o acredita que, entre abril e maio, surgiram mais 180,6 mil postos de trabalho no pa\u00eds, o que equivaleria a 84,1 mil novas vagas considerando seu ajuste sazonal. Esse montante, em sua opini\u00e3o, \u00e9 pequeno. &#8220;Estamos falando em criar neste ano metade dos empregos gerados em 2010, mas n\u00e3o deveremos ver fechamento de postos de trabalho.&#8221;<\/p>\n<p>O economista ainda chama a aten\u00e7\u00e3o para a perda de ritmo nos reajustes salariais. Pelas suas contas, o aumento m\u00e9dio real deve baixar de 4% no primeiro trimestre para 3,6% no segundo. &#8220;A eleva\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 superando a m\u00e9dia hist\u00f3ria, que est\u00e1 em 2,1% entre 2010 e 2012, mas com aumentos menores, o mercado de trabalho fica menos pressionado.&#8221;<\/p>\n<p>Fernanda Consorte, economista do Santander, lembra que, segundo o Dieese, 30% das categorias t\u00eam reajuste salariais em maio, o que deve contribuir para que, no m\u00eas, o rendimento real tenha crescimento significativo. A economista v\u00ea um cen\u00e1rio mais animador para o mercado de trabalho, j\u00e1 que a demanda das fam\u00edlias continua forte, permitindo que a popula\u00e7\u00e3o ocupada em setores como com\u00e9rcio e servi\u00e7os continue a avan\u00e7ar.<\/p>\n<p>No segundo semestre, diz Fernanda, a expectativa \u00e9 de fortalecimento do mercado de trabalho, ante a aposta de resposta da atividade aos est\u00edmulos em curso, como o corte de 400 pontos-base na taxa b\u00e1sica de juros.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Setor de linha branca quer manter redu\u00e7\u00e3o do IPI<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletr\u00f4nicos (Eletros) pediu ao minist\u00e9rio da Fazenda a prorroga\u00e7\u00e3o da al\u00edquota reduzida do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para linha branca como fog\u00e3o, geladeira e m\u00e1quina de lavar. O prazo termina no final deste m\u00eas. &#8220;Este foi o primeiro contato&#8221;, disse o presidente da Eletros, Lourival Ki\u00e7ula, ap\u00f3s reuni\u00e3o com o secret\u00e1rio-executivo do Minist\u00e9rio da Fazenda, Nelson Barbosa.<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Eletros, o governo solicitou um estudo detalhado sobre o impacto da diminui\u00e7\u00e3o do IPI nas vendas do setor, mas n\u00e3o indicou se atender\u00e1 o pleito. Em dezembro, o governo cortou o IPI da linha branca para estimular as vendas do segmento. A medida foi prorrogada em mar\u00e7o para o final de junho.<\/p>\n<p>Atualmente, a al\u00edquota de IPI que incide sobre os eletrodom\u00e9sticos \u00e9 de at\u00e9 10%. Sem a isen\u00e7\u00e3o, a al\u00edquota para fog\u00f5es \u00e9 de 4%, para geladeiras \u00e9 de 15% e, para m\u00e1quinas de lavar, 20%. No m\u00eas final de maio, o Valor informou que a Eletros defende ainda uma al\u00edquota \u00fanica de 4% de IPI para linha branca a partir de 1\u00ba de julho.<\/p>\n<p>Ki\u00e7ula ressaltou que, com a diminui\u00e7\u00e3o do IPI, as vendas do setor apresentaram um crescimento entre 5% e 10% no primeiro trimestre deste ano na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2011. Em abril, no entanto, houve uma diminui\u00e7\u00e3o de 5% ante o m\u00eas de 2011, o que, segundo o presidente da Eletros, pode estar relacionado \u00e0 antecipa\u00e7\u00e3o de compras, pois o benef\u00edcio acabaria em mar\u00e7o. Em maio, houve uma recupera\u00e7\u00e3o e as vendas subiram 5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado.<\/p>\n<hr \/>\n<p>A\u00e7\u00f5es de BB e Ita\u00fa t\u00eam maior tombo de bancos das Am\u00e9ricas, diz estudo<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es do Banco do Brasil e do Ita\u00fa Unibanco apresentam neste ano o pior desempenho entre os grandes bancos (com ativos acima de US$ 100 bilh\u00f5es) de capital aberto das Am\u00e9ricas, de acordo com levantamento da consultoria Econom\u00e1tica divulgado ontem. A a\u00e7\u00e3o ordin\u00e1ria (ON, com direito a voto) do Banco do Brasil acumula, at\u00e9 19 de junho, queda de 10,7%. A segunda mais castigada \u00e9 a preferencial (PN, sem direito a voto) do Ita\u00fa Unibanco, com recuo de 9,07% no ano. A a\u00e7\u00e3o ON do Ita\u00fa Unibanco tamb\u00e9m cai 2012: 0,21%.<\/p>\n<p>&#8211; Os bancos brasileiros sofrem pela press\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o nas taxas de juros e das taxas de administra\u00e7\u00e3o de fundos. Tem tamb\u00e9m a inadimpl\u00eancia evoluindo. Dos grandes, o Ita\u00fa \u00e9 o mais pressionado (pelos calotes) &#8211; avalia Leonardo Zanfelicio, analista da corretora Conc\u00f3rdia.<\/p>\n<p>Expectativa de venda puxa a\u00e7\u00e3o do Santander<\/p>\n<p>Entre os gigantes brasileiros, apenas a\u00e7\u00f5es do Santander e do Bradesco apresentam varia\u00e7\u00e3o positiva no acumulado do ano. Santander PN \u00e9 o papel com melhor desempenho, com 15,05% de valoriza\u00e7\u00e3o. As a\u00e7\u00f5es ON e PN do Bradesco avan\u00e7aram 3,72% e 2,59% respectivamente.<\/p>\n<p>&#8211; O Santander vem sendo alvo de rumores de que poder\u00e1 ser vendido, caso precise levantar dinheiro. O investidor fica na expectativa de ganhar 10% de uma vez, se a venda acontecer, e vai comprando &#8211; avalia Luiz Augusto Pacheco, diretor de gest\u00e3o da Inva Capital.<\/p>\n<p>Dos bancos americanos, Bank of America e Regions Financial foram os mais prejudicados pela crise das hipotecas de 2008. Segundo o analista Marty Mosby, da Guggenheim Securities, por isso perderam mais valor de mercado no in\u00edcio da crise e s\u00e3o hoje os mais beneficiados pela recupera\u00e7\u00e3o da economia. A a\u00e7\u00e3o do Bank of America tem ganho de 46,24% no ano, enquanto o Regions Financial sobe 57,04%.<\/p>\n<p>&#8211; Eles t\u00eam os maiores potenciais de ganhos, mas tamb\u00e9m o maior risco se a economia piorar. Se as coisas continuarem a melhorar, ser\u00e3o os mais beneficiados &#8211; diz Mosby.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Cai a venda de m\u00e1quinas para constru\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Ap\u00f3s mostrar evolu\u00e7\u00e3o quase constante nos \u00faltimos oito anos &#8211; interrompida apenas em 2009 pela crise financeira, mas compensada por sucessivos recordes nos dois anos seguintes -, o consumo de m\u00e1quinas e equipamentos empregados na constru\u00e7\u00e3o civil e grandes projetos de infraestrutura travou em 2012.<\/p>\n<p>Dados da Abimaq, a entidade que abriga os fabricantes de bens de capital instalados no Brasil, mostram quedas expressivas em uma s\u00e9rie de equipamentos utilizados na primeira fase das obras &#8211; ou seja, todos aqueles trabalhos destinados a preparar o terreno para o in\u00edcio das edifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Quando comparado ao mesmo per\u00edodo de 2011, o desempenho do primeiro trimestre revela queda de 21% nas vendas de escavadeiras hidr\u00e1ulicas e de 36,1% nos volumes de motoniveladoras. No caso das retroescavadeiras &#8211; equipamento mais utilizado na fase de terraplenagem -, a queda foi menos significativa, de apenas 1,1% em rela\u00e7\u00e3o a um ano antes.<\/p>\n<p>Na soma dos principais equipamentos &#8211; que ainda inclui tratores de esteira, carregadeiras, caminh\u00f5es fora-de-estrada e rolos compactadores -, a contra\u00e7\u00e3o \u00e9 da ordem de 15,4%.<\/p>\n<p>A letargia dos projetos p\u00fablicos &#8211; que levou o governo federal a colocar recentemente um cr\u00e9dito de R$ 20 bilh\u00f5es \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos Estados para obras de infraestrutura -, combinada \u00e0 retra\u00e7\u00e3o dos investimentos no pa\u00eds &#8211; como revelou a decomposi\u00e7\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre &#8211; ajuda a explicar a inflex\u00e3o da trajet\u00f3ria positiva dos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o com o est\u00e1gio de projetos que contrataram grande volume de maquin\u00e1rio nos \u00faltimos anos. Boa parte das obras dos est\u00e1dios que v\u00e3o receber a Copa do Mundo de 2014, por exemplo, come\u00e7a a sair da fase de movimenta\u00e7\u00e3o de terra &#8211; que utiliza as m\u00e1quinas citadas acima &#8211; para um est\u00e1gio de deslocamento de materiais, no qual come\u00e7am a ser utilizados outros tipos de equipamentos, como gruas e as plataformas elevat\u00f3rias.<\/p>\n<p>Por outro lado, os empreendimentos ligados a acessos vi\u00e1rios, mobilidade urbana e aeroportos, n\u00e3o avan\u00e7am como a pr\u00f3pria Fifa &#8211; organizadora do Mundial de Futebol &#8211; esperava.<\/p>\n<p>&#8220;Tem muito investimento a ser feito, mas eles acontecem a uma velocidade aqu\u00e9m do imaginado&#8221;, resume Cl\u00f3vis Salioni J\u00fanior, presidente da Abef, a entidade das empresas de engenharia de funda\u00e7\u00f5es &#8211; setor que movimenta aproximadamente R$ 350 milh\u00f5es por ano em m\u00e1quinas perfuratrizes e bate-estacas.<\/p>\n<p>A Brasil M\u00e1quinas de Constru\u00e7\u00e3o (BMC) &#8211; que distribui marcas como Hyundai, Zoomlion e XCMG &#8211; relata um in\u00edcio de ano ruim em termos de faturamento. De acordo com o presidente da empresa, Felipe Cavalieri, a carteira de pedidos ainda mostra algum crescimento, mas a demora na execu\u00e7\u00e3o dos contratos vem derrubando a receita: a queda at\u00e9 agora \u00e9 de 15%.<\/p>\n<p>Cavalieri aponta que o principal entrave \u00e9 a lentid\u00e3o na execu\u00e7\u00e3o das ordens de servi\u00e7o por governos (federal, estaduais e municipais), devido, principalmente, a dificuldades relacionadas a burocracia ou licenciamento ambiental das obras.<\/p>\n<p>A maioria dos clientes da BMC &#8211; cerca de 80% &#8211; atende a obras p\u00fablicas. O executivo acrescenta que a espera pelo faturamento de contratos tamb\u00e9m pesa sobre os custos da empresa: &#8220;Meu problema \u00e9 que eu tenho de ficar carregando m\u00e1quina no estoque e isso tem um pre\u00e7o.&#8221;<\/p>\n<p>As perspectivas para o longo prazo permanecem positivas, mas o desempenho registrado nos primeiros meses do ano indica que o setor ter\u00e1 dificuldade para cumprir com as previs\u00f5es de crescimento tra\u00e7adas para 2012.<\/p>\n<p>Andrea Park, presidente da c\u00e2mara de m\u00e1quinas rodovi\u00e1rias da Abimaq, diz que a tend\u00eancia para o consumo de equipamentos para constru\u00e7\u00e3o est\u00e1 mais para um aumento de 5% do que para os 10% previstos no fim do ano passado.<\/p>\n<p>O balan\u00e7o da entidade mostra que, a despeito da menor demanda, a produ\u00e7\u00e3o dessas m\u00e1quinas cresceu 4,5% no primeiro trimestre, indicando que havia uma perspectiva positiva dos fabricantes no in\u00edcio do ano. &#8220;Todo mundo se preparou muito para uma expectativa que n\u00e3o aconteceu&#8221;, avalia Andrea.<\/p>\n<p>Por outro lado, a melhora da demanda nos mercados internacionais permitiu ao setor compensar parcialmente a queda das vendas dom\u00e9sticas com um aumento significativo das exporta\u00e7\u00f5es. Houve, por exemplo, expans\u00e3o de 42,4% nos embarques ao exterior de retroescavadeiras e crescimento de 18% nas exporta\u00e7\u00f5es de motoniveladoras, conforme os dados do trimestre.<\/p>\n<p>A Sobratema &#8211; que coleta informa\u00e7\u00f5es sobre esse mercado &#8211; tra\u00e7a um aumento de 5% nas vendas de maquin\u00e1rio de constru\u00e7\u00e3o, mas o vice-presidente da entidade, M\u00e1rio Humberto Marques, adianta que esse n\u00famero s\u00f3 ser\u00e1 atingido se o segundo semestre for muito bom e o PIB brasileiro conseguir crescer 3% no ano &#8211; uma possibilidade pouco considerada pelo mercado financeiro, que prev\u00ea crescimento de 2,3% para 2012.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Consumo em queda<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>O consumo das fam\u00edlias brasileiras tem livrado o Produto Interno Bruto (PIB) de um cen\u00e1rio ainda pior. Por\u00e9m, o resultado do \u00cdndice de Inten\u00e7\u00e3o de Consumo das Fam\u00edlias (ICF), divulgado pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio (CNC), mostrou que os consumidores iniciaram um processo de redu\u00e7\u00e3o no ritmo de compra em 0,7% em junho, na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior. Os dados da pesquisa indicam que a lenta recupera\u00e7\u00e3o do mercado e o alto n\u00edvel da inadimpl\u00eancia ainda s\u00e3o barreiras para o crescimento do consumo. Por outro \u00e2ngulo, o aumento real da renda e a baixa das taxas de desemprego favoreceram para que os n\u00fameros da economia brasileira n\u00e3o deixasse de crescer, ainda que em patamares baixos.<\/p>\n<p>&#8220;Embora menor, o otimismo se manteve n\u00e3o s\u00f3 pelo crescimento real da massa salarial como tamb\u00e9m pelos est\u00edmulos que vem sendo dados para reaquecer a economia. No entanto, o comprometimento da renda com gastos inibe um crescimento mais forte da inten\u00e7\u00e3o de consumo&#8221;, destacou o economista da CNC Bruno Fernandes.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da entidade, a exclus\u00e3o de medidas restritivas ao cr\u00e9dito, as isen\u00e7\u00f5es fiscais e o corte das taxas de juros praticados pelos bancos tendem a resgatar a confian\u00e7a do consumidor.<\/p>\n<p>As d\u00edvidas das fam\u00edlias comprometem at\u00e9 o lazer. O engenheiro Renato Santos Medeiros, 34 anos, est\u00e1 com boa parte da renda comprometida com despesas que v\u00e3o da presta\u00e7\u00e3o do carro novo \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, o que o levou a separar as contas eleger prioridades. &#8220;Quase n\u00e3o sobra nada. Tivemos que diminuir o lazer para n\u00e3o ficar ainda mais endividado&#8221;, lamenta. Medeiros garante que pretende quitar as pend\u00eancias para, s\u00f3 ent\u00e3o, pensar em novas aquisi\u00e7\u00f5es. &#8220;Por enquanto, n\u00e3o quero comprar nada. Se n\u00e3o, perco o controle do meu or\u00e7amento&#8221;.<\/p>\n<p>Juros mais baixos e cr\u00e9dito farto fizeram com a professora universit\u00e1ria Martha Vieira, 50, mergulhar em d\u00edvidas. Ao abrir a fatura do cart\u00e3o de cr\u00e9dito, ela levou um susto. O total chegou perto de R$ 2 mil e Martha precisou recorrer a um empr\u00e9stimo de<\/p>\n<p>R$ 1 mil para complementar o pagamento da d\u00edvida. &#8220;S\u00f3 com meu sal\u00e1rio eu n\u00e3o seria capaz de pagar&#8221;. At\u00e9 2013, parte dos seus ganhos ser\u00e1 separado para pagar as parcelas de R$ 147,50 ao banco. &#8220;Depois que eu pagar todo o empr\u00e9stimo \u00e9 que vou pensar em voltar a consumir novamente. S\u00f3 que agora com mais controle.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Devolu\u00e7\u00e3o de cheques aumenta<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>Com 1, 73 milh\u00e3o de cheques sem fundos, 2012 teve o pior m\u00eas de maio desde a crise de 2009. Os dados s\u00e3o da Serasa Experian, que aponta como causas do calote as compras realizadas no Dia das M\u00e3es, o endividamento e a inadimpl\u00eancia crescente dos consumidores. No m\u00eas passado, o volume de cheques sem fundo atingiu 2,20% do total compensado. Em maio de 2009, os cheques devolvidos corresponderam a 2,52%.<\/p>\n<p>O resultado de maio \u00e9 superior ao de abril, quando o volume de cheques devolvidos ficou em 2,08%. De janeiro a maio, o acumulado chega a 2,08%, acima do 1,93% verificado no mesmo per\u00edodo de 2011.<\/p>\n<p>Assessor econ\u00f4mico da Serasa, Carlos Henrique de Almeida explica que a devolu\u00e7\u00e3o de cheques tem peso reduzido no c\u00e1lculo da inadimpl\u00eancia, indicador que cresceu 6,2%, na compara\u00e7\u00e3o maio\/abril, ficando atr\u00e1s das d\u00edvidas n\u00e3o banc\u00e1rias, que puxaram o aumento. O endividamento cresceu em fun\u00e7\u00e3o do cart\u00e3o de cr\u00e9dito, das compras no varejo e tamb\u00e9m das contas de servi\u00e7os de \u00e1gua, luz e g\u00e1s.<\/p>\n<p>Embora o cheque acompanhe o endividamento, ele n\u00e3o \u00e9 fiel ao crescimento da inadimpl\u00eancia. Isso porque o consumidor endividado prioriza outras formas de pagamento. %u201CEle sempre busca preservar o cart\u00e3o de cr\u00e9dito, que permite fazer compras mesmo estando com o nome sujo.%u201D Em outras palavras, se o \u00edndice de devolu\u00e7\u00f5es de cheque \u00e9 alto, o de inadimpl\u00eancia do consumidor \u00e9 muito maior.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Dilma defende \u2018consenso\u2019 sobre documento final<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A presidente Dilma Rousseff abriu a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, nome oficial da Rio+20, afirmando que o rascunho do documento final costurado nos \u00faltimos dias foi &#8220;fruto do consenso&#8221; e defendendo a a\u00e7\u00e3o de todos os pa\u00edses para conduzir o mundo para as mudan\u00e7as necess\u00e1rias a fim de atingir o desenvolvimento sustent\u00e1vel. O tom de seu discurso foi de resposta \u00e0s cr\u00edticas de ONGs e representantes europeus, que consideraram o texto fraco e sem ambi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Dilma explicou que o texto foi &#8220;resultado de grande esfor\u00e7o de concilia\u00e7\u00e3o e aproxima\u00e7\u00e3o de posi\u00e7\u00f5es&#8221;, numa refer\u00eancia \u00e0 exig\u00eancia de que o documento tenha o apoio un\u00e2nime dos representantes de todos os 193 pa\u00edses.<\/p>\n<p>As ONGs e v\u00e1rios pa\u00edses, por\u00e9m, exigiram que a express\u00e3o &#8220;com plena participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil&#8221; seja removida do par\u00e1grafo introdut\u00f3rio do documento-base da confer\u00eancia, expondo a irrita\u00e7\u00e3o com o resultado da confer\u00eancia.<\/p>\n<p>O embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, negociador-chefe do Pa\u00eds, reagiu \u00e0 press\u00e3o pelo teor do documento final. &#8220;Quem exige ambi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o e n\u00e3o p\u00f5e dinheiro na mesa est\u00e1 sendo no m\u00ednimo incoerente&#8221;, disse Figueiredo Machado.<\/p>\n<p>Foi uma clara resposta \u00e0s cr\u00edticas de representantes de v\u00e1rios pa\u00edses, que, mesmo tendo concordado com o documento final aprovado na ter\u00e7a-feira, qualificaram o resultado da confer\u00eancia como pouco ambicioso.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o se pode exigir ambi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o se n\u00e3o houver ambi\u00e7\u00e3o de financiamento&#8221;, disse Figueiredo.<\/p>\n<p>Diante de tantas express\u00f5es de descontentamento, a principal d\u00favida no Riocentro ontem era se o documento poderia ser reaberto para negocia\u00e7\u00f5es e modifica\u00e7\u00f5es antes do fim da confer\u00eancia. Figueiredo disse que n\u00e3o h\u00e1 essa possibilidade &#8211; apesar do fato de o documento s\u00f3 ser adotado formalmente na plen\u00e1ria final de amanh\u00e3. &#8220;Esse \u00e9 o texto. J\u00e1 foi negociado, j\u00e1 est\u00e1 fechado.&#8221;<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um apelo para que os pa\u00edses-membros da entidade avancem em rela\u00e7\u00e3o aos compromissos firmados na Rio+20.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nValor Econ\u00f4mico\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3048\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3048","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-Na","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3048","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3048"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3048\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3048"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3048"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3048"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}