{"id":30678,"date":"2023-07-28T16:11:27","date_gmt":"2023-07-28T19:11:27","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=30678"},"modified":"2023-07-28T16:11:27","modified_gmt":"2023-07-28T19:11:27","slug":"vianinha-e-o-comite-cultural-do-pcb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30678","title":{"rendered":"Vianinha e o Comit\u00ea Cultural do PCB"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"30679\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30678\/image-2-15\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image-2-5.png?fit=400%2C400&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"400,400\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (2)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image-2-5.png?fit=400%2C400&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-30679\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image-2-5.png?resize=400%2C400&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image-2-5.png?w=400&amp;ssl=1 400w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image-2-5.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image-2-5.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Ricardo Costa (Rico) &#8211; Secret\u00e1rio de Comunica\u00e7\u00e3o do PCB<\/p>\n<p>Oduvaldo Viana Filho, o Vianinha, nasceu no Rio de Janeiro, em 1936, e foi um dos principais nomes da dramaturgia brasileira, apesar de ter morrido muito jovem, em 16 de julho de 1974, aos 38 anos, de c\u00e2ncer. Militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), foi dramaturgo, ator, roteirista de TV e influente ativista do mundo da cultura. Vianinha nasceu, cresceu, formou-se e tornou-se adulto em uma fam\u00edlia de militantes comunistas, como eram seus pais, o dramaturgo Oduvaldo Vianna e Deoc\u00e9lia Vianna.<\/p>\n<p>Foi destacado integrante do Comit\u00ea Cultural do PCB, que atuou no interior do mais importante aparelho privado de hegemonia diretamente influenciado pelo Partido no per\u00edodo, o CPC da UNE, cuja luta por uma cultura nacional-popular casava-se com a estrat\u00e9gia da revolu\u00e7\u00e3o nacional democr\u00e1tica. Do CPC fizeram parte nomes que, mais tarde, despontariam como figuras de grande express\u00e3o na cultura brasileira: al\u00e9m de Oduvaldo Vianna Filho, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, Paulo Pontes, Arnaldo Jabor, Carlos Diegues, Carlos N\u00e9lson Coutinho, Leon Hirszman, Carlos Estevam Martins, Jos\u00e9 Carlos Capinam, dentre os quais Vianinha destacava-se como \u201ca grande cabe\u00e7a\u201d ou \u201ca alma\u201d dos movimentos liderados pelo CPC, conforme depoimentos daqueles que com ele conviveram.<\/p>\n<p>Vianinha foi tamb\u00e9m um dos l\u00edderes do Teatro de Arena de S\u00e3o Paulo, criado em 1953 com o intuito de propor uma renova\u00e7\u00e3o e a nacionaliza\u00e7\u00e3o dos espet\u00e1culos teatrais, tendo assumido, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960, com Augusto Boal, Guarnieri e Vianinha, uma perspectiva cada vez mais cr\u00edtica e revolucion\u00e1ria. Vianinha estudou arquitetura at\u00e9 o terceiro ano e depois abandonou o curso para se dedicar ao teatro. Come\u00e7ou em 1955, no Teatro Paulista do Estudante, atuando em v\u00e1rios espet\u00e1culos. Preocupado em criar uma dramaturgia vinculada aos problemas nacionais, promoveu o Semin\u00e1rio de Dramaturgia, visando a descoberta de novos talentos e a cria\u00e7\u00e3o de textos vinculados \u00e0 realidade brasileira.<\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o do PCB em tempos de renova\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e cultural<\/p>\n<p>Abandonada a pol\u00edtica cultural zdanovista do per\u00edodo de Stalin, foram os pr\u00f3prios artistas e intelectuais ligados ao PCB, com atua\u00e7\u00e3o destacada nos movimentos sociais, que formularam, na pr\u00e1tica, as novas diretrizes da pol\u00edtica cultural do partido, num clima de significativa liberdade de a\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de ideias. O Comit\u00ea Cultural, \u00f3rg\u00e3o do PCB respons\u00e1vel por organizar a pr\u00e1tica e as propostas dos militantes comunistas junto ao setor intelectual, art\u00edstico e cultural, nos dizeres de Leandro Konder, \u201cn\u00e3o puniu ningu\u00e9m, n\u00e3o excluiu ningu\u00e9m. N\u00e3o ditava regra, n\u00e3o impunha coisa alguma.\u201d<\/p>\n<p>O pac\u00edfico relacionamento dos militantes da \u00e1rea da cultura com a dire\u00e7\u00e3o do PCB explica-se pela exist\u00eancia de uma \u201cdivis\u00e3o do trabalho\u201d, pela qual, se os ativistas do Comit\u00ea Cultural n\u00e3o discordassem da proposi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica mais geral do Partido para aquele momento hist\u00f3rico e muito menos se arvorassem a ocupar o lugar da dire\u00e7\u00e3o na elabora\u00e7\u00e3o da t\u00e1tica e da estrat\u00e9gia pol\u00edticas, os dirigentes partid\u00e1rios, por sua vez, n\u00e3o se intrometiam nos assuntos diretamente associados \u00e0 cultura.<\/p>\n<p>Isso explica tamb\u00e9m, em grande parte, de que maneira foram inicialmente assimiladas pelos comunistas no Brasil as ideias de pensadores como Gramsci e Luk\u00e1cs. Os dois fil\u00f3sofos, respons\u00e1veis pela profunda renova\u00e7\u00e3o do pensamento comunista no ocidente, s\u00f3 passaram a ter suas obras reconhecidas e aceitas por setores consider\u00e1veis do movimento comunista internacional a partir do processo de desestaliniza\u00e7\u00e3o iniciado na Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. No Brasil, suas contribui\u00e7\u00f5es, difundidas no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960 por jovens intelectuais filiados ou pr\u00f3ximos ao PCB, com destaque para Carlos Nelson Coutinho e Leandro Konder, naquele instante apareciam quase sempre vinculadas \u00e0 batalha cultural antidogm\u00e1tica travada interna e externamente pelo Partido, restringindo seu campo de influ\u00eancia ao terreno da filosofia, da arte e da sociologia da cultura. N\u00e3o era poss\u00edvel ainda que prevalecesse, por exemplo, a vers\u00e3o de um Gramsci eminentemente pol\u00edtico, formulador da \u201cteoria do Estado ampliado\u201d e da estrat\u00e9gia socialista da &#8220;guerra de posi\u00e7\u00f5es&#8221; nos pa\u00edses de capitalismo desenvolvido, em que os aparelhos privados de hegemonia funcionavam como verdadeiras fortalezas em defesa dos interesses do capital. Predominava o pensador que propusera uma leitura humanista e historicista do marxismo, em radical oposi\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios stalinianos at\u00e9 ent\u00e3o dominantes entre os partidos comunistas.<\/p>\n<p>Quanto a Luk\u00e1cs, suas ideias tamb\u00e9m serviam basicamente como refer\u00eancia para o ajuste de contas com o \u201crealismo socialista\u201d e para a defesa de uma cultura que, almejando o universalismo, n\u00e3o deixasse de buscar suas ra\u00edzes nacionais. As discuss\u00f5es suscitadas em torno da quest\u00e3o nacional-popular, sob influ\u00eancias do pensamento lukacsiano e gramsciano, fizeram parte de acirradas disputas pol\u00edticas e ideol\u00f3gicas naqueles anos, com maior \u00eanfase no p\u00f3s-64, quando recrudesceram as diverg\u00eancias entre os intelectuais ligados ou pr\u00f3ximos ao PCB e os de outras correntes de esquerda. Al\u00e9m disso, havia grande afinidade entre a pol\u00edtica desenvolvida pelo Comit\u00ea Cultural do PCB e a linha proposta por Luk\u00e1cs para o trabalho intelectual. Esta era um desdobramento de sua \u201cpol\u00edtica de frente\u201d, apresentada pela primeira vez em 1929, atrav\u00e9s das \u201cTeses de Blum\u201d, a qual, por sua vez, guardava semelhan\u00e7as com a estrat\u00e9gia nacional democr\u00e1tica adotada pelo PCB naquele per\u00edodo.<\/p>\n<p>A controvertida linha pol\u00edtica do PCB formulada a partir da Declara\u00e7\u00e3o de Mar\u00e7o de 1958, que consolidou a t\u00e1tica de alian\u00e7as com setores da chamada burguesia nacional para combater o imperialismo, permitia, por outro lado, uma forte aproxima\u00e7\u00e3o dos comunistas com os intelectuais, principalmente os mais jovens, de igual forma atra\u00eddos pelo campo gravitacional do Partido em fun\u00e7\u00e3o do predom\u00ednio, naquele per\u00edodo hist\u00f3rico, da perspectiva nacionalista no interior dos movimentos revolucion\u00e1rios, a exemplo das lutas de liberta\u00e7\u00e3o nacional na \u00c1sia e na \u00c1frica e a vit\u00f3ria da Revolu\u00e7\u00e3o Cubana, no ano de 1959.<\/p>\n<p>A socializa\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica verificada nos anos 1950 e princ\u00edpios da d\u00e9cada de 1960 no Brasil, com a ascens\u00e3o do movimento oper\u00e1rio e sindical, bem como o surgimento de diversas organiza\u00e7\u00f5es sociais e populares em luta contra as mazelas impostas pelo capitalismo e o imperialismo, abrangia igualmente o terreno da cultura, em que, al\u00e9m das experi\u00eancias marcantes na \u00e1rea do cinema, com o Cinema Novo, do teatro, com o Teatro de Arena, no campo editorial, com as revistas Brasiliense e Estudos Sociais, etc, os comunistas destacaram-se junto ao movimento que parecia melhor expressar aquele momento de explos\u00e3o s\u00f3cio-cultural: o CPC da UNE.<\/p>\n<p>Os Centros Populares de Cultura foram engendrados a partir da defesa de uma arte nacional e popular voltada para a conscientiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, tendo sido, inclusive, criticada por outros setores da esquerda (mas tamb\u00e9m no interior do PCB) como proposta panflet\u00e1ria e subordinada a um projeto nacionalista, o que n\u00e3o deixava de ser verdade, em fun\u00e7\u00e3o do posicionamento pol\u00edtico dominante entre os setores mais mobilizados do per\u00edodo, assim como por conta das fortes influ\u00eancias recebidas dos intelectuais do ISEB (com destaque para o historiador N\u00e9lson Werneck Sodr\u00e9), que na \u00e9poca tamb\u00e9m marcaram profundamente as avalia\u00e7\u00f5es da esquerda sobre a realidade brasileira.<\/p>\n<p>Vianinha: um guerreiro da cultura<\/p>\n<p>Nenhum outro autor teatral brasileiro recebeu tantos pr\u00eamios por suas pe\u00e7as, a maioria das quais proibida pela ditadura, dentre elas a obra-prima Rasga Cora\u00e7\u00e3o, que \u00e9 dedicada por ele \u201c\u00e0 velha guarda comunista\u201d, como uma homenagem pelas li\u00e7\u00f5es de coragem e combatividade em defesa das liberdades democr\u00e1ticas e do socialismo. Visando levar a arte diretamente \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, criou um elenco para percorrer, com sua pe\u00e7a A Mais Valia Vai Acabar Seu Edgar, escolas, favelas, sindicatos da cidade e do campo e organiza\u00e7\u00f5es de bairro.<\/p>\n<p>Em sua trajet\u00f3ria de artista do povo ganhou v\u00e1rios pr\u00eamios nacionais e internacionais, como Quartos Quadras de Terra, que recebeu o primeiro pr\u00eamio latino-americano da Casa das Am\u00e9ricas, em Havana. Ganhou dois Moli\u00e9res, com as pe\u00e7as Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come e A Longa Noite de Cristal, al\u00e9m de outros pr\u00eamios em S\u00e3o Paulo e do Servi\u00e7o Nacional de Dramaturgia. Vianinha tamb\u00e9m atuou no cinema, em Cinco Vezes Favela, de Cac\u00e1 Diegues, e fez teledramas de agita\u00e7\u00e3o e teleteatro para uma comunica\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e direta com o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Em 1973 foi para a TV Globo, onde escreveu, em parceria com outros dois dramaturgos e militantes do PCB, Paulo Pontes e Armando Costa, o premiad\u00edssimo seriado A Grande Fam\u00edlia. Com rara habilidade para driblar as censuras policial e empresarial, essa com\u00e9dia de costumes, protagonizada por uma fam\u00edlia de classe m\u00e9dia remediada, expunha as dificuldades enfrentadas pela popula\u00e7\u00e3o durante os anos de chumbo. Vianinha conseguiu atrair audi\u00eancia de massa com um seriado que sutilmente criticava a pol\u00edtica econ\u00f4mica antissocial vigente, bem como a mentalidade reacion\u00e1ria e repressiva do regime militar.<\/p>\n<p>Mesmo assim, por suas posi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, foi duramente censurado pelo regime militar. A maior parte de suas obras n\u00e3o puderam ser exibidas a partir de 1964 porque estavam proibidas pela censura. Vianinha morreu aos 38 anos sem ver encenadas suas duas obras primas: Papa Highirte, escrita em 1968 e s\u00f3 montada onze anos depois, e a cl\u00e1ssica Rasga Cora\u00e7\u00e3o, cujos \u00faltimos di\u00e1logos foram ditados no leito da morte, e tamb\u00e9m s\u00f3 encenada muitos anos depois.<\/p>\n<p>Como afirmou o escritor D\u00eanis de Moraes, autor do livro Vianinha, C\u00famplice da Paix\u00e3o, a definitiva biografia de Oduvaldo Viana Filho:<\/p>\n<p>\u201cVianinha, em apenas 38 anos, viveu pelo menos 100, tamanha a intensidade de seu envolvimento com suas cren\u00e7as e com a exig\u00eancia crucial de tentar transp\u00f4-las para fora de si, atrav\u00e9s do teatro e da arte, o que implicou um esfor\u00e7o descomunal para superar as conting\u00eancias cotidianas e as barreiras impostas pelas circunst\u00e2ncias dos contextos em que viveu, sobretudo durante a ditadura militar. Esse esfor\u00e7o o tornou um homem m\u00faltiplo e mesmo multim\u00eddia (fez teatro, televis\u00e3o, cinema, jornalismo, teoria cr\u00edtica da cultura), ao mesmo tempo em que era um militante comunista em tempo integral, no setor cultural. Tudo conflu\u00eda para o ponto chave: fazer pol\u00edtica, lutar sem tr\u00e9gua pelas causas democr\u00e1ticas, socialistas e humanistas, explorando todos os espa\u00e7os poss\u00edveis na batalha das ideias.\u201d<\/p>\n<p lang=\"pt-BR\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif; font-size: large;\">Fontes:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/fdinarcoreis.org.br\/2013\/09\/23\/vianinha-um-guerreiro-da-cultura\/#more-525\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/fdinarcoreis.org.br\/2013\/09\/23\/vianinha-um-guerreiro-da-cultura\/%23more-525&amp;source=gmail&amp;ust=1690653589033000&amp;usg=AOvVaw1hSkLckBxBqIwjc3SCklSF\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span lang=\"pt-BR\">https:\/\/fdinarcoreis.org.br\/<wbr \/>2013\/09\/23\/vianinha-um-<wbr \/>guerreiro-da-cultura\/#more-525<\/span><\/span><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/fdinarcoreis.org.br\/2012\/07\/04\/muito-mais-que-a-grande-familia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/fdinarcoreis.org.br\/2012\/07\/04\/muito-mais-que-a-grande-familia\/&amp;source=gmail&amp;ust=1690653589033000&amp;usg=AOvVaw1nBbrjnumMWJCZHwJlL6Md\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span lang=\"pt-BR\">https:\/\/fdinarcoreis.org.br\/<wbr \/>2012\/07\/04\/muito-mais-que-a-<wbr \/>grande-familia\/<\/span><\/span><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6464\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/6464&amp;source=gmail&amp;ust=1690653589033000&amp;usg=AOvVaw0aZbhkp8wEKKuLt-PvVqCT\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span lang=\"pt-BR\">https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/<wbr \/>6464<\/span><\/span><\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, sans-serif; font-size: large;\"><span lang=\"pt-BR\">COSTA, Ricardo &#8211;\u00a0<\/span><\/span><span style=\"font-size: large;\"><u>Descaminhos da Revolu\u00e7\u00e3o Brasileira<\/u>: o PCB e a constru\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia nacional-democr\u00e1tica (1958-1964), dispon\u00edvel em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.historia.uff.br\/stricto\/teses\/Tese-2005_Ricardo_da_Gama_Rosa_Costa-S.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.historia.uff.br\/stricto\/teses\/Tese-2005_Ricardo_da_Gama_Rosa_Costa-S.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1690653589033000&amp;usg=AOvVaw0UnsAocxuUxjns3LCJkns6\">https:\/\/www.historia.uff.br\/<wbr \/>stricto\/teses\/Tese-2005_<wbr \/>Ricardo_da_Gama_Rosa_Costa-S.<wbr \/>pdf<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, sans-serif; font-size: large;\"><span lang=\"pt-BR\">RIDENTI, Marcelo \u2013\u00a0<\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, sans-serif; font-size: large;\"><span lang=\"pt-BR\"><u>Em Busca do Povo Brasileiro: artistas da revolu\u00e7\u00e3o, do CPC \u00e0 era da TV<\/u><\/span><\/span><span style=\"font-family: Arial, sans-serif; font-size: large;\"><span lang=\"pt-BR\">, Rio de Janeiro, Editora Record, 2000<\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30678\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[365,13,50,231,46,5],"tags":[223],"class_list":["post-30678","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-centenario-do-pcb","category-s14-cultura","category-c61-cultura-revolucionaria","category-fdr","category-c56-memoria","category-s4-pcb","tag-3a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-7YO","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30678","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30678"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30678\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":30680,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30678\/revisions\/30680"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30678"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30678"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30678"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}