{"id":308,"date":"2010-03-04T04:31:46","date_gmt":"2010-03-04T04:31:46","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=308"},"modified":"2010-03-04T04:31:46","modified_gmt":"2010-03-04T04:31:46","slug":"contra-revolucoes-de-cores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/308","title":{"rendered":"CONTRA-REVOLU\u00c7\u00d5ES DE CORES:"},"content":{"rendered":"\n<p>Como assinalam os cl\u00e1ssicos das id\u00e9ias marxistas, progressistas e socialistas, n\u00e3o h\u00e1 discuss\u00e3o: onde existe revolu\u00e7\u00e3o, sempre existir\u00e1 contra-revolu\u00e7\u00e3o. Os direitos conquistados precisam superar longas e dif\u00edceis jornadas de luta, de golpes fascistas, sabotagens na \u00e1rea petrol\u00edfera, bloqueios econ\u00f4micos e comerciais, lutas eleitorais e referendos.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o da defesa da Revolu\u00e7\u00e3o em momentos de processos contra-revolucion\u00e1rios simult\u00e2neos se converte em fundamental. Por esta raz\u00e3o, a an\u00e1lise sobre a estrutura econ\u00f4mica e social da sociedade venezuelana \u00e9 parte fundamental do trabalho. N\u00e3o \u00e9 um luxo intelectual, \u00e9 uma necessidade que, como inclui a exist\u00eancia de uma vanguarda revolucion\u00e1ria, se coloca como uma quest\u00e3o pr\u00e1tica: \u201cSem teoria, n\u00e3o h\u00e1 movimento revolucion\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>Tudo isso se resume na necessidade e inevitabilidade da luta contra o dom\u00ednio econ\u00f4mico e pol\u00edtico da burguesia nacional e internacional. Dessa forma, o contra-ataque se d\u00e1 em ambos sentidos: nas trincheiras da burguesia <em>criolla<\/em> e nos centros do poder econ\u00f4mico imperialista.<\/p>\n<p>L\u00eanin assinala que a quest\u00e3o da luta de classes figura entre as mais importantes do marxismo e que \u201cfora da luta de classes, o socialismo \u00e9 uma frase vazia ou um sonho ing\u00eanuo\u201d (V.I. L\u00eanin, <em>Socialismo pequeno burgu\u00eas e socialismo prolet\u00e1rio<\/em>).<\/p>\n<p>O presidente Ch\u00e1vez advertiu sobre esta luta que teremos que ganhar na rua, na f\u00e1brica, no Parlamento, no campo e na cidade. \u201cA burguesia, usando focos fascistas, trata de incendiar a Venezuela\u201d, disse o presidente Ch\u00e1vez no Teatro Teresa Carre\u00f1o, reunido com mais de 2 mil l\u00edderes de entidades estudantis (secundaristas e universit\u00e1rios) de todo o pa\u00eds, que ap\u00f3iam-no e defendem suas pol\u00edticas sociais e econ\u00f4micas.<\/p>\n<p>\u201cO plano que existe por tr\u00e1s do movimento foquista de jovens \u00e9 uma estrat\u00e9gia imperial. Jovens que, na verdade, j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o jovens. Eles envelheceram antes do tempo porque est\u00e3o a servi\u00e7o do capitalismo. S\u00e3o os filhinhos da burguesia que est\u00e3o por tr\u00e1s desse foquismo enlouquecido fascista e violento, desse plano que vem funcionando em outros pa\u00edses da Europa, como a Revolu\u00e7\u00e3o Laranja\u201d, explicou o comandante Ch\u00e1vez aos l\u00edderes estudantis congregados na Sala R\u00edos Reyna, durante o juramento da Frente de Juventudes Bicenten\u00e1rio 200.<\/p>\n<p><strong>Orage revolution made in USA<\/strong><\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o Laranja foi o nome que se deu ao movimento pol\u00edtico, vinculado aos Estados Unidos, que derrubou o Governo legitimamente eleito da Ucr\u00e2nia no ano de 2004 e que, ao longo de cinco anos, vem sendo recha\u00e7ado pelos ucranianos devido ao desastre e a corrup\u00e7\u00e3o que provocou na vida econ\u00f4mica e social.<\/p>\n<p>Neste domingo, 7 de fevereiro, celebrou-se um processo eleitoral na Ucr\u00e2nia, onde a popula\u00e7\u00e3o, nas sondagens pr\u00e9vias, havia rejeitado aqueles que encabe\u00e7aram outrora a Revolu\u00e7\u00e3o Laranja.<\/p>\n<p>Depois de recordar elementos atuais da conjuntura internacional e nacional, o presidente Ch\u00e1vez expressou que n\u00e3o devemos subestimar esse movimento fascista e considerou oportuna e extraordin\u00e1ria a ades\u00e3o da Frente de Juventudes Bicenten\u00e1rio 200.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio que lutem a batalha com for\u00e7a, cantando, dizendo o que sentem, com a for\u00e7a extraordin\u00e1ria da juventude\u201d, aconselhou Ch\u00e1vez aos jovens venezuelanos e venezuelanas, ao mesmo tempo que denunciava aqueles que est\u00e3o por tr\u00e1s do fascismo e da contra-revolu\u00e7\u00e3o: as transnacionais da informa\u00e7\u00e3o de \u00e2mbito nacional e internacional.<\/p>\n<p>As contra-revolu\u00e7\u00f5es de cores foram utilizadas no Leste Europeu pelos Estados Unidos e seus aliados da OTAN, para frear os intentos revolucion\u00e1rios de salvar a f\u00f3rmula socialista nos pa\u00edses do antigo bloco sovi\u00e9tico e ocupar, de maneira definitiva, no ponto de vista militar, os territ\u00f3rios estrat\u00e9gicos para o controle de toda Eur\u00e1sia.<\/p>\n<p>Nestas contra-revolu\u00e7\u00f5es ainda se debate o papel que desempenharam as organiza\u00e7\u00f5es como a Funda\u00e7\u00e3o <em>Konrad Adenauer, a National Endowment for Democracy e grande quantidade de \u201centes\u201d que atuam dentro do raio de a\u00e7\u00e3o da CIA.<\/em><\/p>\n<p>Na Venezuela, se introduziu o formato desde 2002, com o apelo da \u201csociedade civil\u201d. Depois, a partir de 2007, aproximadamente, surgem os \u201cestudantes\u201d, representados pelas \u201cm\u00e3ozinhas brancas\u201d. Os verdadeiros estudantes da P\u00e1tria levantam a espada de Bol\u00edvar e n\u00e3o simbologias estranhas, alheias a nossa realidade cultural e hist\u00f3rica.<\/p>\n<p><strong>A cor do fascismo<\/strong><\/p>\n<p>As chamadas revolu\u00e7\u00f5es de cores s\u00e3o, na realidade, mobiliza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas propiciadas por representantes contra-revolucion\u00e1rias: burguesia ap\u00e1trida, Ag\u00eancia Central de Intelig\u00eancia (CIA) dos EUA e outros com interesses econ\u00f4micos. A estrat\u00e9gia consiste em propiciar a\u00e7\u00f5es de \u201cresist\u00eancia civil\u201d contra \u201cl\u00edderes autorit\u00e1rios\u201d, \u201cregimes n\u00e3o-democr\u00e1ticos ou comunistas\u201d, \u201cgovernos corruptos\u201d ou \u201cmilitaristas\u201d.<\/p>\n<p>Os grupos de manifestantes seguem o esquema preparado nos laborat\u00f3rios de intelig\u00eancia norte-americanos e tomam como \u201cbandeira\u201d uma cor ou um s\u00edmbolo. Assim, rosas, cedros, tulipas, m\u00e3ozinhas brancas, vem sendo utilizados como emblemas da contra-revolu\u00e7\u00e3o mundial. \u00c9 importante destacar que, geralmente, estas representa\u00e7\u00f5es n\u00e3o est\u00e3o identificadas com um s\u00edmbolo p\u00e1trio ou nacional, mas sim com os \u201c\u00edcones\u201d, aparentemente, n\u00e3o relacionados \u00e0 pol\u00edtica, mas \u00e0 \u201cinoc\u00eancia\u201d e \u00e0 \u201cleveza\u201d da juventude. A primeira tentativa deste tipo ocorreu na China, contra o Governo encabe\u00e7ado pelo Partido Comunista da China (PCH). Por\u00e9m, a solidez do processo revolucion\u00e1rio do povo de <em>Mao<\/em>&#8211;<em>Ts\u00e9<\/em>&#8211;<em>Tung<\/em> jogou por \u00e1gua abaixo o contra-ataque imperialista. Nos pa\u00edses da ex-Uni\u00e3o das Rep\u00fablicas Socialistas Sovi\u00e9ticas (URSS), na Europa Oriental, a desorienta\u00e7\u00e3o deixada pelo fracasso da primeira tentativa civilizat\u00f3ria de constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade socialista foi um incentivo para a prolifera\u00e7\u00e3o destas \u201crevolu\u00e7\u00f5es\u201d que tamb\u00e9m t\u00eam tido seus reflexos no Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<p>O formato do esquema posto em pr\u00e1tica por estas a\u00e7\u00f5es contra-revolucion\u00e1rias conta com: 1) as mobiliza\u00e7\u00f5es declaradas n\u00e3o violentas pelos porta-vozes do \u201cmovimento\u201d, que na realidade possuem o prop\u00f3sito de subverter a ordem p\u00fablica; 2) o discurso na defesa dos valores da democracia burguesa e ocidental; 3) rostos jovens como l\u00edderes das manifesta\u00e7\u00f5es, pois um dos pilares fundamentais da estrat\u00e9gia \u00e9 ressaltar midiaticamente que se trata \u201cda juventude, dos estudantes e ONGs\u201d, desvinculados dos tradicionais partidos pol\u00edticos que, em muitos casos, vem perdendo influ\u00eancia e prest\u00edgio nas sociedades.<\/p>\n<p><strong>Contra-revolu\u00e7\u00f5es com sucesso<\/strong><\/p>\n<p>O \u201cmovimento\u201d Otpor: os \u201cm\u00e3ozinhas brancas\u201d s\u00e9rvios que provocaram a derrubada de Milosevic, na Iugosl\u00e1via, no ano 2000. Este era um suposto movimento de \u201cjovens\u201d n\u00e3o violentos, sem orienta\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica, que foi utilizado para desintegrar a federa\u00e7\u00e3o. Suas palavras de ordem pac\u00edficas eram: \u201cSlobo, salve a S\u00e9rvia: se suicide\u2019, referindo-se a Slobodan Milosevic. O \u201cmovimento\u201d n\u00e3o tem hist\u00f3ria. Seus quase 100.000 filiados n\u00e3o recordam como foi sua funda\u00e7\u00e3o por uma raz\u00e3o muito simples: foram criados em laborat\u00f3rios de guerra midi\u00e1tica.<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o das Rosas: foi apresentada como um \u201cmovimento de jovens\u201d espont\u00e2neo e n\u00e3o violento. Id\u00eantico ao formato utilizado na Iugosl\u00e1via, produziu a ren\u00fancia do poder por Eduard Shevardnadze, na Ge\u00f3rgia, em 2003. Paul Labarique aponta que, \u201cna realidade, foi fruto de uma paciente manipula\u00e7\u00e3o. A Federa\u00e7\u00e3o Russa e os Estados Unidos tinham objetivos estrat\u00e9gicos e petroleiros em jogo. A Ge\u00f3rgia acabou se convertendo num terreno de enfrentamento entre as pot\u00eancias. A c\u00f3lera popular, habilmente desencadeada pelo Instituto Democr\u00e1tico de Madeleine Albright e estruturada por associa\u00e7\u00f5es juvenis financiadas por George Soros, permitiu \u00e0 CIA colocar seus homens no poder em Tbilisi, capital do pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o Laranja: elei\u00e7\u00e3o de V\u00edktor Yushchenko, na Ucr\u00e2nia, 2004.<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o das Tulipas: sa\u00edda do Governo de Askar Akayev, no Quirguist\u00e3o, 2005.<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o dos Cedros: organizada e impulsionada pela administra\u00e7\u00e3o Bush para impor a resolu\u00e7\u00e3o 1559, que teria por finalidade for\u00e7ar a retirada das tropas s\u00edrias do L\u00edbano e o desarmamento do Hezbollah.<\/p>\n<p>Derrubada do presidente Manuel Zelaya, em Honduras, 2009.<\/p>\n<p><strong>Contra-revolu\u00e7\u00f5es fracassadas<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA primeira tentativa de \u00abrevolu\u00e7\u00e3o de cor \u00bb fracassou em 1989. O objetivo era a derrubada de Deng Xiaoping, utilizando um de seus colaboradores, o secret\u00e1rio geral do Partido Comunista Chin\u00eas (PCCH) Zhao Ziyang, para abrir o mercado chin\u00eas aos investidores norte-americanos e colocar a China como \u00e1rea de influ\u00eancia dos Estados Unidos. Os jovens partid\u00e1rios de Zhao invadiram a pra\u00e7a Tian\u2019anmen. Os meios de comunica\u00e7\u00f5es ocidentais os apresentaram como estudantes apol\u00edticos que lutavam pela liberdade, opondo-se ao PCCH, quando, na realidade, se tratava de uma dissid\u00eancia interna entre nacionalistas e pr\u00f3-Estados Unidos, surgida no seio da corrente de Deng. Ap\u00f3s uma longa resist\u00eancia \u00e0s provoca\u00e7\u00f5es, Deng decidiu por fim \u00e0quela situa\u00e7\u00e3o, recorrendo \u00e0 for\u00e7a. A repress\u00e3o deixou entre 300 e 1.000 mortos, segundo a vers\u00e3o ocidental sobre aquele golpe de Estado frustrado\u201d, destaca o analista internacional franc\u00eas Thierry Meyssan.<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o Branca: inten\u00e7\u00e3o fracassada de depor Alexander Lukashenko, na Bielor\u00fassia.<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o A\u00e7afr\u00e3o: objetivo fracassado por parte dos monges budistas de depor a ditadura militar na Birm\u00e2nia.<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o Verde: protestos no Ir\u00e3 contra a pretensa fraude eleitoral e em apoio ao candidato da oposi\u00e7\u00e3o Mir-Hossein Mousavi. \u201cA \u2018revolu\u00e7\u00e3o verde\u2019 de Teer\u00e3 \u00e9 o mais recente caso das \u00abrevolu\u00e7\u00f5es de cor \u00bb mediante as quais os Estados Unidos v\u00eam tentando impor governos submetidos a sua tutela em v\u00e1rios pa\u00edses, sem ter que recorrer \u00e0 for\u00e7a\u201d, assinala Meyssan.<\/p>\n<\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o Twitter: protestos contra o triunfo do Partido dos Comunistas da Rep\u00fablica da Mold\u00e1via, nas elei\u00e7\u00f5es parlamentares de 2009.<\/p>\n<p><em>tradu\u00e7\u00e3o: Maria Fernanda M. Scelza<\/em><\/p>\n<p><em><\/p>\n<p><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: www.parlatino.org.ve\n\n\n\n\nPor Carolus Wimmer,\nPublicado no Correo del Orinoco\nNa Venezuela, vivemos uma revolu\u00e7\u00e3o de liberta\u00e7\u00e3o nacional que \u00e9 parte do processo revolucion\u00e1rio mundial. Frente aos avan\u00e7os de um povo que j\u00e1 obteve importantes resultados, como a conquista de um governo antiimperialista de transi\u00e7\u00e3o baseado no modelo socialista, uma nova carta Magna em 1999, que inclui direitos para os setores que sempre foram exclu\u00eddos na sociedade burguesa, como trabalhadores e trabalhadoras, mulheres, idosos, jovens, camponeses, ind\u00edgenas, entre outros, a quest\u00e3o da exist\u00eancia de uma revolu\u00e7\u00e3o antiimperialista no pa\u00eds p\u00f5e em destaque a discuss\u00e3o sobre como defend\u00ea-la frente aos ataques de representantes que apostam no fracasso do processo de transforma\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/308\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-308","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c43-imperialismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-4Y","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/308","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=308"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/308\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=308"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=308"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=308"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}