{"id":30846,"date":"2023-09-18T17:15:58","date_gmt":"2023-09-18T20:15:58","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=30846"},"modified":"2023-09-18T17:15:58","modified_gmt":"2023-09-18T20:15:58","slug":"o-pt-e-a-modernizacao-capitalista-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30846","title":{"rendered":"O PT e a moderniza\u00e7\u00e3o capitalista no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"30847\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30846\/pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil.gif?fit=1408%2C1600&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1408,1600\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil.gif?fit=747%2C849&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-30847\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil.gif?resize=747%2C849&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"849\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil.gif?resize=792%2C900&amp;ssl=1 792w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil.gif?resize=264%2C300&amp;ssl=1 264w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil.gif?resize=768%2C873&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/pt-psdb-e-a-oligarquia-do-brasil.gif?resize=1352%2C1536&amp;ssl=1 1352w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Antonio Carlos Mazzeo &#8211; Professor e membro do Comit\u00ea Central do PCB &#8211; Publicado originalmente em 2010<\/p>\n<p>O PT COMO &#8221; PARTIDO ORG\u00c2NICO&#8221; DA MODERNIZA\u00c7\u00c3O CAPITALISTA BRASILEIRA &#8211; BREVES NOTAS<\/p>\n<p>Maquiavel dizia que a virtude (virt\u00f9s) \u00e9 fundamental para o governo do pr\u00edncipe. Seu olhar direcionava-se para um mundo em constru\u00e7\u00e3o, o mundo burgu\u00eas que se descortinava e constru\u00eda normas de organiza\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica e pol\u00edtica. Ali\u00e1s, a pol\u00edtica constitui o centro de suas preocupa\u00e7\u00f5es e a virtude do governante a base da pol\u00edtica. Um dos grande estudiosos de Maquiavel, Lucio Villari, agudamente acentua a dramaticidade do per\u00edodo de afirma\u00e7\u00e3o societal da burguesia, onde o projeto maquiaveliano de Estado tenta operar como uma &#8220;obra de arte&#8221; mas com fria l\u00f3gica, juntamente com a imagina\u00e7\u00e3o e improvisa\u00e7\u00e3o. A id\u00e9ia maquiaveliana da for\u00e7a pol\u00edtica revolvente e envolvente constitui a necess\u00e1ria criatividade que deve compor essencialmente a virt\u00f9s do governante.<\/p>\n<p>No mundo moderno, como acentuou Gramsci, o pr\u00edncipe s\u00f3 pode existir como pr\u00edncipe intelectual-coletivo (o Partido pol\u00edtico de novo-tipo), aquele em que a virt\u00f9s materializa-se coletivamente, quando &#8220;encarna&#8221;, entende e expressa a vontade coletiva, na perspectiva da maioria do povo, os trabalhadores (Note sul Machiavelli). A leitura leninista de Gramsci da organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica pressup\u00f5e a organiza\u00e7\u00e3o da cultura, como constru\u00e7\u00e3o de uma hegemonia para uma nova forma de sociabilidade. Era a contrapartida gramsciana \u00e0s posi\u00e7\u00f5es de Georges Sorel, para quem o pr\u00edncipe deveria ser a figura m\u00edtica inspiradora e doutrin\u00e1ria da pol\u00edtica. Ao limite, um l\u00edder (condottiero) fantasioso e inexistente na realidade hist\u00f3rica com fins de coopta\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica para uma &#8220;\u00e9tica&#8221; abstrata e principista. Sorel insistia que esse condottiero n\u00e3o estava na organiza\u00e7\u00e3o (da vontade coletiva) dos trabalhadores; n\u00e3o encontrava-se na finalidade (teleologia) do movimento social, mas na pr\u00e1tica pois a vontade j\u00e1 era atuante por si mesma! Na perspectiva soreliana, o \u00fanico v\u00e1lido \u00e9 a vontade espont\u00e2nea, n\u00e3o organizada.<\/p>\n<p>Como sabemos, o PT enquanto organiza\u00e7\u00e3o de trabalhadores, nunca se prop\u00f4s a ser um intelectual coletivo do proletariado, mas apenas um organizador das lutas espont\u00e2neas dos trabalhadores. Isso explica porque nunca tenha sido elaborada uma &#8220;teoria do Brasil&#8221; ou uma proposta para a revolu\u00e7\u00e3o brasileira por parte do PT. Que fique claro, me refiro ao PT como organiza\u00e7\u00e3o. Algumas correntes internas at\u00e9 propuseram esse caminho, mas foram derrotadas na selvagem luta interna, quando saem vitoriosos a social-democracia tardia em alian\u00e7a com o sindicalismo economicista e espontane\u00edsta. Isso explica, tamb\u00e9m, o PT como gigante com p\u00e9s de barro.<\/p>\n<p>De fato, o PT se comp\u00f5e na contram\u00e3o do projeto pensado por L\u00eanin e Gramsci. Desde seus in\u00edcios, ouvia-se que &#8220;a teoria do PT era sua pr\u00e1tica&#8221;. E muitos honestos combatentes sociais e revolucion\u00e1rios ca\u00edram nesse canto da sereia. O PT, na verdade, deixou de ser o Moderno Pr\u00edncipe, o intelectual coletivo que organiza a cultura e constr\u00f3i a hegemonia do proletariado, para encarnar o mito soreliano da espontaneidade e como diz Gramsci, quando se abandona a perspectiva da a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica revolucion\u00e1ria organizada acaba-se indo para uma atividade passiva, que n\u00e3o pensa teoricamente a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica (Note sul Machiavelli) e que limita-se ao aspecto preliminar dos movimentos sociais, isto \u00e9, limita-se \u00e0s reivindica\u00e7\u00f5es imediatas postas pelo movimento, como aumento de sal\u00e1rio, luta contra o custo de vida e assim por diante, deixando de lado o projeto de constru\u00e7\u00e3o de uma nova forma de sociabilidade.<\/p>\n<p>Essa op\u00e7\u00e3o petista pelo espont\u00e2neo o fez um partido geneticamente oportunista. Seus zigue-zagues pol\u00edticos atestam esse oportunismo que oscilou da posi\u00e7\u00e3o extremista de n\u00e3o alian\u00e7as com setores progressistas da sociedade, em um momento pol\u00edtico delicado, \u00e0s amplas alian\u00e7as esp\u00farias de hoje!<\/p>\n<p>Esse comportamento err\u00e1tico e oportunista, com aus\u00eancia da centralidade do trabalho e de finalidade socialista em suas a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, nos explica tamb\u00e9m seu deslocamento para o campo do Bloco Burgu\u00eas. Mas houve uma reviravolta na pol\u00edtica do PT. De encarna\u00e7\u00e3o do condutor-m\u00edtico soreliano, passa a ser o l\u00edder real da pol\u00edtica capitalista. Na verdade, o projeto prolet\u00e1rio que nunca se concretizou e que sempre esteve idealisticamente nas inten\u00e7\u00f5es petistas, \u00e9 substitu\u00eddo por outro real e palp\u00e1vel, o projeto de gerenciar a moderniza\u00e7\u00e3o conservadora de reinser\u00e7\u00e3o subalterna do capitalismo e da burguesia brasileira aos p\u00f3los centrais do capital.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria tem demonstrado que as organiza\u00e7\u00f5es de massas com propens\u00f5es espontane\u00edstas podem oscilar entre a extrema esquerda e \u00e0 extrema direita e n\u00e3o esque\u00e7amos das origens populares dos partidos fascistas e de seus l\u00edderes. Os fascistas tradicionais criaram a &#8220;teoria&#8221; da &#8220;flexibiliza\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica&#8221;, para adequar seus discursos e, principalmente suas pr\u00e1ticas, \u00e0 concilia\u00e7\u00e3o de classe, onde o proletariado encontrava-se subordinado ao projeto do capital. Assim foi principalmente a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de Mussolini. Mas o Duce utilizava o discurso nacionalista-chauvinista em voga na \u00e9poca, o da grande p\u00e1tria e o do desenvolvimento nacional. A contradi\u00e7\u00e3o fundamental n\u00e3o era entre capital e trabalho, mas sim contra o inimigo externo, ou dizendo de outra maneira, as burguesias inglesas e estadunidenses em disputa interimperialistas com a It\u00e1lia e a Alemanha. Esse foi o &#8220;caldo de cultura&#8221; de justifica\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica para a expans\u00e3o imperialista e colonialista dos pa\u00edses que chegaram &#8220;atrasados&#8221; ao capitalismo industrial.<\/p>\n<p>O Brasil, pa\u00eds que chega ao capitalismo industrial hipertardiamente constituiu uma burguesia que sempre esteve arrimada num Estado autocr\u00e1tico e na aus\u00eancia de uma revolu\u00e7\u00e3o democr\u00e1tico-burguesa, t\u00f4nica dessa burguesia tupiniquim, mas nunca nacional em sua hist\u00f3ria , pois em sua g\u00eanese \u00e9 umbilicalmente ligada aos centros hegem\u00f4nicos do capitalismo. Todos os processos de moderniza\u00e7\u00e3o capitalista foram realizados &#8220;pelo alto&#8221; atrav\u00e9s de ditaduras bonapartistas. Deodoro e Floriano Peixoto, Get\u00falio e os 5 milicos de plant\u00e3o que se revezaram no poder de 1964 a 1985, sem contar ainda, com a autocracia burguesa institucionalizada da Rep\u00fablica Velha e os dois imperadores anacr\u00f4nicos. Os que nos interessam mais de perto, dados os limites deste pequeno artigo de cunho jornal\u00edstico, Get\u00falio e os 5 milicos de plant\u00e3o, utilizaram de muitas pr\u00e1ticas fascistas: a coopta\u00e7\u00e3o do proletariado para o projeto do capital, a repress\u00e3o brutal e o nacionalismo. Mas, ironicamente, apesar de autocracias ditatoriais, essas ditaduras jamais foram fascistas no sentido do conceito objetivo e por um simples motivo: o Brasil sempre foi uma economia complementar e subalterna das economias capitalistas centrais e o fascismo tem por pressuposto uma economia imperialista. Pode ter sido um fascismo de &#8220;forma&#8221;, ou um &#8220;colonial-fascismo&#8221;, mas isso \u00e9 discuss\u00e3o que n\u00e3o acaba mais e \u00e9 um bom tema para um ensaio.<\/p>\n<p>A novidade \u00e9 o novo momento de moderniza\u00e7\u00e3o capitalista engendrado a partir da d\u00e9cada de 1990. A burguesia brasileira procurou criar situa\u00e7\u00f5es de coopta\u00e7\u00e3o desde a crise dos governos militar-bonapartistas para construir o novo Bloco Burgu\u00eas. O processo passou por esvaziar as movimenta\u00e7\u00f5es populares pelas Diretas-j\u00e1, com a concilia\u00e7\u00e3o de gabinete que elegeu Tancredo Neves pelo voto indireto (com a derrota da proposta da emenda constitucional pelo voto direto no Congresso) e tentou costurar seu bloco hegem\u00f4nico com pouco sucesso, at\u00e9 2002. Faltava uma costura fundamental para essa soldagem que os partidos burgueses n\u00e3o estavam conseguindo, isto \u00e9, trazer grandes parcelas do proletariado para essa costura. O PT fez esse papel, com a hegemoniza\u00e7\u00e3o da social-democracia tardia em alian\u00e7a com o sindicalismo economicista liderado por Lula.<\/p>\n<p>N\u00e3o houve necessidade de um outro golpe autocr\u00e1tico ou bonapartista, pois o PT fez a liga\u00e7\u00e3o, trazendo a CUT para o Bloco Burgu\u00eas em unidade com a For\u00e7a Sindical. Mais ainda, Lula, espontane\u00edsta de origem, faz sua guinada \u00e0 direita e se transforma no condottiero de massas necess\u00e1rio para a soldagem do novo Bloco de Moderniza\u00e7\u00e3o Conservadora. Conservadora porque n\u00e3o aprofunda a democracia no Brasil e atrela o movimento oper\u00e1rio ao projeto do capital, com o discurso &#8220;desenvolvimentista&#8221; de um capitalismo subordinado e de uma burguesia subimperialista. Sua virt\u00f9s de l\u00edder oper\u00e1rio limita-se virtuosamente a implantar o novo momento da acumula\u00e7\u00e3o capitalista no Brasil. O PT transformou-se em Partido da Ordem (do capital) e Lula num l\u00edder demag\u00f3gico de concilia\u00e7\u00e3o e coopta\u00e7\u00e3o de classe e de car\u00e1ter bonapartista.<\/p>\n<p>H\u00e1 que se romper esse Bloco Burgu\u00eas liderado por Lula, pelo PT e seus aliados. Apostamos nas mobiliza\u00e7\u00f5es futuras do movimento prolet\u00e1rio e dos movimentos sociais, quando a onda de crescimento for atingida pelo fim desse &#8220;ciclo&#8221; positivo, t\u00edpico das oscila\u00e7\u00f5es da economia capitalista e agravado pela crise permanente e estrutural do capitalismo hodierno.<\/p>\n<p>H\u00e1 que se compor, desde j\u00e1, o Bloco prolet\u00e1rio e popular, anticapitalista e anti-imperialista. Esse \u00e9 o futuro se quisermos ser, os socialistas e comunistas, alternativa de poder no Brasil<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30846\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[66,10],"tags":[224],"class_list":["post-30846","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c79-nacional","category-s19-opiniao","tag-3b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-81w","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30846","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30846"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30846\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":30848,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30846\/revisions\/30848"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30846"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30846"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30846"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}