{"id":3088,"date":"2012-06-27T19:23:08","date_gmt":"2012-06-27T19:23:08","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3088"},"modified":"2012-06-27T19:23:08","modified_gmt":"2012-06-27T19:23:08","slug":"pib-per-capita-deve-cair-este-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3088","title":{"rendered":"PIB per capita deve cair este ano"},"content":{"rendered":"\n<p>O mundo vai ficar mais caro para os brasileiros. O Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Brasil dever\u00e1 cair de US$ 12.788, em 2011, para US$ 12.465 este ano, segundo o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI). A queda ser\u00e1 a primeira desde 2009. Naquele ano, por\u00e9m, a economia brasileira se retraiu, enquanto a expectativa \u00e9 de crescimento em 2012.<\/p>\n<p>O que deve contribuir para a piora da renda m\u00e9dia do Pa\u00eds em d\u00f3lar \u00e9 a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real. No ano, a moeda brasileira j\u00e1 perdeu 10,97% em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar &#8211; em 12 meses, 29,30%. Em menor grau, a desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento brasileiro tamb\u00e9m deve pesar. No primeiro trimestre, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), o Brasil cresceu apenas 0,2% ante os \u00faltimos tr\u00eas meses de 2011.<\/p>\n<p>&#8220;O fator cambial \u00e9 bem importante. O real mais desvalorizado explicaria esse n\u00famero um pouco mais fraco. O crescimento menor da economia do Brasil tamb\u00e9m deve pesar&#8221;, diz Rafael Bacciotti, economista da Tend\u00eancias Consultorias. A previs\u00e3o do FMI \u00e9 que o Brasil cres\u00e7a 3% este ano, mas j\u00e1 h\u00e1 no mercado quem aposte num n\u00famero abaixo disso.<\/p>\n<p>A queda do PIB per capita n\u00e3o significa que os brasileiros v\u00e3o perder qualidade de vida, afinal uma economia pode crescer com o c\u00e2mbio depreciado.<\/p>\n<p>Pela previs\u00e3o do FMI, o PIB per capita brasileiro s\u00f3 vai voltar ao patamar de 2011 daqui a dois anos, quando o indicador deve chegar a US$ 13.488 &#8211; para 2013, a previs\u00e3o \u00e9 de US$ 12,728.<\/p>\n<p>Hist\u00f3rico. Apesar da queda prevista para este ano, o PIB per capita brasileiro em d\u00f3lares tem crescido constantemente, com destaque para uma evolu\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida na \u00faltima d\u00e9cada. Em 2010, o Brasil ultrapassou os US$ 10 mil e se tornou um pa\u00eds de PIB per capita m\u00e9dio.<\/p>\n<p>O desempenho do indicador s\u00f3 come\u00e7ou a acelerar com a cria\u00e7\u00e3o do Plano Real. At\u00e9 ent\u00e3o, os sucessivos planos econ\u00f4micos fracassados comprometeram o resultado brasileiro. O atraso fica claro quando o Pa\u00eds \u00e9 comparado com a Coreia do Sul.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 80, os dois pa\u00edses tinha um PIB per capita de mesmo patamar, mas o investimento maci\u00e7o dos sul-coreanos em educa\u00e7\u00e3o e produtividade acelerou o desempenho do pa\u00eds asi\u00e1tico. Este ano, o PIB per capita da Coreia do Sul ser\u00e1 de US$ 23.680, quase o dobro do brasileiro. &#8220;Como resultado de v\u00e1rios investimentos em educa\u00e7\u00e3o, principalmente na d\u00e9cada de 90, os coreanos passaram a gente e nos deixaram para tr\u00e1s&#8221;, afirma Homero Guizzo, economista da LCA Consultores.<\/p>\n<p>Contram\u00e3o. Em 2012, desempenho do Brasil estar\u00e1 na contram\u00e3o de pa\u00edses com mesmo patamar de desenvolvimento. O PIB per capita da China e da \u00cdndia dever\u00e1 ter alta de 8,9% e 4,7%, respectivamente. Esse aumento ainda ocorre porque os dois pa\u00edses t\u00eam uma renda baixa, o que facilita o crescimento.<\/p>\n<p>&#8220;A China e da \u00cdndia t\u00eam muito espa\u00e7o para crescer e chegar mais perto do PIB per capita brasileiro. Essa tend\u00eancia n\u00e3o deve durar para sempre&#8221;, diz Guizzo.<\/p>\n<p>J\u00e1 os pa\u00edses em crise dever\u00e3o ter uma redu\u00e7\u00e3o do PIB per capita, diz o FMI. Pela previs\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o, deve haver uma redu\u00e7\u00e3o de 1,6% em toda a Europa. Na Gr\u00e9cia, a queda prevista \u00e9 de 10,6%, em Portugal de 7,8%; na Espanha de 6,8% e It\u00e1lia de 6,4%.<\/p>\n<hr \/>\n<p>R$ 115 bi para o campo<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>A presidente Dilma Rousseff divulga amanh\u00e3 o Plano Agr\u00edcola e Pecu\u00e1rio 2012\/2013, que prev\u00ea a libera\u00e7\u00e3o aos produtores rurais de R$ 115,2 bilh\u00f5es, 7,2% a mais do que em 2011. O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) ter\u00e1 de fazer um esfor\u00e7o grande de execu\u00e7\u00e3o. No ano passado, dos R$ 107,5 bilh\u00f5es disponibilizados em cr\u00e9dito, foram utilizados apenas R$ 94 bilh\u00f5es. A presidente anunciar\u00e1 ainda um corte nas taxas de juros dos financiamentos, de 6,25% ao ano para 5,5% ao ano.<\/p>\n<p>Na pr\u00f3xima semana, Dilma anunciar\u00e1 ainda a eleva\u00e7\u00e3o nos recursos destinados aos pequenos produtores. No ano passado, eles receberam R$ 16 bilh\u00f5es. Agora, ser\u00e3o concedidos R$ 18 bilh\u00f5es. As taxas cair\u00e3o a menos da metade. Atualmente, em 4,5% ao ano, elas passar\u00e3o a ser de 2% ao ano. O pacote para impulsionar o desenvolvimento rural e, de quebra, dar uma for\u00e7a \u00e0 ind\u00fastria nacional, inclui ainda o investimento em m\u00e1quinas agr\u00edcolas para serem doadas aos munic\u00edpios com at\u00e9 50 mil habitantes e com uma popula\u00e7\u00e3o composta por, no m\u00ednimo, 90% de pequenos agricultores.<\/p>\n<p>Segundo informou o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio, o governo far\u00e1 uma licita\u00e7\u00e3o de R$ 1,29 bilh\u00e3o para a compra de 3.591 retroescavadeiras e 1.300 motoniveladoras. As m\u00e1quinas ser\u00e3o compradas usando a margem de prefer\u00eancia, por meio da qual o governo poder\u00e1 pagar pre\u00e7os at\u00e9 18% maiores nas retroescavadeiras e 10% nas motoniveladoras nacionais.<\/p>\n<p>Nos financiamentos que ser\u00e3o anunciados amanh\u00e3 pela presidente, haver\u00e1 linhas destinadas \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de maquin\u00e1rio. E tamb\u00e9m a extens\u00e3o do acesso ao seguro rural e \u00e0 garantia de renda, devido \u00e0 seca que atingiu este ano n\u00e3o apenas o Nordeste como o Sul do pa\u00eds. Outros setores beneficiados com taxas especiais ser\u00e3o o de cooperativas, de bovinocultura, suinocultura, caprinocultura e de corte de leite.(MM)<\/p>\n<p>Sem efeito<\/p>\n<p>As medidas de est\u00edmulo \u00e0 economia adotadas pelo governo este ano ainda n\u00e3o renderam qualquer efeito favor\u00e1vel \u00e0 produ\u00e7\u00e3o nacional de a\u00e7o, que chegou a 17,2 milh\u00f5es de toneladas no primeiro semestre, 3,4% menos que igual per\u00edodo de 2011. A expectativa do setor, contudo, \u00e9 que 2012 feche com ligeiro aumento nos volumes produzidos, gra\u00e7as \u00e0 alta do d\u00f3lar e aos primeiros reflexos da suspens\u00e3o dos incentivos de estados \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de produtos sider\u00fargicos, com a derrubada da chamada guerra fiscal dos portos. &#8220;Devemos fechar o ano um pouco melhor que o ano passado, produzido 2,2% mais, chegando a 36 milh\u00f5es de toneladas&#8221;, disse o presidente executivo do Instituto A\u00e7o Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes, ontem, durante a abertura do congresso nacional do setor, na capital paulista.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Merkel rejeita eurob\u00f4nus &#8216;enquanto estiver viva&#8217;<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>\u00c0s v\u00e9speras da reuni\u00e3o de c\u00fapula da Uni\u00e3o Europeia (UE), amanh\u00e3 e sexta-feira, os eurob\u00f4nus voltaram \u00e0 pauta, citados em documento preparado pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy. Mas a chanceler alem\u00e3, Angela Merkel, j\u00e1 avisou que isso n\u00e3o ocorrer\u00e1 &#8220;enquanto estiver viva&#8221;. Hoje, tentando aparar as \u00faltimas arestas antes da c\u00fapula, os l\u00edderes de Alemanha, Espanha, Fran\u00e7a e It\u00e1lia se re\u00fanem em Paris, j\u00e1 sob a sombra de um novo pedido de socorro, desta vez de Chipre. Mariano Rajoy, Fran\u00e7ois Hollande e Mario Monti s\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 emiss\u00e3o de eurob\u00f4nus, que significaria o compartilhamento, por toda a zona do euro, do peso da d\u00edvida dos Estados.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o vejo um passivo total da d\u00edvida enquanto eu viver &#8211; disse Merkel, segundo fontes, em reuni\u00e3o a portas fechadas com parlamentares de sua coaliz\u00e3o.<\/p>\n<p>Na v\u00e9spera, a chanceler classificara a ideia de eurob\u00f4nus de &#8220;economicamente errada e contraproducente&#8221;.<\/p>\n<p>Monti est\u00e1 disposto a debater at\u00e9 domingo<\/p>\n<p>As discuss\u00f5es prometem. O premier italiano, Mario Monti, disse no Parlamento que est\u00e1 pronto para continuar negociando at\u00e9 a noite de domingo, se necess\u00e1rio, para fechar um acordo sobre medidas que acalmem os mercados.<\/p>\n<p>&#8220;Em uma perspectiva de m\u00e9dio prazo, a emiss\u00e3o da d\u00edvida conjunta deve ser analisada como um passo a mais da uni\u00e3o fiscal&#8221;, afirmou Van Rompuy. Al\u00e9m dos eurob\u00f4nus, a c\u00fapula de Bruxelas deve discutir um pacote de crescimento, defendido pela Fran\u00e7a, de 130 bilh\u00f5es, e propostas para alcan\u00e7ar uma maior uni\u00e3o banc\u00e1ria e fiscal. Esta poderia incluir, segundo o texto de Van Rompuy, at\u00e9 um Tesouro comum a toda a zona do euro.<\/p>\n<p>A Fran\u00e7a j\u00e1 anunciou que cortar\u00e1 em 1 bilh\u00e3o os gastos previstos para este ano, al\u00e9m de congelar as despesas no per\u00edodo 2013-2016. O governo informou que ser\u00e3o afetados todas as \u00e1reas, com exce\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, justi\u00e7a e MInist\u00e9rio do Interior. A Fran\u00e7a tamb\u00e9m reduziu sua proje\u00e7\u00e3o de crescimento para este ano, de 0,5% para 0,4%.<\/p>\n<p>Chipre, o quinto pa\u00eds a pedir ajuda financeira da UE, sofreu um golpe ontem: o Banco Central Europeu (BCE) anunciou que n\u00e3o vai mais aceitar os b\u00f4nus do pa\u00eds como garantia &#8211; poucos dias antes de Chipre assumir a presid\u00eancia rotativa do bloco. Hoje os ministros de Finan\u00e7as da zona do euro far\u00e3o uma teleconfer\u00eancia para discutir as solicita\u00e7\u00f5es de Espanha e Chipre.<\/p>\n<p>Fontes disseram ontem \u00e0 ag\u00eancia de not\u00edcias Reuters que Chipre pode precisar de at\u00e9 10 bilh\u00f5es, mais da metade de seu Produto Interno Bruto (PIB), de 17,3 bilh\u00f5es. Isso significaria um montante de 10 mil por habitante.<\/p>\n<p>J\u00e1 a Espanha viu seu custo de financiamento quase triplicar. Ao leiloar ontem pap\u00e9is de tr\u00eas e seis meses, o Tesouro espanhol teve de pagar aos investidores um retorno de 2,362% e 3,237%, respectivamente, tr\u00eas vezes mais que o registrado h\u00e1 um m\u00eas. Al\u00e9m disso, o governo informou que o d\u00e9ficit acumulado nos cinco primeiros meses est\u00e1 em 3,41% do PIB &#8211; quase o acordado com a UE para todo o ano, de 3,5%.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Desacelera\u00e7\u00e3o e corte na Fran\u00e7a<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>A economia francesa desacelerar\u00e1 fortemente em 2012 e registrar\u00e1 um crescimento de apenas 0,4%, muito aqu\u00e9m do 1,7% do ano passado. A previs\u00e3o foi divulgada ontem pelo Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INSEE), revisando para baixo as previs\u00f5es do pr\u00f3prio governo (0,5%).<\/p>\n<p>O INSEE prev\u00ea que o Produto Interno Bruto (PIB) da Fran\u00e7a se estanque no segundo trimestre, assim como no primeiro, antes de come\u00e7ar a crescer no terceiro (0,1%) e quarto trimestres (0,2%). J\u00e1 o desemprego se situar\u00e1 a 9,9% este ano na \u00e1rea metropolitana e em 10,3%, caso sejam inclu\u00eddos os territ\u00f3rios de ultramar.<\/p>\n<p>O governo tenta reverter o pessimismo e anunciou o corte de 1 bilh\u00e3o de euros em gastos planejados para este ano, segundo informou ontem o ministro do Or\u00e7amento, Jerome Cahuzac. O presidente Fran\u00e7ois Hollande est\u00e1 lutando para reduzir o deficit p\u00fablico para dentro da meta de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) at\u00e9 o final de 2012, principalmente atrav\u00e9s de aumentos planejados de tributos.<\/p>\n<p>Na segunda-feira, o primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault disse a ministros do gabinete que os gastos gerais nos minist\u00e9rios e departamentos regionais ser\u00e3o congelados a partir de 2013 por tr\u00eas anos, excluindo custos de d\u00edvida e aposentadorias.<\/p>\n<p>Os gastos estatais franceses para 2012 devem totalizar cerca de 360 bilh\u00f5es de euros (US$ 450 bilh\u00f5es), mas o governo deve anunciar revis\u00f5es no or\u00e7amento ainda hoje, refletindo o debilitado crescimento que afeta as receitas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>A\u00e7\u00f5es da Petrobr\u00e1s ca\u00edram 26% em 4 meses<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Apesar de ter a gest\u00e3o mais bem avaliada pelo mercado do que a de seu antecessor, Jos\u00e9 Sergio Gabrielli, a presidente da Petrobr\u00e1s, Maria das Gra\u00e7as Foster, viu as a\u00e7\u00f5es preferenciais &#8211; com maior liquidez &#8211; da companhia amargarem queda de cerca de 26% desde que assumiu o cargo, em 13 de fevereiro.<\/p>\n<p>Relat\u00f3rio distribu\u00eddo ontem pela Ita\u00fa Corretora d\u00e1 pistas sobre o que, em princ\u00edpio, parece uma desaprova\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o Foster pelo mercado: &#8220;A sess\u00e3o (de anteontem) confirma a nossa tese inicial: enquanto a Petrobr\u00e1s administrada por Foster e seu time \u00e9 definitivamente uma melhor companhia, dois fatores permanecem: n\u00e3o podemos lutar contra os n\u00fameros (levar\u00e1 um tempo at\u00e9 que vejamos resultados tang\u00edveis da nova administra\u00e7\u00e3o); os acionistas controladores continuam os mesmos&#8221;, destaca o documento assinado pelos analistas Paula Kovarsky e Diego Mendes, da Ita\u00fa Corretora.<\/p>\n<p>Sendo a Petrobr\u00e1s uma empresa de economia mista com controle integral da Uni\u00e3o, fica impl\u00edcita a preocupa\u00e7\u00e3o dos analistas acerca de inger\u00eancias pol\u00edticas na condu\u00e7\u00e3o da companhia. No movimento de queda dos \u00faltimos dias, o mercado avaliou mal o fato de o reajuste ter vindo apenas no limite da Cide, o que mostrou a falta de disposi\u00e7\u00e3o do governo de repassar aumentos para o consumidor.<\/p>\n<p>Na escolha de prioridades entre manter sob controle a infla\u00e7\u00e3o &#8211; tarefa que seria dificultada diante do repasse do aumento nas refinarias ao mercado varejista &#8211; e irrigar o caixa da estatal com um aumento mais consistente, ficou muito clara a op\u00e7\u00e3o feita pelo governo.<\/p>\n<p>O acanhado reajuste eleva a desconfian\u00e7a dos investidores. N\u00e3o apenas sobre a capacidade de a Petrobr\u00e1s financiar seus investimentos, como sobre o ritmo de desempenho que o governo ir\u00e1 impor \u00e0 companhia.<\/p>\n<p>A sa\u00edda dos investidores estrangeiros, que haviam carregado o mercado no in\u00edcio do ano, a subsequente queda do pre\u00e7o do petr\u00f3leo no mercado internacional e, agora, um reajuste de combust\u00edveis considerado insuficiente pelo mercado, afetaram os pap\u00e9is. O plano de neg\u00f3cios com metas menos ambiciosas e investimentos maiores parece contribuir para afastar investidores.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da frustra\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao controle do pre\u00e7o dos combust\u00edveis pelo governo, o analista Ricardo Corr\u00eaa, da Ativa, lembra que Gra\u00e7a tamb\u00e9m tem administrado uma conjuntura internacional menos favor\u00e1vel que coincidiu com sua entrada no cargo. &#8220;O cen\u00e1rio que, no in\u00edcio do ano, fez as a\u00e7\u00f5es da Petrobr\u00e1s subirem, agora se inverteu&#8221;, diz o analista.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Produtividade da m\u00e3o de obra na constru\u00e7\u00e3o cresce 5,8% em 7 anos<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Mesmo aqu\u00e9m do desejado, a produtividade do trabalhador da constru\u00e7\u00e3o civil registrou um aumento de 5,8% no per\u00edodo entre 2003 e 2009. O ritmo de expans\u00e3o, no entanto, j\u00e1 est\u00e1 diminuindo. Considerando apenas o intervalo entre 2006 e 2009, a alta acumulada da produtividade foi de 4,4%. A desacelera\u00e7\u00e3o acontece porque as construtoras est\u00e3o pagando mais por profissionais menos qualificados.<\/p>\n<p>Esses dados constam em estudo feito pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), em parceria com C\u00e2mara Brasileira da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o (CBIC), envolvendo 166 empresas de 15 Estados. O diagn\u00f3stico ser\u00e1 divulgado no 84\u00ba Encontro Nacional da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o, que acontece entre hoje e sexta-feira, em Minas Gerais.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise mostra que, apesar da produtividade do trabalhador ter se expandido 5,8% entre 2003 e 2009, a de capital (que considera o retorno dos investimentos em m\u00e1quinas e equipamentos) ficou negativa em 3,5%. Segundo a economista da FGV, Ana Castelo, uma das respons\u00e1veis pelo levantamento, o efeito do investimento no aumento da produtividade \u00e9 gradual e um pouco mais demorado. Com isso, a produtividade total do setor totalizou 1,2% no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Entre 2003 e 2009, de acordo com a pesquisa da FGV, o sal\u00e1rio dos trabalhadores do setor subiu \u00e0 taxa m\u00e9dia de 4,5% ao ano e, portanto, ficou abaixo da taxa de crescimento da produtividade da m\u00e3o de obra. Esse cen\u00e1rio \u00e9 considerado preocupante.<\/p>\n<p>&#8220;A maior escassez de m\u00e3o de obra no per\u00edodo recente tem pressionado os sal\u00e1rios e os ganhos de produtividade do trabalhador n\u00e3o foram suficientes para cobrir esse custo adicional&#8221;, informou o estudo. Em 2009, o sal\u00e1rio m\u00e9dio do trabalhador teve um aumento de 7,6%, enquanto a produtividade apresentou alta de 4,2%.<\/p>\n<p>Para o economista da CBIC, Luis Fernando Melo Mendes, esses dados apontam que a produtividade na constru\u00e7\u00e3o civil continua crescendo, o que para muitos era visto como uma d\u00favida, por\u00e9m, &#8220;o aumento da produtividade n\u00e3o compensa a alta dos sal\u00e1rios que tem sido puxada pelo crescimento econ\u00f4mico&#8221;. Na avalia\u00e7\u00e3o dele, sem investimentos em qualifica\u00e7\u00e3o, a tend\u00eancia \u00e9 de que a produtividade da m\u00e3o de obra continue se desacelerando.<\/p>\n<p>&#8220;Para conseguir o desejado salto na produtividade, as principais iniciativas se referem ao treinamento de pessoal e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis de investimento em m\u00e1quinas, equipamentos e processos produtivos &#8211; o que depende de medidas que envolvem as entidades setoriais e os governos&#8221;, destaca o documento.<\/p>\n<p>De 2003 a 2009, conforme o estudo, a taxa m\u00e9dia de crescimento das empresas formais de constru\u00e7\u00e3o (com cinco ou mais pessoas ocupadas) foi de 11,2% ao ano, o que \u00e9 mais do que o dobro da taxa do setor (5,1% ao ano). O pessoal ocupado nas empresas formais registrou expans\u00e3o de 8,6% no per\u00edodo analisado.<\/p>\n<p>O levantamento aponta que em 2003 apenas 19,5% dos trabalhadores da constru\u00e7\u00e3o possu\u00edam v\u00ednculo formal de emprego, com registro em carteira. Em 2009, esse indicador chegou a 30,1%. Com isso, o contingente de trabalhadores saltou da faixa de 1 milh\u00e3o para 2 milh\u00f5es. Em 2009, existiam quase 63 mil empresas formais ativas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Rentabilidade das empresas cai e afeta arrecada\u00e7\u00e3o da Receita Federal<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>A arrecada\u00e7\u00e3o da Receita Federal j\u00e1 come\u00e7a a sofrer com os efeitos da desacelera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica sobre a rentabilidade das empresas. Nos \u00faltimos dois meses, houve queda de arrecada\u00e7\u00e3o dos tributos calculados sobre o lucro.<\/p>\n<p>O Imposto de Renda (IR) das pessoas jur\u00eddicas teve queda real de 13,9% em maio, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado. A Contribui\u00e7\u00e3o Social sobre o Lucro L\u00edquido (CSLL) teve redu\u00e7\u00e3o de 9,3% na mesma compara\u00e7\u00e3o. A arrecada\u00e7\u00e3o geral da Receita somou em maio R$ 77,97 bilh\u00f5es e teve eleva\u00e7\u00e3o de 3,82%. O desempenho chama a aten\u00e7\u00e3o, porque em abril o IR das empresas e a CSLL j\u00e1 haviam apresentado queda real, de 0,64% e 1,65%, respectivamente, enquanto o recolhimento total aumentou em 3,49%. Os valores foram atualizados pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA).<\/p>\n<p>No acumulado de janeiro a maio, a tributa\u00e7\u00e3o sobre lucro ainda cresce acima da m\u00e9dia, na compara\u00e7\u00e3o como mesmo per\u00edodo do ano passado. O IR das empresas teve nesse per\u00edodo eleva\u00e7\u00e3o de 6,3% e a CSLL, aumento de 8,21%. Os dois tributos crescem acima da m\u00e9dia de 3,8% de alta da arrecada\u00e7\u00e3o administrada pela Receita. Esse crescimento, por\u00e9m, ainda carrega o valor recolhido do ajuste dos dois tributos calculados sobre o lucro de 2011.<\/p>\n<p>Com o desempenho dos primeiros cinco meses do ano, a estimativa de crescimento da arrecada\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o foi reduzida para 4% em termos reais. A previs\u00e3o \u00e9 de Zayda Manatta, secret\u00e1ria-adjunta da Receita, que h\u00e1 um m\u00eas projetava o aumento da arrecada\u00e7\u00e3o do Fisco entre 4% e 4,5%. &#8220;Podemos dizer que o ritmo de crescimento est\u00e1 mais para 4% do que para 4,5%.&#8221;<\/p>\n<p>Everardo Maciel, ex-secret\u00e1rio da Receita Federal, acredita que a evolu\u00e7\u00e3o do IR e da CSLL reflete uma queda de rentabilidade das empresas, em raz\u00e3o da desacelera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. &#8220;O IR e a CSLL s\u00e3o calculados sobre o lucro e s\u00e3o os primeiros a sentir o desaquecimento da economia&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Uma evolu\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda abaixo da m\u00e9dia tem v\u00e1rios impactos, diz Everardo. O tributo \u00e9 o principal componente das transfer\u00eancias obrigat\u00f3rias da Uni\u00e3o a Estados e munic\u00edpios e tamb\u00e9m integra os fundos de desenvolvimento regionais. O crescimento da contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria, afirma, ajuda a arrecada\u00e7\u00e3o geral da Receita Federal, mas essa arrecada\u00e7\u00e3o tem seus recursos destinados \u00e0 Previd\u00eancia.<\/p>\n<p>Zayda diz que a arrecada\u00e7\u00e3o neste ano est\u00e1 crescendo apoiada no consumo, aumento da massa salarial e venda de bens e servi\u00e7os. A produ\u00e7\u00e3o industrial tem dado contribui\u00e7\u00e3o cada vez menor para o recolhimento dos tributos.<\/p>\n<p>H\u00e1 meses a ind\u00fastria praticamente n\u00e3o aparece na lista dos segmentos que mais contribu\u00edram para o crescimento da arrecada\u00e7\u00e3o. As entidades financeiras e o com\u00e9rcio varejista s\u00e3o os setores que puxaram o avan\u00e7o do recolhimento de tributos em maio. Em uma lista de dez segmentos, a \u00fanica atividade industrial que aparece \u00e9 a de fabrica\u00e7\u00e3o de bebidas.<\/p>\n<p>O fraco ritmo da economia j\u00e1 se reflete na arrecada\u00e7\u00e3o de tributos que incidem sobre o faturamento das empresas. Entre janeiro e maio deste ano, a Contribui\u00e7\u00e3o para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) destinou R$ 68,4 bilh\u00f5es aos cofres da Receita, resultado 2,2% acima do verificado em igual per\u00edodo do ano passado. J\u00e1 o PIS\/Pasep somou R$ 18,5 bilh\u00f5es nos primeiros cinco meses deste ano, o que representa alta de 3,1%.<\/p>\n<p>Zayda tamb\u00e9m lembrou que a desonera\u00e7\u00e3o adotada pelo governo pode, indiretamente, levar a um aumento de arrecada\u00e7\u00e3o. &#8220;Algumas medidas que o governo toma causam uma mexida na economia. Isso pode eventualmente provocar a arrecada\u00e7\u00e3o de outro produto. O governo est\u00e1 desonerando IPI, mas isso pode render arrecada\u00e7\u00e3o maior de PIS\/Cofins&#8221;, disse.<\/p>\n<p>De acordo com a secret\u00e1ria-adjunta, dever\u00e1 ser feita, em julho, revis\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o prevista para 2012 no Or\u00e7amento da Uni\u00e3o para considerar medidas recentes do governo, que abaixam as estimativas. \u00c9 caso da redu\u00e7\u00e3o do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para autom\u00f3veis e do Imposto sobre Opera\u00e7\u00f5es Financeiras (IOF) e da decis\u00e3o de zerar a Contribui\u00e7\u00e3o sobre Interven\u00e7\u00e3o no Dom\u00ednio P\u00fablico (Cide) sobre gasolina e diesel.<\/p>\n<p>Em maio, a evolu\u00e7\u00e3o da massa salarial compensou parte da queda de arrecada\u00e7\u00e3o com os tributos sobre o lucro. A receita previdenci\u00e1ria em maio teve eleva\u00e7\u00e3o real de 9,3% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2011, alta maior que os 3,8% de crescimento real do total arrecadado pelo governo. A Receita credita a alta da contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria ao crescimento de 11% da massa salarial em abril, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior. Em maio, a contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria foi respons\u00e1vel por 30,8% da arrecada\u00e7\u00e3o geral da Receita.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Governo vai acelerar compras de olho em 2013<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Determinada a impulsionar o crescimento do pa\u00eds, principalmente em 2013, a presidente Dilma Rousseff anuncia hoje um pacote de compras governamentais que poder\u00e1 movimentar aproximadamente R$ 6 bilh\u00f5es. O governo considera que o crescimento econ\u00f4mico deste ano est\u00e1 dado e n\u00e3o ser\u00e1 vistoso, embora acredite que o resultado do segundo semestre ser\u00e1 melhor que o verificado nos primeiros seis meses. Quer, assim, garantir que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2013 receba a heran\u00e7a estat\u00edstica mais generosa poss\u00edvel deste ano, o que os economistas chamam de &#8220;carry over&#8221;.<\/p>\n<p>Constam da lista de compras que poder\u00e3o ser antecipadas ou impulsionadas pelo governo federal \u00f4nibus e mobili\u00e1rios escolares, retroescavadeiras que dever\u00e3o ser adquiridas por um &#8220;custo menor&#8221; pelas prefeituras de todo o pa\u00eds. Tamb\u00e9m est\u00e1 prevista a compra de caminh\u00f5es para o Ex\u00e9rcito, ambul\u00e2ncias pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e vag\u00f5es para a Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S\/A. (Transurb) e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Al\u00e9m disso, o governo vai antecipar as compras de m\u00e1quinas, equipamentos e mobili\u00e1rio para os minist\u00e9rios da Agricultura, Educa\u00e7\u00e3o, Justi\u00e7a, Sa\u00fade e Desenvolvimento Agr\u00e1rio.<\/p>\n<p>O governo tamb\u00e9m deve anunciar a compra e distribui\u00e7\u00e3o de motoniveladoras para 1.330 munic\u00edpios e retroescavadeiras para 3.591 prefeituras, como anunciou Dilma na Marcha de Prefeitos em maio. \u00c0 \u00e9poca, Dilma estimou que a entrega das m\u00e1quinas seriam feitas no fim do ano.<\/p>\n<p>A presidente tamb\u00e9m deve anunciar investimentos para constru\u00e7\u00e3o de quadras esportivas. O governo deve ainda publicar hoje portaria com a regulamenta\u00e7\u00e3o do decreto 7.713 de abril deste ano, que prev\u00ea as margens de prefer\u00eancia para as compras do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, de 8% para &#8220;insumos farmac\u00eauticos ativos&#8221; em desenvolvimento ou com capacidade nacional de fabrica\u00e7\u00e3o imediata; 20% para f\u00e1rmacos, medicamentos n\u00e3o ativos e medicamentos que utilizem f\u00e1rmacos espec\u00edficos; e 25% para produtos biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>O governo tamb\u00e9m deve anunciar a prorroga\u00e7\u00e3o, por mais tr\u00eas meses, do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para eletrodom\u00e9sticos da linha branca, m\u00f3veis, laminados PET, papel de parede, lumin\u00e1rias e lustres. A atual tabela de IPI reduzido perde validade no s\u00e1bado. A desonera\u00e7\u00e3o de PIS\/Cofins para as massas tamb\u00e9m ser\u00e1 prorrogada.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que baliza as opera\u00e7\u00f5es do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), n\u00e3o est\u00e1 descartada. A decis\u00e3o sobre o futuro da TJLP, no entanto, cabe ao Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN), formado pelos minist\u00e9rios da Fazenda e do Planejamento e pelo Banco Central (BC). O CMN se re\u00fane amanh\u00e3.<\/p>\n<p>Desde junho de 2009 em 6% ao ano, a redu\u00e7\u00e3o de TJLP tem sido motivo de an\u00e1lise na \u00e1rea econ\u00f4mica nos \u00faltimos dias. Enquanto um setor do governo entende que a forte redu\u00e7\u00e3o na taxa b\u00e1sica de juros, a Selic (hoje em 8,5% ao ano), permite a &#8220;adequa\u00e7\u00e3o&#8221; da TJLP, outros economistas do governo defendem a manuten\u00e7\u00e3o da taxa at\u00e9 que a infla\u00e7\u00e3o ceda de maneira &#8220;firme&#8221; para baixo de 5%.<\/p>\n<p>Para um defensor do corte na TJLP, a medida &#8220;dinamizaria&#8221; os investimentos privados. At\u00e9 o in\u00edcio da noite de ontem, o Valor apurou que a divis\u00e3o no alto escal\u00e3o do governo permanecia entre os que defendem a manuten\u00e7\u00e3o em 6%, os que desejam um corte pequeno, de 0,25 ponto percentual, e os que querem cortes maiores.<\/p>\n<p>J\u00e1 o an\u00fancio do novo Plano Safra, com cerca de R$ 115 bilh\u00f5es, deve ser feito amanh\u00e3. A cifra \u00e9 7,5% superior aos desembolsos do atual Plano Safra. Em S\u00e3o Paulo, o ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, disse que o pacote ser\u00e1 focado no investimento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO Estado de S. Paulo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3088\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3088","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-NO","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3088","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3088"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3088\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3088"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3088"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3088"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}