{"id":30974,"date":"2023-10-18T22:26:25","date_gmt":"2023-10-19T01:26:25","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=30974"},"modified":"2023-10-19T21:10:36","modified_gmt":"2023-10-20T00:10:36","slug":"colonialismo-de-substituicao-e-o-mito-da-emancipacao-pacifica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30974","title":{"rendered":"Colonialismo de substitui\u00e7\u00e3o e o mito da emancipa\u00e7\u00e3o pac\u00edfica"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"30975\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30974\/image11-8\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/image11-1.png?fit=599%2C599&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"599,599\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image(11)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/image11-1.png?fit=599%2C599&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-30975\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/image11-1.png?resize=599%2C599&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"599\" height=\"599\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/image11-1.png?w=599&amp;ssl=1 599w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/image11-1.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/image11-1.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 599px) 100vw, 599px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Luis Francisco &#8211; Militante do PCB no Paran\u00e1<\/p>\n<p>O colonialismo de substitui\u00e7\u00e3o, como foi praticado na Arg\u00e9lia, na \u00c1frica do Sul, na Rod\u00e9sia, e em tantos outros projetos de coloniza\u00e7\u00e3o que pretenderam substituir uma popula\u00e7\u00e3o nativa por uma popula\u00e7\u00e3o estrangeira, \u00e9 a forma mais completa de viol\u00eancia colonial. Aqueles que hoje defendem Israel n\u00e3o s\u00e3o \u00fanicos na nossa hist\u00f3ria; s\u00e3o vers\u00f5es ainda mais c\u00ednicas daqueles que, no s\u00e9culo passado, condenavam os africanos por ousar se libertar. Basta lembrar que por quase quatro d\u00e9cadas, Nelson Mandela e seus aliados na luta contra o apartheid eram nada mais do que \u201cterroristas\u201d aos olhos da m\u00eddia no Ocidente.<\/p>\n<p>Essa forma de colonialismo, praticada por europeus desde as suas primeiras incurs\u00f5es nas Am\u00e9ricas, \u00e9 especialmente b\u00e1rbara justamente pela sua caracter\u00edstica definidora: a substitui\u00e7\u00e3o. A implica\u00e7\u00e3o \u00e9 de que a popula\u00e7\u00e3o nativa deve \u2018sumir\u2019, dar lugar a um novo grupo, enquanto lenta ou rapidamente desaparece. Para o colonizador, n\u00e3o importa a forma que esse \u2018desaparecimento\u2019 toma, seja pelo genoc\u00eddio f\u00edsico e cultural, seja pelo deslocamento ou desapropria\u00e7\u00e3o; por isso, todas as op\u00e7\u00f5es est\u00e3o na mesa.<\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho do colonizado \u00e9 um b\u00f4nus, a ser aproveitado pela iniciativa privada, mas n\u00e3o essencial ao objetivo: adquirir a maior quantidade de terra poss\u00edvel com o menor n\u00famero de nativos. O colonialismo de substitui\u00e7\u00e3o, em todas as suas formas, implica a pr\u00e1tica constante da viol\u00eancia e da \u2018limpeza \u00e9tnica\u2019 \u2013 um genoc\u00eddio prolongado. Dos povos origin\u00e1rios das Am\u00e9ricas aos argelinos e sul-africanos, essa forma de colonialismo sempre vem acompanhada da expuls\u00e3o, cercamento, exterm\u00ednio e apagamento. Os povos \u201cdesaparecem,\u201d e suas hist\u00f3rias s\u00e3o \u201cesquecidas.\u201d<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 importante lembrar que as guerras de liberta\u00e7\u00e3o nacional s\u00e3o, necessariamente, contraofensivas; que toda viol\u00eancia do oprimido contra seu opressor \u00e9 sempre autodefesa. N\u00e3o existe colonialismo pac\u00edfico, assim como n\u00e3o existe movimento anticolonial sem luta anticolonial. Como escreveu o intelectual caribenho Walter Rodney ao defender a luta anticolonial: \u201cNos dizem que a viol\u00eancia \u00e9, por si s\u00f3, um mal; que n\u00e3o importa a causa, ela \u00e9 moralmente injustific\u00e1vel. Mas que tipo de moralidade \u00e9 essa, onde a viol\u00eancia do escravo ao quebrar suas correntes \u00e9 equipar\u00e1vel a viol\u00eancia do Senhor de escravos?\u201d<\/p>\n<p>Quem defende em abstrato os princ\u00edpios da n\u00e3o-viol\u00eancia acaba por calar e condenar a rea\u00e7\u00e3o do oprimido, espor\u00e1dica e cat\u00e1rtica, enquanto normaliza a viol\u00eancia di\u00e1ria da opress\u00e3o colonial \u2013 constante e frequente o bastante para que nos acostumemos a conden\u00e1-la sem agir contra ela. O colonialismo, como colocado por Frantz Fanon, \u201c\u00e9 a viol\u00eancia no seu estado natural e s\u00f3 sucumbir\u00e1 quando for confrontada com uma viol\u00eancia ainda maior.\u201d No caso de Israel, uma viol\u00eancia t\u00e3o naturalizada no imagin\u00e1rio ocidental \u2013 onde um genoc\u00eddio de 75 anos \u00e9 pintado como uma \u201cguerra milenar\u201d e sem solu\u00e7\u00e3o \u2013 que a sua exist\u00eancia n\u00e3o \u00e9 mais questionada. Quanta arrog\u00e2ncia e certeza de impunidade foi necess\u00e1ria para que Israel mantivesse 2.4 milh\u00f5es de pessoas num campo de concentra\u00e7\u00e3o a c\u00e9u aberto por dezesseis anos, sem se preocupar com o que diria a \u201ccomunidade internacional\u201d?<\/p>\n<p>Assim como foi na \u00c1frica do Sul, o que permite essa viol\u00eancia \u00e9 a certeza da impunidade, derivada de aliados complacentes \u2013 alguns inclusive, como os Estados Unidos, que at\u00e9 ontem praticavam sua pr\u00f3pria segrega\u00e7\u00e3o, que mant\u00e9m at\u00e9 hoje campos de concentra\u00e7\u00e3o nas suas fronteiras, ocupa\u00e7\u00f5es militares em pa\u00edses terceiros (a exemplo de Guant\u00e1namo), e continuam a criminalizar grupos \u00e9tnicos inteiros. Afinal, o colonialismo e o imperialismo, como toda viol\u00eancia, n\u00e3o s\u00e3o praticados em abstrato, mas sim pelos interesses militares e, em \u00faltimo n\u00edvel, econ\u00f4micos, de certas classes. O imperialismo brit\u00e2nico, por exemplo, causou imenso preju\u00edzo \u00e0s classes oper\u00e1rias e camponesas do Reino Unido, mas gerou fortunas bilion\u00e1rias para suas elites.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi da ideologia racista que surgiram a coloniza\u00e7\u00e3o e a escravid\u00e3o, mas justamente o inverso: o racismo, assim como o sionismo, existe para justificar a viol\u00eancia de imp\u00e9rios e a coloniza\u00e7\u00e3o dos povos. Da mesma forma que os europeus ou os afric\u00e2ners na \u00c1frica do Sul desumanizavam os africanos chamando-os de \u201cselvagens,\u201d usando como prova da sua \u201cselvageria\u201d a viol\u00eancia contra o colonizador, Israel desumaniza toda a popula\u00e7\u00e3o palestina ao cham\u00e1-los de terroristas \u2013 usando como \u201cprova\u201d desse terrorismo a viol\u00eancia contra os seus algozes.<\/p>\n<p>O que \u00e9 o terrorismo se n\u00e3o os assassinatos de crian\u00e7as, tortura de civis, destrui\u00e7\u00e3o de infraestrutura, pris\u00f5es arbitr\u00e1rias, expuls\u00f5es e confinamento em massa praticados por Israel contra os palestinos? O que \u00e9 apartheid se n\u00e3o a segrega\u00e7\u00e3o legal, f\u00edsica, e militarizada de povos ranqueados por etnia e local de nascimento dentro de um territ\u00f3rio ocupado? O que \u00e9 genoc\u00eddio se n\u00e3o o confinamento de milh\u00f5es de pessoas, metade das quais menores de 14 anos, em um espa\u00e7o menor que o plano-piloto de Bras\u00edlia sem acesso regular a \u00e1gua, energia, alimentos, ou cuidados m\u00e9dicos?<\/p>\n<p>Comparar Israel e a \u00c1frica do Sul durante o apartheid n\u00e3o \u00e9 novidade, e por isso n\u00e3o vou me alongar na analogia. Os dois regimes eram muito pr\u00f3ximos, e Israel chegou a auxiliar de forma vital no desenvolvimento das armas nucleares sul-africanas \u2013 um \u201cbot\u00e3o de emerg\u00eancia\u201d do apartheid que felizmente nunca foi apertado. O historiador israelense antissionista Illan Papp\u00e9, autor de diversos livros sobre a Nakbah e editor de uma imprescind\u00edvel cole\u00e7\u00e3o de textos intitulada Israel e \u00c1frica do Sul: As V\u00e1rias Formas do Apartheid, definiu o sionismo como \u201cum movimento nacionalista europeu, mas que se tornou um movimento colonialista assim que seus l\u00edderes decidiram implementar sua vis\u00e3o de renascimento nacional na terra palestina.\u201d Ter ci\u00eancia desse processo, de que a ideologia muda e se adapta junto \u00e0 pr\u00e1tica colonial, \u00e9 essencial para se compreender o que \u00e9 o sionismo hoje, quando a era dos imp\u00e9rios coloniais j\u00e1 chegou ao seu fim: uma forma de supremacismo \u00e9tnico baseado na ideologia colonial europeia, que justifica o massacre de todo um povo, sua substitui\u00e7\u00e3o, sob o verniz de uma \u201cdisputa religiosa.\u201d N\u00e3o nos deixemos enganar: o conflito que o sionismo gera n\u00e3o \u00e9 religioso, mas sim territorial.<\/p>\n<p>Como \u00faltima nota, gostaria de lembrar que a nossa maior arma \u00e9 a verdade. Os leviat\u00e3s da m\u00eddia burguesa, que monopolizam narrativas a servi\u00e7o de quem pagar melhor, continuam a defender com unhas e dentes a agress\u00e3o sionista; pintam o agressor como se fosse a v\u00edtima, tentam chocar com imagens violentas. A servi\u00e7o dos senhores da guerra, do \u201ccomplexo industrial-militar,\u201d dos objetivos estrat\u00e9gicos dos grandes imp\u00e9rios, distorcem a realidade sem remorso. Lhes pergunto: onde estavam enquanto soldados israelenses terraplanavam vilas inteiras, quando colonos torturavam e assassinavam palestinos, sob a prote\u00e7\u00e3o do estado sionista, ou nas repetidas vezes que Israel fez chover fogo sobre Gaza? Onde estavam enquanto seus colegas \u2013 Shireen Abu Akleh, Ahmed Abu Hussein, Yaser Murtaja, e tantos outros \u2013 eram assassinados por Israel ao cobrir suas a\u00e7\u00f5es militares, essas sim terroristas?<\/p>\n<p>Defender nossos irm\u00e3os palestinos dos ataques midi\u00e1ticos, das mentiras, das falsas narrativas, \u00e9 tamb\u00e9m nosso dever internacionalista. Apelo a todos os aliados da causa palestina que se informem, que combatam as mentiras, que espalhem as palavras de ordem da liberdade para o povo palestino. Independentemente do resultado da hist\u00f3rica opera\u00e7\u00e3o militar hoje em curso, sabemos que a resposta de um agressor t\u00e3o impiedoso como o regime sionista ser\u00e1 a intensifica\u00e7\u00e3o dos massacres que j\u00e1 cometem faz 75 anos. Espalhar a verdade e combater a narrativa colonialista \u00e9 um dever de todos que se entendem anticolonialistas.<\/p>\n<p>Viva a Palestina Livre e Independente! Do Rio ao Mar!<br \/>\nVenceremos.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s advocamos pela aboli\u00e7\u00e3o das guerras. N\u00f3s n\u00e3o queremos guerras; mas a guerra s\u00f3 pode ser abolida atrav\u00e9s da guerra, e para que nos livremos de todas as armas, devemos primeiro pegar em armas.\u201d<br \/>\n&#8211; Mao Ts\u00e9-Tung, Problemas da Guerra e da Estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>Recomenda\u00e7\u00f5es de leitura:<br \/>\nIlan Papp\u00e9: A Hist\u00f3ria da Palestina Moderna, The Biggest Prison on Earth e Dez Mitos Sobre Israel; Sara Roy: The Gaza Strip: The Political Economy of De-Development; Nilton Bobato e Paulo Porto: Palestina, Um Olhar Al\u00e9m da Ocupa\u00e7\u00e3o; Edward Said: Sobre a Quest\u00e3o Palestina e Blaming the Victims; Frantz Fanon: Os Condenados da Terra e Em Defesa da Revolu\u00e7\u00e3o Africana; Walter Rodney: Decolonial Marxism e Como a Europa Subdesenvolveu a \u00c1frica.<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CyQyLeHM2MU\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\" style=\" background:#FFF; 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height: 14px; width: 60px;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"padding: 19% 0;\"><\/div>\n<div style=\"display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;\"><svg width=\"50px\" height=\"50px\" viewBox=\"0 0 60 60\" version=\"1.1\" xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" xmlns:xlink=\"https:\/\/www.w3.org\/1999\/xlink\"><g stroke=\"none\" stroke-width=\"1\" fill=\"none\" fill-rule=\"evenodd\"><g transform=\"translate(-511.000000, -20.000000)\" fill=\"#000000\"><g><path d=\"M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631\"><\/path><\/g><\/g><\/g><\/svg><\/div>\n<div style=\"padding-top: 8px;\">\n<div style=\" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;\">View this post on Instagram<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"padding: 12.5% 0;\"><\/div>\n<div style=\"display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;\">\n<div>\n<div style=\"background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;\"><\/div>\n<div style=\"background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"margin-left: 8px;\">\n<div style=\" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;\"><\/div>\n<div style=\" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CyQyLeHM2MU\/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading\" style=\" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;\" target=\"_blank\">A post shared by PCB Curitiba e RM (@pcb.curitiba)<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/blockquote>\n<p><script async src=\"\/\/platform.instagram.com\/en_US\/embeds.js\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/30974\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9,78],"tags":[224],"class_list":["post-30974","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s10-internacional","category-c91-solidariedade-a-palestina","tag-3b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-83A","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30974","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30974"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30974\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":30980,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30974\/revisions\/30980"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30974"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30974"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30974"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}