{"id":3099,"date":"2012-06-29T16:27:21","date_gmt":"2012-06-29T16:27:21","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3099"},"modified":"2012-06-29T16:27:21","modified_gmt":"2012-06-29T16:27:21","slug":"divida-das-familias-bate-recorde-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3099","title":{"rendered":"D\u00edvida das fam\u00edlias bate recorde no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"\n<p>O brasileiro nunca esteve t\u00e3o endividado. De acordo com o Banco Central (BC), o valor das d\u00edvidas corresponde a 43,3% da renda das fam\u00edlias no ano. \u00c9 recorde hist\u00f3rico desde quando a autarquia come\u00e7ou a registrar os dados em 2005. Nessa \u00e9poca, o endividamento era de apenas 18,4% dos ganhos anuais. O dado mais recente, de abril, mostra uma alta em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior quando o indicador estava em 42,9%.<\/p>\n<p>De acordo com o diretor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do BC, Carlos Hamilton, a escalada do endividamento das pessoas reflete uma alta do cr\u00e9dito imobili\u00e1rio e isso \u00e9 um bom sinal j\u00e1 que o financiamento de im\u00f3veis \u00e9 considerado mais seguro porque tem uma garantia real. Al\u00e9m disso, no Brasil, esse tipo de opera\u00e7\u00e3o financeira ainda \u00e9 muito pequeno em rela\u00e7\u00e3o ao tamanho do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&#8211; Em termos comparativos, estamos abaixo do n\u00edvel de endividamento de muitas economias do mesmo porte do Brasil &#8211; argumentou Hamilton.<\/p>\n<p>Ele ressaltou que um outro indicador importante que mostra a situa\u00e7\u00e3o financeira das pessoas j\u00e1 d\u00e1 sinais de que deve melhorar daqui para frente. O comprometimento da renda das fam\u00edlias com o servi\u00e7o da d\u00edvida se estabilizou na casa de 22%, desde o quarto trimestre do ano passado. O n\u00famero mostra o peso das d\u00edvidas no or\u00e7amento familiar.<\/p>\n<p>Para Hamilton, a tend\u00eancia desse comprometimento das receitas \u00e9 cair porque os juros ao consumidor est\u00e3o em queda e a renda do trabalhador continua a crescer.<\/p>\n<p>O economista-chefe da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio (CNC) e ex-diretor do BC, Carlos Thadeu de Freitas, espera que a postura mais cautelosa dos bancos &#8211; adotada depois de amargarem um n\u00edvel de calote maior por causa da crise &#8211; tamb\u00e9m deve ajudar a reduzir tanto o endividamento quanto o comprometimento de renda das fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Ele aposta que o cr\u00e9dito mais dif\u00edcil e a pr\u00f3pria cautela do trabalhador &#8211; que j\u00e1 se mostra mais preocupado com a manuten\u00e7\u00e3o do emprego e da renda por causa da crise &#8211; ajudar\u00e3o a diminuir o tamanho da d\u00edvida das fam\u00edlias brasileiras.<\/p>\n<p>&#8211; A gente espera um aumento do consumo somente no fim do ano como \u00e9 de costume. E at\u00e9 l\u00e1, tamb\u00e9m vamos ver uma queda da inadimpl\u00eancia &#8211; previu o economista.<\/p>\n<p>Atualmente, o n\u00edvel de atraso das presta\u00e7\u00f5es acima de 90 dias das pessoas f\u00edsicas est\u00e1 em 8%. \u00c9 o maior patamar desde novembro de 2009 durante a crise mundial. No entanto, o BC justifica que esse n\u00famero reflete opera\u00e7\u00f5es antigas e que deve melhorar.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o h\u00e1 qualquer elemento que justifique que h\u00e1 problema no mercado de cr\u00e9dito brasileiro &#8211; afirmou o diretor Carlos Hamilton.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Moody&#8217;s rebaixa a nota de risco de 8 bancos brasileiros<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de risco Moody&#8221;s rebaixou ontem a nota de cr\u00e9dito de oito bancos brasileiros entre um e tr\u00eas graus, como parte de sua revis\u00e3o global de todos os bancos com ratings (classifica\u00e7\u00f5es) mais elevados do que o rating soberano de seu pa\u00eds de origem.<\/p>\n<p>&#8220;Nossa an\u00e1lise indicou que h\u00e1 poucas raz\u00f5es para acreditar que esses bancos estariam isolados a partir de uma crise da d\u00edvida do governo&#8221;, justificou a Moody&#8221;s, em comunicado. &#8220;Mais especificamente, n\u00f3s notamos uma significativa exposi\u00e7\u00e3o direta desses bancos para os t\u00edtulos do governo brasileiro, equivalente a 167% do capital de n\u00edvel 1, em m\u00e9dia.&#8221;<\/p>\n<p>A Moody&#8221;s rebaixou Banco do Brasil, Safra, Santander e HSBC Bank Brasil &#8211; Banco M\u00faltiplo ao n\u00edvel do rating de cr\u00e9dito soberano do Brasil, ou seja, o grau de investimento Baa2.<\/p>\n<p>Bradesco, Ita\u00fa Unibanco e o banco de investimentos do Banco Ita\u00fa BBA foram rebaixados em um grau acima do rating soberano, porque possuem fatores que ajudam a mitigar os riscos, incluindo n\u00edveis moderados de diversifica\u00e7\u00e3o internacional e altos n\u00edveis de diversifica\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios, apesar de, em geral, possu\u00edrem altos n\u00edveis de participa\u00e7\u00e3o na d\u00edvida soberana.<\/p>\n<p>Banco Votorantim foi rebaixado em um grau abaixo do n\u00edvel do rating da d\u00edvida soberana brasileira para refletir o mau desempenho financeiro do banco, incluindo a fraca qualidade e rentabilidade dos ativos e as perspectivas de desafios constantes para a sua solidez financeira.<\/p>\n<p>Reenquadramento. O analista-s\u00eanior de bancos da Moody&#8221;s para o Brasil, Ricardo Kovacs, afirmou, em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia Estado, que &#8220;n\u00e3o ocorreu rebaixamento de bancos brasileiros&#8221;. Segundo Kovacs, o que ocorreu &#8220;foi um reenquadramento das notas atribu\u00eddas \u00e0s institui\u00e7\u00f5es financeiras em n\u00edvel mundial, devido a uma metodologia (pr\u00f3pria) da Moody&#8221;s&#8221;. Ele ressaltou que a mudan\u00e7a metodol\u00f3gica foi adotada em fevereiro.<\/p>\n<p>Segundo Kovacs, a mudan\u00e7a visou tornar mais pr\u00f3ximas as notas de bancos dos ratings soberanos dos pa\u00edses onde est\u00e3o localizadas suas sedes. &#8220;Bancos como o Bradesco e Ita\u00fa Unibanco estavam com quatro notas acima do rating do Brasil e agora passaram a ficar com uma nota superior&#8221;, disse. &#8220;N\u00e3o mudou nada em rela\u00e7\u00e3o ao Pa\u00eds, ao contr\u00e1rio&#8221;, acrescentou, referindo-se \u00e0 boa avalia\u00e7\u00e3o que a Moody&#8221;s faz sobre os bancos brasileiros.<\/p>\n<p>&#8220;Os bancos brasileiros s\u00e3o resistentes e s\u00f3lidos para par\u00e2metros internacionais, entre eles os de capitaliza\u00e7\u00e3o e de gera\u00e7\u00e3o de receitas&#8221;, disse. Kovacs ressaltou que a supervis\u00e3o do Banco Central sobre os bancos &#8220;\u00e9 muito eficiente&#8221;, o que, na pr\u00e1tica, se torna um fator adicional relevante que colabora para que a higidez dos bancos no Pa\u00eds seja mantida no longo prazo.<\/p>\n<hr \/>\n<p>\u00cdndios podem endurecer contra Belo Monte<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Lideran\u00e7as ind\u00edgenas das etnias Xikrin, Juruna, Parkan\u00e3 e Araras do Maia prometem radicalizar na ocupa\u00e7\u00e3o de obras do S\u00edtio Pimental, da Usina Hidrel\u00e9trica de Belo Monte em Altamira do Par\u00e1. \u00c9 o que falaram, por telefone, ap\u00f3s reuni\u00e3o com o diretor-presidente do cons\u00f3rcio Norte Energia, Carlos Nascimento, realizada por mais de 5 horas, no escrit\u00f3rio da empresa, em Altamira. Est\u00e1 marcada para o dia 9 de julho a retomada das negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na reuni\u00e3o, os ind\u00edgenas, que ocupam o S\u00edtio desde o dia 14, apresentaram suas reivindica\u00e7\u00f5es. Eles exigem, segundo representante do grupo, &#8220;cumprimento imediato das promessas feitas pelo governo e pelo empreendimento, mas at\u00e9 agora n\u00e3o cumpridas&#8221;. Os \u00edndios podem decidir &#8220;a qualquer momento parar as obras&#8221;.<\/p>\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima reuni\u00e3o, segundo a assessoria da empresa respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o da usina, &#8220;os pleitos de car\u00e1ter geral ser\u00e3o analisados pela Norte Energia&#8221;.<\/p>\n<p>Ato p\u00fablico. Diversas entidades e servidores p\u00fablicos que est\u00e3o em greve realizaram ontem ato p\u00fablico unificado em Bel\u00e9m. A manifesta\u00e7\u00e3o foi contra a pol\u00edtica de desenvolvimento do governo federal e para pedir o fim da criminaliza\u00e7\u00e3o de ativistas e movimentos sociais que defendem o Rio Xingu, contra a constru\u00e7\u00e3o da usina hidrel\u00e9trica de Belo Monte.<\/p>\n<p>As entidades defensoras de direitos humanos denunciaram \u00e0 Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos e \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), criminaliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e persegui\u00e7\u00e3o policial dos militantes que protestam contra a constru\u00e7\u00e3o de Belo Monte.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Atividade recua de novo em maio na ind\u00fastria de SP<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Ap\u00f3s mais um resultado negativo da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o paulista no ano, a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp) revisou para baixo sua previs\u00e3o para o Indicador de N\u00edvel de Atividade (INA) em 2012. A expectativa anterior, que era de estabilidade no ano, foi revisada para uma queda de 2%, segundo Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o dessazonalizada com o m\u00eas anterior, a atividade da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o paulista cresceu apenas em fevereiro (1,3%). O resultado de maio, divulgado ontem, foi de queda de 0,6%. Em abril, a queda tinha sido de 0,3%; em mar\u00e7o, de 1,1%; e em janeiro, de 1,6%, sempre em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior com ajuste.<\/p>\n<p>&#8220;No acumulado do ano, a produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria paulista apresenta queda de 6,3%. Assim, se estamos prevendo queda de 2% para 2012, acreditamos numa forte recupera\u00e7\u00e3o no segundo semestre&#8221;, afirmou Francini. O economista acredita que o pacote anunciado ontem pelo governo vai contribuir para essa retomada do setor. &#8220;N\u00e3o existe medida que, sozinha, traga grandes resultados. \u00c9 a soma de um c\u00e2mbio pr\u00f3ximo a R$ 2,10, queda da Selic, da TJLP e de outras medidas que t\u00eam efeito&#8221;, explica.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria paulista tamb\u00e9m usou menos os seus equipamentos. Em maio, o n\u00edvel de utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada (Nuci) recuou 0,6%, com ajuste sazonal, para 80,4%. A Fiesp destacou o setor de m\u00e1quinas e equipamentos, cuja atividade cresceu 1,1% em maio, na compara\u00e7\u00e3o com abril, considerando os ajustes sazonais. No ano, a alta do setor \u00e9 de 8% em rela\u00e7\u00e3o aos mesmos meses de 2011.<\/p>\n<hr \/>\n<p>BC altera barreira \u00e0 entrada de d\u00f3lares<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Com o cr\u00e9dito mais escasso por causa da crise, o Banco Central decidiu reverter medida adotada em mar\u00e7o, para baratear o financiamento \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es brasileiras e, ao mesmo tempo, facilitar a entrada de d\u00f3lares. Ontem, a autoridade monet\u00e1ria aprovou uma circular que amplia, \u00e0s institui\u00e7\u00f5es financeiras e outras empresas no exterior, a possibilidade de antecipa\u00e7\u00e3o de recursos para financiamento \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es com um prazo de at\u00e9 360 dias. Antes, a opera\u00e7\u00e3o estava restrita aos importadores instalados em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Segundo o secret\u00e1rio-executivo do BC, Geraldo Magela Siqueira, a limita\u00e7\u00e3o imposta &#8211; em ocasi\u00e3o que o governo queria conter a entrada de capital &#8211; estava encarecendo as opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito. &#8220;Estamos retirando uma trava [exclusividade do importador no exterior] importante ao financiamento&#8221;, afirmou Siqueira. &#8220;N\u00e3o \u00e9 falta de cr\u00e9dito para o exportador. A medida vai baratear e facilitar o financiamento de nossas exporta\u00e7\u00f5es dentro do prazo de 360 dias.&#8221;<\/p>\n<p>Apesar de ser considerado como um &#8220;ajuste&#8221;, o secret\u00e1rio-executivo admitiu que a medida ter\u00e1 efeito na entrada de capitais. &#8220;\u00c9 \u00f3bvio que vai ter reflexo no fluxo de capital&#8221;, disse. &#8220;Estamos fazendo agora uma competi\u00e7\u00e3o das fontes de financiamento de ACC [Adiantamento de Contrato de C\u00e2mbio] e as opera\u00e7\u00f5es de curto prazo. Isso barateia o cr\u00e9dito e amplia a entrada de capital para essa finalidade&#8221;, frisou. O secret\u00e1rio-executivo enfatizou que o objetivo do BC com a medida n\u00e3o \u00e9 trazer mais d\u00f3lares para o pa\u00eds. &#8220;Se fosse, ter\u00edamos alterado o prazo para antecipa\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Desde mar\u00e7o, o prazo est\u00e1 limitado a 360 dias entre a contrata\u00e7\u00e3o do c\u00e2mbio e o embarque da mercadoria ou a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os ao exterior. Na ocasi\u00e3o, o BC decidiu restringir a possibilidade de antecipa\u00e7\u00e3o de recursos para financiamento \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, com prazo de at\u00e9 360 dias, permitindo apenas que importadores no exterior fizessem as opera\u00e7\u00f5es. A justificativa do BC foi calcada no crescimento de cerca de 40% no primeiro bimestre, na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2011, nas antecipa\u00e7\u00f5es para opera\u00e7\u00f5es de longo prazo (mais de 360 dias).<\/p>\n<p>Havia a suspeita de que boa parte desse recurso estava entrando para outra finalidade, como especular no c\u00e2mbio. De janeiro a fevereiro, as opera\u00e7\u00f5es de antecipa\u00e7\u00e3o de recursos para exporta\u00e7\u00f5es somaram US$ 8,9 bilh\u00f5es, sendo US$ 5 bilh\u00f5es em transa\u00e7\u00f5es de longo prazo e US$ 3,9 bilh\u00f5es de curto.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Cai investimento das empresas do Brasil no exterior<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Ap\u00f3s dois anos em que as empresas brasileiras investiram pouco mais de R$ 45 bilh\u00f5es em aquisi\u00e7\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o de capital fora do pa\u00eds, o \u00edmpeto de internacionaliza\u00e7\u00e3o das companhias diminuiu em 2012. Entre janeiro e maio deste ano, a sa\u00edda l\u00edquida de recursos do Brasil para aquisi\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00f5es de capital em empresas estrangeiras foi de apenas US$ 2 bilh\u00f5es, redu\u00e7\u00e3o de 85% em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 13, 8 bilh\u00f5es do mesmo per\u00edodo do ano passado, de acordo com dados do Banco Central.<\/p>\n<p>A diminui\u00e7\u00e3o do porte das aquisi\u00e7\u00f5es internacionais \u00e9 efeito da crise, dizem especialistas, j\u00e1 que o horizonte mais curto de planejamento reduz n\u00e3o apenas a disposi\u00e7\u00e3o para investir no Brasil, mas tamb\u00e9m a capacidade de expans\u00e3o internacional. Em alguns casos, pesa ainda o fato de que as empresas ampliaram sua posi\u00e7\u00e3o no exterior, mas agora encontram-se em um momento em que \u00e9 preciso consolidar a estrat\u00e9gia.<\/p>\n<p>Nos primeiros cinco meses deste ano, deixaram o pa\u00eds US$ 5,8 bilh\u00f5es em recursos para compras de participa\u00e7\u00e3o no capital de empresas estrangeiras, mas retornaram ao Brasil US$ 3,8 bilh\u00f5es ao pa\u00eds, equivalentes a vendas de ativos no exterior.<\/p>\n<p>Do total de participa\u00e7\u00f5es adquiridas neste ano, 22,5% referem-se a uma \u00fanica opera\u00e7\u00e3o: a aquisi\u00e7\u00e3o, feita pela Ambev, do controle da cervejaria Rep\u00fablica Dominicana CND, por R$ 2 bilh\u00f5es, de acordo com o an\u00fancio oficial.<\/p>\n<p>Para Lu\u00eds Afonso Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globaliza\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica (Sobeet), o volume menor de aportes de companhias brasileiras fora do pa\u00eds \u00e9 decorrente principalmente do ambiente de neg\u00f3cios bastante adverso desde meados do ano passado. &#8220;\u00c9 uma resposta \u00e0 crise e, no curto prazo, essa tend\u00eancia deve prevalecer, o que leva \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos investimentos ou mesmo repatria\u00e7\u00e3o de recursos&#8221;.<\/p>\n<p>Os retornos de recursos ao Brasil com vendas de participa\u00e7\u00f5es no capital aumentaram 342% nos cinco primeiros meses deste ano, em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 840 milh\u00f5es que voltaram ao pa\u00eds no ano passado.<\/p>\n<p>Miguel P\u00e9rez, assessor econ\u00f4mico da Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina e Caribe (Cepal), comenta que esses dados, como ainda representam um volume pequeno de opera\u00e7\u00f5es, podem ter alguma volatilidade. Para ele, \u00e9 justamente o reduzido n\u00famero de multinacionais brasileiras que contribui para a forte desacelera\u00e7\u00e3o do investimento em participa\u00e7\u00f5es no capital de empresas estrangeiras, pois grandes projetos de poucas companhias podem inflar o resultado em um ano e derrubar os n\u00fameros no outro.<\/p>\n<p>No curto prazo, tem peso tamb\u00e9m a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar, que torna as aquisi\u00e7\u00f5es fora do pa\u00eds mais caras, segundo Oct\u00e1vio de Barros, economista-chefe do Bradesco. &#8220;Temporariamente, as empresas podem postergar investimentos, mas essas s\u00e3o decis\u00f5es de longo prazo&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Lima, da Sobeet, tamb\u00e9m avalia que, apesar da decep\u00e7\u00e3o com a atividade dom\u00e9stica neste in\u00edcio de ano, no longo prazo o crescimento ainda forte do mercado dom\u00e9stico tende a levar as empresas a priorizar projetos aqui.<\/p>\n<p>A Petrobras, por exemplo, projeta obter US$ 14,8 bilh\u00f5es neste ano com uma reestrutura\u00e7\u00e3o de ativos que implica tamb\u00e9m na venda de participa\u00e7\u00f5es no exterior. Franqueador das marcas Spoleto, Domino&#8221;s Pizza e Koni Store, o grupo Trigo adiou seu projeto para a Costa Rica e desistiu da ideia de abrir lojas na Argentina e na Austr\u00e1lia por agora para focar no Brasil.<\/p>\n<p>Para o diretor de pesquisas da Brasil Investimentos e Neg\u00f3cios (BRAiN), associa\u00e7\u00e3o privada que re\u00fane bancos e entidades do mercado financeiro, Andr\u00e9 Sacconato, n\u00e3o h\u00e1 tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de multinacionais brasileiras. &#8220;A partir do momento em que as companhias nacionais ganham musculatura e crescem no ambiente dom\u00e9stico, naturalmente v\u00e3o buscar se internacionalizar e aproveitar os pre\u00e7os competitivos externamente&#8221;.<\/p>\n<p>A Gerdau, que atua em 13 pa\u00edses al\u00e9m do Brasil, por exemplo, n\u00e3o alterou seu programa de investimentos para o per\u00edodo 2012-2016, que totaliza R$ 10,3 bilh\u00f5es em ativos imobilizados, dos quais 30% ser\u00e3o destinados \u00e0s unidades no exterior. O percentual supera os 24,8% de participa\u00e7\u00e3o das controladas fora do Brasil nos aportes de R$ 2 bilh\u00f5es feitos no ano passado.<\/p>\n<p>Nos tr\u00eas primeiros meses de 2012, os investimentos no exterior da companhia somaram R$ 207,3 milh\u00f5es, 130% a mais do que no mesmo per\u00edodo de 2011 e o equivalente a 30% de todos os aportes feitos no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Os dados, divulgados no relat\u00f3rios trimestral de resultados, levam em conta tamb\u00e9m empr\u00e9stimos intercompanhias, em que a matriz brasileira pode enviar recursos \u00e0 filial estrangeira para financiar aumentos de capacidade, por exemplo, e n\u00e3o apenas participa\u00e7\u00f5es no capital.<\/p>\n<p>Nos cinco primeiros meses deste ano, no entanto, o fluxo de empr\u00e9stimos das filiais para o Brasil superou o repasse pelas matrizes em US$ 8,1 bilh\u00f5es. Como resultado, o saldo l\u00edquido do investimento direto brasileiro no exterior no per\u00edodo foi positivo em US$ 6,1 bilh\u00f5es, o que significa retorno ao pa\u00eds de US$ 3,5 bilh\u00f5es a mais do que no mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>Os dados, no entanto, s\u00e3o revistos periodicamente pelo Banco Central para incorpora\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o estavam dispon\u00edveis anteriormente. Em mar\u00e7o deste ano, o BC revisou os dados de investimento direto brasileiro no exterior referentes a 2011 e o retorno de recursos ao Brasil, j\u00e1 descontadas as sa\u00eddas para investimentos produtivos, passou de US$ 9,3 bilh\u00f5es para US$ 1 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao contabilizar liquida\u00e7\u00f5es de opera\u00e7\u00f5es ocorridas diretamente fora do pa\u00eds, o BC capturou uma eleva\u00e7\u00e3o de US$ 7,7 bilh\u00f5es em aquisi\u00e7\u00f5es ou amplia\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o em empresas estrangeiras no ano passado. Em nota, o BC esclareceu que, &#8220;em sua grande maioria, empresas que detinham ativos como a\u00e7\u00f5es e t\u00edtulos de renda fixa no exterior, efetuaram a venda desses pap\u00e9is e, com a receita, compraram ou aportaram capital em empresas no exterior&#8221;.<\/p>\n<hr \/>\n<p>UE aprova pacote de 120 bilh\u00f5es de euros<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>A reuni\u00e3o de l\u00edderes da Uni\u00e3o Europeia (UE) j\u00e1 tem seu primeiro resultado concreto. Ontem, ap\u00f3s o fechamento dos mercados, o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, anunciou que o grupo chegou a um acordo sobre a mobiliza\u00e7\u00e3o de 120 bilh\u00f5es de euros em medidas pr\u00f3-crescimento e emprego na regi\u00e3o. A c\u00fapula do bloco continental ocorre em Bruxelas e ser\u00e1 encerrada hoje.<\/p>\n<p>&#8220;O acordo a que chegamos \u00e9 um planejamento para crescimento e para o mercado de trabalho&#8221;, afirmou Van Rompuy. &#8220;O principal elemento consiste na mobiliza\u00e7\u00e3o de 120 bilh\u00f5es de euros para medidas de crescimento imediato.&#8221;<\/p>\n<p>O valor \u00e9 equivalente a 1% da riqueza nacional bruta dos pa\u00edses europeus, e vem de planos econ\u00f4micos anteriores, n\u00e3o podendo ser considerado um financiamento novo. O montante \u00e9 inferior aos 130 bilh\u00f5es de euros pedidos por Espanha, It\u00e1lia, Fran\u00e7a e Alemanha em reuni\u00e3o realizada na semana passada, e deve partir do BEI (Banco Europeu de Investimentos), do FEI (Fundo Europeu de Investimento) e da cria\u00e7\u00e3o de &#8220;project-bonds&#8221; \u2014 d\u00edvidas atreladas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de projetos de infraestrutura. O primeiro passo deve ser a emiss\u00e3o de 4,5 bilh\u00f5es de euros em project-bonds ainda este ano, que financiar\u00e3o setores como transporte, energia e internet no continente.<\/p>\n<p>O acordo encontrou resist\u00eancia da It\u00e1lia e da Espanha, que condicionam sua ades\u00e3o \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o, pela Alemanha, de medidas de curto prazo para aliviar o caos financeiros vivido por ambos. As discuss\u00f5es continuam hoje e, tanto a Comiss\u00e3o Europeia, presidida por Jos\u00e9 Manuel Barroso, quanto o presidente franc\u00eas, Fran\u00e7ois Hollande, manifestaram otimismo sobre um amplo acordo na c\u00fapula.<\/p>\n<p>D\u00edvida conjunta<\/p>\n<p>Os l\u00edderes da UE pedir\u00e3o \u00e0s quatro maiores autoridades do bloco para aprofundar os pilares de uma genu\u00edna uni\u00e3o econ\u00f4mica e monet\u00e1ria, como mostra o esbo\u00e7o das conclus\u00f5es da c\u00fapula do grupo continental. Os presidentes do Conselho Europeu e da Comiss\u00e3o Europeia, al\u00e9m do presidente do Eurogroup, Jean-Claude Juncker, e do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, prepararam um relat\u00f3rio sobre como completar a uni\u00e3o econ\u00f4mica, que levaria \u00e0 emiss\u00e3o de d\u00edvida conjunta.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio Para uma uni\u00e3o econ\u00f4mica e monet\u00e1ria genu\u00edna estabelece os quatro pilares essenciais para o futuro da Uni\u00e3o Econ\u00f4mica e Monet\u00e1ria: um quadro de integra\u00e7\u00e3o financeira, or\u00e7amento integrado, pol\u00edtica econ\u00f4mica integrada e legitimidade e responsabilidade democr\u00e1ticas refor\u00e7adas.Os l\u00edderes esperam um relat\u00f3rio provis\u00f3rio em outubro e um relat\u00f3rio final antes do final do ano.<\/p>\n<p>Privatiza\u00e7\u00f5es na Gr\u00e9cia<\/p>\n<p>O primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, se comprometeu a acelerar as reformas pedidas por seus credores, dando prioridade \u00e0s privatiza\u00e7\u00f5es, em uma carta entregue ontem aos l\u00edderes reunidos em Bruxelas. &#8220;Acelerarei a aplica\u00e7\u00e3o do programa, pondo o enfoque devido \u00e0 agenda de privatiza\u00e7\u00f5es&#8221;, promete Samaras. Em troca, o primeiro-ministro pede uma s\u00e9rie de modifica\u00e7\u00f5es no programa de ajuda, para controlar o desemprego sem precedente na Gr\u00e9cia e a devastadora recess\u00e3o que o pa\u00eds sofre h\u00e1 cinco anos consecutivos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Economia brit\u00e2nica mergulha na segunda recess\u00e3o em quatro anos<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>O Escrit\u00f3rio de Estat\u00edsticas Nacionais brit\u00e2nico anunciou ontem que a economia do Reino Unido encolheu 0,3% no primeiro trimestre do ano, configurando sua segunda recess\u00e3o em quatro anos. O escrit\u00f3rio tamb\u00e9m revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e servi\u00e7os produzidos) brit\u00e2nico dos \u00faltimos tr\u00eas meses de 2011, apontando um recuo maior do que o divulgado anteriormente: 0,4%.<\/p>\n<p>Analistas temem ainda que o pa\u00eds continue deprimido no trimestre atual, devido \u00e0 debilidade geral das finan\u00e7as. A economia brit\u00e2nica n\u00e3o conseguiu se recuperar da crise financeira de 2008 e ainda sofre com os efeitos da crise da d\u00edvida soberana na zona do euro. Uma economia \u00e9 considerada em recess\u00e3o quando seu PIB encolhe por dois ou mais trimestres seguidos.<\/p>\n<p>A receita dispon\u00edvel das fam\u00edlias recou 0,9% e a taxa de poupan\u00e7a das fam\u00edlias atingiu o menor n\u00edvel em um ano: 6,4%. As quedas na constru\u00e7\u00e3o e na produ\u00e7\u00e3o industrial superaram o maior aumento nos gastos do governo em quase sete anos.<\/p>\n<p>Taxa de desemprego na Alemanha alcan\u00e7a 6,8%<\/p>\n<p>Os gastos do governo subiram 1,9%, enquanto a constru\u00e7\u00e3o recuou 4,9% &#8211; maior queda em tr\u00eas anos &#8211; e a produ\u00e7\u00e3o industrial recuou 0,5%. O setor de servi\u00e7os cresceu 0,2%. A expectativa \u00e9 de que o Banco da Inglaterra (banco central) d\u00ea mais est\u00edmulos \u00e0 economia no in\u00edcio da pr\u00f3xima semana.<\/p>\n<p>&#8211; As pessoas t\u00eam raz\u00e3o de estarem desconfiadas de que os problemas da zona do euro n\u00e3o ser\u00e3o resolvidas em uma reuni\u00e3o de c\u00fapula de dois dias, portanto n\u00e3o prevejo qualquer solu\u00e7\u00e3o m\u00e1gica &#8211; disse John Haynes, chefe de Pesquisa do Investec Wealth &amp; Investiment. &#8211; Se o euro ruir, ser\u00e1 um problema. \u00c9 o nosso maior parceiro comercial, e n\u00e3o poderemos sair (da crise) por essa via.<\/p>\n<p>Na Alemanha, a m\u00e1 not\u00edcia veio do mercado de trabalho. Apesar de o pa\u00eds ter crescido 0,5% no primeiro trimestre, e evitado a recess\u00e3o, o desemprego subiu pelo terceiro m\u00eas seguido em junho, embora permane\u00e7a perto das m\u00ednimas do per\u00edodo ap\u00f3s a reunifica\u00e7\u00e3o, de acordo com dados do Escrit\u00f3rio do Trabalho, indicando que a maior economia da Europa n\u00e3o est\u00e1 imune \u00e0 crise da d\u00edvida do euro. O \u00f3rg\u00e3o informou ontem que o n\u00famero de pessoas sem trabalho subiu em sete mil, ajustados sazonalmente, para 2,882 milh\u00f5es em junho, ante 2,875 milh\u00f5es em maio. A previs\u00e3o m\u00e9dia de analistas consultados pela ag\u00eancia Reuters era de alta de cinco mil.<\/p>\n<p>A taxa de desemprego sazonalmente ajustada permaneceu est\u00e1vel em 6,8%, m\u00ednima recorde ap\u00f3s a unifica\u00e7\u00e3o, depois de o Escrit\u00f3rio do Trabalho ter revisado para cima os 6,7% inicialmente divulgados para maio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO Globo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3099\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3099","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-NZ","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3099"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3099\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}