{"id":31099,"date":"2023-11-25T15:52:00","date_gmt":"2023-11-25T18:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=31099"},"modified":"2023-11-28T21:46:04","modified_gmt":"2023-11-29T00:46:04","slug":"a-questao-da-palestina-e-as-brigadas-internacionalistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/31099","title":{"rendered":"A quest\u00e3o da Palestina e as Brigadas Internacionalistas"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"31100\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/31099\/palestina-7\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palestina-7.png?fit=1023%2C597&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1023,597\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"palestina-7\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palestina-7.png?fit=747%2C436&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-31100\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palestina-7.png?resize=747%2C436&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"436\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palestina-7.png?resize=900%2C525&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palestina-7.png?resize=300%2C175&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palestina-7.png?resize=768%2C448&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palestina-7.png?resize=752%2C440&amp;ssl=1 752w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/palestina-7.png?w=1023&amp;ssl=1 1023w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Por Milton Pinheiro &#8211; membro do Comit\u00ea Central do PCB<\/p>\n<p>Blog da Boitempo<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria do tempo presente est\u00e1 sendo marcada pela longeva crise do capital, a\u00e7\u00f5es do imperialismo e a opera\u00e7\u00e3o da burguesia na atualiza\u00e7\u00e3o da contrarrevolu\u00e7\u00e3o permanente. \u00c9 nesse cen\u00e1rio de crise condensada que avan\u00e7a a l\u00f3gica do Estado mundial da burguesia para reafirmar seu papel na destrui\u00e7\u00e3o dos direitos da classe trabalhadora, na repress\u00e3o constante aos povos que lutam contra a sociabilidade da ordem do capital que estruturam as diversas formas de opress\u00f5es.<\/p>\n<p>Na l\u00f3gica de desenvolvimento desse projeto burgu\u00eas, o Estado capitalista utiliza da estrutura militar que disp\u00f5e para fazer invas\u00f5es e a\u00e7\u00f5es de exterm\u00ednio de popula\u00e7\u00f5es nos variados espa\u00e7os dos territ\u00f3rios nacionais invadidos. S\u00e3o povos \u201csem p\u00e1tria\u201d a exemplo dos milh\u00f5es de curdos, aqueles que lutam por independ\u00eancia como, o povo saarau\u00ed no Saara Ocidental e a quest\u00e3o mais candente, a invas\u00e3o de Israel ao territ\u00f3rio palestino, entre outros.<\/p>\n<p>A luta hist\u00f3rica do povo palestino, que enfrenta uma domina\u00e7\u00e3o colonial h\u00e1 76 anos, est\u00e1, nos \u00faltimos dias, passando mais uma vez pelo sofrimento causado pela tentativa de exterm\u00ednio com os massacres em curso. O governo de Israel, apoiado pelos EUA e por pa\u00edses centrais da Uni\u00e3o Europeia, ambos gerentes da OTAN, age de forma cruel e perversa para destruir Gaza e cercar a Cisjord\u00e2nia. Trata-se de um exterm\u00ednio televisionado, cujo interesse central do governo nazisionista de Benjamin Netanyahu \u00e9 dizimar esse povo, coloc\u00e1-lo em outro ciclo de Nakba e avan\u00e7ar na invas\u00e3o do hist\u00f3rico territ\u00f3rio palestino.<\/p>\n<p>A esse povo nunca foi permitido a paz, o tratamento humano e digno. Ele resiste da forma que a luta lhe imp\u00f5e. Consolidou-se um conflito em que a guerra suja \u00e9 t\u00e3o desproporcional e covarde que deveria abalar a opini\u00e3o p\u00fablica mundial pelo seu car\u00e1ter de total agress\u00e3o \u00e0 condi\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p>Essa despropor\u00e7\u00e3o, em favor das tropas letais e assassinas de Israel, \u00e9 apresentada pela m\u00eddia corporativa dos EUA, Uni\u00e3o Europeia e Brasil como se fosse simplesmente o direito de defesa do Estado de Israel, sem entrar no m\u00e9rito de que essa despropor\u00e7\u00e3o j\u00e1 matou mais de 15 mil palestinos, em sua maioria crian\u00e7as e mulheres, destruiu a moradia de quase um milh\u00e3o de pessoas, bombardeou e destruiu 12 hospitais e dezenas de escolas. Eles n\u00e3o permitem o b\u00e1sico, o povo palestino n\u00e3o tem \u00e1gua, comida e o m\u00ednimo de atendimento m\u00e9dico.<\/p>\n<p>A m\u00e1quina de guerra do nazisionismo tamb\u00e9m age para assassinar qualquer possibilidade de se ter informa\u00e7\u00f5es que contenham o m\u00ednimo de verdade. Existe em curso uma campanha ideol\u00f3gica sem precedentes para colocar as a\u00e7\u00f5es da resist\u00eancia do povo palestino no campo do terrorismo e vitimizar o Estado de Israel. N\u00e3o existe a menor conduta \u00e9tica da m\u00eddia corporativa no processo de divulga\u00e7\u00e3o das principais informa\u00e7\u00f5es sobre o \u201cconflito\u201d em curso.<\/p>\n<p>O apoio da burguesia mundial e do Estado capitalista global ao Estado nazisionista de Israel abre um debate necess\u00e1rio nesse momento. Como prestar solidariedade ao povo palestino e como agir a partir das indica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas do internacionalismo prolet\u00e1rio? A esquerda mundial est\u00e1 preparada para ter um papel protagonista no apoio a esse povo?<\/p>\n<p>Antes de refletir sobre essas b\u00e1sicas necessidades de a\u00e7\u00e3o, temos que chamar aten\u00e7\u00e3o e jogar luz em algumas quest\u00f5es que n\u00e3o est\u00e3o tendo a devida repercuss\u00e3o entre os Partidos Comunistas e Oper\u00e1rios, nos segmentos das organiza\u00e7\u00f5es trotskistas e em movimentos revolucion\u00e1rios da classe trabalhadora, ou seja, como operar a autodefesa, agir ao lado das lutas dos povos e participar dessa resist\u00eancia?<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da luta de classes nos informa que, quando o mundo foi atacado pelo nazifascismo e quando os povos em guerra reagiram \u00e0 barb\u00e1rie, l\u00e1 estavam os pelot\u00f5es internacionalistas composto por Brigadistas revolucion\u00e1rios para lutar em defesa da humanidade e enfrentar as hordas que foram criadas pela sociabilidade capitalista. Esses\/as revolucion\u00e1rios\/as lutaram nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, se bateram em defesa da Rep\u00fablica na Espanha, e em v\u00e1rias partes da Europa se juntaram aos partisans na resist\u00eancia ao nazifascismo e em defesa da revolu\u00e7\u00e3o prolet\u00e1ria.<\/p>\n<p>Esse heroico movimento, que orgulha a hist\u00f3ria da humanidade, teve no PCB um compromisso revolucion\u00e1rio ativo. Muitos militantes desse centen\u00e1rio partido lutaram nos combates na It\u00e1lia ao lado da For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira, estiveram na Resist\u00eancia francesa e na guerra civil espanhola. Essa \u00e9 a marca indel\u00e9vel do internacionalismo prolet\u00e1rio que os comunistas brasileiros confirmaram nos campos de batalha, onde Apol\u00f4nio de Carvalho, Davi Capistrano da Costa, Dinarco Reis, Salom\u00e3o Malina, Jacob Gorender, Jos\u00e9 Mendes de S\u00e1 Roriz e outros comandaram tropas para defender o futuro da humanidade e derrotar o que havia de pior naquela \u00e9poca.<\/p>\n<p>Neste momento, a quadra hist\u00f3rica est\u00e1 marcada pela viol\u00eancia do Estado capitalista, pelo avan\u00e7o do imperialismo e pela contrarrevolu\u00e7\u00e3o que funciona para derrotar os trabalhadores. Portanto, se faz necess\u00e1rio que as for\u00e7as que lutam em defesa da revolu\u00e7\u00e3o mundial se organizem para enfrentar, no espa\u00e7o dos seus respectivos pa\u00edses, a representa\u00e7\u00e3o do capital e esse ciclo de destrui\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o humana. \u00c9 urgente organizar a autodefesa, pensar nas quest\u00f5es de seguran\u00e7a para lutar e examinar formas adequadas para reagir ao Estado capitalista e avan\u00e7ar no seminal enfrentamento de classe.<\/p>\n<p>Mas, diante das lutas que movimentam batalhas pelo mundo e das formas violentas que s\u00e3o operadas pela estrutura militar do Estado capitalista, devemos constituir o freio de emerg\u00eancia do nosso tempo para despertar nas organiza\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias o sentido de executar os mais diversos tipos de solidariedade aos que lutam, ao tempo em que os revolucion\u00e1rios devem se somar no campo de batalha \u00e0queles que est\u00e3o enfrentando a barb\u00e1rie capitalista. O freio de emerg\u00eancia de nossa \u00e9poca \u00e9 organizar a contraofensiva.<\/p>\n<p>No entanto, alguns pontos devem ser examinados. Independente da import\u00e2ncia da divulga\u00e7\u00e3o das lutas revolucion\u00e1rias nas redes virtuais, elas n\u00e3o podem ser um fim em si mesmo, nem podem ser respons\u00e1veis por formar uma juventude que \u00e9 militante apenas nas redes de cont\u00e1gio e no diletantismo que fomentam os debates te\u00f3ricos intermin\u00e1veis. A classe trabalhadora, nessa quadra hist\u00f3rica, necessita da milit\u00e2ncia que se coloque no campo da realidade concreta e que opere as diversas t\u00e1ticas de enfrentamento que alimentam a contraofensiva e organize o universo estrat\u00e9gico da revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Palestina sangra, os povos em luta em grande medida est\u00e3o sozinhos. Os revolucion\u00e1rios de todo o mundo devem marchar para encontrar meios e formas de se fazerem presentes nos campos de batalha onde est\u00e3o ocorrendo os confrontos decisivos da classe trabalhadora e daqueles em que a rea\u00e7\u00e3o da nossa classe esteja na ordem do dia, assim como nas lutas por liberta\u00e7\u00e3o nacional, a exemplo da resist\u00eancia palestina contra a barb\u00e1rie nazisionista.<\/p>\n<p>Os revolucion\u00e1rios do mundo devem organizar seus pelot\u00f5es de Brigadistas Internacionalistas, diante do cen\u00e1rio em que nos encontramos? Poderia afirmar como resposta que existe uma premissa para a a\u00e7\u00e3o que adv\u00e9m de uma determinada l\u00f3gica do pensamento marxista que nos orienta no sentido de que, diante da consolida\u00e7\u00e3o do capitalismo global, com sua estrutura pol\u00edtica e militar operando de forma violenta e destrutiva para impedir a sobreviv\u00eancia dos trabalhadores, que esses pelot\u00f5es de Brigadistas devem ser organizados aos milhares para dar forma ao enfrentamento mundial dos trabalhadores, nos mais diversos n\u00edveis do compromisso internacionalista.<\/p>\n<p>O enfrentamento da classe trabalhadora \u00e0 ordem do capital deve passar por um forte movimento de massas, mas, tamb\u00e9m, por formas alternativas que colocam em xeque essa ordem. Portanto, organizar Brigadas Internacionalistas para se somar aos povos em luta \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o dos revolucion\u00e1rios e seus instrumentos da opera\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Essas Brigadas devem criar condi\u00e7\u00f5es para levar os mais elementares atendimentos, realizar variadas formas de apoios, proceder a um grande conjunto de ajudas ao processo de reconstru\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m ser capaz de contribuir nas batalhas que est\u00e3o abertas pela defesa da terra palestina, ou de qualquer outro povo, em luta por autodetermina\u00e7\u00e3o. Esse instrumento do internacionalismo prolet\u00e1rio dever\u00e1 ser organizado para combater a partir das decis\u00f5es pol\u00edticas dos povos em luta, mas n\u00e3o para dizer o que eles devem fazer.<\/p>\n<p>Os revolucion\u00e1rios, ao lado da classe trabalhadora, precisam despertar para um amplo conjunto t\u00e1tico de a\u00e7\u00f5es de autodefesa e contraofensiva que fomentem a partir da luta de classes um espa\u00e7o de a\u00e7\u00e3o que desvele a cena pol\u00edtica e possa modificar a rela\u00e7\u00e3o de for\u00e7a que existe entre capital e trabalho. A quest\u00e3o principal desse processo \u00e9 colocar ideologicamente a revolu\u00e7\u00e3o como algo concreto para os trabalhadores e os povos oprimidos.<\/p>\n<p>A revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o meramente espont\u00e2nea aos ataques do capital ou a determina\u00e7\u00e3o et\u00e9rea de uma necessidade hist\u00f3rica de ruptura com a ordem. A revolu\u00e7\u00e3o passa, tamb\u00e9m, pela organiza\u00e7\u00e3o das formas de lutas que realizam os enfrentamentos. S\u00e3o lutas concretas que surgem da extrema necessidade humana por transforma\u00e7\u00e3o, mas que devem contar com um programa que possa ajudar a construir a unidade da Frente \u00danica Revolucion\u00e1ria. Isso passa, tamb\u00e9m, pela necessidade de fazer emergir massivas a\u00e7\u00f5es para movimentar o Bloco Revolucion\u00e1rio do Proletariado na perspectiva de ruptura que coloque na ordem das contradi\u00e7\u00f5es a dualidade de poder que, em sendo vitoriosa, opere a alternativa de transi\u00e7\u00e3o socialista.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"c3BxWQEDJl\"><p><a href=\"https:\/\/blogdaboitempo.com.br\/2023\/11\/24\/a-questao-da-palestina-e-as-brigadas-internacionalistas\/\">A quest\u00e3o da Palestina e as Brigadas Internacionalistas<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;A quest\u00e3o da Palestina e as Brigadas Internacionalistas&#8221; &#8212; Blog da Boitempo\" src=\"https:\/\/blogdaboitempo.com.br\/2023\/11\/24\/a-questao-da-palestina-e-as-brigadas-internacionalistas\/embed\/#?secret=6s76Wp0crY#?secret=c3BxWQEDJl\" data-secret=\"c3BxWQEDJl\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/31099\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[9,65,10,78],"tags":[227],"class_list":["post-31099","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s10-internacional","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","category-c91-solidariedade-a-palestina","tag-5a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-85B","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31099"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31099\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":31101,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31099\/revisions\/31101"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}