{"id":31473,"date":"2024-03-18T10:09:18","date_gmt":"2024-03-18T13:09:18","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=31473"},"modified":"2024-03-23T16:14:55","modified_gmt":"2024-03-23T19:14:55","slug":"viva-os-102-anos-do-pcb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/31473","title":{"rendered":"Viva os 102 anos do PCB!"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"31474\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/31473\/sem-titulo-4\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Sem-titulo-1.jpg?fit=961%2C1280&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"961,1280\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Sem t\u00edtulo\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Sem-titulo-1.jpg?fit=225%2C300&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Sem-titulo-1.jpg?fit=676%2C900&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-31474\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Sem-titulo-1.jpg?resize=676%2C900&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"676\" height=\"900\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Sem-titulo-1.jpg?resize=676%2C900&amp;ssl=1 676w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Sem-titulo-1.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Sem-titulo-1.jpg?resize=768%2C1023&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Sem-titulo-1.jpg?w=961&amp;ssl=1 961w\" sizes=\"auto, (max-width: 676px) 100vw, 676px\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>Comiss\u00e3o Pol\u00edtica Nacional do Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/strong><\/p>\n<p>O Partido Comunista Brasileiro (PCB) completa, neste 25 de mar\u00e7o, 102 anos de exist\u00eancia. Trata-se de uma data hist\u00f3rica porque representa mais de um s\u00e9culo de trajet\u00f3ria do mais antigo operador pol\u00edtico do Pa\u00eds, que esteve presente em todas as lutas do proletariado brasileiro nesse per\u00edodo. Mesmo operando a maior parte de sua exist\u00eancia na clandestinidade, o PCB nunca deixou de influir na sociedade brasileira e, por isso mesmo, produziu os maiores her\u00f3is populares do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>Nossos camaradas se destacaram nos campos da ci\u00eancia, da literatura, das artes pl\u00e1sticas, da m\u00fasica, da cultura em geral, da televis\u00e3o e at\u00e9 mesmo do futebol, ressaltando-se ainda que a grande maioria das conquistas das trabalhadoras e dos trabalhadores brasileiros tem a digital do PCB. Por tudo isso, pode-se dizer tranquilamente que o PCB \u00e9 parte do processo civilizat\u00f3rio brasileiro e, como disse o poeta, quem escrever a hist\u00f3ria do Brasil e das lutas de nosso povo e n\u00e3o falar do PCB estar\u00e1 mentindo.<\/p>\n<p>Ao longo da nossa trajet\u00f3ria pagamos um alto pre\u00e7o pela ousadia de estar incondicionalmente atuando junto aos trabalhadores e \u00e0s trabalhadoras, na luta contra o imperialismo, pela revolu\u00e7\u00e3o brasileira e o socialismo. A burguesia nunca nos perdoou por essa ousadia e, por isso mesmo, nos perseguiu de maneira brutal ao longo de v\u00e1rias d\u00e9cadas. Para se ter uma ideia, de 1922 a 1985, o PCB teve apenas dois anos de legalidade, os outros 63 anos tivemos que operar na clandestinidade. Na \u00faltima ditadura, um ter\u00e7o do Comit\u00ea Central foi assassinado na tortura, al\u00e9m de centenas de militantes perseguidos, presos, torturados e mortos.<\/p>\n<p>In\u00fameras vezes a burguesia e seus regimes ditatoriais, os fracionistas e os inimigos do povo tentaram acabar com o PCB, mas n\u00e3o conseguiram porque o Partido \u00e9 parte da classe trabalhadora brasileira e, a cada ataque, consegue ressurgir mais temperado como uma f\u00eanix vermelha. Isso porque, enquanto existir mis\u00e9ria e explora\u00e7\u00e3o, enquanto existir o capitalismo e a sociedade brasileira dividida em classes, o PCB ser\u00e1 o porta-voz da sociedade da abund\u00e2ncia e da felicidade humana, que \u00e9 a sociedade socialista, na perspectiva da sociedade comunista.<\/p>\n<p>Como secular operador pol\u00edtico, o PCB experimentou todas as formas de luta: organizou a insurrei\u00e7\u00e3o armada de 1935, as guerrilhas camponesas de Trombas e Formoso e Porecatu; participou da funda\u00e7\u00e3o da UNE, das lutas da juventude brasileira e da campanha do Petr\u00f3leo \u00e9 Nosso; foi o principal organizador dos sindicatos urbanos e do campo, al\u00e9m das federa\u00e7\u00f5es, confedera\u00e7\u00f5es e centrais sindicais nacionais at\u00e9 antes do golpe de 1964; participou da luta institucional no Parlamento e nas entidades sociais e pol\u00edticas; resistiu na clandestinidade a duas ditaduras e segue firme na luta pela constru\u00e7\u00e3o da sociedade socialista no Brasil.<\/p>\n<p>Sempre atuou em todas as lutas pelos direitos do conjunto do povo brasileiro e segue firme nas batalhas da classe trabalhadora, de negros e negras contra o racismo, das mulheres contra o machismo, a misoginia e o femin\u00edcidio, das LGBTs contra as opress\u00f5es, dos povos ind\u00edgenas pela demarca\u00e7\u00e3o de suas terras, nos movimentos antimanicomiais e anticapacitistas, nas ocupa\u00e7\u00f5es, retomadas, bairros prolet\u00e1rios e territ\u00f3rios, pelo direito \u00e0 terra, \u00e0 moradia, ao acesso pleno \u00e0 sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, cultura, transportes.<\/p>\n<p>Nesses 102 anos o PCB encontra-se em uma nova fase, ap\u00f3s o processo de reconstru\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria que iniciamos a partir de 1992, em seguida \u00e0 desintegra\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, quando derrotamos os liquidacionistas e iniciamos o vitorioso processo de reconstru\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e ideol\u00f3gica do PCB nas mais adversas condi\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais. Temos hoje um Partido organizado nacionalmente, com uma linha pol\u00edtica revolucion\u00e1ria, ajustada \u00e0s condi\u00e7\u00f5es da realidade brasileira \u00e0 luta de classes em nosso Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Sendo assim, os e as militantes do PCB e dos nossos Coletivos partid\u00e1rios (Unidade Classista, Uni\u00e3o da Juventude Comunista, Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, Coletivo Negro Minervino de Oliveira e Coletivo LGBT Comunista), desde os mais jovens aos mais experientes, sentimos muito orgulho dessa hist\u00f3ria e procuramos honrar, com uma milit\u00e2ncia cada vez mais aguerrida e organizada, as lutas dos e das camaradas de todas as gera\u00e7\u00f5es, que deram o melhor de suas vidas para manter vivo e atuante o nosso partido hist\u00f3rico. Por isso, olhamos com otimismo o futuro e seguiremos firmes combatendo a burguesia e o imperialismo, organizando os trabalhadores e as trabalhadoras contra o sistema capitalista e mantendo bem alto a bandeira do poder popular, da revolu\u00e7\u00e3o brasileira e do socialismo.<\/p>\n<p>Longa vida ao PCB!<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 mole n\u00e3o! \u00c9 imposs\u00edvel acabar com o Partid\u00e3o!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/31473\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[365,46,26,5],"tags":[222,219,246],"class_list":["post-31473","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-centenario-do-pcb","category-c56-memoria","category-c25-notas-politicas-do-pcb","category-s4-pcb","tag-2b","tag-manchete","tag-np"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8bD","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31473","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31473"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31473\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":31475,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31473\/revisions\/31475"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31473"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31473"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31473"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}