{"id":3169,"date":"2012-07-16T15:25:21","date_gmt":"2012-07-16T15:25:21","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3169"},"modified":"2012-07-16T15:25:21","modified_gmt":"2012-07-16T15:25:21","slug":"cartao-de-credito-lidera-calote-dos-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3169","title":{"rendered":"Cart\u00e3o de cr\u00e9dito lidera calote dos brasileiros"},"content":{"rendered":"\n<p>O cart\u00e3o de cr\u00e9dito \u00e9 apontado pelo consumidor brasileiro como o principal meio de pagamento que o levou ao calote. No m\u00eas passado, 31% dos inadimplentes indicaram o cart\u00e3o como o vil\u00e3o da crise de suas finan\u00e7as pessoais, revela pesquisa da Boa Vista Servi\u00e7os, que administra o Servi\u00e7o Central de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SCPC). Em mar\u00e7o deste ano, esse indicador para os cart\u00f5es estava em 29% e, seis meses antes, em 23%.<\/p>\n<p>O resultado de junho para os cart\u00f5es supera de longe a import\u00e2ncia dos carn\u00eas e boletos banc\u00e1rios (22%) e dos cheques (24%)como vil\u00f5es da inadimpl\u00eancia. Em mar\u00e7o, o cart\u00e3o j\u00e1 havia desbancado o carn\u00ea e passou a liderar o ranking dos meios de pagamento que levaram o consumidor a engrossar a lista da inadimpl\u00eancia.<\/p>\n<p>Especialistas ressaltam que o avan\u00e7o do uso do cart\u00e3o sobre outros meios de pagamento e a multiplica\u00e7\u00e3o dos pl\u00e1sticos explicam parte do resultado.<\/p>\n<p>Este ano deve fechar com 193,2 milh\u00f5es de cart\u00f5es de cr\u00e9dito, segundo proje\u00e7\u00f5es da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Cart\u00f5es de Cr\u00e9dito e Servi\u00e7os (Abecs). A marca supera a popula\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds que, de acordo com o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) somou 190,7 milh\u00f5es de pessoas. Significa que cada brasileiro, do beb\u00ea de colo ao idoso, carrega mais de um cart\u00e3o de cr\u00e9dito na carteira.<\/p>\n<p>Se forem considerados os cart\u00f5es de cr\u00e9dito e os de lojas, o total de pl\u00e1sticos at\u00e9 dezembro deve atingir 462 milh\u00f5es, o equivalente a 2,4 cart\u00f5es por pessoa, segundo a Abecs. Levando-se em conta o total de cart\u00f5es de cr\u00e9dito e de lojas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Popula\u00e7\u00e3o Economicamente Ativa (PEA), isto \u00e9, aquela em idade produtiva, o n\u00famero de cart\u00f5es por brasileiro sobe para 4,4.<\/p>\n<p>Juros. Al\u00e9m da multiplica\u00e7\u00e3o dos pl\u00e1sticos, a elevada taxa de juros cobrada pelos cart\u00f5es joga mais lenha na inadimpl\u00eancia dessa linha de cr\u00e9dito. Dados do Banco Central mostram que o calote do cart\u00e3o acima de 90 dias atingiu 29,5% em maio, a maior marca em 12 anos. Durante 28 meses seguidos, de fevereiro de 2010 a junho deste ano, a taxa m\u00e9dia de juros do cart\u00e3o ficou estacionada em 10,69% ao m\u00eas, revela pesquisa da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Executivos de Finan\u00e7as, Administra\u00e7\u00e3o e Contabilidade (Anefac). A resist\u00eancia da taxa de juros do cart\u00e3o, a mais alta entre as v\u00e1rias linhas de cr\u00e9dito ao consumidor, vai na contram\u00e3o at\u00e9 da taxa b\u00e1sica de juros, a Selic, que j\u00e1 caiu tr\u00eas pontos porcentuais entre dezembro de 2011 e a semana passada.<\/p>\n<p>&#8220;O cart\u00e3o \u00e9 o meio de pagamento vil\u00e3o da inadimpl\u00eancia&#8221;, afirma o diretor do SCPC, Fernando Cosenza, respons\u00e1vel pela pesquisa trimestral que consulta 1.100 inadimplentes para tra\u00e7ar seu perfil. Ele ressalta que, na edi\u00e7\u00e3o de junho, o cart\u00e3o de cr\u00e9dito foi uma unanimidade entre os consumidores como principal meio de pagamento que levou \u00e0 inadimpl\u00eancia. Em todos os estratos de renda (alta, m\u00e9dia e baixa), entre homens e mulheres e tamb\u00e9m entre trabalhadores formais e informais.<\/p>\n<p>Cosenza diz que a facilidade de se obter cr\u00e9dito no cart\u00e3o, que \u00e9 pr\u00e9-aprovado e est\u00e1 na carteira do consumidor, combinada \u00e0 falta de informa\u00e7\u00f5es centralizadas do sistema financeiro sobre os limites totais de cr\u00e9dito concedido a cada consumidor por cart\u00e3o, agravam o quadro da inadimpl\u00eancia.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Governo quer reduzir \u00e1rea de floresta conservada<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 2006, um decreto do ent\u00e3o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva criou a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, a maior de um conjunto de unidades de conserva\u00e7\u00e3o no sul do Par\u00e1 que ajudaria a conter o avan\u00e7o das motosserras na Amaz\u00f4nia. Pouco mais de seis anos depois, o governo de Dilma Rousseff estuda tirar um peda\u00e7o da Flona de at\u00e9 tr\u00eas vezes o tamanho da cidade de S\u00e3o Paulo para resolver a disputa de terras na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o tem tudo para se tornar hist\u00f3rica. Mais do que a ter\u00e7a parte da maior Floresta Nacional do Pa\u00eds, de pouco mais de 1,3 milh\u00e3o de hectares, est\u00e1 em jogo o destino da pol\u00edtica de combate ao desmatamento na Amaz\u00f4nia. Ambientalistas certamente ver\u00e3o nela o in\u00edcio do desmanche das unidades de conserva\u00e7\u00e3o, cujo ritmo de cria\u00e7\u00e3o despencou desde o in\u00edcio do governo Dilma.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 um pouco mais complicado. Grande parte das unidades de conserva\u00e7\u00e3o criadas nos \u00faltimos anos n\u00e3o concluiu o processo de regulariza\u00e7\u00e3o das terras. H\u00e1 bilh\u00f5es de reais em indeniza\u00e7\u00f5es a serem pagas. A reivindica\u00e7\u00e3o por terras no interior dessas \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o que implica em redu\u00e7\u00e3o das unidades de conserva\u00e7\u00e3o pode chegar a 1 milh\u00e3o de hectares apenas no sul do Par\u00e1, segundo estimativas preliminares.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 situa\u00e7\u00f5es a serem corrigidas&#8221;, diz a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. &#8220;Mas \u00e9 preciso separar o joio do trigo, para ver quem tem direito \u00e0 posse da terra e quem a ocupou ilegalmente, para especular e desmatar. H\u00e1 muito interesse de grilagem na regi\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>O assunto est\u00e1 em estudo no Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), subordinado ao minist\u00e9rio, e deve ser levado ao gabinete da presidente (mais informa\u00e7\u00f5es nesta p\u00e1gina). Enquanto a decis\u00e3o n\u00e3o sai, a Flona do Jamanxim abriga rebanhos e pastagens degradadas, al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9, milho e arroz onde, por lei, a \u00fanica atividade econ\u00f4mica deveria ser o uso sustent\u00e1vel de produtos da floresta.<\/p>\n<p>Amea\u00e7as. Em maio deste ano, segundo dados mais recentes de desmatamento do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon), a Jamanxim perdeu 1 km\u00b2 de floresta &#8211; o segundo maior abate de \u00e1rvores detectado em unidades de conserva\u00e7\u00e3o no m\u00eas. No final do governo Lula, houve duas Opera\u00e7\u00f5es Boi Pirata dentro da Flona, na tentativa de conter o desmatamento ilegal na unidade. Nessas opera\u00e7\u00f5es, os animais eram apreendidos pelo governo e depois leiloados.<\/p>\n<p>&#8220;Temos uma produ\u00e7\u00e3o diversificada&#8221;, diz Nelci Rodrigues, uma das l\u00edderes do movimento para excluir \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o da Flona. Paranaense, ela ocupa um terreno de 2,4 mil hectares, mas sustenta que apenas ocupa\u00e7\u00f5es at\u00e9 1,1 mil hectares devem ser reconhecidas, de acordo com o limite da lei de regulariza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Lobby. Ocupantes da Jamanxim contam com um forte lobby no Congresso, ao qual aderiram parlamentares da base de apoio do governo. O deputado Z\u00e9 Geraldo (PT-PA) passou de defensor da cria\u00e7\u00e3o da Flona a advogado da redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea.<\/p>\n<p>&#8220;Foi um rem\u00e9dio amargo, necess\u00e1rio na \u00e9poca, para conter a grilagem desenfreada e a frente de desmatamento&#8221;, sustenta o deputado. Ele calcula que cerca 500 fam\u00edlias deveriam ter suas posses reconhecidas. Ainda pelos seus c\u00e1lculos, a \u00e1rea no interior da unidade cuja ocupa\u00e7\u00e3o deveria ser reconhecida alcan\u00e7a 600 mil hectares &#8211; quase metade do territ\u00f3rio da Jamanxim.<\/p>\n<p>Documento encaminhado \u00e0 ministra Izabella Teixeira pela advogada dos ocupantes da Flona, Samanta Pineda, alega que as pessoas que reivindicam a posse da terra foram atra\u00eddas pelo pr\u00f3prio governo federal a ocupar a Amaz\u00f4nia, nos anos 1970. &#8220;A inaugura\u00e7\u00e3o da BR-163 era a concretiza\u00e7\u00e3o da promessa de que a regi\u00e3o realmente seria foco dos recursos para o desenvolvimento&#8221;, afirma no texto.<\/p>\n<p>V\u00e1rias unidades de conserva\u00e7\u00e3o no sul e oeste do Par\u00e1 foram criadas para evitar a expans\u00e3o do desmatamento ap\u00f3s o asfaltamento da rodovia, que liga Cuiab\u00e1 a Santar\u00e9m.<\/p>\n<hr \/>\n<p>China v\u00ea tempos dif\u00edceis<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>A China \u2014 segunda maior economia do planeta e principal parceiro comercial do Brasil \u2014 pode enfrentar tempos dif\u00edceis, alertou ontem o primeiro-ministro Wen Jiabao. &#8220;O \u00edndice de crescimento econ\u00f4mico est\u00e1 dentro das margens fixadas anteriormente este ano e as pol\u00edticas de estabiliza\u00e7\u00e3o funcionam, mas a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica n\u00e3o \u00e9 est\u00e1vel&#8221;, declarou Wen durante visita \u00e0 prov\u00edncia de Sichuan.<\/p>\n<p>As previs\u00f5es do l\u00edder, de que as dificuldades podem continuar ainda durante um bom tempo, n\u00e3o s\u00e3o nada boas para a economia brasileira. Desde o in\u00edcio da crise mundial, em setembro de 2008, o pa\u00eds viu minguar as exporta\u00e7\u00f5es para seus dois tradicionais grandes parceiros \u2014 Estados Unidos e Europa \u2014, enquanto as rela\u00e7\u00f5es comerciais davam um salto com a \u00c1sia, em grande parte devido \u00e0s compras chinesas.<\/p>\n<p>Mas em raz\u00e3o da desacelera\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio global, o governo brasileiro j\u00e1 foi obrigado a rever para baixo suas expectativas. No \u00faltimo relat\u00f3rio de infla\u00e7\u00e3o, divulgado no fim do m\u00eas passado, o Banco Central (BC) reduziu em R$ 3 bilh\u00f5es o saldo da balan\u00e7a comercial este ano \u2014 de US$ 21 bilh\u00f5es para US$ 18 bilh\u00f5es. Os \u00faltimos dados sobre a economia chinesa, por sua vez, d\u00e3o conta de que a China cresceu &#8220;apenas&#8221; 7,6% no segundo trimestre, o pior desempenho dos \u00faltimos tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o chinesa parece positiva se comparada ao crescimento esperado para a economia mundial \u2014n\u00e3o mais que 3,3%, segundo o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) \u2014 e aos 2,5% esperados para o Brasil, conforme proje\u00e7\u00e3o do BC, j\u00e1 considerada otimista. O mercado estima uma expans\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, no m\u00e1ximo, em torno de 2%. Mas o percentual \u00e9 pouco para a China e evidencia sua forte desacelera\u00e7\u00e3o frente os resultados de 2010, de 10,4%, do ano passado (9,2%).<\/p>\n<p>Diante da dificuldade em manter o ritmo, Jiabao pediu grandes esfor\u00e7os para fortalecer a vitalidade e o dinamismo do crescimento. &#8220;Precisamos avaliar a situa\u00e7\u00e3o de forma exaustiva e reconhecer os problemas&#8221;, disse. Segundo o primeiro-ministro, o governo dar\u00e1 prioridade \u00e0 \u00a0gera\u00e7\u00e3o de emprego. Entre as medidas a serem adotadas est\u00e1 o corte de at\u00e9 50% no imposto sobre \u00a0lucros de \u00a0empresas estrangeiras no pa\u00eds.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Choque de realidade no petr\u00f3leo<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>&#8220;A euforia sucumbiu \u00e0 realidade&#8221;, sentenciou o artigo do Wall Street Journal, na semana passada, sobre a crise de confian\u00e7a que assombra as petroleiras brasileiras. N\u00e3o h\u00e1 tanto exagero na afirma\u00e7\u00e3o. Um levantamento da consultoria Econom\u00e1tica com dados de 59 companhias de capital aberto da ind\u00fastria do petr\u00f3leo na Am\u00e9rica Latina e nos Estados Unidos mostra que as verde-amarelas OGX, HRT e Queiroz Galv\u00e3o Explora\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o (QGEP) est\u00e3o entre as que mais perderam valor nos \u00faltimos 12 meses &#8211; uma puni\u00e7\u00e3o do mercado \u00e0s promessas n\u00e3o cumpridas.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 como se a bolha que come\u00e7ou a se encher em 2007 com a propaganda em torno do pr\u00e9-sal e da Petrobr\u00e1s estivesse murchando agora&#8221;, diz o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires. A crise de imagem, segundo ele, \u00e9 muito mais um reflexo do que se prometeu l\u00e1 atr\u00e1s do que dos resultados em si, j\u00e1 que tradicionalmente essa \u00e9 uma ind\u00fastria de risco alt\u00edssimo. &#8220;Portanto, \u00e9 natural que haja frustra\u00e7\u00f5es no per\u00edodo explorat\u00f3rio&#8221;, afirma Pires. De acordo com estimativa do Conselho Mundial do Petr\u00f3leo, para cada tr\u00eas po\u00e7os explorados no mundo, dois s\u00e3o secos.<\/p>\n<p>A dimens\u00e3o das dificuldades que seriam encontradas, no entanto, n\u00e3o ganharam tanto destaque por aqui e o reflexo disso o setor est\u00e1 colhendo agora. O petroleiro mais popular do Pa\u00eds, Eike Batista, perdeu mais de R$ 13,2 bilh\u00f5es em dois dias na Bolsa depois de revisar para baixo a produ\u00e7\u00e3o de seu primeiro campo de petr\u00f3leo. No fim do m\u00eas passado, a empresa divulgou uma vaz\u00e3o de 5 mil barris de \u00f3leo por dia em cada po\u00e7o do campo Tubar\u00e3o Azul &#8211; quando a previs\u00e3o inicial, tornada p\u00fablica no in\u00edcio do ano, era de que a produ\u00e7\u00e3o chegaria a 20 mil barris. &#8220;Se os dados atuais sofreram esse n\u00edvel de ajuste, que confian\u00e7a o investidor ter\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s informa\u00e7\u00f5es futuras&#8221;, diz o analista do banco de investimento Gera\u00e7\u00e3o Futuro, Lucas Brendler.<\/p>\n<p>Em 2012, os pap\u00e9is da OGX ca\u00edram 56,6%. O desempenho s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 pior do que o da empresa norte americana Dynegy, que h\u00e1 dez dias entrou com um pedido de concordata no Tribunal de Fal\u00eancias dos Estados Unidos e vem acumulando perdas na bolsa de quase 80% no ano.<\/p>\n<p>Quem vem sofrendo h\u00e1 mais tempo no Brasil \u00e9 a petroleira criada pelo ex-ge\u00f3logo da Petrobr\u00e1s, Marcio Mello. A empresa foi criada em 2010 com um projeto ousado de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na regi\u00e3o amaz\u00f4nica da Bacia do Rio Solim\u00f5es. Antes da abertura de capital da empresa, Mello prometeu aos investidores que encontraria \u00f3leo abaixo da camada de g\u00e1s existente na regi\u00e3o, perfurando os po\u00e7os numa profundidade maior.<\/p>\n<p>Mas sua previs\u00e3o n\u00e3o se confirmou e at\u00e9 agora ele n\u00e3o achou nada al\u00e9m de g\u00e1s. Na semana passada, a empresa concluiu a perfura\u00e7\u00e3o de mais um po\u00e7o que se mostrou sem capacidade de produ\u00e7\u00e3o. &#8220;H\u00e1 uma s\u00e9rie de perguntas sem respostas&#8221;, afirma um analista. &#8220;Como a HRT vai tornar vi\u00e1vel a comercializa\u00e7\u00e3o do g\u00e1s numa regi\u00e3o cheia de entraves log\u00edsticos \u00e9 uma delas.&#8221;<\/p>\n<p>Em nota, a empresa afirma que &#8220;o desempenho de sua campanha vem apresentando resultados em conformidade com o padr\u00e3o da ind\u00fastria&#8221;.<\/p>\n<p>Perfil baixo. Mais &#8220;low profile&#8221; do que suas concorrentes, a QGEP, da Queiroz Galv\u00e3o, n\u00e3o foi poupada pelos investidores. A empresa, que abriu capital em 2011, j\u00e1 perdeu 49% de seu valor desde o in\u00edcio do ano. No m\u00eas passado, a companhia anunciou que n\u00e3o encontrou petr\u00f3leo em um de seus blocos na Bacia de Santos. &#8220;T\u00ednhamos muita expectativa em rela\u00e7\u00e3o a esse po\u00e7o mas faz parte do risco do neg\u00f3cio&#8221;, diz Paula Vasconcelos da Costa, diretora de rela\u00e7\u00f5es com investidores da QGEP. A empresa ainda sofre com a manuten\u00e7\u00e3o feita ao longo de 2011 no Campo de Manati, onde ela j\u00e1 produz g\u00e1s natural em parceria com a Petrobr\u00e1s. Como alguns po\u00e7os tiveram de ficar fechados, a produ\u00e7\u00e3o teve uma queda e a gera\u00e7\u00e3o de caixa tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>O clima de incertezas n\u00e3o paira s\u00f3 sobre as petroleiras privadas. A pr\u00f3pria Petrobr\u00e1s n\u00e3o tem cumprido suas metas. &#8220;O governo e os empres\u00e1rios prometeram fazer e acontecer, mas o petr\u00f3leo brasileiro n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o fant\u00e1stico como se vendeu l\u00e1 atr\u00e1s&#8221;, diz Adriano Pires. &#8220;\u00c9 uma ind\u00fastria de riscos e incertezas e isso n\u00e3o pode ser ignorado.&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p>Empresas alertam para novo risco de apag\u00e3o<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>Os investimentos das empresas do setor el\u00e9trico nos pr\u00f3ximos anos podem sofrer um baque em decorr\u00eancia da inten\u00e7\u00e3o do governo de atrelar a renova\u00e7\u00e3o das concess\u00f5es, que v\u00e3o vencer a partir de 2015, \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos custos da energia. Enquanto o Pal\u00e1cio do Planalto corre para definir a f\u00f3rmula de c\u00e1lculo do pre\u00e7o da energia nesses contratos, executivos alertam para o risco de um cen\u00e1rio parecido com aquele que levou o Brasil aos apag\u00f5es do come\u00e7o deste s\u00e9culo.<\/p>\n<p>&#8220;Diferentemente de 2004, quando foi formulado o novo marco regulat\u00f3rio do setor que instituiu os leil\u00f5es de compra de energia, o processo est\u00e1 sendo feito agora a portas fechadas. Isso nos preocupa porque n\u00e3o sabemos qual metodologia ser\u00e1 utilizada&#8221;, avalia o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores Independentes de Energia El\u00e9trica (Apine), Luiz Fernando Vianna.<\/p>\n<p>\u00c9 justamente a forma de comercializa\u00e7\u00e3o da energia definida h\u00e1 oito anos que pode ser alterada, segundo o executivo. O temor da entidade \u00e9 de que os novos contratos voltem a ser definidos por meio da f\u00f3rmula que calcula as tarifas pelos custos de gera\u00e7\u00e3o. Nesse modelo, a Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) analisa os componentes de gastos das empresas &#8211; incluindo investimentos &#8211; para estabelecer um teto tarif\u00e1rio para cada companhia. Mas, para Vianna, a venda de energia por leil\u00e3o precisa ser mantida com a renova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o d\u00e1 para conviver com dois modelos, pois isso criaria uma assimetria ruim para o mercado&#8221;, diz Vianna. &#8220;Al\u00e9m disso, o modelo de custos \u00e9 intervencionista e pouco previs\u00edvel, pois a Aneel disp\u00f5e de certa subjetividade ao definir a tarifa. Essa metodologia j\u00e1 deu resultados catastr\u00f3ficos no passado, pois as empresas deixaram de investir, j\u00e1 que a remunera\u00e7\u00e3o n\u00e3o era suficiente para isso&#8221;.<\/p>\n<p>Para a Apine, a melhor sa\u00edda seria manter a venda de energia nos leil\u00f5es peri\u00f3dicos pelas geradoras a pre\u00e7os normais de mercado, mas transferir para os contratos renovados os pagamentos de encargos de transmiss\u00e3o e gera\u00e7\u00e3o que hoje incidem sobre todo o sistema. &#8220;Com esse grupo assumindo inteiramente esse custo, os pre\u00e7os cairiam naturalmente na ponta, para os consumidores finais&#8221;, explica o dirigente.<\/p>\n<p>Orienta\u00e7\u00e3o. Enquanto o governo n\u00e3o chega a um consenso, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Distribuidores de Energia El\u00e9trica (Abradee) orienta as empresas do segmento a manifestarem previamente a inten\u00e7\u00e3o de manter as concess\u00f5es sob seu dom\u00ednio. Por\u00e9m, com ressalva de que essa decis\u00e3o poder\u00e1 ser revista.<\/p>\n<p>Segundo a entidade, 37 das 63 associadas t\u00eam concess\u00f5es que vencem em 2015. Entre as interessadas na prorroga\u00e7\u00e3o est\u00e3o distribuidoras sob controle da Eletrobr\u00e1s, CPFL, Grupo Rede, Energisa, e empresas com controle misto, como Copel e Celg.<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Abradee, Nelson Leite, se a proposta de prorroga\u00e7\u00e3o das concess\u00f5es for r\u00edgida, pode ser mais vantajoso desistir dos ativos e optar por um ressarcimento. Os recursos viriam da Reserva Global de Revers\u00e3o (RGR), encargo que financia um fundo destinado a indenizar as empresas em caso de revers\u00e3o da concess\u00e3o \u00e0 Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>Para ele, as distribuidoras j\u00e1 contribuir\u00e3o para a modicidade tarif\u00e1ria no ciclo de revis\u00e3o tarif\u00e1ria da Aneel, que recalcula a cada quatro anos o pre\u00e7o das contas de luz dos consumidores usando, na distribui\u00e7\u00e3o, a f\u00f3rmula de c\u00e1lculo das tarifas pelos custos t\u00e3o temida pelas geradoras.<\/p>\n<p>A metodologia do terceiro ciclo foi definida em novembro e j\u00e1 resultou na queda das tarifas da Eletropaulo (9,33%), Coelce (10,89%), Edevp (2,72%), Celtins (1,61%) e Copel (0,65%). Como todas as distribuidoras do Pa\u00eds ter\u00e3o de passar pelo processo, c\u00e1lculos da Abradee mostram que o processo vai reduzir o fluxo de caixa de suas associadas em 22% entre 2011 e 2014.<\/p>\n<p>Segundo Leite, cada empresa vai avaliar a melhor forma de lidar com o impacto, por meio da redu\u00e7\u00e3o de custos operacionais, dos dividendos repassados aos acionistas e dos pr\u00f3prios investimentos, o que pode comprometer a qualidade dos servi\u00e7os.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Servidores come\u00e7am a acampar na Esplanada<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n<p>Para pressionar o governo por reajustes e pela revers\u00e3o do corte de ponto, 5 mil servidores acampam na Esplanada a partir de hoje. L\u00edderes sindicais, que representam 26 categorias, prometem grande ato na quarta-feiraNot\u00edciaGr\u00e1fico<\/p>\n<p>De bra\u00e7os cruzados desde 18 de junho, servidores p\u00fablicos de 26 categorias iniciam hoje o movimento de ocupa\u00e7\u00e3o da Esplanada dos Minist\u00e9rios, num ato que tenta provar ao governo que o corte do ponto ordenado pelo Pal\u00e1cio do Planalto n\u00e3o enfraqueceu a greve geral por reajustes salariais.<\/p>\n<p>Cerca de 5 mil trabalhadores dever\u00e3o come\u00e7ar a chegar a Bras\u00edlia nesta segunda-feira, em caravanas de \u00f4nibus e vans. Alguns trabalhadores vir\u00e3o em voos bancados pelos sindicatos, que oferecer\u00e3o tamb\u00e9m a alimenta\u00e7\u00e3o dos grevistas.<\/p>\n<p>Como ponto de apoio, a organiza\u00e7\u00e3o pretende montar um grande acampamento que ser\u00e1 armado no gramado da Esplanada, mas a expectativa \u00e9 que os grevistas s\u00f3 fiquem no local durante o dia. Para passar a noite, ser\u00e3o oferecidas acomoda\u00e7\u00f5es nos sindicatos e em resid\u00eancias, conforme informou a Confedera\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores no Servi\u00e7o P\u00fablico Federal (Condsef).<\/p>\n<p>O momento mais importante da manifesta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 uma caminhada na quarta-feira, que tem previs\u00e3o de in\u00edcio para as 9h. Os grevistas pretendem cruzar o Eixo Monumental, no percurso que sai da Catedral, passa pelo Congresso Nacional e retorna ao Minist\u00e9rio do Planejamento, do outro lado da via. Para controlar o tr\u00e2nsito, que deve ficar bastante prejudicado durante o ato, a Pol\u00edcia Militar deslocar\u00e1 um efetivo do Batalh\u00e3o de Tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p>A expectativa da Condsef \u00e9 de que a mobiliza\u00e7\u00e3o sensibilize o governo para o pleito dos servidores. Do outro lado do balc\u00e3o, por\u00e9m, o Minist\u00e9rio do Planejamento j\u00e1 sinalizou que n\u00e3o pretende conceder o aumento linear de 22% pedido (Veja arte) pelos grevistas em raz\u00e3o do impacto no or\u00e7amento, que chegaria a R$ 92,2 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse ao Correio que o governo est\u00e1 tranquilo com o grande ato dos servidores. &#8220;A manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 um direito de todos. A Esplanada foi feita para isso. Mas eles precisam entender que n\u00e3o temos condi\u00e7\u00f5es de dar reajuste a todos. Esse valor de R$ 92 bilh\u00f5es \u00e9 incompat\u00edvel com um quadro de crise. Eles representam 50% da folha de sal\u00e1rios dos trabalhadores federais e mais que o dobro que pretendemos gastar com o PAC (Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento)&#8221;, ressaltou.<\/p>\n<p>Outras manifesta\u00e7\u00f5es devem acontecer ao longo dos cinco dias de a\u00e7\u00e3o esta semana, mas ainda n\u00e3o h\u00e1 uma agenda espec\u00edfica para o movimento. &#8220;Atos e mobiliza\u00e7\u00f5es devem ser decididos na hora, no calor do momento&#8221;, explicou o diretor da Condsef, S\u00e9rgio Ronaldo.<\/p>\n<p>Mobiliza\u00e7\u00e3o cara<\/p>\n<p>Para engrossar a mobiliza\u00e7\u00e3o que come\u00e7a hoje, os sindicatos ter\u00e3o de colocar a m\u00e3o no bolso. Os gastos est\u00e3o na casa do milh\u00e3o. Entre os 5 mil servidores esperados durante os cinco dias de acampamento, grande parte deve ser de Bras\u00edlia. Dos demais estados, chegar\u00e3o grandes caravanas de Goi\u00e1s e Minas Gerais, segundo informou a Condsef. A diretoria da confedera\u00e7\u00e3o n\u00e3o soube informar, por\u00e9m, exatamente quantos \u00f4nibus vir\u00e3o e de quanto ser\u00e1 o gasto total da a\u00e7\u00e3o. Considerando que cada servidor custe em torno de R$ 50 por dia, entre alimenta\u00e7\u00e3o e deslocamento, a conta da mobiliza\u00e7\u00e3o deve ultrapassar o R$ 1 milh\u00e3o. Questionado sobre o custo, o diretor da Condsef afirmou que esse montante \u00e9 invi\u00e1vel aos cofres do movimento.<\/p>\n<p>S\u00f3 de Goi\u00e1s, cerca de 140 pessoas vir\u00e3o das cidades de Goi\u00e2nia, Luzi\u00e2nia e Formosa em dois \u00f4nibus e duas vans. Segundo estimativas do presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Servi\u00e7o P\u00fablico Federal do Estado de Goi\u00e1s (Sintsep\/GO), Ademar Rodrigues, o gasto com transporte, estadia e alimenta\u00e7\u00e3o deve ficar entre R$ 40 mil e R$ 45 mil.<\/p>\n<p>J\u00e1 os 50 servidores de Minas Gerais vir\u00e3o de avi\u00e3o da capital mineira a Bras\u00edlia. A estimativa do Sindicato dos Trabalhadores Ativos, Aposentados e Pensionistas do Servi\u00e7o P\u00fablico Federal no Estado de Minas Gerais (Sindsep\/MG) \u00e9 de que o desembolso total seja de R$ 50 mil. &#8220;Ser\u00e1 um gasto alto, mas precisamos ficar unidos nessa luta. A op\u00e7\u00e3o pelo avi\u00e3o como meio de transporte foi a mais barata, j\u00e1 que o aluguel de um \u00fanico \u00f4nibus, com o combust\u00edvel, fica por volta de R$ 5 mil&#8221;, justificou o diretor do sindicato, Arnaldo Jos\u00e9 Cruz J\u00fanior. Outros 50 manifestantes devem vir em um \u00f4nibus de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Novas ades\u00f5es<\/p>\n<p>Termina hoje o prazo dado pelas ag\u00eancias reguladoras para que o governo apresente uma proposta de restrutura\u00e7\u00e3o salarial dos servidores dessas entidades, al\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o da carreira de regula\u00e7\u00e3o. Caso n\u00e3o atenda \u00e0s reivindica\u00e7\u00f5es, a categoria j\u00e1 avisou que tamb\u00e9m cruzar\u00e1 os bra\u00e7os. Servidores de unidades de 10 ag\u00eancias reguladoras de todo o pa\u00eds e do Departamento Nacional de Produ\u00e7\u00e3o Mineral (DNPM) j\u00e1 avisaram que entrar\u00e3o em greve caso n\u00e3o sejam atendidos. Nesse caso, s\u00f3 devem funcionar os servi\u00e7os de urg\u00eancia, definidos pelo presidente do Sindicato das Ag\u00eancias Reguladoras (Sinagencias), Jo\u00e3o Maria Medeiros, como &#8220;casos que envolvam transfus\u00e3o de sangue, libera\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os humanos para transplantes e equipamentos de UTI&#8221;.<\/p>\n<p>O movimento tamb\u00e9m deve ganhar a ades\u00e3o dos trabalhadores petroleiros, que exigem da Petrobras uma nova proposta de participa\u00e7\u00e3o nos lucros da empresa. A estatal j\u00e1 avisou que ir\u00e1 se reunir com os grevistas amanh\u00e3, numa tentativa de reverter a amea\u00e7a da categoria de parar as atividades no pr\u00f3ximo dia 20. H\u00e1 algumas semanas eles organizam pequenas mobiliza\u00e7\u00f5es, como o atraso no hor\u00e1rio de entrada do expediente. Conforme explicou a Federa\u00e7\u00e3o \u00danica dos Petroleiros (FUP), uma mudan\u00e7a na proposta da participa\u00e7\u00e3o nos lucros e resultados (PLR) na reuni\u00e3o de amanh\u00e3 pode mudar o rumo da greve por tempo indeterminado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO Estado de S. Paulo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3169\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3169","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-P7","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3169","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3169"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3169\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3169"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3169"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3169"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}