{"id":3181,"date":"2012-07-18T18:46:57","date_gmt":"2012-07-18T18:46:57","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3181"},"modified":"2012-07-18T18:46:57","modified_gmt":"2012-07-18T18:46:57","slug":"minimo-vai-a-r-66775-em-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3181","title":{"rendered":"M\u00ednimo vai a R$ 667,75 em janeiro"},"content":{"rendered":"\n<p>Valor est\u00e1 definido na Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias. Aprovada ontem pelo Congresso, a LDO determina tamb\u00e9m a divulga\u00e7\u00e3o p\u00fablica na internet dos contracheques das estatais.<\/p>\n<p>Em uma vota\u00e7\u00e3o mais tranquila do que em anos anteriores, o Congresso aprovou ontem a Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias (LDO) para 2013, que direcionar\u00e1 o planejamento financeiro do pa\u00eds naquele ano. A aprecia\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria, que agora segue para a san\u00e7\u00e3o presidencial, finaliza os trabalhos legislativos do primeiro semestre, dando in\u00edcio ao recesso parlamentar, de hoje at\u00e9 1\u00ba de agosto. Se garante o descanso a deputados e senadores, a proposta n\u00e3o traz boas not\u00edcias a aposentados e pensionistas que ganham acima do sal\u00e1rio m\u00ednimo \u2014 previsto para R$ 667,75 \u2014 tampouco aos trabalhadores que recebem esse valor.<\/p>\n<p>O texto final mant\u00e9m a previs\u00e3o do percentual de aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo em 7,35%, que passaria a R$ 667,75. Esse t\u00f3pico, no entanto, \u00e9 fr\u00e1gil, j\u00e1 que a legisla\u00e7\u00e3o vincula o reajuste \u00e0 varia\u00e7\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB) e \u00e0 infla\u00e7\u00e3o do ano de 2011, vari\u00e1veis que s\u00f3 ser\u00e3o conhecidas no fim deste ano. Ainda assim, a previs\u00e3o deve constar na LDO.<\/p>\n<p>No caso de aposentados e pensionistas cujos vencimentos superam os R$ 662, a vit\u00f3ria ficou por conta da perspectiva garantida no texto. Embora n\u00e3o defina sequer se haver\u00e1 aumento, a vers\u00e3o final abre uma janela para que entidades representantes de classe sentem para negociar com o Executivo. Inicialmente, a LDO n\u00e3o citava a possibilidade de concess\u00e3o do benef\u00edcio. Durante o debate na Comiss\u00e3o Mista de Planos, Or\u00e7amentos P\u00fablicos e Fiscaliza\u00e7\u00e3o (CMO), antes de a mat\u00e9ria seguir para o plen\u00e1rio, o relator da LDO, senador An\u00f4nio Carlos Valadares (PSB-SE), acatou uma emenda do senador Paulo Paim (PT-RS), que d\u00e1 direito a centrais sindicais apresentarem uma proposta ao Executivo.<\/p>\n<p>Aumento real<\/p>\n<p>&#8220;Conseguimos uma alternativa para que aposentados e pensionistas que ganham acima do m\u00ednimo tenham em 2013 um aumento real. Antes, n\u00e3o havia nada no texto. Agora, h\u00e1 uma janela. Essa proposta pode vir das entidades, do pr\u00f3prio Executivo ou at\u00e9 de um projeto apresentado por um parlamentar. N\u00e3o garante nada, porque o Executivo pode vetar, se aprovado no Congresso, mas \u00e9 melhor do que como estava anteriormente. \u00c9 a chance de incluirmos esse item na pe\u00e7a or\u00e7ament\u00e1ria&#8221;, explicou Paim.<\/p>\n<p>Ex-l\u00edder do governo, o senador Romero Juc\u00e1 (PMDB-RR) afirmou que o fato de a emenda sugerida por Paim ter sido acatada j\u00e1 representa uma vit\u00f3ria para os benefici\u00e1rios da Previd\u00eancia. &#8220;Do jeito que vemos a crise que assola a Europa, o governo conceder um reajuste igual \u00e0 infla\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 um esfor\u00e7o. Se garantir um aumento real, ser\u00e1 muita coisa. Mas, neste momento, n\u00e3o se pode garantir nada&#8221;, resumiu Juc\u00e1. (GM)<\/p>\n<hr \/>\n<p>Congresso aprova LDO, sem mudan\u00e7a em licita\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O governo tentou incluir na Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias (LDO) de 2013 uma emenda que permitiria \u00e0 Petrobr\u00e1s e outras estatais fazer obras sem respeitar as tabelas de pre\u00e7os de licita\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Isso abriria espa\u00e7o para compras com menos controle e dificultaria a fiscaliza\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os como o Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU).<\/p>\n<p>A emenda chegou a ser aprovada pela Comiss\u00e3o Mista de Or\u00e7amento, mas no plen\u00e1rio do Congresso a oposi\u00e7\u00e3o pressionou e a tentativa foi abortada.<\/p>\n<p>O ministro de Minas e Energia, Edison Lob\u00e3o, esteve por tr\u00e1s da manobra. Ele fez o pedido ao senador Romero Juc\u00e1 (PMDB-RR), que articulou a vota\u00e7\u00e3o da emenda, e ao l\u00edder do governo no Congresso, Jos\u00e9 Pimentel (PT-CE).<\/p>\n<p>A proposta foi aprovada na comiss\u00e3o, mas a oposi\u00e7\u00e3o amea\u00e7ou impedir a vota\u00e7\u00e3o da LDO em plen\u00e1rio se a emenda n\u00e3o fosse retirada. At\u00e9 integrantes da base se mostraram contr\u00e1rios \u00e0 manobra. &#8220;Essa emenda \u00e9 criminosa. Ela torna legal a empresa p\u00fablica pagar pre\u00e7os acima do mercado&#8221;, protestou na tribuna o senador Pedro Taques (PDT-MT).<\/p>\n<p>Petrobr\u00e1s. Coube \u00e0 ministra de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais, Ideli Salvatti, orientar o recuo. &#8220;Estava buscando atender a um pleito de setores da Petrobr\u00e1s, mas como h\u00e1 uma celeuma e posi\u00e7\u00f5es divergentes no governo, da minha parte podemos convergir e retirar&#8221;, disse Juc\u00e1.<\/p>\n<p>O texto que o governo tentou emplacar, sem sucesso, faria com que as estatais e empresas de economia mista com atua\u00e7\u00e3o internacional e regime pr\u00f3prio de licita\u00e7\u00e3o, como Petrobr\u00e1s e Eletrobras, n\u00e3o tivessem mais de seguir as tabelas oficiais de licita\u00e7\u00e3o: Sicro, para obras rodovi\u00e1rias, e Sinapi, para obras civis. O TCU tem usado essas tabelas para questionar obras das empresas e, muitas vezes, recomendar ao Congresso que suspenda repasses de recursos.<\/p>\n<p>A LDO foi votada ap\u00f3s uma batalha entre governo e oposi\u00e7\u00e3o pela libera\u00e7\u00e3o de emendas. O Planalto prometeu R$ 4,5 milh\u00f5es para cada integrante da base e R$ 3 milh\u00f5es para a oposi\u00e7\u00e3o. Fiador do acordo, o presidente da C\u00e2mara, Marco Maia (PT-RS), disse que far\u00e1 um &#8220;check list&#8221; em agosto para ver se a promessa est\u00e1 sendo honrada.<\/p>\n<p>Para facilitar a vota\u00e7\u00e3o, o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) retirou do parecer a permiss\u00e3o para execu\u00e7\u00e3o de investimentos do governo e de estatais, entre eles do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o de Crescimento (PAC), mesmo sem a aprova\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento. O governo tenta aprovar essa permiss\u00e3o todos os anos, mas ainda n\u00e3o conseguiu.<\/p>\n<p>Mesmo n\u00e3o tendo obtido vit\u00f3ria total, o texto atende aos interesses do governo ao n\u00e3o garantir reajustes para servidores ou aposentados que ganham acima de um sal\u00e1rio m\u00ednimo. A proposta apenas autoriza o governo a negociar. O Congresso incluiu a previs\u00e3o de recursos para a Lei Kandir, que compensa Estados por benef\u00edcios \u00e0 importa\u00e7\u00e3o, mas o texto foi redigido de forma a permitir o veto sem criar conflitos com outros artigos.<\/p>\n<p>Apesar de o governo admitir que a economia n\u00e3o crescer\u00e1 este ano como projetado, foi mantido no texto a estimativa de expans\u00e3o de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano e de 5,5% para 2013. A LDO tamb\u00e9m garante reajuste de 7,35% para o sal\u00e1rio m\u00ednimo, que vai para R$ 667,75 em 2013. Do lado fiscal, o Congresso manteve em R$ 155,9 bilh\u00f5es a economia para pagar juros da d\u00edvida, o chamado super\u00e1vit prim\u00e1rio. O valor equivale a 3,1% do PIB projetado, e o governo poder\u00e1 abater at\u00e9 R$ 45,2 bilh\u00f5es com o PAC.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Viol\u00eancia \u00e9 causa de 26% das mortes de 0 a 19 anos<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>As chances de uma crian\u00e7a ou adolescente brasileiro morrer assassinado s\u00e3o maiores hoje do que eram h\u00e1 30 anos, colocando o pa\u00eds na quarta pior coloca\u00e7\u00e3o numa compara\u00e7\u00e3o com outros 91 pa\u00edses. Em 1980, a taxa de homic\u00eddios na popula\u00e7\u00e3o entre zero e 19 anos era de 3,1 para cada 100 mil pessoas. Pulou para 7,7 em 1990, chegou a 11,9 em 2000 e alcan\u00e7ou 13,8 em 2010. Um crescimento de 346,4% em tr\u00eas d\u00e9cadas, em contraste com a mortalidade provocada por problemas de sa\u00fade, que teve queda acentuada. Quando considerada toda a popula\u00e7\u00e3o, a taxa de homic\u00eddios em 2010 foi de 27 por 100 mil habitantes. Considera-se que h\u00e1 uma epidemia de homic\u00eddios quando a taxa fica acima de 10 por 100 mil.<\/p>\n<p>No Brasil, em 2010, 8.686 crian\u00e7as e adolescentes foram v\u00edtimas de homic\u00eddio. De 1981 a 2010, o pa\u00eds perdeu 176.044 pessoas com 19 anos ou menos dessa forma. Meninos representam em torno de 90% do total.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros s\u00e3o do estudo &#8220;Mapa da Viol\u00eancia 2012 &#8211; Crian\u00e7as e Adolescentes do Brasil&#8221;, do pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador de Estudos sobre a Viol\u00eancia da Faculdade Latino-Americana de Ci\u00eancias Sociais (Flacso) no Brasil. Al\u00e9m dos assassinatos, o estudo analisou as mortes violentas causadas por fatores externos, dividindo-as em cinco grupos: homic\u00eddios, acidentes de transporte, outros acidentes, suic\u00eddios e outras viol\u00eancias. Em 2010, de todas as mortes violentas de crian\u00e7as e adolescentes, 43,3% foram homic\u00eddios; 27,2% acidentes de transporte; 19,7% outros acidentes.<\/p>\n<p>Alagoas: estado com mais homic\u00eddios<\/p>\n<p>Em 1980, 16.457 crian\u00e7as e adolescentes morreram de uma dessas cinco causas, de um total de 244.942 \u00f3bitos verificados na faixa et\u00e1ria do zero aos 19 anos. Desde ent\u00e3o, mesmo quando o n\u00famero absoluto de mortes violentas diminuiu, seu peso no total de \u00f3bitos s\u00f3 aumentou. Em 1980, eram 6,71% de todas as mortes. Vinte anos depois, em 2010, o \u00edndice alcan\u00e7ou 26,48% (20.048 de 75.708). Se desconsiderados os beb\u00eas com menos de um ano de idade, as mortes violentas foram respons\u00e1veis por mais da metade dos \u00f3bitos &#8211; 53,2% &#8211; em 2010.<\/p>\n<p>O aumento mais acentuado &#8211; tanto na taxa de todas as causas externas quanto na de homic\u00eddios &#8211; ocorreu na d\u00e9cada de 1980. Nos anos 90, houve desacelera\u00e7\u00e3o, mas ainda assim cresceu. Entre 2000 e 2010, a taxa de causas externas diminuiu, atingindo seu menor \u00edndice em 2006, mas desde ent\u00e3o voltou a crescer. Os homic\u00eddios ca\u00edram no come\u00e7o da \u00faltima d\u00e9cada, mas voltaram a aumentar, superando em 2010 a taxa observada dez anos antes. Em 1980, representavam 0,7% de todas as mortes de crian\u00e7as e adolescentes. Em 2010, foram respons\u00e1veis por 11,5%.<\/p>\n<p>Entre os estados, o que proporcionalmente mais teve crian\u00e7as e adolescentes assassinados em 2010 foi Alagoas, com uma taxa de 34,8 por 100 mil. O estado era o d\u00e9cimo em 2000, quando a taxa era de 10,1 por 100 mil. Enquanto Alagoas passou da d\u00e9cima para a primeira posi\u00e7\u00e3o, o Rio fez o caminho inverso. O estado tinha a pior taxa em 2000 &#8211; 25,9 por 100 mil &#8211; e em 2010 era o d\u00e9cimo pior, tendo ca\u00eddo 33,3%, para 17,2 assassinados a cada 100 mil.<\/p>\n<p>A maior queda na taxa de homic\u00eddios foi em S\u00e3o Paulo: 76,1% entre 2000 e 2010. Al\u00e9m de Rio e SP, Pernambuco, Distrito Federal, Roraima e Mato Grosso do Sul ca\u00edram. O estudo levou em conta 523 munic\u00edpios que, segundo o Censo 2010, t\u00eam popula\u00e7\u00e3o com mais de 20 mil pessoas de zero aos 19 anos.<\/p>\n<p>Para Julio Jacobo h\u00e1 uma interliga\u00e7\u00e3o de fatores que ajuda a explicar o aumento. Ele lembra que em 2000 foi implantado o Plano Nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica, que concentrou seus investimentos nos maiores polos de viol\u00eancia. Mas novos polos surgiram:<\/p>\n<p>&#8211; Surgiram polos no interior e em outros estados sem recursos financeiros e sem tradi\u00e7\u00e3o das pol\u00edcias para o enfrentamento da criminalidade.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Bernanke d\u00e1 poucas pistas sobre est\u00edmulos<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, apresentou uma avalia\u00e7\u00e3o negativa sobre a economia americana durante discurso aos senadores ontem, citando a desacelera\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica neste ano e a taxa de desemprego persistentemente elevada.<\/p>\n<p>No entanto, ele n\u00e3o deu nenhuma pista mais direta sobre a possibilidade de a autoridade monet\u00e1ria adotar novas medidas para estimular a fr\u00e1gil recupera\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>&#8220;A economia americana continua se recuperando, mas a atividade parece ter, de certa maneira, desacelerado durante o primeiro semestre do ano&#8221;, disse Bernanke em seu depoimento ao Congresso do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Sobre as atua\u00e7\u00f5es do Fed, Bernanke reiterou apenas que o banco central americano est\u00e1 preparado para adotar novas medidas, caso necess\u00e1rio, para estimular a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, repetindo o que o comit\u00ea de pol\u00edtica monet\u00e1ria j\u00e1 havia dito na \u00faltima reuni\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;O Fed n\u00e3o fez &#8220;escolha espec\u00edfica&#8221; sobre a\u00e7\u00f5es adicionais&#8221;, disse o presidente do BC dos EUA, acrescentando que o colegiado est\u00e1 tentando julgar se a perda de impulso na atividade econ\u00f4mica \u00e9 duradoura.<\/p>\n<p>Bernanke apontou que os dados recentes sugerem que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu menos do que 2% no segundo trimestre, em termos anualizados. Ele tamb\u00e9m destacou que os representantes do Fed basearam suas decis\u00f5es da reuni\u00e3o de pol\u00edtica monet\u00e1ria do m\u00eas passado na expectativa de que o PIB venha a crescer entre 1,9% e 2,4% neste ano.<\/p>\n<p>O comandante da autoridade monet\u00e1ria americana tamb\u00e9m destacou que a infla\u00e7\u00e3o tem perdido for\u00e7a diante da queda dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo nos \u00faltimos meses. Os membros do Fed preveem infla\u00e7\u00e3o entre 1,2% e 1,7% neste ano, abaixo da meta de 2% do banco central.<\/p>\n<p>Bernanke expressou profundas preocupa\u00e7\u00f5es com a debilidade no mercado de trabalho, \u00e1rea que o Fed j\u00e1 deixou claro ser um ponto fundamental para a tomada de decis\u00e3o sobre novos programas de est\u00edmulo.<\/p>\n<p>O presidente do Fed prev\u00ea que o progresso na redu\u00e7\u00e3o da taxa de desemprego do pa\u00eds, atualmente em 8,2%, &#8220;parece ser decepcionantemente lento&#8221;. Para ele, fatores sazonais poderiam explicar apenas parte da recente &#8220;perda de vigor na cria\u00e7\u00e3o de empregos&#8221;.<\/p>\n<p>Bernanke destacou dois importantes riscos para a economia dos EUA: a intensifica\u00e7\u00e3o das tens\u00f5es com a crise de d\u00edvida na Europa e o caminho da pol\u00edtica or\u00e7ament\u00e1ria americana.<\/p>\n<p>&#8220;Os mercados financeiros da Europa e a economia continuam sob estresse significativo, com efeitos de cont\u00e1gio sobre as condi\u00e7\u00f5es financeiras e econ\u00f4micas do restante do mundo, inclusive os Estados Unidos&#8221;, afirmou, acrescentando que &#8220;a possibilidade de que a situa\u00e7\u00e3o na Europa piore continua sendo um risco importante para a perspectiva&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo ele, os respons\u00e1veis pela condu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica econ\u00f4mica dos Estados Unidos est\u00e3o em contato estreito com as autoridades europeias.<\/p>\n<p>Bernanke repetiu o pedido aos congressistas para que atuem rapidamente na tentativa de resolver as quest\u00f5es sobre o impacto dos cortes de gastos p\u00fablicos e aumentos de impostos no in\u00edcio do ano que vem.<\/p>\n<p>Se o desempenho da economia piorar, o Fed pode ter que adotar uma a\u00e7\u00e3o adicional para que o crescimento e a gera\u00e7\u00e3o de empregos voltem aos trilhos, disse a presidente do Fed de Cleveland, Sandra Pianalto, em discurso no Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Erie, na Pensilv\u00e2nia &#8220;Se os fracos indicadores persistirem e tornarem minha perspectiva para o crescimento econ\u00f4mico e a infla\u00e7\u00e3o mais fraca do que o antecipado, podem ser necess\u00e1rias a\u00e7\u00f5es adicionais de pol\u00edtica&#8221;, afirmou Pianalto, que est\u00e1 entre os membros com direito a voto este ano no Comit\u00ea Federal de Mercado Aberto (Fomc).<\/p>\n<hr \/>\n<p>Calote cresce 18,5% na 1\u00aa quinzena de julho<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>O ritmo de alta da inadimpl\u00eancia do consumidor quase dobrou na primeira quinzena deste m\u00eas na compara\u00e7\u00e3o anual e as vendas a prazo enfraqueceram. O endividamento e o calote elevados s\u00e3o tidos pelos lojistas como as principais causas para a frustra\u00e7\u00e3o das metas de vendas deste m\u00eas.<\/p>\n<p>Entre os dias 1.\u00ba e 15 de julho, a m\u00e9dia di\u00e1ria de financiamentos com pagamentos em atraso superiores a 30 dias aumentou 18,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2011, segundo pesquisa da Associa\u00e7\u00e3o Comercial de S\u00e3o Paulo (ACSP). O indicador de calote tinha encerrado junho com alta de 9,8% na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o volume de d\u00edvidas renegociadas diariamente aumentou este m\u00eas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira quinzena de julho de 2011, por\u00e9m num ritmo bem menor do que a alta do calote. Na primeira quinzena, o n\u00famero de carn\u00eas renegociados teve acr\u00e9scimo de 13,9%. Em junho, o aumento havia sido de 8,9% na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n<p>&#8220;Ainda \u00e9 cedo para considerar esse resultado uma tend\u00eancia&#8221;, diz o economista da ACSP, Em\u00edlio Alfieri. Ele pondera que, por enquanto, se trata de um dado preliminar. Mas ressalta que, se ao longo do m\u00eas aparecer algum indicador negativo, especialmente em rela\u00e7\u00e3o ao emprego, o quadro da inadimpl\u00eancia pode piorar. &#8220;Da\u00ed, ser\u00e1 poss\u00edvel validar essa alta do calote.&#8221;<\/p>\n<p>Al\u00e9m da acelera\u00e7\u00e3o da inadimpl\u00eancia, os resultados da quinzena revelam um enfraquecimento nas vendas financiadas. Na primeira quinzena de julho, a m\u00e9dia di\u00e1ria de consultas para neg\u00f3cios a prazo aumentou 1,3% na compara\u00e7\u00e3o anual. Junho tinha encerrado com vendas a prazo crescendo 5,3% ante 2011.<\/p>\n<p>Segundo Alfieri, a forte desacelera\u00e7\u00e3o, nesse caso, est\u00e1 ligada \u00e0 prorroga\u00e7\u00e3o do benef\u00edcio do corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os eletrodom\u00e9sticos da linha branca (fog\u00f5es, geladeiras e m\u00e1quinas de lavar). Como, inicialmente, o benef\u00edcio estava previsto para terminar em junho, muitos consumidores foram \u00e0s compras. Mas, agora, com a prorroga\u00e7\u00e3o do corte de imposto, as vendas perderam esse impulso.<\/p>\n<p>Nos neg\u00f3cios \u00e0 vista, avaliados pelas consultas a cheques, as vendas at\u00e9 aceleraram. Na primeira quinzena deste m\u00eas, a m\u00e9dia di\u00e1ria de registros aumentou 1,2% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2011, depois de ter encerrado junho com alta de 0,3% na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n<p>Metas. Os lojistas de artigos de vestu\u00e1rio e de produtos de maior valor, como eletrodom\u00e9sticos e eletr\u00f4nicos, confirmam a desacelera\u00e7\u00e3o. &#8220;A 1.\u00aa quinzena de julho ficou com crescimento abaixo dos esperado e estamos neste momento buscando tirar a diferen\u00e7a&#8221;, afirma C\u00e9sar Siqueira Anderson, diretor de vendas das Lojas Colombo, especializada em eletroeletr\u00f4nicos. O executivo aponta o &#8220;expressivo&#8221; aumento da inadimpl\u00eancia e o n\u00edvel de comprometimento da renda como fatores que afetaram as vendas deste m\u00eas. O crescimento foi de apenas 1% ante 2011.<\/p>\n<p>&#8220;As lojas de shoppings n\u00e3o foram afetadas pela inadimpl\u00eancia&#8221;, observa o diretor da Associa\u00e7\u00e3o de Lojistas de Shoppings (Alshop), Lu\u00eds Augusto Ildefonso da Silva. Ele conta que as vendas da 1.\u00aa quinzena deste m\u00eas ficaram abaixo das expectativas, apesar das liquida\u00e7\u00f5es. Segundo ele, o consumidor colocou o p\u00e9 no freio nas compras, esperando uma queda maior nos pre\u00e7os.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Juros avan\u00e7am com aceno de BC mais otimista<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Os contratos de juros futuros encerram a ter\u00e7a-feira apontando para cima na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&amp;F). Entre os fatores que estimulara a alta est\u00e1 a reportagem do Valor de ontem, dando conta de que o Banco Central (BC) est\u00e1 menos preocupado com a possibilidade de algum evento dram\u00e1tico no cen\u00e1rio internacional e mais otimista com a retomada da atividade no decorrer do ano.<\/p>\n<p>Para um economista, a comunica\u00e7\u00e3o informal do BC parece passar o seguinte recado: o mercado incorporou muito rapidamente o movimento de queda da atividade e essa previs\u00e3o de PIB em 1,9% para 2012 estaria fora do lugar.<\/p>\n<p>Esse tipo de &#8220;recado&#8221; fora da comunica\u00e7\u00e3o oficial do BC tamb\u00e9m daria conta de balizar as expectativas. A percep\u00e7\u00e3o \u00e9 que os agentes est\u00e3o demasiadamente pessimistas, o que atrapalha a resposta do investimento aos est\u00edmulos ficais e monet\u00e1rios j\u00e1 concedidos. &#8220;O instrumento, por excel\u00eancia, n\u00e3o \u00e9 a comunica\u00e7\u00e3o, mas sim a taxa de juros. E se o BC quer comunicar algo tem de ser via ata&#8221;, pondera.<\/p>\n<p>Para um gestor, esse aceno do BC est\u00e1 fora de contexto. Como a autoridade pode estar menos preocupada com o quadro externo, se ela pr\u00f3pria e seus pares externos revisaram para baixo as previs\u00f5es de crescimento e est\u00e3o adotando pol\u00edticas de afrouxamento ou em vias de fazer isso? &#8220;A cena externa est\u00e1 mais complexa agora&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Pelo lado dom\u00e9stico, as medidas anunciadas pelo governo, como redu\u00e7\u00e3o de IPI e desonera\u00e7\u00f5es, t\u00eam seu efeito concentrado no curto prazo e n\u00e3o garantem sustenta\u00e7\u00e3o \u00e0 atividade no decorrer do tempo. Para esse gestor, a falta de uma acelera\u00e7\u00e3o forte do crescimento \u00e9 uma decep\u00e7\u00e3o sem tamanho. Considerando a defasagem dos cortes de juros iniciados em agosto do ano passado, o efeito m\u00e1ximo do est\u00edmulo teria de estar sendo observado agora.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o do especialista, essa falta de resposta, n\u00e3o em termos de crescimento realizado, mas sim na aus\u00eancia de ind\u00edcios de acelera\u00e7\u00e3o, traz questionamentos sobre o juro real de equil\u00edbrio. Essa taxa que impulsiona a atividade sem contrapartida inflacion\u00e1ria pode ser, de fato, mais baixa. Com isso, diz ele, se o crescimento n\u00e3o aparecer, o Banco Central tem de seguir cortando a taxa de juros al\u00e9m dos 7,5% a 7% ao ano sugeridos pelo mercado.<\/p>\n<p>Para esse gestor, o crescimento mais moderado do mercado de cr\u00e9dito est\u00e1 entre as explica\u00e7\u00f5es para esse juro de equil\u00edbrio ser menor agora. Da mesma forma que o avan\u00e7o mais acentuado do cr\u00e9dito no passado pedia um juro de equil\u00edbrio maior.<\/p>\n<p>No mercado de c\u00e2mbio, o d\u00f3lar teve firme ajuste de baixa depois de nove preg\u00f5es sem varia\u00e7\u00f5es expressivas. Captando a melhora de humor externo e o maior volume de neg\u00f3cios, o d\u00f3lar caiu 0,74%, a R$ 2,022.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Imprecis\u00e3o do PIB chin\u00eas \u00e9 desafio para investidores<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Os n\u00fameros que entram no c\u00e1lculo do PIB da China s\u00e3o &#8220;artificiais&#8221; e servem &#8220;apenas de refer\u00eancia&#8221;, alertou o pol\u00edtico chin\u00eas Li Keqiang em 2007. Os coment\u00e1rios do ent\u00e3o presidente regional do Partido Comunista, que dever\u00e1 ser nomeado primeiro-ministro no segundo trimestre de 2013, foram revelados em um telegrama diplom\u00e1tico divulgado pelo site WikiLeaks no fim de 2010. As observa\u00e7\u00f5es de Li s\u00e3o particularmente relevantes agora que as autoridades chinesas anunciaram que o PIB cresceu 7,6% no segundo trimestre, o menor n\u00famero em tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>Mas exatamente quanto menor? Investidores, banqueiros e economistas t\u00eam muitas dificuldades para interpretar os n\u00fameros da ag\u00eancia de estat\u00edsticas da China. Combine todos os n\u00fameros dos PIBs regionais anunciados oficialmente para o ano passado e voc\u00ea ter\u00e1 um total que supera o PIB nacional em cerca de 10%, afirmou em fevereiro Ma Jiantang, presidente da Ag\u00eancia Nacional de Estat\u00edsticas. Ma disse que isso se deve em parte \u00e0 contagem dupla de atividades como a produ\u00e7\u00e3o industrial, e que sua ag\u00eancia estava tentando resolver o problema.<\/p>\n<p>O fato de a taxa registrada de desemprego urbano da China pouco ter mudado, movendo-se entre apenas 4% e 4,3% na \u00faltima d\u00e9cada, \u00e9 dif\u00edcil de ser explicado pelas autoridades. Outra coisa desconcertante: por que o crescimento do consumo de eletricidade diminuiu muito mais rapidamente que o crescimento oficial do PIB (recuando para uma expans\u00e3o de aproximadamente 4% em junho, segundo a imprensa chinesa), quando normalmente eles caminham mais ou menos juntos?<\/p>\n<p>Isso est\u00e1 levando alguns analistas a considerar que os n\u00fameros do PIB podem estar sendo distorcidos para cima no per\u00edodo que antecede uma transi\u00e7\u00e3o na lideran\u00e7a no quarto trimestre. &#8220;Da caixa preta vem um n\u00famero e esse n\u00famero nem sempre est\u00e1 alinhado com os outros n\u00fameros&#8221;, diz Andrew Batson, diretor de an\u00e1lises macroecon\u00f4micas da consultoria GK Dragonomics em Pequim. &#8220;Eu n\u00e3o ficaria surpreso se os n\u00fameros do PIB deste ano forem suavizados.&#8221;<\/p>\n<p>Um legado da economia planejada \u00e9 que os burocratas recebem metas do governo central para tudo, da produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o \u00e0s safras e aos PIBs locais. Essas mesmas autoridades tradicionalmente v\u00eam se promovendo sobre o sucesso no cumprimento dos n\u00fameros. &#8220;Temos um ditado na China que diz: os quadros [do Partido] produzem os dados e os dados produzem os quadros&#8221;, diz Jin Yongjin, professor de estat\u00edsticas da Universidade Renmin.<\/p>\n<p>H\u00e1 algumas partes da economia que o governo consegue mensurar muito bem, diz Louis Kuijs, economista do Fung Global Institute, um centro de estudos de Hong Kong. A produ\u00e7\u00e3o industrial e os lucros s\u00e3o considerados relativamente precisos, afirma ele. Esses n\u00fameros se beneficiam de um sistema nacional de informes corporativos institu\u00eddo d\u00e9cadas atr\u00e1s para ajudar os planejadores centrais a pilotar a economia. &#8220;No velho sistema era crucial ter esse sistema de informes funcionando&#8221;, diz Kuijs. &#8220;Os levantamentos sobre a produ\u00e7\u00e3o industrial da China est\u00e3o nos dando n\u00fameros muito bons.&#8221;<\/p>\n<p>O sistema estat\u00edstico do pa\u00eds \u00e9 bem menos capaz de medir o segmento de servi\u00e7os da economia ou obter uma leitura precisa do consumo pela classe m\u00e9dia. &#8220;Se voc\u00ea olhar para os n\u00fameros da produ\u00e7\u00e3o automobil\u00edstica da China, provavelmente ter\u00e1 um n\u00famero mais ou menos preciso&#8221;, afirma Stephen Green, diretor regional de an\u00e1lises do Standard Chartered para a Grande China. &#8220;Mas o sistema n\u00e3o \u00e9 bom para medir quantas noites as pessoas saem de casa para jantar em restaurantes ou frequentar karaok\u00eas.&#8221;<\/p>\n<p>Medir as vendas no varejo \u00e9 algo mais orientado para a contagem das compras feitas pelos departamentos do governo e grandes empreendimentos estatais, acrescenta Green. Isso pode explicar por que as vendas no varejo n\u00e3o caem durante as retra\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas: as entidades estatais recebem ordens para continuar comprando mesmo quando o consumo individual provavelmente caiu.<\/p>\n<p>Os bancos de investimentos est\u00e3o \u00e0 procura do indicador que vai prever um ponto de virada da economia. O Standard Chartered olhou para as vendas dos equipamentos de terraplenagem antes de decidir que ele \u00e9 um indicador atrasado, e n\u00e3o um indicador antecedente. Os empr\u00e9stimos banc\u00e1rios, assim como o consumo de eletricidade e o volume de carga transportado pelas ferrovias, todos citados por Li Keqiang como mais confi\u00e1veis que os n\u00fameros do PIB, ainda s\u00e3o um bom substituto para a atividade econ\u00f4mica, diz Green.<\/p>\n<p>A corretora UBS Securities consultou informalmente incorporadores locais para obter uma tend\u00eancia para o setor imobili\u00e1rio. Talvez o esfor\u00e7o mais ambicioso seja o recentemente lan\u00e7ado Livro Bege da China, uma pesquisa trimestral com cerca de 2.000 banqueiros e executivos de companhias, modelado no Livro Bege do Federal Reserve (o BC dos Estados Unidos). Ele mede o crescimento em oito setores importantes das maiores regi\u00f5es da China, segundo Leland Miller, presidente da CBB Internacional, que publica a pesquisa.<\/p>\n<p>Os planejadores econ\u00f4micos chineses est\u00e3o tentando resolver as defici\u00eancias estat\u00edsticas do governo. Mais dados s\u00e3o hoje reportados diretamente a Pequim, quando antes eram primeiro filtrados nos escrit\u00f3rios locais do Partido Comunista. A ag\u00eancia de estat\u00edsticas passou a padronizar a coleta de dados pelos muitos minist\u00e9rios e associa\u00e7\u00f5es industriais da China. E ela est\u00e1 trabalhando com a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) e a Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) para melhorar seu monitoramento da economia.<\/p>\n<p>A China ainda tende a tratar a coleta de dados como um segredo de Estado, afirma Anne Stevenson-Yang, cofundadora da consultoria J. Capital Research, de Pequim. Ela cita a recusa do governo em divulgar o peso dos bens monitorados em sua compila\u00e7\u00e3o do \u00edndice de pre\u00e7os ao consumidor. &#8220;Por que voc\u00ea iria levantar a tampa e mostrar \u00e0s pessoas como faz? Isso apenas reduz sua capacidade de mudar os n\u00fameros se isso for preciso&#8221;, diz ela.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nCorreio Braziliense\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3181\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3181","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-Pj","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3181","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3181"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3181\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3181"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3181"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3181"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}