{"id":32182,"date":"2024-10-23T19:57:40","date_gmt":"2024-10-23T22:57:40","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=32182"},"modified":"2024-10-23T19:57:49","modified_gmt":"2024-10-23T22:57:49","slug":"nota-politica-do-pcb-sobre-as-eleicoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32182","title":{"rendered":"Nota Pol\u00edtica do PCB sobre as elei\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32183\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32182\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?fit=1600%2C1066&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1600,1066\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"333093362_934252507597444_445275235789768598_n\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?fit=300%2C200&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?fit=747%2C498&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-32183\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?resize=747%2C498&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"498\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?resize=900%2C600&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/333093362_934252507597444_445275235789768598_n.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>Fortalecer o car\u00e1ter revolucion\u00e1rio da esquerda para derrotar a direita e a extrema-direita<\/strong><\/p>\n<p>As elei\u00e7\u00f5es municipais no Brasil, no primeiro turno, foram marcadas pela vit\u00f3ria expressiva das for\u00e7as de direita e extrema-direita, que conquistaram mais de 90 milh\u00f5es de eleitores e mais de 4.700 prefeituras, enquanto as for\u00e7as de centro-esquerda obtiveram apenas cerca de 22 milh\u00f5es de votos e pouco mais de 700 prefeituras. Al\u00e9m disso, das 103 cidades com mais de 200 mil habitantes, em 51 delas as elei\u00e7\u00f5es foram decididas no primeiro turno, com a direita vencendo na grande maioria.<\/p>\n<p>O bolsonarismo, apesar de n\u00e3o ter conquistado as mil prefeituras que objetivava, saiu das elei\u00e7\u00f5es muito forte, e o PL foi um dos partidos que mais cresceu neste pleito, venceu em duas capitais e vai disputar em outras 23 cidades com mais de 200 mil habitantes. A esquerda e a centro-esquerda sofreram uma grande derrota, especialmente nas maiores cidades.<\/p>\n<p>Que li\u00e7\u00f5es as for\u00e7as da esquerda socialista poder\u00e3o tirar dessas elei\u00e7\u00f5es? A vit\u00f3ria da direita e da extrema-direita ocorreu n\u00e3o apenas nas pequenas cidades, onde sempre foram maioria, mas tamb\u00e9m nas grandes cidades, mesmo levando em conta que as elei\u00e7\u00f5es municipais t\u00eam car\u00e1ter local e apenas em uma ou outra grande cidade pode ganhar car\u00e1ter nacional. Isto indica que larga parcela do proletariado urbano votou nos candidatos da direita. Neste contexto, \u00e9 fundamental n\u00e3o subestimar as for\u00e7as de extrema-direita.<\/p>\n<p>Esses dados indicam que a direita e a extrema-direita conseguiram capturar o sentimento antissistema de uma grande parcela da popula\u00e7\u00e3o. Isso porque a campanha do campo democr\u00e1tico-popular n\u00e3o denunciou de maneira firme as mazelas do capitalismo brasileiro, e seus candidatos se apresentaram ao eleitorado como bons mo\u00e7os, capazes de administrar as crises do sistema, com medidas moderadas, distantes de qualquer radicalismo ou iniciativas necess\u00e1rias para romper com a l\u00f3gica de explora\u00e7\u00e3o e mis\u00e9ria, imaginando equivocadamente que dessa forma conseguiriam ganhar a maioria da sociedade.<\/p>\n<p>N\u00e3o ganharam os setores do centro que almejavam e ainda confundiram os trabalhadores e as trabalhadoras, que preferiram votar em quem se apresentou contra o sistema. N\u00e3o levam em considera\u00e7\u00e3o que, apesar das melhorias pontuais obtidas no governo Lula, continua existindo um enorme sentimento de frustra\u00e7\u00e3o na maioria da popula\u00e7\u00e3o, fato que j\u00e1 se constatava nas pesquisas e agora ficou evidente nas elei\u00e7\u00f5es. Afinal, a situa\u00e7\u00e3o social brasileira, especialmente a dos trabalhadores, n\u00e3o tem nada a ver com o mundo encantado vendido pelo governo. Passados dois anos da posse de Lula, as pesquisas demonstram que uma fatia consider\u00e1vel do eleitorado brasileiro ainda tem se associado ao pensamento conservador.<\/p>\n<p>O desemprego oficial e oculto atinge mais de 10 milh\u00f5es de trabalhadores\/as, e a informalidade atinge tamb\u00e9m mais de 39 milh\u00f5es dos\/as que comp\u00f5em a for\u00e7a de trabalho. Se levarmos em conta que cada trabalhador\/a constitui uma fam\u00edlia de pelo menos tr\u00eas pessoas, teremos somente a\u00ed mais de 100 milh\u00f5es ou sem renda ou vivendo em situa\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria. A esses n\u00fameros se podem acrescentar ainda os milh\u00f5es que vivem na mis\u00e9ria e na mendic\u00e2ncia nas grandes cidades do pa\u00eds. Al\u00e9m disso, temos o caos na sa\u00fade p\u00fablica e nos transportes, os problemas na educa\u00e7\u00e3o e no saneamento b\u00e1sico, bem como a descren\u00e7a da imensa maioria da popula\u00e7\u00e3o nas institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A op\u00e7\u00e3o do Governo Lula em seguir de forma draconiana o receitu\u00e1rio da pol\u00edtica de teto de gastos, agora com outra express\u00e3o, \u201carcabou\u00e7o fiscal\u201d, \u00e9 uma continuidade \u00e0 l\u00f3gica de redu\u00e7\u00e3o de investimentos nas principais demandas sociais, o que s\u00f3 ir\u00e1 aumentar a desigualdade e a precariza\u00e7\u00e3o da vida da classe trabalhadora. O resultado disso \u00e9 a guinada para o discurso reacion\u00e1rio e moralista que a extrema direita vem fazendo como forma de capturar a insatisfa\u00e7\u00e3o social. O governo tamb\u00e9m n\u00e3o fez nada para revogar as reformas trabalhista e da previd\u00eancia e tem uma rela\u00e7\u00e3o autorit\u00e1ria com os trabalhadores e as trabalhadoras em greve, como se viu nas greves dos professores e t\u00e9cnicos das universidades e atualmente na greve dos previdenci\u00e1rios.<\/p>\n<p>Tudo isso contribuiu para a frustra\u00e7\u00e3o e a vingan\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o nas elei\u00e7\u00f5es, expressa na vota\u00e7\u00e3o daqueles que ela percebeu equivocadamente que se posicionavam contra o sistema. A direita e a extrema-direita se aproveitaram dessa frustra\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o e fizeram uma campanha pol\u00edtica e ideol\u00f3gica explorando temas do senso comum, como a corrup\u00e7\u00e3o, quest\u00f5es de g\u00eanero, seguran\u00e7a, entre outros.<\/p>\n<p><strong>Essa derrota ocorreu por qu\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p>Primeiro, o chamado campo democr\u00e1tico-popular renunciou \u00e0 politiza\u00e7\u00e3o da sociedade, deixando de travar o debate ideol\u00f3gico que sempre foi uma tarefa hist\u00f3rica da esquerda, e n\u00e3o fez a disputa ideol\u00f3gica com as for\u00e7as de direita e extrema-direita, preferindo a modera\u00e7\u00e3o, as alian\u00e7as com setores da burguesia em todos os campos, o discurso de concilia\u00e7\u00e3o e a pol\u00edtica de paz e amor, o que se tornou um equ\u00edvoco muito grave. Segundo, o chamado campo-democr\u00e1tico popular tamb\u00e9m renunciou \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora, preferindo os acordos de c\u00fapula, a substitui\u00e7\u00e3o das lutas nas ruas e nos locais de trabalho pela institucionalidade.<\/p>\n<p>Esse comportamento s\u00f3 serviu para despolitizar o processo eleitoral, desarmar ideologicamente os\/as trabalhadores\/as para a luta e abrir espa\u00e7o para o crescimento da direita e da extrema-direita. Ali\u00e1s, chegamos a um ponto que parece at\u00e9 rid\u00edculo: as ruas, que historicamente sempre foram dos\/as revolucion\u00e1rios\/as, agora est\u00e3o sendo ocupadas pela extrema-direita, inclusive por grupos neofascistas.<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, os partidos e a maioria das organiza\u00e7\u00f5es do campo democr\u00e1tico-popular est\u00e3o funcionando nessa conjuntura como uma esp\u00e9cie de bombeiros da luta de classes e uma barreira para a organiza\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o independente dos\/as trabalhadores\/as. Dificilmente v\u00e3o se recuperar no segundo turno, porque continuam com a mesma pol\u00edtica e chegam a mistificar os resultados dizendo que no primeiro turno aconteceu uma vit\u00f3ria da frente ampla.<\/p>\n<p>Os comunistas entendem que as massas querem e a conjuntura exige uma pol\u00edtica mais agressiva que \u201cponha o dedo na ferida\u201d da conjuntura brasileira e que associe os problemas locais e sociais ao sistema constru\u00eddo pelos ricos e poderosos em nosso pa\u00eds. A bandeira antissist\u00eamica, a bandeira das cr\u00edticas ao capitalismo deve ser da esquerda e n\u00e3o da extrema-direita. At\u00e9 porque a extrema-direita n\u00e3o critica o capitalismo, mas faz encena\u00e7\u00f5es que visam alimentar a aliena\u00e7\u00e3o social sobre a realidade brasileira e a crise na qual estamos mergulhados. Uma vez no poder, age para aprimorar ainda mais a l\u00f3gica de mercado, avan\u00e7ando com as privatiza\u00e7\u00f5es e promovendo o aperfei\u00e7oamento do aparato repressivo. \u00c9 necess\u00e1rio denunciar que a direita e a extrema direita s\u00e3o o pr\u00f3prio sistema, s\u00e3o os defensores de todas as medidas tomadas contra os\/as trabalhadores\/as, bem como pela mis\u00e9ria em que vive nosso povo.<\/p>\n<p>Nessas circunst\u00e2ncias e levando em conta as caracter\u00edsticas desse segundo turno das elei\u00e7\u00f5es municipais, O PCB orienta sua milit\u00e2ncia a votar nulo nas cidades em que estejam disputando duas for\u00e7as da direita ou uma for\u00e7a da direita e outra da extrema direita. Indicamos o voto e manifestamos nosso apoio \u00e0s candidaturas da esquerda e da centro-esquerda que est\u00e3o em disputa no segundo turno.<\/p>\n<p>No Estado do Rio de Janeiro, o PCB participa desde o primeiro turno da campanha do companheiro Yuri (PSOL) candidato a prefeito da cidade hist\u00f3rica de Petr\u00f3polis-RJ e manifesta seu apoio \u00e0 candidatura de Rodrigo Neves (PDT) contra a extrema-direita em Niter\u00f3i-RJ. Em Fortaleza-CE o PCB construiu sua campanha popular com candidatura pr\u00f3pria no primeiro turno e manifesta seu apoio \u00e0 candidatura do companheiro Evandro Leit\u00e3o (PT) no segundo turno.<\/p>\n<p>Em Porto Alegre-RS apoiamos a candidatura da UP no primeiro turno e, no segundo turno, manifestamos nosso apoio cr\u00edtico \u00e0 candidatura do PT. Tamb\u00e9m manifestamos nosso apoio \u00e0s candidaturas da companheira Nat\u00e1lia Bonavides (PT) em Natal e do companheiro L\u00fadio (PT) em Cuiab\u00e1 &#8211; MT.<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo-SP seguimos construindo e participando ativamente da campanha do companheiro Guilherme Boulos (PSOL) contra o candidato bolsonarista Ricardo Nunes (MDB).<\/p>\n<p><strong>Construir o trabalho de base no rumo do poder popular e do socialismo<\/strong><\/p>\n<p>Para al\u00e9m das elei\u00e7\u00f5es, os comunistas acreditam que a esquerda deve resgatar seu papel revolucion\u00e1rio com a radicalidade que a conjuntura e a luta de classes exigem. N\u00e3o se combate o neofascismo com concilia\u00e7\u00e3o de classes e com subservi\u00eancia ao sistema. Do contr\u00e1rio, a popula\u00e7\u00e3o vai continuar sendo enganada pela direita e extrema-direita e votando equivocadamente nos seus inimigos, pensando que est\u00e3o votando contra o sistema.<\/p>\n<p>Est\u00e1 na hora de enfrentar a direita e a extrema-direita com trabalho de base, fazer a disputa pol\u00edtica e ideol\u00f3gica com mobiliza\u00e7\u00e3o nas ruas, nos locais de trabalho e moradia, com a den\u00fancia das mazelas do capitalismo e propostas que falem diretamente sobre as necessidades reais da popula\u00e7\u00e3o. A esquerda deve buscar com ousadia e unidade de a\u00e7\u00e3o se constituir em uma alternativa real de for\u00e7a, anunciando as mudan\u00e7as necess\u00e1rias para a constru\u00e7\u00e3o do poder popular no rumo do socialismo. S\u00f3 assim poderemos derrotar a direita e a extrema-direita nas elei\u00e7\u00f5es e na luta de classes.<\/p>\n<p>Comit\u00ea Central do Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32182\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[17,386,26],"tags":[219,246],"class_list":["post-32182","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s21-eleicoes","category-eleicoes-2024","category-c25-notas-politicas-do-pcb","tag-manchete","tag-np"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8n4","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32182","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32182"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32182\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32184,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32182\/revisions\/32184"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}