{"id":32261,"date":"2024-11-20T22:31:29","date_gmt":"2024-11-21T01:31:29","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=32261"},"modified":"2024-11-20T22:32:25","modified_gmt":"2024-11-21T01:32:25","slug":"as-eleicoes-burguesas-e-suas-desesperancas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32261","title":{"rendered":"As elei\u00e7\u00f5es burguesas e suas desesperan\u00e7as"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32262\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32261\/465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n.jpg?fit=1440%2C968&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1440,968\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n.jpg?fit=747%2C502&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-32262\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n.jpg?resize=747%2C502&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"502\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n.jpg?resize=900%2C605&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n.jpg?resize=768%2C516&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/465198718_18056582767867964_1015873799923054956_n.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Charge: Mauro Iasi<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o Nacional da Uni\u00e3o da Juventude Comunista<\/p>\n<p>Que li\u00e7\u00f5es podemos tirar?<\/p>\n<p>Um Panorama<br \/>\nNos dias 6 e 26 de outubro, ocorreram as elei\u00e7\u00f5es municipais no Brasil. De modo geral, observou-se o avan\u00e7o da direita nas c\u00e2maras e prefeituras, principalmente nas capitais. O Partido dos Trabalhadores (PT) demonstrou sinais de esgotamento. Apesar do crescimento t\u00edmido de candidaturas eleitas em rela\u00e7\u00e3o a 2020, o partido n\u00e3o elegeu prefeitos no primeiro turno das capitais e das quatro de suas candidaturas avan\u00e7aram para o segundo turno, apenas uma saiu vitoriosa. O PT ainda amargou derrotas em seus tradicionais redutos, como Araraquara, S\u00e3o Bernardo do Campo e Santo Andr\u00e9.<\/p>\n<p>Nas cidades em que houve segundo turno, das 15 capitais, 14 elegeram candidatos(as) da direita ou extrema-direita, como em Aracaju, enquanto apenas Fortaleza escolheu Evandro Leit\u00e3o, do PT, que ainda assim contou com uma alian\u00e7a com a direita tradicional. Assim como no primeiro turno, o predom\u00ednio de cargos no executivo ocupados por partidos de direita foi evidente, refor\u00e7ando o j\u00e1 observado: a decad\u00eancia da esquerda nas elei\u00e7\u00f5es burguesas.<\/p>\n<p>J\u00e1 o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) tamb\u00e9m apresentou um decl\u00ednio, elegendo menos candidaturas em compara\u00e7\u00e3o a 2020, tanto no legislativo quanto no executivo, no qual n\u00e3o conseguiu eleger nenhum representante. Na capital paulista, Guilherme Boulos foi derrotado no segundo turno, alcan\u00e7ando pouco mais de 40% dos votos v\u00e1lidos, enquanto o candidato do MDB foi reeleito com quase 60%. Os partidos da esquerda revolucion\u00e1ria \u2013 Partido Comunista Brasileiro (PCB), Unidade Popular pelo Socialismo (UP) e Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) \u2013 tiveram um crescimento modesto em votos v\u00e1lidos, mas n\u00e3o elegeram nenhuma candidatura.<\/p>\n<p>Em contrapartida, partidos da direita tradicional, como o Partido Social Democr\u00e1tico (PSD) de Kassab e o Progressistas (PP) de Ciro Nogueira, al\u00e9m do Uni\u00e3o Brasil e Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (MDB), dominaram o cen\u00e1rio eleitoral, com destaque para o PSD, que superou o MDB em n\u00famero de prefeituras. Al\u00e9m disso, candidaturas eleitas de legendas ultraliberais e fascistas, como o Partido Liberal (PL) e o Novo, tamb\u00e9m cresceram significativamente. O Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB), durante anos o principal operador pol\u00edtico da burguesia paulista, sofreu uma dura queda, resultante de um racha em seu n\u00facleo duro, que abriu espa\u00e7o para o crescimento de outras legendas de direita. Pela primeira vez em d\u00e9cadas, o PSDB n\u00e3o ter\u00e1 representantes na C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Paulo, ficando com menos de 2% dos votos v\u00e1lidos para a prefeitura da capital. Ainda assim, em termos nacionais, o PSDB conseguiu eleger mais prefeitos do que o PT.<\/p>\n<p>A T\u00e1tica Eleitoral da Direita e do Campo Democr\u00e1tico-Popular<br \/>\nA direita tem utilizado uma combina\u00e7\u00e3o de populismo e clientelismo para consolidar sua base eleitoral, recorrendo a promessas superficiais e pol\u00edticas de \u201cp\u00e3o e circo\u201d, al\u00e9m de se beneficiar do \u201cor\u00e7amento secreto\u201d, que escancarou o car\u00e1ter de classe do Estado brasileiro como verdadeiro balc\u00e3o de neg\u00f3cios da burguesia. Em contrapartida, o PT continua apostando na f\u00f3rmula viciada e desgastada da concilia\u00e7\u00e3o de classes e da frente ampla, inclusive com partidos da direita tradicional que abrigam elementos fascistas, sob o pretexto (pasmem) de combater a extrema-direita, como visto no caso da capital fluminense , com o apoio do partido a Eduardo Paes (PSD). Lula, por sua vez, evitou se empenhar em algumas candidaturas de seu campo para n\u00e3o se indispor com o \u201ccentr\u00e3o\u201d, que \u00e9 parte de sua base no Congresso, revelando os limites do presidencialismo de coaliz\u00e3o e a capitula\u00e7\u00e3o de classe do governo petista. Nesse cen\u00e1rio, fica cada vez mais evidente o quanto o partido dos trabalhadores gerencia a burguesia nas elei\u00e7\u00f5es burguesas.<\/p>\n<p>Enquanto isso, a classe trabalhadora enfrenta uma crescente precariza\u00e7\u00e3o, marcada por desemprego, viol\u00eancia, d\u00e9ficit habitacional e colapso nos servi\u00e7os de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, os movimentos sociais, sindicatos e a base organizada dos partidos de esquerda est\u00e3o em crise, impulsionados pela desilus\u00e3o das massas com a social-democracia e tamb\u00e9m em consequ\u00eancia da pol\u00edtica de concilia\u00e7\u00e3o de classe que j\u00e1 se arrasta por quase duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>O elevado \u00edndice de absten\u00e7\u00e3o nestas elei\u00e7\u00f5es \u00e9 um sintoma claro da crescente desilus\u00e3o de amplos setores da popula\u00e7\u00e3o brasileira com a democracia burguesa. Esse fen\u00f4meno reflete a percep\u00e7\u00e3o de que o processo eleitoral, moldado pelos interesses do capital, n\u00e3o oferece alternativas reais para as massas trabalhadoras, que se veem cada vez mais distantes de um sistema que n\u00e3o responde \u00e0s suas necessidades materiais.<\/p>\n<p>A Estrutura de Classes, a Despolitiza\u00e7\u00e3o e o Desafio para a Esquerda<br \/>\nA atual conjuntura eleitoral no Brasil exp\u00f5e desafios profundos para a esquerda, especialmente no que se refere \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o das massas trabalhadoras e \u00e0 necessidade de enfrentar a ascens\u00e3o da extrema-direita. As campanhas de partidos ditos \u201cprogressistas\u201d t\u00eam se caracterizado por uma crescente despolitiza\u00e7\u00e3o e dilui\u00e7\u00e3o das pautas de transforma\u00e7\u00e3o estrutural, convertendo o processo eleitoral numa escolha entre o \u201cmenos pior\u201d e o \u201cinaceit\u00e1vel\u201d. Isso enfraquece a consci\u00eancia da classe trabalhadora e favorece o avan\u00e7o de for\u00e7as reacion\u00e1rias que capturam o descontentamento popular com solu\u00e7\u00f5es falsas e populistas.<\/p>\n<p>O Discurso \u201cMoral\u201d nas Campanhas Eleitorais<br \/>\nEstas elei\u00e7\u00f5es foram marcadas por uma narrativa manique\u00edsta, centrada num embate entre \u201cbem e mal\u201d ou entre \u201cesperan\u00e7a e desesperan\u00e7a\u201d, que obscurece as contradi\u00e7\u00f5es estruturais do capitalismo e sem uma alternativa popular para a classe trabalhadora. Ao transformar o processo eleitoral em uma escolha entre op\u00e7\u00f5es morais, as campanhas desviam o foco de discuss\u00f5es centrais sobre a explora\u00e7\u00e3o, o desemprego, a precariza\u00e7\u00e3o e as desigualdades sist\u00eamicas. Essa abordagem perpetua a aliena\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, impedindo um entendimento mais profundo das crises sociais e econ\u00f4micas enfrentadas pelo pa\u00eds.<\/p>\n<p>Tal estrat\u00e9gia reproduz uma l\u00f3gica de altern\u00e2ncia entre blocos que, no fundo, preservam as estruturas de poder capitalista. Ao n\u00e3o centralizar as contradi\u00e7\u00f5es de classe, esses partidos colaboram para o esvaziamento da luta pol\u00edtica, resultando na apatia eleitoral e no enfraquecimento da mobiliza\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p>A Fal\u00e1cia da Concilia\u00e7\u00e3o e o Abandono da Consci\u00eancia de Classe<br \/>\nOutro fator determinante para a derrota da esquerda foi a postura conciliadora, que evita confrontar diretamente as classes que sustentam o sistema de explora\u00e7\u00e3o. Em vez de apresentar um projeto claro e combativo, a esquerda hegem\u00f4nica opta por uma ret\u00f3rica vaga e inofensiva, que apela a conceitos gen\u00e9ricos como \u201cesperan\u00e7a\u201d e \u201cpaz\u201d. Isso desarma a esquerda ideologicamente, enquanto a extrema-direita capitaliza o descontentamento popular com narrativas falsas e simplistas, oferecendo \u201cbodes-expiat\u00f3rios\u201d como culpados pelos problemas sociais.<\/p>\n<p>A incapacidade da esquerda de politizar e organizar a classe trabalhadora deixa um v\u00e1cuo que a extrema-direita preenche com um discurso falsamente antissistema, desviando a aten\u00e7\u00e3o das verdadeiras causas das crises sociais.<\/p>\n<p>Perdas Eleitorais e o Vazio de um Projeto de Classe<br \/>\nA consequ\u00eancia dessa estrat\u00e9gia que abre m\u00e3o da disputa classista e cede moralismo \u00e9 a derrota eleitoral da esquerda em grandes centros urbanos, onde a luta de classes se manifesta com maior intensidade. Ao n\u00e3o abordar de maneira clara e radical os problemas enfrentados pelos trabalhadores nesses centros \u2013 como a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, a informalidade, o desemprego, a carestia \u2013, a esquerda se desconecta das massas. A pol\u00edtica de concilia\u00e7\u00e3o com setores do capital e o abandono de pautas de transforma\u00e7\u00e3o radical afastam a classe trabalhadora, que passa a ver pouca diferen\u00e7a entre os partidos de centro-esquerda e a direita tradicional.<\/p>\n<p>Assim, a esquerda, sem um projeto de classe claro e sem a disposi\u00e7\u00e3o de lutar contra as estruturas do capitalismo, fica \u00e0 merc\u00ea de uma disputa eleitoral que, mesmo quando vence, n\u00e3o traz mudan\u00e7as significativas para a vida da classe trabalhadora.<\/p>\n<p>A Urg\u00eancia de Reorganizar a Classe Trabalhadora<br \/>\nDiante desse cen\u00e1rio, a esquerda precisa retomar a disputa pela consci\u00eancia das massas trabalhadoras, trazendo ao centro do debate as contradi\u00e7\u00f5es entre capital e trabalho e propondo um projeto anticapitalista claro e combativo. Isso exige abandonar a l\u00f3gica de concilia\u00e7\u00e3o e enfrentamento moral, e construir uma pol\u00edtica que exponha os interesses de classe da burguesia, organizando os trabalhadores a partir de suas realidades concretas.<\/p>\n<p>O trabalho de base \u00e9 fundamental para essa reorganiza\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso mobilizar as classes populares nos locais de trabalho, nos bairros e nas comunidades, construindo alternativas que atendam \u00e0s suas necessidades. Apenas dessa forma a esquerda poder\u00e1 oferecer uma alternativa real ao avan\u00e7o da extrema-direita e ao esvaziamento da pol\u00edtica.<\/p>\n<p>O Caminho para a Reconstru\u00e7\u00e3o da Luta Popular<br \/>\nO momento exige que a esquerda recupere sua capacidade de politizar a classe trabalhadora e organizar suas lutas, sob pena de continuar assistindo \u00e0 ascens\u00e3o das for\u00e7as reacion\u00e1rias. A reorganiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora com um projeto de transforma\u00e7\u00e3o radical \u00e9 o \u00fanico caminho para enfrentar a extrema-direita e as elites que perpetuam o sistema de explora\u00e7\u00e3o. A reconex\u00e3o com a base e a retomada das lutas que tocam nossa classe s\u00e3o imperativas para a reconstru\u00e7\u00e3o de um horizonte popular e socialista para o Brasil.<\/p>\n<p>O PCB, reconhecendo as limita\u00e7\u00f5es das elei\u00e7\u00f5es burguesas, sempre as utilizou como uma oportunidade para disputar cora\u00e7\u00f5es e mentes da classe trabalhadora. Em 2024, o PCB apresentou um programa revolucion\u00e1rio, discutindo temas como educa\u00e7\u00e3o, moradia, sa\u00fade, transporte e seguridade social na perspectiva do Poder Popular, buscando atender \u00e0s demandas da classe trabalhadora. Ainda que o acesso \u00e0s ferramentas da democracia burguesa seja restrito aos partidos da ordem, dificultando a conquista de resultados expressivos, nosso foco deve permanecer no trabalho de base, na perspectiva da constru\u00e7\u00e3o do Poder Popular. O desafio agora \u00e9 construir uma alternativa socialista, capaz de derrotar as for\u00e7as reacion\u00e1rias e liberais, tra\u00e7ando um novo horizonte para a classe trabalhadora brasileira.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ujc.org.br\/eleicoes-2024-que-licoes-podemos-tirar\/\">https:\/\/ujc.org.br\/eleicoes-2024-que-licoes-podemos-tirar\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32261\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[6,27],"tags":[233,247],"class_list":["post-32261","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s5-juventude","category-c27-ujc","tag-6a","tag-jd"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8ol","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32261","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32261"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32261\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32263,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32261\/revisions\/32263"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32261"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32261"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32261"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}