{"id":3236,"date":"2012-07-26T17:36:05","date_gmt":"2012-07-26T17:36:05","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3236"},"modified":"2012-07-26T17:36:05","modified_gmt":"2012-07-26T17:36:05","slug":"lucro-da-vale-cai-a-metade-no-semestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3236","title":{"rendered":"Lucro da Vale cai \u00e0 metade no semestre"},"content":{"rendered":"\n<p>A queda do pre\u00e7o do min\u00e9rio de ferro, a alta das despesas operacionais e o avan\u00e7o do d\u00f3lar frente ao real fizeram a Vale, uma das maiores mineradoras do mundo, registrar um lucro l\u00edquido de R$ 5,314 bilh\u00f5es no segundo trimestre deste ano. O resultado \u00e9 48,28% menor em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado e 20,92% a menos ante o primeiro trimestre de 2012. O resultado veio abaixo das expectativas dos analistas de mercado, que projetavam ganhos entre R$ 6,9 bilh\u00f5es e R$ 7,1 bilh\u00f5es no per\u00edodo, e o menor resultado desde o primeiro trimestre de 2010, quando registrou ganhos de R$ 2,879 bilhoes.<\/p>\n<p>Em d\u00f3lar, o lucro l\u00edquido da mineradora foi de US$ 2,662 bilh\u00f5es, queda de 30,4% ante o in\u00edcio de 2012. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, o tombo chega a 58,7%.<\/p>\n<p>Em seu relat\u00f3rio, a mineradora explicou que o avan\u00e7o de 11% na cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, entre mar\u00e7o e junho, se refletiu em uma &#8220;grande queda&#8221; de seus ganhos no per\u00edodo. Como a cota\u00e7\u00e3o da moeda americana subiu rapidamente, a companhia teve de ajustar a sua d\u00edvida &#8211; de US$ 25,518 bilh\u00f5es e atrelada praticamente 100% ao d\u00f3lar &#8211; para o real. Houve, assim, uma corre\u00e7\u00e3o, para baixo, de R$ 3,458 bilh\u00f5es no lucro.<\/p>\n<p>&#8211; Quanto maior a cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, maior a d\u00edvida. Mas \u00e9 apenas um ajuste cont\u00e1bil, pois a Vale n\u00e3o precisou liquidar os empr\u00e9stimos. Ou seja, n\u00e3o houve desembolso de caixa. Isso \u00e9 feito para manter o balan\u00e7o ajustado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s varia\u00e7\u00f5es de outras moedas &#8211; explicou Rafael Weber, analista da Gera\u00e7\u00e3o Futuro, que esperava lucro l\u00edquido de R$ 6,9 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da d\u00edvida, h\u00e1 outras opera\u00e7\u00f5es financeiras que s\u00e3o ajustadas, como os deb\u00eantures (pap\u00e9is de longo prazo) e transa\u00e7\u00f5es com derivativos (contratos de pagamentos futuros).<\/p>\n<p>Analistas tamb\u00e9m destacaram que o lucro menor foi afetado pela queda dos pre\u00e7os de min\u00e9rios e metais b\u00e1sicos. Pedro Galdi, analista da SLW Corretora, lembrou que a cota\u00e7\u00e3o da tonelada do min\u00e9rio de ferro no mercado internacional caiu de US$ 148, no segundo trimestre de 2011, para cerca de US$ 111. Com isso, a receita da Vale caiu 2,3% no per\u00edodo, para R$ 23,910 bilh\u00f5es. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro trimestre deste ano, a receita subiu 19% com o avan\u00e7o do volume de vendas, oriundo do aumento da produ\u00e7\u00e3o, como em Caraj\u00e1s, no Par\u00e1, e da recupera\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o neste ano.<\/p>\n<p>&#8211; A Vale produziu mais, mas a redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do min\u00e9rio derrubou a receita em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. Houve, contudo, uma melhora no segundo trimestre em rela\u00e7\u00e3o aos primeiros tr\u00eas meses, quando a tonelada estava a US$ 109 &#8211; afirmou Galdi.<\/p>\n<p>A Vale tamb\u00e9m est\u00e1 mais dependente do min\u00e9rio de ferro, que respondeu por 53,6% da receita. No in\u00edcio deste ano, o \u00edndice era de 52,9%. Por outro lado, a fatia dos metais b\u00e1sicos (como n\u00edquel e cobre) caiu de 15,6% para 14,6% no mesmo per\u00edodo. A China continuou como o principal mercado para a mineradora, somando 31,6% dos neg\u00f3cios, maior que os 31,4% em mar\u00e7o. A fatia do Brasil caiu de 20,7% para 19%.<\/p>\n<p>Vale pode vender ativos, diz analista<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao mercado chin\u00eas, a Vale se mostra otimista com o seu principal comprador. Em relat\u00f3rio, a mineradora ressalta que a economia da China mostrou sinais de estabiliza\u00e7\u00e3o no segundo trimestre e o in\u00edcio de uma recupera\u00e7\u00e3o do investimento. Por\u00e9m, mostra-se preocupada com a crise internacional. No relat\u00f3rio, a empresa diz que &#8220;a recess\u00e3o na zona do euro deve se prolongar e a din\u00e2mica de crescimento nas economias emergentes, como Brasil, \u00cdndia e China, tem se arrefecido&#8221;.<\/p>\n<p>Com receita menor em rela\u00e7\u00e3o a 2011, o Santander, em relat\u00f3rio, mostra-se preocupado com a gera\u00e7\u00e3o de caixa da companhia. Alex Sciacio, analista do banco, diz que, para sustentar o fluxo de caixa no curto prazo, a venda de ativos pode acontecer mais cedo que o esperado. Para Sciacio, a primeira a\u00e7\u00e3o pode ser a venda de 22% na Norsk Hydro, os navios Valemax, al\u00e9m de ativos de petr\u00f3leo e g\u00e1s.<\/p>\n<p>Weber, da Gera\u00e7\u00e3o Futuro, pontua ainda que a empresa sente os reflexos de custos operacionais maiores. As despesas totais subiram de R$ 10,049 bilh\u00f5es, no primeiro trimestre, para R$ 11,671 bilh\u00f5es. Foi uma alta de 16,14%. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, quando ficou em R$ 9,057 bilh\u00f5es, o avan\u00e7o chegou a 28,86%:<\/p>\n<p>&#8211; Os custos aumentaram bastante. Apesar de a ind\u00fastria estar estagnada, o setor de minera\u00e7\u00e3o vive um momento pujante, com muitos projetos. S\u00e3o novas minas e aumento de capacidade por todo o pa\u00eds. Isso encarece as despesas referentes \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos, materiais e alugu\u00e9is.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Decreto do governo libera para terceiros execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os afetados pela greve<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Um dia depois de representantes da administra\u00e7\u00e3o Dilma Rousseff e sindicalistas conversarem sobre uma eventual tr\u00e9gua no movimento grevista que paralisa diversas \u00e1reas do Executivo, servidores p\u00fablicos e autoridades do governo federal deram ontem sinais de que as negocia\u00e7\u00f5es sobre reajustes salariais correm risco de passar por um processo de radicaliza\u00e7\u00e3o. De um lado, o governo publicou um decreto para n\u00e3o ficar ref\u00e9m dos grevistas e conseguir executar servi\u00e7os essenciais para a popula\u00e7\u00e3o. E avisou que \u00e9 dever do gestor p\u00fablico descontar os sal\u00e1rios dos faltosos.<\/p>\n<p>No front oposto, servidores da Receita Federal anunciaram que recorrer\u00e3o \u00e0 Justi\u00e7a contra o decreto. J\u00e1 os servidores do Banco Central informaram que amanh\u00e3 far\u00e3o a quarta paralisa\u00e7\u00e3o deste m\u00eas para pedir um reajuste de 23,01%, e amea\u00e7aram deflagrar greve por tempo indeterminado caso o governo n\u00e3o apresente at\u00e9 o dia 31 uma proposta para as 19 categorias do movimento.<\/p>\n<p>O decreto presidencial publicado ontem estabelece que cabe aos ministros de Estado e supervisores de \u00f3rg\u00e3os federais promover conv\u00eanios com Estados e o Distrito Federal para evitar que atividades essenciais \u00e0 popula\u00e7\u00e3o sejam paralisadas. Um dos objetivos do Executivo \u00e9 a libera\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos e cargas no com\u00e9rcio exterior. &#8220;As medidas adotadas nos termos deste decreto ser\u00e3o encerradas com o t\u00e9rmino da greve, paralisa\u00e7\u00e3o ou opera\u00e7\u00e3o retardamento e a regulariza\u00e7\u00e3o das atividades ou servi\u00e7os p\u00fablicos&#8221;, prev\u00ea o decreto.<\/p>\n<p>Segundo o advogado geral da Uni\u00e3o, ministro Lu\u00eds In\u00e1cio Adams, o &#8220;destravamento&#8221; dos portos brasileiros \u00e9 um dos focos do governo. &#8220;A preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 garantir que a economia continue a funcionar. O Brasil est\u00e1 em uma situa\u00e7\u00e3o muito boa, mas est\u00e1 numa situa\u00e7\u00e3o em que a realidade internacional \u00e9 incerta. Ent\u00e3o, as medidas s\u00e3o necess\u00e1rias para garantir que o Brasil n\u00e3o sofra com essa realidade&#8221;, afirmou Adams ao Valor. &#8220;Melhor seria se tivesse a lei de greve espec\u00edfica para o servi\u00e7o p\u00fablico, mas acho que, no caso concreto, n\u00e3o \u00e9 um paliativo. O decreto especifica a\u00e7\u00f5es para garantir o funcionamento de servi\u00e7os considerados essenciais para o pa\u00eds.&#8221;<\/p>\n<p>Outra fonte do governo avaliou que o decreto abre caminho para a contrata\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios tempor\u00e1rios para os postos desocupados pelos grevistas. O dispositivo autoriza a substitui\u00e7\u00e3o de servidores federais por um funcion\u00e1rio semelhante do Estado ou munic\u00edpio. Caso o servidor negue a miss\u00e3o, a possibilidade de contrata\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria estaria aberta, disse a fonte. Segundo ela, o &#8220;corporativismo&#8221; n\u00e3o permitir\u00e1 que um grande n\u00famero de auditores estaduais ou municipais assuma o trabalho de um cong\u00eanere federal.<\/p>\n<p>Em entrevista a jornalistas, Adams afirmou ainda que o corte de ponto de servidores p\u00fablicos em greve \u00e9 um debate pacificado na Justi\u00e7a e entendido como uma obriga\u00e7\u00e3o do Estado. &#8220;Por conta de uma negocia\u00e7\u00e3o, voc\u00ea pode no futuro abonar o ponto e compensar as faltas, retornando os pagamentos que foram descontados. Mas isso \u00e9 uma faculdade do processo de negocia\u00e7\u00e3o&#8221;, explicou o ministro.<\/p>\n<p>Os minist\u00e9rios foram orientados a alertar os grevistas e fazer com que seus departamentos de recursos humanos tomem as &#8220;medidas cab\u00edveis&#8221; em caso de falta. Os sindicalistas notaram nos sistemas internos das Pastas que o ponto de alguns dias de julho seriam cortados em agosto, e querem evitar essa medida. Est\u00e1 prevista para hoje uma reuni\u00e3o entre os sindicatos e a Secretaria de Rela\u00e7\u00f5es de Trabalho do Minist\u00e9rio do Planejamento para negociar a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Para os auditores da Receita Federal, o decreto fere o artigo da Constitui\u00e7\u00e3o Federal que d\u00e1 ao Minist\u00e9rio da Fazenda a responsabilidade de fiscalizar e controlar o com\u00e9rcio exterior. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) decidiu ir \u00e0 Justi\u00e7a contra o Decreto n\u00ba 7.777, o qual qualificou de &#8220;arbitr\u00e1rio&#8221; e &#8220;in\u00f3cuo&#8221;. Ontem, a entidade ainda n\u00e3o havia decidido se protocolaria um mandado de seguran\u00e7a no Supremo Tribunal Federal (STF) ou apresentaria a\u00e7\u00f5es ordin\u00e1rias na primeira inst\u00e2ncia da Justi\u00e7a.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Setor vive crise estrutural, longe de acabar<\/p>\n<p>O Estado de S. Paulo<\/p>\n<p>A ind\u00fastria da cana-de-a\u00e7\u00facar vive uma das piores crises da hist\u00f3ria &#8211; para alguns especialistas, mais s\u00e9ria que a da 1989, quando milhares de motoristas ficaram a p\u00e9 por falta de combust\u00edvel. Hoje, como os motores flex, n\u00e3o h\u00e1 riscos dessa natureza. Mas nem por isso a situa\u00e7\u00e3o deixa de ser delicada. Com a crise de 2008, o setor saiu de uma onda de euforia para uma apatia extrema. Endividadas no curto prazo, muitas empresas entraram em processo de recupera\u00e7\u00e3o judicial ou foram incorporadas por grandes grupos. Outras continuam at\u00e9 hoje debilitadas, mas tentando se reerguer.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo, preocupadas em se manter de p\u00e9, deixaram de lado o bem mais precioso do setor: a cana-de-a\u00e7\u00facar. Sem dinheiro em caixa, as companhias n\u00e3o investiram na renova\u00e7\u00e3o dos canaviais, que enfrentaram condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas bastante desfavor\u00e1veis. Para piorar o cen\u00e1rio, as cerca de 120 novas unidades abertas a partir de 2005 em v\u00e1rias regi\u00f5es do Pa\u00eds n\u00e3o tiveram o resultado esperado. As variedades de cana plantada n\u00e3o se adaptaram da forma como os investidores planejaram. Resultado: a produtividade desabou, enquanto o consumo de etanol n\u00e3o parava de crescer.<\/p>\n<p>Hoje, o setor vive a crise da falta de cana. Algumas usinas est\u00e3o com 15%, 20%, 30% da capacidade ociosa porque n\u00e3o tem mat\u00e9ria-prima para produzir, relata o ex-presidente da Uni\u00e3o da Ind\u00fastria da Cana de A\u00e7\u00facar (Unica), Eduardo Pereira de Carvalho, da Consultoria Express\u00e3o. &#8220;\u00c9 uma crise muito s\u00e9ria. \u00c9 estrutural e est\u00e1 longe de acabar. Para renovar um canavial, leva-se 4 ou 5 anos. Estamos chegando ao fundo do po\u00e7o. Precisamos de uma pol\u00edtica de investimento.&#8221; Mas \u00e9 preciso ir al\u00e9m: o governo tem de definir de forma clara qual ser\u00e1 o futuro do etanol na matriz energ\u00e9tica brasileira.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Menos emprego puxa d\u00e9ficit no INSS<\/p>\n<p>O Globo<\/p>\n<p>A desacelera\u00e7\u00e3o dos empregos formais j\u00e1 come\u00e7a a provocar efeito negativo nas contas da Previd\u00eancia Social, que fechou o m\u00eas passado com d\u00e9ficit de R$ 2,757 bilh\u00f5es. O valor \u00e9 38,1% superior ao registrado em igual per\u00edodo de 2011. Foi a maior alta desde junho de 2010. Em maio, o d\u00e9ficit fora de R$ 2,579 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>No m\u00eas passado, a arrecada\u00e7\u00e3o l\u00edquida com as contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias cresceu abaixo do esperado e ficou em R$ 21,631 bilh\u00f5es, alta de 5,1%, ap\u00f3s dois anos consecutivos em que o crescimento mensal das receitas vinha superando a infla\u00e7\u00e3o em mais de 8%. J\u00e1 as despesas com pagamento de benef\u00edcios se mantiveram neste patamar e atingiram R$ 24,389 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8211; O crescimento na arrecada\u00e7\u00e3o l\u00edquida foi bom, mas abaixo do que vinha sendo registrado e inferior \u00e0s nossas expectativas &#8211; disse o secret\u00e1rio de Previd\u00eancia Social, Leonardo Rolim.<\/p>\n<p>Para ele, a queda no ritmo da arrecada\u00e7\u00e3o pode ser um sinal de que a estagna\u00e7\u00e3o da economia come\u00e7ou a se refletir no mercado de trabalho. A abertura de novas vagas recuou 25,9% no primeiro semestre do ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Nos primeiros seis meses foram abertos 1.047.914 novos postos, contra 1.414.660 postos abertos no mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>Para Rolim, \u00e9 preciso esperar os dados do emprego neste m\u00eas para verificar se esta \u00e9 a tend\u00eancia e, caso se confirme, uma retomada deve ocorrer em outubro.<\/p>\n<p>&#8211; De qualquer forma, \u00e9 preocupante &#8211; disse ele.<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, as contas do INSS vinham se beneficiando da gera\u00e7\u00e3o de empregos. No semestre, o d\u00e9ficit da Previd\u00eancia foi de R$ 20,780 bilh\u00f5es, mantendo-se praticamente est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o aos primeiros seis meses de 2011.<\/p>\n<p>No m\u00eas passado, a Previd\u00eancia pagou 25.540 milh\u00f5es de benef\u00edcios previdenci\u00e1rios (como aposentadorias e pens\u00f5es). Tamb\u00e9m foram desembolsados mais 3.939 milh\u00f5es de benef\u00edcios da Lei Org\u00e2nica de Assist\u00eancia Social (Loas) a idosos e deficientes de baixa renda, que n\u00e3o contribu\u00edram para o regime.<\/p>\n<p>Para 2012, o rombo no regime de aposentadoria est\u00e1 projetado em R$ 39,5 bilh\u00f5es, mas, na avalia\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio, o resultado consolidado ficar\u00e1 um pouco abaixo, cerca de R$ 38 bilh\u00f5es<\/p>\n<hr \/>\n<p>Petrobras cobra conta de R$ 2,4 bi da Eletrobras<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Uma d\u00edvida de R$ 2,4 bilh\u00f5es entre as duas maiores estatais brasileiras pode parar na Justi\u00e7a. A Petrobras decidiu dar fim ao calote que a BR Distribuidora est\u00e1 recebendo da Amazonas Energia, controlada pela Eletrobras, j\u00e1 que desde 2009 a distribuidora da petroleira n\u00e3o recebe por todo o \u00f3leo combust\u00edvel e diesel consumidos pelas termel\u00e9tricas que operam no Norte do pa\u00eds. A d\u00edvida corresponde a quase duas vezes o lucro da BR no ano passado, que foi de R$ 1,267 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>Em d\u00f3lares, o valor da d\u00edvida soma US$ 1,18 bilh\u00e3o, o que permitiria pagar, com sobra, uma das modernas sondas de perfura\u00e7\u00e3o em \u00e1guas ultraprofundas que ser\u00e3o constru\u00eddas no Brasil ao custo aproximado de US$ 1 bilh\u00e3o. &#8220;Na pr\u00e1tica, \u00e9 uma tentativa de transferir uma inefici\u00eancia do setor el\u00e9trico para a Petrobras&#8221;, afirma um executivo da BR.<\/p>\n<p>A origem do problema, sob o ponto de vista da Eletrobras, \u00e9 uma diverg\u00eancia de interpreta\u00e7\u00e3o entre a concession\u00e1ria de energia e a Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s regulamenta\u00e7\u00f5es da Lei 12.111, de julho de 2009, relacionadas \u00e0s despesas cobertas pela bilion\u00e1ria Conta de Consumo de Combust\u00edveis (CCC).<\/p>\n<p>&#8220;Esse \u00e9 um problema gerado pela regulamenta\u00e7\u00e3o de uma legisla\u00e7\u00e3o que n\u00e3o est\u00e1 conseguindo dar o devido equil\u00edbrio econ\u00f4mico \u00e0 concess\u00e3o&#8221;, afirma Marcos Aur\u00e9lio Madureira da Silva, diretor de Distribui\u00e7\u00e3o da Eletrobras e presidente de todas as distribuidoras controladas pela estatal de energia.<\/p>\n<p>O diretor da Eletrobras faz quest\u00e3o de frisar que o que chama de d\u00e9ficit n\u00e3o \u00e9 gerado por inoper\u00e2ncia ou por problemas de gest\u00e3o da Amazonas Energia. &#8220;Ele [d\u00e9ficit] est\u00e1 sendo gerado por uma diverg\u00eancia quanto aos crit\u00e9rios de cobertura dos custos de gera\u00e7\u00e3o do sistema isolado&#8221;, afirma, admitindo contudo que a Petrobras n\u00e3o tem nada a ver com o assunto, a n\u00e3o ser o fato de ser tamb\u00e9m uma estatal.<\/p>\n<p>A Eletrobras j\u00e1 acertou com a BR o parcelamento de uma parte da d\u00edvida, no valor de R$ 725 milh\u00f5es, o que agora ter\u00e1 de ser aprovado pelo conselho de administra\u00e7\u00e3o. Quanto aos R$ 1,6 bilh\u00e3o restantes, que ainda n\u00e3o incluem corre\u00e7\u00e3o, Madureira diz que precisa se entender com a Aneel antes de pagar.<\/p>\n<p>Vendo esgotadas as possibilidades de receber pela via da negocia\u00e7\u00e3o, a Petrobras resolveu agir. Em uma carta para a Eletrobras, a distribuidora de combust\u00edveis informou que vai passar a exigir garantias da controladora nas vendas de combust\u00edvel para a Amazonas Energia. &#8220;Sem a garantia, s\u00f3 vamos entregar combust\u00edvel com pagamento pr\u00e9vio&#8221;, informou uma fonte qualificada ao Valor.<\/p>\n<p>Durante muitos anos, a Petrobras se transformou em uma esp\u00e9cie de fiadora indireta da estatal de energia, antecipando pagamentos para a BR pelo \u00f3leo vendido para gera\u00e7\u00e3o no Amazonas de modo que a distribuidora n\u00e3o tivesse que carregar esse atraso nos pagamentos em seus balan\u00e7os. Mas em 2009, depois da Lei 12.111, a situa\u00e7\u00e3o se agravou e a d\u00edvida aumentou. Em maio de 2011, a Petrobras decidiu n\u00e3o mais esconder o problema, deixando de compensar a d\u00edvida internamente. Era claro que o rombo era muito grande para suportar e o impacto no caixa da distribuidora foi relevante.<\/p>\n<p>&#8220;Esse n\u00famero \u00e9 muito significativo para a BR. Sabemos da nossa responsabilidade social e das consequ\u00eancias se pararmos o fornecimento de combust\u00edvel para a regi\u00e3o. Mas n\u00e3o podemos mais ficar de bra\u00e7os atados&#8221;, desabafou uma fonte da distribuidora de combust\u00edveis.<\/p>\n<p>O Valor conversou com executivos da Petrobras e da BR sobre o assunto, mas dado o constrangimento que suscita, todos pediram para n\u00e3o terem seus nomes divulgados. Explica-se: as duas estatais est\u00e3o submetidas ao Minist\u00e9rio de Minas e Energia, sendo que o secret\u00e1rio executivo do MME, M\u00e1rcio Zimmermann, \u00e9 membro do conselho de administra\u00e7\u00e3o de uma e preside o conselho da outra. Em mar\u00e7o, o assunto foi levado ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, presidente dos conselho de administra\u00e7\u00e3o da Petrobras e do conselho da distribuidora de combust\u00edveis. Mantega deu sinal verde para a cobran\u00e7a judicial.<\/p>\n<p>Apontada como estopim, a Lei 12.111 permitiu, por exemplo, que despesas com opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos tamb\u00e9m fossem deduzidos da conta de combust\u00edveis. A CCC \u00e9 um encargo setorial pago por todos os brasileiros na conta de luz para subsidiar a gera\u00e7\u00e3o de energia no Norte do pa\u00eds, que n\u00e3o est\u00e1 conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN) de distribui\u00e7\u00e3o. As geradoras que operam no chamado Sistema Isolado t\u00eam direito a subs\u00eddio para pagamento das despesas com a compra de combust\u00edveis f\u00f3sseis para a gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, que custam mais caro.<\/p>\n<p>Em 2012, o or\u00e7amento da CCC \u00e9 de R$ 3,2 bilh\u00f5es. Em 2011, chegou a R$ 5,85 bilh\u00f5es e, em 2010, de R$ 4,757 bilh\u00f5es. Administradora da CCC, a Eletrobras est\u00e1 sob press\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), que vem cobrando mais efici\u00eancia na gest\u00e3o do parque gerador na regi\u00e3o. Em 2007 a Aneel multou em R$ 11,9 milh\u00f5es a Eletrobras por m\u00e1 gest\u00e3o dos recursos arrecadados pela CCC. Apontada pela Eletrobras como respons\u00e1vel pelo problema, a Aneel n\u00e3o respondeu aos pedidos de entrevista. A assessoria de Zimmermann, no MME, tamb\u00e9m disse que n\u00e3o iria comentar o assunto.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Cai n\u00famero de empresas exportadoras<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>O n\u00famero de empresas brasileiras que exportaram no primeiro semestre deste ano \u00e9 o mais baixo desde 2005. Nesses oito anos, o auge na quantidade de companhias exportadoras na primeira metade do ano foi em 2007 &#8211; antes de estourar a crise econ\u00f4mica mundial. Desde ent\u00e3o, esse n\u00famero registra consecutivas quedas tanto na compara\u00e7\u00e3o por semestre como na anual. A maior redu\u00e7\u00e3o ocorreu em 2009, per\u00edodo de forte efeito da crise no Brasil, quando houve retra\u00e7\u00e3o de 0,3% no Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n<p>E esse indicador do com\u00e9rcio exterior brasileiro n\u00e3o d\u00e1 sinais de recupera\u00e7\u00e3o. No primeiro semestre deste ano, 352 empresas que venderam mercadorias no exterior em 2011, deixaram de exportar &#8211; uma queda de 2,25%. Por outro lado, o total de importadoras aumentou 20% no primeiro semestre deste ano em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2011, percentual que representa 434 novos compradores de mercadorias no exterior. O levantamento foi feito com base em dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (Mdic).<\/p>\n<p>Desde 2007, enquanto 1,7 mil empresas desistiram de exportar (na compara\u00e7\u00e3o do primeiro semestre de cada ano), um n\u00famero quase sete vezes maior (11,2 mil empresas) passou a importar mercadorias.<\/p>\n<p>Por depender de uma maior demanda global &#8211; o que n\u00e3o \u00e9 esperado -, a previs\u00e3o de analistas \u00e9 que menos companhias brasileiras embarquem mercadorias para o exterior neste ano e tamb\u00e9m em 2013. Atento a esse movimento, o governo deve lan\u00e7ar em agosto o Plano Nacional de Cultura Exportadora, que j\u00e1 foi anunciado. A ideia \u00e9 promover a\u00e7\u00f5es coordenadas com alguns Estados e com 14 institui\u00e7\u00f5es, como Banco do Brasil, bancos de desenvolvimento e Sebrae para dar suporte no mercado externo, principalmente, para pequenas e m\u00e9dias empresas.<\/p>\n<p>&#8220;O foco ser\u00e1 no setor de manufaturados, mas tamb\u00e9m inclui companhias da agroind\u00fastria&#8221;, disse, ao Valor, o diretor do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Com\u00e9rcio Exterior (Depla) do Mdic, Roberto Dantas.<\/p>\n<p>De 2007 para c\u00e1 as mudan\u00e7as na lista de empresas nacionais exportadoras ocorreram apenas entre as menores companhias. Mesmo com a instabilidade econ\u00f4mica mundial, o n\u00famero de empresas que venderam mais de US$ 1 milh\u00e3o para o exterior, no primeiro semestre, permaneceu exatamente o mesmo &#8211; 3.253 &#8211; no per\u00edodo. As exportadoras menores, por outro lado, ca\u00edram de 13,6 mil para 11,9 mil entre o primeiro semestre de 2007 e o de 2012.<\/p>\n<p>&#8220;A pauta de exporta\u00e7\u00e3o do Brasil est\u00e1 muito concentrada em commodities e pouco em manufaturados. E quem exporta commodities s\u00e3o grandes grupos empresariais&#8221;, disse Soraya Rosar, gerente-executiva de negocia\u00e7\u00f5es internacionais da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). Para ela, o governo deveria reduzir o custo da produ\u00e7\u00e3o nacional, pois mesmo com o c\u00e2mbio mais favor\u00e1vel \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, as empresas est\u00e3o com dificuldade de conquistar o mercado externo.<\/p>\n<p>Apesar da redu\u00e7\u00e3o na quantidade de empresas que vendem, no exterior em seis anos, as exporta\u00e7\u00f5es cresceram 60% na mesma compara\u00e7\u00e3o. No primeiro semestre de 2007, o pa\u00eds exportou US$ 73,2 bilh\u00f5es. Na primeira metade desse ano, esse valor foi de US$ 117,2 bilh\u00f5es. &#8220;As exporta\u00e7\u00f5es que aumentam s\u00e3o as de commodities. As [exporta\u00e7\u00f5es] industriais, que s\u00e3o a parte central das empresas que vendem at\u00e9 US$ 1 milh\u00e3o ao exterior, devem continuar caindo nos pr\u00f3ximos anos&#8221;, avalia o economista-chefe da MB Associados, S\u00e9rgio Vale. Como a redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de exportadoras, para ele, deve continuar, &#8220;a crise externa agora \u00e9 apenas mais um elemento na desacelera\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras&#8221;.<\/p>\n<p>Para Vale \u00e9 importante que o pa\u00eds agregue valor a produtos da agricultura e minera\u00e7\u00e3o. Essa seria uma &#8220;sa\u00edda para mudar esse cen\u00e1rio, mas a\u00ed esbarramos [nos problemas] de log\u00edstica e de custo de produ\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Para o economista da Funda\u00e7\u00e3o Centro de Estudos de Com\u00e9rcio Exterior (Funcex), Rodrigo Branco, o empres\u00e1rio deveria buscar a diferencia\u00e7\u00e3o do produto para atender mercados espec\u00edficos, j\u00e1 que ele n\u00e3o v\u00ea, no curto prazo, medidas do governo para melhorar a competitividade das pequenas e m\u00e9dias companhias. &#8220;O foco agora do governo \u00e9 realmente auxiliar os grandes grupos industriais a retomar a produ\u00e7\u00e3o&#8221;, destaca o economista.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Procura por emprego voltou a crescer, aponta Dieese<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Ap\u00f3s v\u00e1rios meses de estabilidade, a popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa (PEA) voltou a crescer em junho num ritmo mais forte que a ocupa\u00e7\u00e3o, o que aumentou a taxa de desemprego no m\u00eas, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), do Dieese e da Funda\u00e7\u00e3o Sistema Estadual de An\u00e1lise de Dados (Seade). Em junho, a desocupa\u00e7\u00e3o no conjunto das sete regi\u00f5es metropolitanas monitoradas ficou em 10,7%, ante 10,6% em maio, e 10,9% em junho do ano passado.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, a PEA aumentou em 109 mil pessoas na compara\u00e7\u00e3o com maio. No entanto, a ocupa\u00e7\u00e3o cresceu em 86 mil. A diferen\u00e7a (23 mil) \u00e9 a quantidade de desempregados a mais no mercado de trabalho nas regi\u00f5es metropolitanas.<\/p>\n<p>Alexandre Loloian, economista da Funda\u00e7\u00e3o Seade, atribuiu o crescimento da PEA \u00e0 volta de pessoas que seguraram a sua entrada no mercado de trabalho neste ano, seja devido \u00e0s incertezas quanto aos rumos da economia, seja para se dedicar mais tempo a outras atividades, como aos estudos.<\/p>\n<p>Ana Maria Belavenuto, economista do Dieese, afirma que o comportamento do mercado de trabalho neste ano tem sido semelhante ao que ocorreu em 2011, mas com patamar menor de desemprego. &#8220;Se as previs\u00f5es de crescimento em ritmo mais forte no segundo semestre forem confirmadas, a taxa pode voltar a cair a partir de setembro (movimento observado em 2011)&#8221;, disse. H\u00e1 tamb\u00e9m o fator sazonal. A taxa de desemprego tende a cair no segundo semestre. A economista ainda observou pontos positivos nos dados mostrados pela pesquisa. &#8220;Vemos o avan\u00e7o da formalidade no mercado, com crescimento do rendimento&#8221;.<\/p>\n<p>Embora na compara\u00e7\u00e3o de maio com abril o rendimento m\u00e9dio real dos ocupados e dos assalariados tenha ca\u00eddo 0,4% e 0,1%, respectivamente, no confronto com o mesmo per\u00edodo do ano passado, ambos apresentaram alta de 2,5%. Na PED, os dados relativos \u00e0 renda s\u00e3o sempre referentes ao m\u00eas anterior ao da pesquisa de desemprego.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\nO Globo\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3236\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[106],"tags":[],"class_list":["post-3236","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c119-olhovivo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-Qc","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3236","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3236"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3236\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3236"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3236"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3236"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}