{"id":32398,"date":"2024-12-31T14:36:33","date_gmt":"2024-12-31T17:36:33","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=32398"},"modified":"2024-12-31T14:36:33","modified_gmt":"2024-12-31T17:36:33","slug":"que-a-revolucao-cubana-nos-inspire-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32398","title":{"rendered":"Que a Revolu\u00e7\u00e3o Cubana nos inspire!"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32399\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32398\/attachment\/1000199033\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/1000199033.jpg?fit=1080%2C1080&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1080,1080\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"1000199033\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/1000199033.jpg?fit=747%2C747&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-32399\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/1000199033.jpg?resize=747%2C747&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"747\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/1000199033.jpg?resize=900%2C900&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/1000199033.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/1000199033.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/1000199033.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/1000199033.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>66 ANOS DE LUTAS EM DEFESA DA DIGNIDADE DOS POVOS E DO SOCIALISMO<\/p>\n<p>Jornal O Poder Popular<\/p>\n<p>Em janeiro de 1959, o Movimento 26 de Julho derrotou, em Cuba, a ditadura de Fulg\u00eancio Batista. A organiza\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria originou-se no ataque ao Quartel Moncada, instala\u00e7\u00e3o do ex\u00e9rcito na cidade de Santiago de Cuba, em 26 de julho de 1953. Dois anos depois, no M\u00e9xico, exilados cubanos e lutadores internacionalistas se reuniram com o intuito de criar uma guerrilha para derrubar o regime que explorava Cuba com o apoio do imperialismo estadunidense. O movimento tinha em seus quadros um grupo de mais de 80 revolucion\u00e1rios, dentre os quais os irm\u00e3os Fidel e Ra\u00fal Castro, Ernesto \u201cChe\u201d Guevara, Camilo Cienfuegos e as destemidas Vilma Esp\u00edn e Celia S\u00e1nchez.<\/p>\n<p>O mais destacado l\u00edder da revolu\u00e7\u00e3o triunfante, Fidel Castro, nasceu em 13 de agosto de 1926. Seu pai, \u00c1ngel Castro y Argiz, imigrante galego radicado em Cuba, havia se tornado um bem-sucedido produtor de cana-de-a\u00e7\u00facar da Prov\u00edncia do Oriente. Em 1945, Fidel come\u00e7ou a estudar Direito na Universidade de Havana, onde se envolveu com o movimento estudantil, iniciando sua trajet\u00f3ria pol\u00edtica de combate ao imperialismo e \u00e0 interven\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos no Caribe.<\/p>\n<p>O ASSALTO AO QUARTEL DE MONCADA<\/p>\n<p>Fulg\u00eancio Batista, apoiado pela oligarquia cubana e o imperialismo estadunidense, tornou-se um ditador sanguin\u00e1rio. As condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o eram degradantes: pobreza generalizada, desemprego, fome, mis\u00e9ria, analfabetismo eram as consequ\u00eancias de o pa\u00eds ser cada vez mais dependente dos interesses dos oligop\u00f3lios norte-americanos. O pa\u00eds foi praticamente ocupado pelo Imp\u00e9rio, que se apropriava de todos os bens e riquezas, desfrutando de tudo que havia de melhor na Ilha: resid\u00eancias, praias e tudo mais que o dinheiro podia comprar.<\/p>\n<p>No dia 26 de julho de 1953, correu a not\u00edcia de que um grupo de jovens, revoltado com o despotismo e a viol\u00eancia de mais um ditador corrupto, haviam tentado invadir os quart\u00e9is Moncada e Bayamo, para se apoderar das armas e iniciar uma luta sem tr\u00e9guas em nome da Liberdade e da Justi\u00e7a e da verdadeira Independ\u00eancia do povo cubano.<\/p>\n<p>Os jovens rebelados n\u00e3o conseguiram seu intento, mas o movimento se revestiu de grande significado simb\u00f3lico para a Revolu\u00e7\u00e3o Cubana. Em 1955, Fidel e outros companheiros fundaram o Movimento 26 de Julho, de car\u00e1ter clandestino e revolucion\u00e1rio. O grupo decidiu refugiar-se no M\u00e9xico e a\u00ed organizar e preparar a revolu\u00e7\u00e3o. Foi no M\u00e9xico que Fidel conheceu \u201cChe\u201d Guevara e ambos se deram conta da converg\u00eancia de pensamentos e ideias, o que foi decisivo para a luta revolucion\u00e1ria.<\/p>\n<p>DA AVENTURA COM O GRANMA A SIERRA MAESTRA<\/p>\n<p>Ap\u00f3s meses de treinamento guerrilheiro, em novembro de 1956, com pouco menos de 100 homens, Fidel decidiu que era hora de voltar a Cuba. Depois de algumas tentativas para comprar um barco em condi\u00e7\u00f5es de funcionamento e tamanho suficientes para comportar a totalidade do grupo, o \u00fanico cujo pre\u00e7o correspondia \u00e0s finan\u00e7as do grupo foi o Granma, que estava em reparo.<\/p>\n<p>O barco n\u00e3o poderia abrigar mais do que 12 pessoas com comodidade, mas 82 homens foram empilhados nele, com armas e comida insuficientes. A travessia foi um tormento, e o desembarque foi um fiasco! Che Guevara comentaria mais tarde: \u201cO navio adquiriu um aspecto rid\u00edculo e tr\u00e1gico ao mesmo tempo. (\u2026) Aquilo n\u00e3o foi um desembarque, foi um naufr\u00e1gio\u201d.<\/p>\n<p>Os guerrilheiros foram atacados pelas tropas de Batista. Acampados na floresta, Fidel e seus homens fugiram e se embrenharam nos canaviais em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 mata fechada de Sierra Maestra. A maioria foi assassinada, e os poucos sobreviventes se dispersaram. Em Sierra Maestra, os revolucion\u00e1rios come\u00e7aram a montagem de um quartel na selva e passaram a refazer contatos com os companheiros nas cidades, em especial Frank Pa\u00eds, o l\u00edder urbano do Movimento 26 de Julho.<\/p>\n<p>Com a ajuda do bra\u00e7o urbano do Movimento 26 de Julho, Fidel p\u00f4de organizar a guerrilha rural, recebendo refor\u00e7os de rebeldes recrutados nas cidades. Em maio de 1957, houve o primeiro ataque rebelde de sucesso ao posto militar de El Uvero. Foi nesta batalha que Che Guevara demonstrou ser mais do que m\u00e9dico, participando ativamente do cerco armado e atendendo a todos os feridos, de ambos os lados. Foi ent\u00e3o promovido de m\u00e9dico de tropas a comandante.<\/p>\n<p>COMANDANTE CHE GUEVARA<\/p>\n<p>Ernesto Guevara de la Serna, que tivera uma inf\u00e2ncia de fr\u00e1gil sa\u00fade por causa da asma cr\u00f4nica, tornou-se um lutador independente e determinado. Praticou esportes e estudou medicina. Realizou viagens pela Am\u00e9rica Latina, que o ajudaram a saber de que lado estar e na defesa de quem dedicar seu pensamento pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Ernesto viu cair a Guatemala do presidente Jacobo Arbenz (1951-1954), abatido por um golpe de estado planejado e financiado pela CIA, interessou-se pela Revolu\u00e7\u00e3o do Paraguai, visitou a Bol\u00edvia e outros pa\u00edses da regi\u00e3o. No M\u00e9xico, conheceu os revolucion\u00e1rios cubanos, com os quais partiu no iate Granma rumo ao combate na Ilha. Lutou em Sierra Maestra e se tornou Comandante. Transformou-se em Che, um chefe revolucion\u00e1rio, adepto de uma disciplina extraordinariamente r\u00edgida.<\/p>\n<p>Em Sierra Maestra j\u00e1 se encontravam 300 homens no in\u00edcio de 1958. Ampliava-se o espa\u00e7o sob dom\u00ednio rebelde, que Fidel chamou de \u201cTerrit\u00f3rio de Cuba Libre\u201d. O apoio campon\u00eas era cada vez maior e aumentava na medida em que os revolucion\u00e1rios promoviam a Reforma Agr\u00e1ria nos territ\u00f3rios conquistados, constru\u00edam oficinas, hospitais, escolas para alfabetizar a popula\u00e7\u00e3o e pressionavam os donos de engenhos de a\u00e7\u00facar para aumentar o pagamento dos empregados. Uma r\u00e1dio clandestina foi montada \u2013 a R\u00e1dio Rebelde \u2013 que transmitia direto de Sierra Maestra.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o de Batista ficou insustent\u00e1vel. Os Estados Unidos suspenderam a remessa de armas para a Ilha. V\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es comerciais, ao verem que at\u00e9 os EUA estavam abandonando Batista, come\u00e7aram a pedir sua ren\u00fancia. Em abril, os oposicionistas urbanos conclamavam todos a uma greve geral, que acabou tendo o apoio de Fidel, que lan\u00e7ou outro Manifesto: \u201cGuerra Total Contra a Tirania\u201d.<\/p>\n<p>Batista preparou uma megaopera\u00e7\u00e3o com 10 mil soldados que se dirigiram, com tanques e carros blindados, para Sierra Maestra. A ofensiva durou dois meses, com os rebeldes de Fidel resistindo bravamente at\u00e9 que chegassem refor\u00e7os de outras frentes. Apesar da vantagem num\u00e9rica e do maior poderio b\u00e9lico, os soldados de Batista n\u00e3o estavam preparados para enfrentar o terreno irregular e a selva fechada, que os obrigava a moverem-se lentamente.<\/p>\n<p>A REVOLU\u00c7\u00c3O VITORIOSA<\/p>\n<p>As colunas planejadas por Fidel foram tomando as principais cidades e guarni\u00e7\u00f5es militares do pa\u00eds: Oriente, Las Villas, Guisa de Miranda, Santa Clara. S\u00f3 quando Che e seus homens tomaram Santa Clara, reduto final de Batista, foi que o general-ditador percebeu que tudo estava perdido. Na madrugada de 1959, Fulg\u00eancio Batista fugiu de avi\u00e3o para a Rep\u00fablica Dominicana.<\/p>\n<p>Quando, no dia 1\u00ba de janeiro de 1959, correu a not\u00edcia da vit\u00f3ria dos revolucion\u00e1rios capitaneados por Fidel e a fuga de Fulg\u00eancio Batista, a popula\u00e7\u00e3o ocupou ruas e pra\u00e7as, gritando o jarg\u00e3o: \u201cSe fu\u00e9\u201d (Ele partiu). Nos apartamentos, nas casas, nos logradouros comerciais, era uma \u00fanica festa. Os revolucion\u00e1rios entraram triunfantes em Havana, sem qualquer resist\u00eancia militar.<\/p>\n<p>Em 8 de janeiro de 1959, em Ciudad Libertad, Fidel pronunciava um vibrante discurso para uma imensa multid\u00e3o: \u201cA tirania foi derrotada. A alegria \u00e9 imensa. Contudo, h\u00e1 muito por fazer. N\u00e3o nos enganemos que adiante tudo ser\u00e1 f\u00e1cil; possivelmente adiante tudo ser\u00e1 mais dif\u00edcil\u201d. E dizia: \u201cQuando vou falar das colunas, quando vou falar das frentes de combate, quando vou falar de tropas mais ou menos numerosas, eu sempre penso: tenho aqui nossa mais firme coluna, nossa melhor tropa, a \u00fanica tropa que \u00e9 capaz de ganhar a guerra. Essa tropa \u00e9 o povo\u201d.<\/p>\n<p>O novo governo passou a executar o programa do Movimento 26 de Julho, promovendo aumento de sal\u00e1rios e redu\u00e7\u00e3o das tarifas de energia el\u00e9trica e telefone. A reforma agr\u00e1ria, proclamada em maio de 1959, expropriou os latif\u00fandios e in\u00fameras propriedades de empresas estadunidenses para beneficiar os trabalhadores rurais sem-terra.<\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o trouxe enormes conquistas para a maioria da popula\u00e7\u00e3o. O investimento constante na educa\u00e7\u00e3o garantiu que a m\u00e9dia da popula\u00e7\u00e3o tivesse um grau elevado de escolaridade e praticamente n\u00e3o h\u00e1 analfabetos em Cuba. Na sa\u00fade, desenvolveu-se o atendimento p\u00fablico universal de qualidade, com a implanta\u00e7\u00e3o do sistema de sa\u00fade familiar e comunit\u00e1ria.<\/p>\n<p>A tenacidade e o enorme humanismo do revolucion\u00e1rio povo cubano, postos \u00e0 prova muitas vezes (como no chamado per\u00edodo especial, durante os anos 1990, ap\u00f3s o fim da URSS), s\u00e3o os principais insumos para a renova\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio revolucion\u00e1rio cubano, na longa transi\u00e7\u00e3o cubana ao socialismo.<\/p>\n<p>A solidariedade do governo e do povo cubano foi um combust\u00edvel a mais nas lutas de liberta\u00e7\u00e3o nacional no continente africano e na exporta\u00e7\u00e3o de seus modelos de educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade p\u00fablicas. A experi\u00eancia do socialismo cubano constituiu a principal trincheira de resist\u00eancia nos tempos atuais, servindo de exemplo e farol para milh\u00f5es de trabalhadores em todo o mundo. At\u00e9 a vit\u00f3ria! Sempre!<\/p>\n<p>(Resumo do texto inserido na Agenda 2019 da Funda\u00e7\u00e3o Dinarco Reis, baseado no artigo de Zuleide Faria de Mello, dispon\u00edvel na \u00edntegra em <a href=\"https:\/\/fdinarcoreis.org.br\/fdr\/2012\/03\/23\/a-revolucao-cubana\/\">https:\/\/fdinarcoreis.org.br\/fdr\/2012\/03\/23\/a-revolucao-cubana\/<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32398\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[14,48,26,47,77],"tags":[219,246],"class_list":["post-32398","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-s16-caribe","category-c58-cuba","category-c25-notas-politicas-do-pcb","category-c57-revolucao-cubana","category-c90-solidariedade-a-cuba","tag-manchete","tag-np"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8qy","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32398","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32398"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32398\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32400,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32398\/revisions\/32400"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32398"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32398"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32398"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}