{"id":325,"date":"2010-03-13T02:35:15","date_gmt":"2010-03-13T02:35:15","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=325"},"modified":"2010-03-13T02:35:15","modified_gmt":"2010-03-13T02:35:15","slug":"8-demarco-100-anos-de-luta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/325","title":{"rendered":"8 DEMAR\u00c7O \u2013 100 ANOS DE LUTA"},"content":{"rendered":"\n<p>HIST\u00d3RICO DO 8 DE MAR\u00c7O<\/p>\n<p>O Dia Internacional da Mulher tem sua origem nas lutas e na milit\u00e2ncia das mulheres socialistas. Vai ser a militante socialista Clara Zetkin que, na II Confer\u00eancia Internacional das Mulheres Socialistas, em 1910, encaminha e \u00e9 aprovada a instaura\u00e7\u00e3o de um dia das mulheres, tal como a proposta j\u00e1 encaminhada pelas mulheres socialistas dos Estados Unidos. A partir da\u00ed, todo ano, em especial as mulheres europ\u00e9ias, comemoravam um dia como o dia da mulher.<\/p>\n<p>A fixa\u00e7\u00e3o do dia 8 de Mar\u00e7o ocorre na Confer\u00eancia Internacional das Mulheres Comunistas, em 1921, como homenagem \u00e0s mulheres de S\u00e3o Petersburgo que desencadearam a greve geral de 1917, saindo \u00e0s ruas de Petrogrado contra a fome, a guerra e o czarismo, desencadeando a Revolu\u00e7\u00e3o Russa. A partir de 1960, essa tradi\u00e7\u00e3o recome\u00e7ou como um grande acontecimento internacional, tirando, pouco a pouco, a sua origem socialista. E, em 1975, as Na\u00e7\u00f5es Unidas decidiram consagrar o 8 de Mar\u00e7o como o Dia Internacional da Mulher.<\/p>\n<p>Quando olhamos para tr\u00e1s, nestes 100 anos, percebemos que os passos foram gigantescos \u2013 direito de estudar, direito ao voto, n\u00e3o precisar de autoriza\u00e7\u00e3o do marido para trabalhar, cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os pr\u00f3prios no Estado para tra\u00e7ar pol\u00edticas p\u00fablicas para as mulheres, pol\u00edtica de Sa\u00fade especializada, etc.<\/p>\n<p>Para n\u00f3s, brasileiras, um grande avan\u00e7o foi conquistado na Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 garantindo igualdade a direitos e obriga\u00e7\u00f5es entre homens e mulheres perante a Lei.<\/p>\n<p>NOVA ETAPA DO MOVIMENTO FEMINISTA<\/p>\n<p>O livro de Simone de Beauvoir, \u201cO Segundo Sexo\u201d, com sua s\u00edntese te\u00f3rica que: \u201cN\u00e3o se nasce mulher, torna-se mulher\u201d vai dar as bases para esta nova fase do movimento que, a partir dos anos 60, incorpora amplos setores de classe m\u00e9dia e mulheres profissionais. A bandeira de que \u201co nosso corpo nos pertence\u201d questionava as vis\u00f5es morais\/religiosas e culturais limitadoras das possibilidades de plena expans\u00e3o e express\u00e3o pr\u00f3pria da sexualidade feminina. E de que \u201co pessoal \u00e9 pol\u00edtico\u201d, trazia para o espa\u00e7o da discuss\u00e3o pol\u00edtica as quest\u00f5es at\u00e9 ent\u00e3o vistas e tratadas como espec\u00edficas do privado, quebrando a dicotomia p\u00fablico-privado, base de todo o pensamento liberal sobre as especificidades da pol\u00edtica e do poder pol\u00edtico. Nesta mesma l\u00f3gica \u00e9 a discuss\u00e3o sobre \u201cprodu\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o\u201d, trazendo o debate do individual e do social.<\/p>\n<p>O movimento tamb\u00e9m colocou na agenda social o car\u00e1ter pol\u00edtico da opress\u00e3o vivenciada de forma isolada e individualizada no mundo do privado, identificada como meramente pessoal pelas mulheres. As feministas fincaram o p\u00e9 em mostrar como as circunst\u00e2ncias pessoais est\u00e3o estruturadas por fatores p\u00fablicos, por leis, pela divis\u00e3o sexual do trabalho no lar e fora dele, por pol\u00edticas relativas ao cuidado<\/p>\n<p>das crian\u00e7as. E, ao trazer estas rela\u00e7\u00f5es para o mundo da pol\u00edtica, questionavam a hierarquia e a centraliza\u00e7\u00e3o, construindo novas pr\u00e1ticas que pudessem comportar o mundo das mulheres. E reafirmavam sua autonomia frente a outros movimentos e ao Estado.<\/p>\n<p>No Brasil e na Am\u00e9rica Latina enfrent\u00e1vamos ditaduras militares, que procuravam silenciar e massacrar todos os movimentos sociais que apresentavam pr\u00e1ticas transformadoras. A repress\u00e3o vai instaurar as marcas de g\u00eanero na experi\u00eancia da tortura, n\u00e3o apenas sexualmente, mas, sobretudo, pela utiliza\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o m\u00e3e e filhos. Estes s\u00e3o anos dif\u00edceis. De um lado, juntas com a esquerda,<\/p>\n<p>enfrent\u00e1vamos a viol\u00eancia da repress\u00e3o e da explora\u00e7\u00e3o e, de outro, depar\u00e1vamos com a discrimina\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>na fam\u00edlia, nos partidos, nas diferentes organiza\u00e7\u00f5es de esquerda, na igreja progressista, vivendo sob permanente tens\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, as mulheres se organizam nos grupos de estudos e na reflex\u00e3o feminista, nos grupos populares vinculados \u00e0s associa\u00e7\u00f5es de moradores e aos clubes de m\u00e3es, que come\u00e7aram a enfocar temas ligados a especificidade de g\u00eanero tais como creches, sexualidade e trabalho dom\u00e9stico. Floresce a imprensa feminista como o Brasil Mulher e N\u00f3s Mulheres. De outro lado, est\u00e3o tamb\u00e9m nas organiza\u00e7\u00f5es de esquerda, no Movimento Feminino pela Anistia lutando diretamente contra a ditadura militar.<\/p>\n<p>Constroem assim, no movimento aut\u00f4nomo, um espa\u00e7o pr\u00f3prio para a articula\u00e7\u00e3o, troca, reflex\u00e3o<\/p>\n<p>e defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias. E, se desdobrando na milit\u00e2ncia, levam estas defini\u00e7\u00f5es para dentro das outras organiza\u00e7\u00f5es: sindicatos, partidos, organiza\u00e7\u00f5es da igreja, associa\u00e7\u00f5es de bairro.<\/p>\n<p>Nesse momento de autoritarismo militar, a discuss\u00e3o sobre a autonomia em rela\u00e7\u00e3o ao Estado, \u201co inimigo comum\u201d, n\u00e3o era sequer colocada. Nos anos 80, este tema volta \u00e0 tona. A elei\u00e7\u00e3o de partidos pol\u00edticos de oposi\u00e7\u00e3o para alguns governos estaduais e municipais recoloca a quest\u00e3o da autonomia e divide o movimento entre as que ficam apenas no movimento, as que assumem os partidos e a participa\u00e7\u00e3o no aparelho do Estado, em especial, nos Conselhos da Condi\u00e7\u00e3o Feminina. No VII Encontro Nacional Feminista, realizado em 1985, em Belo Horizonte, esta foi a grande pol\u00eamica: a<\/p>\n<p>participa\u00e7\u00e3o das feministas no CNDM (Conselho Nacional dos Direitos da Mulher). O temor de todas n\u00f3s, da perda de autonomia n\u00e3o se concretiza devido ao compromisso das feministas que assumiram o conselho, que n\u00e3o s\u00f3 respeitaram, mas fortaleceram e garantiram a autonomia do movimento.<\/p>\n<p>Dentre as lutas diversas das mulheres nesta nova etapa, uma vai se destacar pela sua organicidade e pelas import\u00e2ncia das conquistas: Assembl\u00e9ia Nacional Constituinte. O trabalho conjunto entre o movimento aut\u00f4nomo, o CNDM e as mulheres parlamentares que agiram durante todo o tempo como um bloco, sem intermedia\u00e7\u00e3o dos partidos pol\u00edticos, possibilita um envolvimento com grandes conquistas na Constituinte, como a igualdade entre homens e mulheres como direito fundamental. Este grande m\u00e9rito do CNDM de respeito aos movimentos vai ser a base de sua condena\u00e7\u00e3o quando no Gov. Sarney, atrav\u00e9s de atos autorit\u00e1rios, vai paulatinamente retirando a for\u00e7a e destruindo o CNDM.<\/p>\n<p>Nos anos 90, com as dr\u00e1sticas mudan\u00e7as impostas \u00e0 sociedade brasileira pelo projeto neoliberal, h\u00e1 uma reconfigura\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais. O movimento feminista, passa agora a ter sua visibilidade atrav\u00e9s do feminismo negro, ind\u00edgena, l\u00e9sbico, popular, acad\u00eamico, eco feminismo, assessoras governamentais, profissionais das ONGs, cat\u00f3licas, sindicalistas, partidos.<\/p>\n<p>Essa diversidade esteve muito presente nos preparativos do movimento para interven\u00e7\u00e3o na Quarta Confer\u00eancia Mundial sobre a Mulher, realizada em setembro de 1995, em Beijing, na China. O processo preparat\u00f3rio para Beijing trouxe novas energias, estimulando a reorganiza\u00e7\u00e3o do movimento. Importantes setores das feministas aut\u00f4nomas v\u00e3o agora estar profissionalizados nas ONGs e v\u00e3o<\/p>\n<p>procurar a crescente articula\u00e7\u00e3o ou entrela\u00e7amento entre os diversos espa\u00e7os e lugares de<\/p>\n<p>pol\u00edtica feminista atrav\u00e9s de uma grande quantidade de redes, muitas vezes, fomentadas por organismos bilaterais e multilaterais.<\/p>\n<p>O F\u00f3rum Social Mundial vai ser um novo espa\u00e7o para a rearticula\u00e7\u00e3o do movimento. Em 2002, em Porto Alegre, as mulheres se organizam e chamam a Confer\u00eancia das Mulheres Brasileiras, onde se elabora uma Plataforma Pol\u00edtica Feminista a ser entregue formalmente a todos os candidatos \u00e0 presid\u00eancia da Rep\u00fablica, aos governos dos Estados, aos dirigentes partid\u00e1rios, deputados e senadores. Os candidatos a presidente encampam a plataforma encaminhada. Mas a rela\u00e7\u00e3o com o presidente eleito n\u00e3o tem sido f\u00e1cil. Logo ao assumir o governo, \u00e0 revelia de toda a articula\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o do movimento de mulheres, Lula n\u00e3o indicou,como se esperava, uma feminista para a Secretaria Nacional de Pol\u00edticas para Mulheres, agora com o status de Minist\u00e9rio. Para o cargo indicou uma senadora petista. Com pouco mais de um ano, a substituiu por uma professora universit\u00e1ria, tamb\u00e9m sem liga\u00e7\u00e3o com o movimento. Al\u00e9m disto, o PT tem se mostrado extremamente conservador na implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas; nem a Lei de Cotas, aprovada no partido desde os anos de 1980,estabelecendo um m\u00ednimo de 30% de mulheres nos espa\u00e7os de decis\u00e3o foi aplicado no \u00e2mbito governamental.<\/p>\n<p>A MAIS LONGA DAS LUTAS<\/p>\n<p>O feminismo ajudou a mudar a sociedade, democratizando-a. E ajudou muitas mulheres a mudarem suas vidas. O feminismo ao questionar o controle masculino, ao mostrar como isto serve \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o da riqueza, renda e poder, levou a mudan\u00e7as profundas na sociedade. Conseguiu espa\u00e7os legais, como a igualdade conquistada na constitui\u00e7\u00e3o e a Lei Maria da Penha; espa\u00e7os institucionais de participa\u00e7\u00e3o, como os conselhos de direitos da mulher e de prote\u00e7\u00e3o como as delegacias. Al\u00e9m disto, as creches, restaurantes populares reduzem a sobrecarga do trabalho domestico.<\/p>\n<p>Sabemos que a democratiza\u00e7\u00e3o \u00e9 fruto da organiza\u00e7ao dos movimentos sociais. Entretanto, do ponto de vista da situa\u00e7\u00e3o das mulheres, o feminismo foi crucial, pois, percebendo a exclus\u00e3o das mulheres na democracia formal, denuncia e busca sua supera\u00e7\u00e3o. Mostra, tamb\u00e9m, que o confinamento das mulheres na esfera dom\u00e9stica, limitava sua presen\u00e7a no espa\u00e7o p\u00fablico tornando-a um ser humano parcial. E, mesmo com a tripla jornada &#8211; de dona de casa, profissional e militante \u2013 n\u00e3o se amedrontam e continuam no processo de organiza\u00e7\u00e3o lutando contra toda forma de opress\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o. Este caminho, que n\u00e3o \u00e9 simples nem f\u00e1cil, tem enfrentado mudan\u00e7as, dilemas, embates, ajustes, derrotas e tamb\u00e9m vit\u00f3rias.<\/p>\n<p>O feminismo enfrentou o capitalismo mostrando o espa\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o Durante a ditadura militar luta pelos espa\u00e7os p\u00fablicos democr\u00e1ticosao mesmo tempo em que se rebelava contra o autoritarismo patriarcal presente nafam\u00edlia, na escola, nos espa\u00e7os de trabalho, e no Estado. Descobriu que n\u00e3o era imposs\u00edvel manter a autonomia ideol\u00f3gica e organizativa e interagir com os partidos pol\u00edticos, com os sindicatos, com outros movimentos sociais. Rompeu fronteiras criando, em especial, novos espa\u00e7os de interlocu\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o, possibilitando florescer de novas pr\u00e1ticas, novas iniciativas e identidades feministas. Analisar, entender, mudar e saber dar respostas \u00e0s novas situa\u00e7\u00f5es s\u00e3o os grandes desafios para os movimentos sociais. As feministas v\u00e3o saber utilizar a mesma criatividade que encontrou ao longo da hist\u00f3ria para conseguir novos avan\u00e7os.<\/p>\n<p>CONCLUS\u00c3O<\/p>\n<p>O que eu deixo como pergunta \u00e9 se o fato de ter cada vez mais mulheres fazendo pol\u00edtica nos partidos, nos sindicatos, ocupando alguns espa\u00e7os de poder significa que n\u00e3o tem mais discrimina\u00e7\u00e3o? Eu acho que n\u00e3o. Como j\u00e1 foi dito, &#8220;muda-se o confeito mas n\u00e3o muda o conte\u00fado\u201d. Primeiro, todos os dados mostram que o espa\u00e7o da mulher ainda \u00e9 pouco importante. Que aumenta a viol\u00eancia. E que, apesar de todos os avan\u00e7os conseguidos, os espa\u00e7os de poder s\u00e3o masculinos e o da execu\u00e7\u00e3o s\u00e3o femininos. E, n\u00e3o \u00e9 por ser mulher que ao ocupar determinados espa\u00e7os ela vai ter praticas transformadoras. Podem estar fazendo a pol\u00edtica tradicional e, aproveitando deste espa\u00e7o para fazer seus ganhos particulares de poder e de influ\u00eancias, tal como fazem os homens. E isso tende a despolitizar a luta feminista. Se n\u00e3o tivermos um projeto renovado muito claro do que queremos transformar, poderemos perder a possibilidade de seguir contribuindo para as mudan\u00e7as sociais. Para a constru\u00e7\u00e3o de um novo mundo que seja igual, solid\u00e1rio e fraterno.<\/p>\n<p>Por tudo isto que esta \u00e9 a mais longa das lutas. Por isto, as feministas fazem a diferen\u00e7a.<\/p>\n<p>Um outro mundo \u00e9 poss\u00edvel. Um outro Brasil \u00e9 necess\u00e1rio!<\/p>\n<p>*Profa. Universit\u00e1ria e da coordena\u00e7\u00e3o do Comit\u00ea Mineiro do F\u00f3rum Social Mundial<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: PCB\n\n\n\n\nMaria Dirlene Trindade Marques *\nINTRODU\u00c7AO\nO feminismo \u00e9 um movimento essencialmente moderno. Boa parte das conquistas e da elabora\u00e7\u00e3o dos seus argumentos foi desenvolvida nas revolu\u00e7\u00f5es dos s\u00e9culos XVIII e XIX, que buscavam construir uma sociedade com \u201cigualdade, liberdade e fraternidade\u201d. Por\u00e9m, apesar da grande presen\u00e7a das mulheres nestas lutas, as conquistas n\u00e3o as atingiam enquanto mulheres. Direitos simples de cidadania como ir \u00e0s ruas, participar de debates p\u00fablicos, estudarem, trabalhar, votar e ser votada s\u00f3 ser\u00e3o conseguidos a partir da organiza\u00e7\u00e3o e das lutas das mulheres em movimentos espec\u00edficos. Al\u00e9m disto, os resultados alcan\u00e7ados n\u00e3o ficam restritos \u00e0s mulheres que lutaram mas v\u00e3o afetar a todos as mulheres e mudara sociedade.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/325\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[22],"tags":[],"class_list":["post-325","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c3-coletivo-ana-montenegro"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-5f","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/325","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=325"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/325\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=325"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=325"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=325"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}