{"id":32593,"date":"2025-03-08T02:25:45","date_gmt":"2025-03-08T05:25:45","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=32593"},"modified":"2025-03-08T02:25:45","modified_gmt":"2025-03-08T05:25:45","slug":"8-de-marco-dia-internacional-de-luta-das-mulheres-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32593","title":{"rendered":"8 de mar\u00e7o: Dia Internacional de Luta das Mulheres"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32594\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32593\/nota-5\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/NOTA-5.png?fit=1080%2C1080&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1080,1080\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"NOTA-5\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/NOTA-5.png?fit=747%2C747&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-32594\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/NOTA-5.png?resize=747%2C747&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"747\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/NOTA-5.png?resize=900%2C900&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/NOTA-5.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/NOTA-5.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/NOTA-5.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/NOTA-5.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o Nacional do Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro<\/p>\n<p>Neste dia Internacional de luta da classe trabalhadora, seguimos enfrentando uma conjuntura em que as trabalhadoras e toda nossa classe est\u00e3o sendo massacradas pela l\u00f3gica capitalista e patriarcal. N\u00f3s, mulheres trabalhadoras de todo o mundo, das florestas, das \u00e1guas, das cidades, temos sofrido e morrido sob as bombas das guerras imperialistas, em abortos clandestinos, em raz\u00e3o da fome, da sede, nas filas em busca por cuidados com a sa\u00fade, no genoc\u00eddio do povo negro e no exterm\u00ednio dos povos origin\u00e1rios. Sofremos todos os dias: enfrentamos as consequ\u00eancias da divis\u00e3o sexual do trabalho, a imposi\u00e7\u00e3o de um trabalho dom\u00e9stico desgastante e a viol\u00eancia sob suas diferentes formas, em casa e na rua.<\/p>\n<p>Sob a l\u00f3gica do capitalismo, n\u00f3s somos cada vez mais exploradas: enfrentamos m\u00faltiplas e longas jornadas com baixos sal\u00e1rios, no trabalho dom\u00e9stico e nos cuidados das nossas fam\u00edlias e comunidades, trabalho n\u00e3o remunerado, invisibilizado, essencial para a reprodu\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho. A redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho permitiria ampliar o acesso \u00e0 sa\u00fade e ao lazer, uma maior organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e sindical das trabalhadoras, al\u00e9m de possibilitar uma redistribui\u00e7\u00e3o mais justa do tempo, reduzindo a sobrecarga e garantindo melhores condi\u00e7\u00f5es de vida. Para n\u00f3s, essa medida \u00e9 fundamental para avan\u00e7ar na luta contra a explora\u00e7\u00e3o capitalista e patriarcal, promovendo a autonomia e dignidade das mulheres e de toda classe trabalhadora. Por isso, defendemos a diminui\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho para 30 horas, sem redu\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios e pelo fim da escala 6\u00d71.<\/p>\n<p>Diante de um cen\u00e1rio internacional brutal, de ofensiva do neofascismo, reacion\u00e1rio e destrutor da vida, refor\u00e7amos a necessidade de fortalecer os la\u00e7os de solidariedade internacional entre as trabalhadoras de todo o mundo, sempre numa perspectiva revolucion\u00e1ria. Nos \u00faltimos anos elei\u00e7\u00f5es como a de Miley na Argentina e mais recentemente a de Trump nos EUA, com agendas extremamente reacion\u00e1rias atacam os direitos das mulheres, da popula\u00e7\u00e3o lgbt, dos imigrantes e de toda a classe trabalhadora. Milh\u00f5es de n\u00f3s migram na esperan\u00e7a de uma vida melhor, acabam desamparadas, muitas vezes sem documentos legais e em sub empregos precarizados, mal remunerados e enfrentando uma brutal xenofobia e um racismo sist\u00eamico.<\/p>\n<p>No Brasil, a ofensiva conservadora tamb\u00e9m segue crescendo e os resultados das ultimas elei\u00e7\u00f5es municipais evidenciaram isso, na maioria das cidades brasileiras os candidatos eleitos s\u00e3o em maioria homens de direita e extrema direita. A cada dia que passa, os \u00edndices de feminic\u00eddios aumentam, todas as formas de viol\u00eancia contra as mulheres tamb\u00e9m! Nos matam e saem impunes, nossos sonhos s\u00e3o esmagados, nossos desejos negados, nossas subjetividades destru\u00eddas.<\/p>\n<p>Para a maioria de n\u00f3s, os alimentos mais b\u00e1sicos n\u00e3o chegam \u00e0 mesa, e os que chegam est\u00e3o cheios de agrot\u00f3xicos, enquanto pouco se avan\u00e7a a reforma agr\u00e1ria, se intensificam as repress\u00f5es que atingem cotidianamente as mulheres do campo e as produtoras de alimentos saud\u00e1veis. Estima-se que at\u00e9 2050, a mudan\u00e7a clim\u00e1tica devido ao capitalismo empurrar\u00e1 mais 158 milh\u00f5es de mulheres e meninas para a pobreza e levar\u00e1 mais 236 milh\u00f5es de mulheres \u00e0 fome! Apesar de ter ocorrido um aumento nos postos de trabalho para as mulheres no Brasil, ainda somos maioria no mercado informal e nos trabalhos mais desvalorizados e precarizados. A situa\u00e7\u00e3o se agrava e intensifica para as mulheres negras, ind\u00edgenas e popula\u00e7\u00e3o LGBT As altas taxas de desemprego s\u00e3o acompanhadas por eleva\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas nos pre\u00e7os da cesta b\u00e1sica. A situa\u00e7\u00e3o para as mulheres, principalmente para as negras, ind\u00edgenas e LGBTs \u00e9 ainda pior.<\/p>\n<p>Metade dos lares brasileiros \u00e9 mantida financeiramente pelas mulheres, mas nossos sal\u00e1rios ainda s\u00e3o rebaixados em rela\u00e7\u00e3o aos dos homens nas mesmas fun\u00e7\u00f5es. A maioria de n\u00f3s vive endividada, sob amea\u00e7a de perder o pouco que conquistamos ou sem nunca conseguir o b\u00e1sico. Essa situa\u00e7\u00e3o nos deixa ainda mais vulner\u00e1veis \u00e0 explora\u00e7\u00e3o e \u00e0 viol\u00eancia no ambiente de trabalho ou em casa. Somos responsabilizadas pelo cuidado da casa, dos filhos, dos idosos e pessoas doentes da fam\u00edlia. Mesmo assim, ainda n\u00e3o temos o direito de decidir sobre nossas vidas, nossos corpos, se queremos ou n\u00e3o interromper uma gravidez, por exemplo. Muitas de nossas jovens n\u00e3o t\u00eam a necess\u00e1ria educa\u00e7\u00e3o sexual para prevenir uma gravidez indesejada, al\u00e9m das dificuldades de acesso a m\u00e9todos contraceptivos seguros e a servi\u00e7os m\u00e9dicos de qualidade. A repress\u00e3o aos direitos reprodutivos das mulheres se torna um instrumento de controle social, mantendo-as em uma condi\u00e7\u00e3o de subordina\u00e7\u00e3o na estrutura social patriarcal.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 atual situa\u00e7\u00e3o do aborto no Brasil, revela a jun\u00e7\u00e3o entre as quest\u00f5es de classe social, direitos reprodutivos e o controle social de n\u00f3s mulheres. A criminaliza\u00e7\u00e3o do aborto reflete a forma como o capitalismo e o patriarcado se entrela\u00e7am para controlar os corpos das mulheres, principalmente as que pertencem \u00e0s camadas populares.<\/p>\n<p>As mulheres da classe trabalhadora s\u00e3o as mais afetadas pela criminaliza\u00e7\u00e3o, principalmente as mulheres negras e pobres, pois s\u00e3o as que menos t\u00eam acesso a m\u00e9todos contraceptivos seguros e a servi\u00e7os m\u00e9dicos de qualidade, o que as coloca em risco de vida pela clandestinidade. Ao mesmo tempo, a restri\u00e7\u00e3o de acesso aos direitos reprodutivos dessas mulheres se torna um instrumento de controle social, mantendo-as em uma condi\u00e7\u00e3o de subordina\u00e7\u00e3o e impossibilitando seu pleno exerc\u00edcio da autonomia e da liberdade.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, tem-se observado no Brasil uma serie de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos, com propostas de lei relacionadas ao aborto sendo a\u00b4resentadas de forma articulada municipal, estadual e nacionalmente. Projetos como o Projeto de Lei 1904\/2024 conhecido como \u201c PL Gravidez Infantil\u201d, proibindo e equiparando aborto a homic\u00eddio quando realizado ap\u00f3s 22 semanas de gest\u00e3o, mesmo nas situa\u00e7\u00f5es j\u00e1 asseguradas em lei, como nos casos de estupros. Tamb\u00e9m PL 478\/2021, que visa tornar ainda mais restritivas as condi\u00e7\u00f5es para o aborto legal no pa\u00eds, e o PL 3.569\/2015, que pretende criminalizar a realiza\u00e7\u00e3o do aborto em qualquer circunst\u00e2ncia, mesmo nos casos previstos em lei, s\u00e3o exemplos claros de tentativas de cercear direitos conquistados ao longo de d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Essas propostas refletem a ideologia dominante do sistema capitalista, que, aliado ao patriarcado, busca manter a mulher em um lugar de subordina\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o, negando-lhe o controle sobre seu pr\u00f3prio corpo e sua vida. A aprova\u00e7\u00e3o dessas leis significaria um retrocesso hist\u00f3rico nas conquistas feministas e um fortalecimento das opress\u00f5es estruturais que atravessam a sociedade brasileira.<\/p>\n<p>O Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro defende que a autonomia reprodutiva das mulheres n\u00e3o pode ser vista apenas como uma quest\u00e3o moral ou individual, mas como uma quest\u00e3o pol\u00edtica que envolve a luta por um projeto de sociedade mais justa, que coloque a emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres e a transforma\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es materiais de vida como prioridade. Essa luta, portanto, precisa ser travada no campo da pol\u00edtica e da organiza\u00e7\u00e3o popular, desafiando as estruturas de poder que tentam impor uma moral conservadora e controladora sobre nossos corpos.<\/p>\n<p>Somos diversas, diferentes, somos m\u00faltiplas, desiguais, mas precisamos estar juntas, enquanto classe, contra a barb\u00e1rie do capitalismo. Lembramos Clara e Alexandra e as mulheres trabalhadoras socialistas que h\u00e1 mais de um s\u00e9culo inspiraram o 8 de Mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Com elas, reafirmamos que o feminismo n\u00e3o pode se limitar ao horizonte do estado burgu\u00eas, seguimos apontando a necessidade da supera\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria da l\u00f3gica capitalista que explora, oprime e violenta toda nossa classe. Apontar para o socialismo n\u00e3o \u00e9 uma mera bandeira de agita\u00e7\u00e3o, mas, sim a \u00fanica possibilidade de supera\u00e7\u00e3o dessa barb\u00e1rie capitalista!<\/p>\n<p>As lutadoras que inspiraram o 8 de Mar\u00e7o n\u00e3o queriam flores, mas justi\u00e7a, dignidade e emancipa\u00e7\u00e3o! N\u00f3s n\u00e3o queremos rosas, queremos queremos outra realidade, e por isso seguimos lutando e resistindo !<\/p>\n<p>\u2013 Redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho para 30 horas semanais, sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rio! Pelo fim da escala 6\u00d71!<\/p>\n<p>\u2013 Pelo arquivamento definitivo do PL 1904\/2024 e da PEC 164\/2012!<\/p>\n<p>\u2013 Basta de feminic\u00eddios! Pelo fim de todas as formas de viol\u00eancia contra as mulheres!<\/p>\n<p>\u2013 Abaixo a fome, a pobreza e a carestia!<\/p>\n<p>\u2013 Em defesa do SUS 100% p\u00fablico e estatal!<\/p>\n<p>\u2013 Aborto legal, seguro e garantido pelo SUS para n\u00e3o morrer!<\/p>\n<p>\u2013 Em defesa dos povos origin\u00e1rios, pela demarca\u00e7\u00e3o das terras ind\u00edgenas!<\/p>\n<p>\u2013 Em defesa da diversidade e contra a LGBTfobia!<\/p>\n<p>\u2013 Pelo fim do genoc\u00eddio da popula\u00e7\u00e3o negra!<\/p>\n<p>\u2013 Toda Solidariedade ao povo Palestino! Contra o sionismo de Israel!<\/p>\n<p>\u2013 Pelo Poder Popular! Rumo ao socialismo!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32593\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[22,180,4,20],"tags":[224],"class_list":["post-32593","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c3-coletivo-ana-montenegro","category-feminista","category-s6-movimentos","category-c1-popular","tag-3b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8tH","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32593","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32593"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32593\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32595,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32593\/revisions\/32595"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32593"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32593"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32593"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}