{"id":32596,"date":"2025-03-08T02:27:40","date_gmt":"2025-03-08T05:27:40","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=32596"},"modified":"2025-03-08T02:27:40","modified_gmt":"2025-03-08T05:27:40","slug":"no-other-land-a-arte-em-prol-do-povo-palestino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32596","title":{"rendered":"&#8220;No Other Land&#8221;: a arte em prol do povo palestino"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32597\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32596\/image-3-34\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-3.png?fit=690%2C345&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"690,345\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (3)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-3.png?fit=300%2C150&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-3.png?fit=690%2C345&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-32597\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-3.png?resize=690%2C345&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"690\" height=\"345\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-3.png?w=690&amp;ssl=1 690w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-3.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Document\u00e1rio leva a quest\u00e3o da limpeza \u00e9tnica sofrida pela Palestina a destaque na premia\u00e7\u00e3o do Oscar 2025<\/p>\n<p>Por F\u00e1bio Bezerra &#8211; Professor de Filosofia, membro do Comit\u00ea Central do PCB e do Comit\u00ea Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino.<\/p>\n<p>Pela primeira vez na hist\u00f3ria, um filme palestino ganha um Oscar na categoria de melhor document\u00e1rio de Longa-Metragem.<\/p>\n<p>O document\u00e1rio sob o t\u00edtulo em ingl\u00eas \u201cNo Other Land\u201d (Sem Ch\u00e3o) retrata a saga de uma fam\u00edlia palestina e seus conterr\u00e2neos que s\u00e3o expulsos de seu pequeno vilarejo (Masafer Yatta) sob todas as formas de press\u00e3o pol\u00edtica e agress\u00f5es do Estado sionista de Israel.<\/p>\n<p>As filmagens retratam as lembran\u00e7as passadas e a dura luta presente de Basel Adra, um jovem jornalista palestino, que utiliza as redes sociais para denunciar diariamente o apartheid social, a discrimina\u00e7\u00e3o, as arbitrariedades e todas as formas de viol\u00eancia f\u00edsica e psicol\u00f3gica a que seu povo \u00e9 submetido, revelando as diversas formas de imposi\u00e7\u00e3o e tentativa de subjuga\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias do povoado, que resistem ao deslocamento for\u00e7ado pelas for\u00e7as de repress\u00e3o do Estado.<\/p>\n<p>Alguns cr\u00edticos de cinema e pseudo-ativistas, afoitos em menosprezar a obra, n\u00e3o compreenderam que este filme pode nos ajudar a denunciar o sistema de limpeza \u00e9tnica implementado h\u00e1 d\u00e9cadas por Israel.<\/p>\n<p>Infelizmente, alguns desses \u201cativistas\u201d em nome da Causa Palestina preferem focar suas cr\u00edticas, no limiar da tenta\u00e7\u00e3o antissemita, muito mais na participa\u00e7\u00e3o de um jornalista israelense (Yuval Abraham), que tamb\u00e9m atua como um dos diretores do document\u00e1rio, do que reconhecer a relev\u00e2ncia que esse document\u00e1rio possui, mesmo com suas limita\u00e7\u00f5es, no contexto de avan\u00e7o das amea\u00e7as das for\u00e7as imperialistas sobre a Palestina, em especial a popula\u00e7\u00e3o da Faixa de Gaza.<\/p>\n<p>E a rea\u00e7\u00e3o virulenta do governo sionista de Benjamin Netanyahu nas redes sociais \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o de que eles sentiram o \u201cgolpe\u201d da publicidade dessa premia\u00e7\u00e3o e o quanto isso perturba a propaganda sionista, que tenta justificar seus crimes de guerra.<\/p>\n<p>O document\u00e1rio destaca as cenas di\u00e1rias de resist\u00eancia e determina\u00e7\u00e3o inabal\u00e1veis dos moradores do pequeno vilarejo, que sabem que o intento de Israel \u00e9 que eles desistam de permanecer em suas terras para, em sua aus\u00eancia, estabelecer novos assentamentos ilegais de colonos judeus.<\/p>\n<p>A premia\u00e7\u00e3o merecida, diga-se de passagem, amplia a visibilidade e a consequente agita\u00e7\u00e3o e propaganda pela Causa Palestina, nos proporcionando explorar alguns elementos do filme que ajudam a esclarecer, at\u00e9 \u00e0s pessoas mais desinformadas, sobre as contradi\u00e7\u00f5es de nosso tempo presente, e a compreens\u00e3o sobre a cat\u00e1strofe humanit\u00e1ria que vivencia o povo palestino.<\/p>\n<p>As filmagens se iniciaram muito antes de 2024 e a priori parte desse material era utilizado nas redes sociais de Basel, como forma de den\u00fancia e sensibiliza\u00e7\u00e3o da opini\u00e3o p\u00fablica, fato registrado em determinado momento com a visita inusitada do ent\u00e3o primeiro-ministro brit\u00e2nico Tony Blair ao vilarejo que sofria diuturnamente demoli\u00e7\u00f5es de casas palestinas, for\u00e7ando seus habitantes a viverem em cavernas, em condi\u00e7\u00f5es sub-humanas.<\/p>\n<p>Nem mesmo uma pequena escola infantil e uma granja comunit\u00e1ria foram poupadas pelo terrorismo de Estado israelense.<\/p>\n<p>Dentre tantas quest\u00f5es que podemos ressaltar nesse document\u00e1rio, penso que h\u00e1 duas importantes mensagens que considero importantes em nossa jornada militante internacionalista.<\/p>\n<p>A primeira delas \u00e9 destacar e enaltecer o sentido da luta de resist\u00eancia nacional; luta esta que refor\u00e7a a identidade e a dignidade de um povo!<br \/>\nEssa li\u00e7\u00e3o \u00e9 algo que n\u00e3o pode ser subtra\u00eddo de toda a saga palestina retratada neste filme e que deve ser entendido como um manifesto pelo direito a uma exist\u00eancia digna que todo ser humano merece ter.<\/p>\n<p>A cada protesto, a cada ato de rebeldia e a cada forma de burlar e resistir \u00e0s arbitrariedades jur\u00eddicas do Estado sionista de Israel, o povo palestino reafirma sua dignidade humana, seu \u00edmpeto e sua identidade nacional contra o colonialismo e, quando esses princ\u00edpios se constituem como \u00e9thos de um povo, isso passa a determinar o sentido de sua exist\u00eancia e a raz\u00e3o de sua unidade.<\/p>\n<p>Colocarmo-nos no lugar do povo palestino que bravamente resiste \u00e0 viol\u00eancia di\u00e1ria de uma m\u00e1quina de opress\u00e3o e destrui\u00e7\u00e3o, buscando sensibilizar o povo brasileiro de que essa mesma luta di\u00e1ria, pela sobreviv\u00eancia, tamb\u00e9m faz parte de nossa hist\u00f3ria. Seja no passado contra a domina\u00e7\u00e3o colonial e a escravid\u00e3o, seja no s\u00e9culo XX contra o autoritarismo da ditadura empresariais-militares, seja no presente, sobretudo em tempos de concilia\u00e7\u00f5es e retrocessos, \u00e9 algo que devemos buscar ressaltar, ressaltando as semelhan\u00e7as das lutas de resist\u00eancia contra o sistema opressor e seus agentes e destacando a import\u00e2ncia de valorizar o direito a uma vida digna e livre.<\/p>\n<p>Historicamente, todas as lutas de liberta\u00e7\u00e3o nacional tiveram esse tra\u00e7o, como sendo o principal aspecto da resili\u00eancia revolucion\u00e1ria, necess\u00e1ria \u00e0 supera\u00e7\u00e3o das adversidades que a luta pol\u00edtica, em condi\u00e7\u00f5es desiguais, imp\u00f5e aos que est\u00e3o sendo subjugados e que optam pelo enfrentamento.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o da luta e da resist\u00eancia palestina \u00e9 tamb\u00e9m uma forma de combate \u00e0 aliena\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e nos ajuda a conscientizar as gera\u00e7\u00f5es atuais e futuras. Possui desta forma um sentido pedag\u00f3gico sobre a import\u00e2ncia da resist\u00eancia em se contrapor aos mecanismos de opress\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o que o sistema capitalista imp\u00f5e \u00e0 classe trabalhadora.<\/p>\n<p>Outra mensagem importante \u00e9 o uso das redes sociais como instrumento de den\u00fancia e mobiliza\u00e7\u00e3o frente \u00e0s agress\u00f5es sionistas e a todo um complexo de (des)informa\u00e7\u00e3o que a grande m\u00eddia imperialista coordena. M\u00eddia esta que seleciona, recorta, dissimula e distorce os fatos e acontecimentos para manipular a opini\u00e3o p\u00fablica em n\u00edvel mundial. E o jovem Basel protagoniza a import\u00e2ncia dessa a\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nas redes como forma de den\u00fancia e sensibiliza\u00e7\u00e3o diante das desocupa\u00e7\u00f5es for\u00e7adas em sua comunidade.<\/p>\n<p>O document\u00e1rio inclusive ressalta a import\u00e2ncia do registro das filmagens como uma esp\u00e9cie de di\u00e1rio do holocausto vivenciado e da resist\u00eancia palestina contra o colonialismo.<\/p>\n<p>A batalha das ideias \u00e9 constante e \u00e9 a primeira batalha que se trava contra toda a ordem do sistema capitalista\/imperialista, pois o senso comum \u00e9 o reflexo da ideologia e de todas as manifesta\u00e7\u00f5es de fetichiza\u00e7\u00e3o da vida pol\u00edtica, mas isso n\u00e3o impede que as contradi\u00e7\u00f5es possam ser exploradas e apresentadas em sua ess\u00eancia e din\u00e2mica desumanas, revelando outra realidade e outra estrutura social.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 um dos elementos fundamentais e um dos principais tra\u00e7os da milit\u00e2ncia internacionalista, ou seja, traduzir a solidariedade aos povos oprimidos em esclarecimento e combate \u00e0s causas da sua opress\u00e3o, o que nos leva ao necess\u00e1rio debate sobre a atualidade da crise do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista e ao sistema imperialista em todo o mundo.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel uma a\u00e7\u00e3o internacionalista que n\u00e3o compreenda a solidariedade com a den\u00fancia e o combate ao sionismo e ao imperialismo, pois ambos s\u00e3o as causas do holocausto palestino.<\/p>\n<p>Se, por sua vez, esse \u00faltimo ponto n\u00e3o ficou devidamente destacado na pel\u00edcula premiada com o Oscar, isso n\u00e3o impede que possamos explorar adequadamente essa quest\u00e3o, ampliando para al\u00e9m do tocante \u00e0 moral, nossa cr\u00edtica ideol\u00f3gica e pol\u00edtica sobre a ocupa\u00e7\u00e3o colonial em terras palestinas, os interesses estadunidenses com essa ocupa\u00e7\u00e3o, o genoc\u00eddio em curso e a import\u00e2ncia que a Causa Palestina possui na luta anti-imperialista.<\/p>\n<p>Por fim, a premia\u00e7\u00e3o com o Oscar de melhor document\u00e1rio no formato Longa-Metragem, al\u00e9m de ser um reconhecimento da import\u00e2ncia da quest\u00e3o palestina, refor\u00e7a a campanha mundial pelo fim do genoc\u00eddio, pelo fim da ocupa\u00e7\u00e3o sionista nos territ\u00f3rios palestinos e o reconhecimento por um territ\u00f3rio aut\u00f4nomo e soberano para os palestinos.<\/p>\n<p>Em um contexto conjuntural em que o recrudescimento das amea\u00e7as imperialistas s\u00e3o evidentes, principalmente ap\u00f3s as declara\u00e7\u00f5es do presidente dos EUA, Donald Trump, que defende o deslocamento for\u00e7ado de toda a popula\u00e7\u00e3o palestina de Gaza, e que conta com o apoio incondicional do governo israelense, \u00e9 importante aproveitarmos esse feito da premia\u00e7\u00e3o e toda a aten\u00e7\u00e3o que o document\u00e1rio passou a ter nas redes sociais e na m\u00eddia, para ampliar nossas a\u00e7\u00f5es de agita\u00e7\u00e3o e propaganda em torno da Causa Palestina.<\/p>\n<p>Penso ser importante associar a divulga\u00e7\u00e3o desse document\u00e1rio, aproveitando o destaque internacional, com a devida propaganda e agita\u00e7\u00e3o em torno da Causa Palestina, levando nossa mensagem de solidariedade.<\/p>\n<p>\u00c9 importante que todos os Comit\u00eas de Solidariedade \u00e0 Palestina, sindicatos, associa\u00e7\u00f5es de moradores, entidades estudantis e todas as organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas que defendem o povo palestino possam ajudar na divulga\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio, sobretudo associando a palestras e debates que ressaltem o reconhecimento pela autodetermina\u00e7\u00e3o do povo palestino, a valoriza\u00e7\u00e3o da luta de liberta\u00e7\u00e3o nacional, o fim do genoc\u00eddio, a ruptura das rela\u00e7\u00f5es comerciais do Brasil com Israel e a cr\u00edtica ao imperialismo e ao sionismo, as principais causas do holocausto palestino que perdura mais de 76 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Viva a Resist\u00eancia do Povo Palestino!<\/p>\n<p>Palestina Livre do Rio ao Mar!<\/p>\n<p>Professor de Filosofia, membro do Comit\u00ea Central e do Comit\u00ea Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32596\"> 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