{"id":3274,"date":"2012-08-03T01:02:39","date_gmt":"2012-08-03T01:02:39","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=3274"},"modified":"2012-08-03T01:02:39","modified_gmt":"2012-08-03T01:02:39","slug":"informe-politico-vi-congresso-nacional-da-uniao-da-juventude-comunista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3274","title":{"rendered":"INFORME POL\u00cdTICO: VI CONGRESSO NACIONAL DA UNI\u00c3O DA JUVENTUDE COMUNISTA"},"content":{"rendered":"\n<p>Julho de 2012. A hist\u00f3ria dos comunistas brasileiros regressa, depois de 90 anos, \u00e0 cidade de Niter\u00f3i, atrav\u00e9s de um jovial e vigoroso instrumento pol\u00edtico de 85 anos, a Uni\u00e3o da Juventude Comunista (UJC). L\u00e1 a juventude do PCB debateu, estudou e organizou seu VI Congresso sob as mesmas necessidades e princ\u00edpios que nortearam os fundadores de 1922 e 1927: a liquida\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria do capitalismo.<\/p>\n<p>Nascemos em 1927. Somos a primeira organiza\u00e7\u00e3o juvenil de esquerda a se organizar em nosso pa\u00eds. Trazemos a experi\u00eancia balizada pelos anseios e lutas de nossa classe e as op\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas do Partido Comunista Brasileiro, com erros e acertos, vit\u00f3rias e derrotas. E \u00e9 com esta bagagem hist\u00f3rica e compromisso reafirmado com a classe trabalhadora que apresentamos nossas propostas \u00e0 juventude brasileira.<\/p>\n<p>N\u00f3s, os jovens comunistas brasileiros, reunidos entre 12 e 15 de julho, avaliamos que o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista \u00e9 o principal inimigo da juventude e que sua continuidade representa uma amea\u00e7a \u00e0 esp\u00e9cie humana, restando-nos uma \u00fanica alternativa: lutar por uma sociedade socialista! Uma luta leg\u00edtima, pois contra a destrui\u00e7\u00e3o da humanidade ocasionada pela barb\u00e1rie do capital. E tendo o socialismo como processo transit\u00f3rio para a emancipa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, a sociedade comunista.<\/p>\n<p>Uma das principais demonstra\u00e7\u00f5es dos limites hist\u00f3ricos do capitalismo \u00e9 a atual crise mundial, que revelou de maneira profunda e did\u00e1tica os limites estruturais desse sistema. Enquanto os governos capitalistas injetam trilh\u00f5es para salvar banqueiros e especuladores, os trabalhadores e a maior parte da juventude pagam pela crise com desemprego, retirada de direitos sociais b\u00e1sicos e aprofundamento das desigualdades.<\/p>\n<p>A hegemonia imperialista mant\u00e9m sua ofensiva para tentar recuperar as taxas de lucro e conter os avan\u00e7os dos processos de luta popular pelo mundo. Promovem guerras contra os povos, como no Iraque, L\u00edbia, Afeganist\u00e3o e mais recentemente na S\u00edria; armam Israel para amea\u00e7ar a popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o e expulsar os palestinos de suas terras. Solidarizamos-nos com a luta dos trabalhadores gregos, espanh\u00f3is, portugueses e outros, contra os efeitos da crise do capital e de seus governos.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, desenvolve uma pol\u00edtica de isolamento e sabotagem a governos progressistas como na Venezuela, Equador e Bol\u00edvia, al\u00e9m de seu permanente bloqueio, amea\u00e7as e mentiras contra Cuba socialista.<\/p>\n<p>Acompanhamos, em nosso continente, dois importantes eventos de resist\u00eancia anti-imperialista: a importante luta pela reelei\u00e7\u00e3o de Hugo Ch\u00e1vez na Venezuela e a solidariedade a todas as formas de luta do povo colombiano, com destaque para o ascenso do movimento pol\u00edtico e social Marcha Patri\u00f3tica. A elei\u00e7\u00e3o de Ch\u00e1vez, com todas as limita\u00e7\u00f5es, representa a possibilidade de maiores transforma\u00e7\u00f5es na sociedade venezuelana e a sustenta\u00e7\u00e3o a outros processos anti-imperialistas no continente. O movimento Marcha Patri\u00f3tica se notabiliza hoje como o maior movimento de massas na Am\u00e9rica Latina, um aglutinador de todas as organiza\u00e7\u00f5es do povo colombiano que anseiam pela paz com justi\u00e7a social naquele pa\u00eds. Este movimento j\u00e1 vem sendo fortemente reprimido pelo Estado narco-terrorista colombiano e o seu bra\u00e7o paramilitar.<\/p>\n<p>A UJC continuar\u00e1, no Brasil, com sua consequente solidariedade aos povos em suas lutas contra o capital e o imperialismo, independente das suas formas de atua\u00e7\u00e3o. Solidarizamos-nos com a resist\u00eancia do povo paraguaio ao golpe e denunciamos a neglig\u00eancia do governo brasileiro ao povo paraguaio. Os setores golpistas e as empresas como a Monsanto e a Cargill, os latifundi\u00e1rios, o governo estadunidense e a m\u00eddia internacional burguesa colaboram com a ditadura vigente, mantendo os interesses do capital. Nesse sentido, a UJC chama aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de organizar comit\u00eas locais em solidariedade \u00e0 luta do povo paraguaio, dando for\u00e7a aos atos e debates p\u00fablicos, dos quais a UJC j\u00e1 participa, na perspectiva de fortalecer a rede de apoio da luta contra o golpismo imperialista no continente.<\/p>\n<p>Os efeitos da crise no Brasil come\u00e7am a se acelerar: cortes or\u00e7ament\u00e1rios em servi\u00e7os sociais b\u00e1sicos, privatiza\u00e7\u00e3o de recursos naturais e estrat\u00e9gicos de nossa economia, precariza\u00e7\u00e3o e flexibiliza\u00e7\u00e3o de direitos sociais s\u00e3o algumas medidas que o governo Dilma vem adotando em plena sintonia com os interesses das burguesias internacional e brasileira. Entendemos que o capitalismo brasileiro \u00e9 parte do processo de acumula\u00e7\u00e3o mundial e integrante do sistema de poder imperialista no mundo, ressaltando-se que as classes dominantes daqui est\u00e3o entrela\u00e7adas ao capital internacional. As contradi\u00e7\u00f5es inter-burguesas se voltam fundamentalmente \u00e0 disputa de espa\u00e7os dentro da ordem do capital imperialista, ainda que se mantenha subordinada a esta.<\/p>\n<p>Do ponto de vista pol\u00edtico e institucional, o Brasil consolidou seu estado burgu\u00eas: est\u00e1 em pleno funcionamento um ordenamento jur\u00eddico estabelecido, reconhecido e legitimado, as institui\u00e7\u00f5es est\u00e3o consolidadas no Executivo, Legislativo e Judici\u00e1rio. Consolida\u00e7\u00e3o fundamentada atrav\u00e9s do fortalecimento do car\u00e1ter burgu\u00eas enraizado na sociedade civil brasileira, mediante um processo de domina\u00e7\u00e3o burguesa nos meios de comunica\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o e nas organiza\u00e7\u00f5es culturais. Tamb\u00e9m \u00e9 importante ressaltar o processo de coopta\u00e7\u00e3o e amoldamento de diversas organiza\u00e7\u00f5es e entidades do campo popular \u00e0 ordem dominante em nosso pa\u00eds.<\/p>\n<p>No entanto, acreditamos que o atual cen\u00e1rio de crise e ataques aos direitos b\u00e1sicos da juventude e dos trabalhadores tende a expor, de maneira mais clara, as contradi\u00e7\u00f5es de classe na sociedade brasileira.<\/p>\n<p>No \u00faltimo per\u00edodo, mesmo que dispersos, cresceram os movimentos de luta por uma educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade p\u00fablicas e de qualidade, al\u00e9m de movimentos grevistas de categorias ligadas diretamente \u00e0 precariza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho, tais como os setores de servi\u00e7os p\u00fablicos e constru\u00e7\u00e3o civil. As contradi\u00e7\u00f5es do desenvolvimento capitalista tendem a acirrar a luta de classes em nosso pa\u00eds, emergindo da\u00ed a necessidade da constru\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>Bloco Revolucion\u00e1rio do Proletariado<\/strong>, enquanto um processo de aglutina\u00e7\u00e3o das lutas anticapitalistas e anti-imperialista em contraposi\u00e7\u00e3o ao bloco burgu\u00eas e seus aliados, dentro da perspectiva do socialismo-comunismo.<\/p>\n<p>Para n\u00f3s, Jovens Comunistas, a forma capitalista \u00e9 antag\u00f4nica \u00e0 vida humana. Para sobreviver, o capital amea\u00e7a a vida e, portanto, para manter as condi\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o da vida, devemos superar o capital. N\u00e3o h\u00e1 mais espa\u00e7o para concilia\u00e7\u00e3o! N\u00e3o somos nem seremos mais uma organiza\u00e7\u00e3o a idealizar uma imposs\u00edvel humaniza\u00e7\u00e3o do capitalismo. Afirmamos, com toda a certeza, que\u00a0<strong>\u00e9 chegada a hora de criar as condi\u00e7\u00f5es para a revolu\u00e7\u00e3o socialista! <\/strong>\u00c9 esta estrat\u00e9gia que norteia as a\u00e7\u00f5es cotidianas da UJC, com as devidas media\u00e7\u00f5es, em suas frentes de atua\u00e7\u00e3o: Jovens Trabalhadores, Movimento Estudantil, Cultura, al\u00e9m do seu formato de organiza\u00e7\u00e3o e quest\u00f5es transversais.<\/p>\n<p>Neste cen\u00e1rio, compreendemos a grande import\u00e2ncia de avan\u00e7armos na organiza\u00e7\u00e3o da frente de jovens trabalhadores. Em um momento hist\u00f3rico de amoldamento de instrumentos historicamente vinculados aos trabalhadores e desorganiza\u00e7\u00e3o da classe, os eixos de forma\u00e7\u00e3o e fortalecimento ideol\u00f3gico dos jovens trabalhadores s\u00e3o fundamentais para a articula\u00e7\u00e3o com o cotidiano de precariza\u00e7\u00e3o, superexplora\u00e7\u00e3o e desemprego com a necessidade de luta contra o capitalismo. S\u00e3o necess\u00e1rias campanhas tem\u00e1ticas pela sindicaliza\u00e7\u00e3o dos jovens trabalhadores, contra a flexibiliza\u00e7\u00e3o dos direitos trabalhistas e a precariza\u00e7\u00e3o do est\u00e1gio. Outro fator importante \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o desta frente e de suas demandas espec\u00edficas com a Unidade Classista e a pol\u00edtica sindical do PCB.<\/p>\n<p>No movimento estudantil, seguiremos com a tarefa de reconstru\u00e7\u00e3o do movimento estudantil brasileiro pela base. Isto n\u00e3o se dar\u00e1 pela mera disputa pelos aparelhos e cargos nas organiza\u00e7\u00f5es estudantis, tais como UNE e UBES. Participaremos dos espa\u00e7os e f\u00f3runs dessas entidades enquanto espa\u00e7os de den\u00fancia do seu atual alinhamento da entidade ao consenso burgu\u00eas na sociedade brasileira, divulgando a necessidade de luta por uma Universidade Popular, alinhada a outro projeto de sociedade pautado pelos trabalhadores.<\/p>\n<p>O falso dilema, colocado pelas tend\u00eancias dominantes, que polariza o movimento estudantil, entre as entidades nacionais hoje existentes, nomeadamente UNE e ANEL, imobiliza grande parte do movimento em torno de disputas burocratizadas, fazendo com que as a\u00e7\u00f5es do movimento sejam levadas, por essas entidades, com o \u00fanico objetivo de acumular for\u00e7as para a disputa dos aparelhos e n\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de um projeto de educa\u00e7\u00e3o e sociedade. \u00c9 necess\u00e1ria a incisiva atua\u00e7\u00e3o dos comunistas nas entidades de base, nas escolas e universidades, executivas e federa\u00e7\u00f5es de curso, para que o movimento estudantil retome sua a\u00e7\u00e3o protagonista na luta por uma educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica emancipadora e popular, capaz de produzir conhecimento a servi\u00e7o da classe trabalhadora e contribuir para consolida\u00e7\u00e3o da contra hegemonia prolet\u00e1ria.<\/p>\n<p>A UJC priorizar\u00e1 a constru\u00e7\u00e3o do movimento nacional de luta por uma Universidade e Educa\u00e7\u00e3o Popular, fortalecendo a articula\u00e7\u00e3o entre estudantes, professores, trabalhadores da educa\u00e7\u00e3o e movimentos da classe trabalhadora. Ressaltamos que a luta por uma universidade p\u00fablica, gratuita e democr\u00e1tica \u00e9 condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, ainda que insuficiente, para a produ\u00e7\u00e3o e socializa\u00e7\u00e3o de conhecimento contra e para al\u00e9m da ordem do capital. Impreterivelmente, a luta por uma Universidade Popular, nos atuais marcos hist\u00f3ricos, \u00e9 uma luta anticapitalista, um projeto em disputa, vinculado \u00e0s demandas concretas dos trabalhadores se contrapondo ao projeto em curso de educa\u00e7\u00e3o da burguesia e seus aliados.<\/p>\n<p>Esta disputa se faz no cotidiano das lutas em defesa da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica, nas greves dos tr\u00eas segmentos da universidade, nas ocupa\u00e7\u00f5es de reitorias, na luta contra as demiss\u00f5es de professores e pela reestatiza\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es privadas, nas interven\u00e7\u00f5es dos movimentos culturais contra hegem\u00f4nicos e, principalmente,\u00a0<strong>na UNIDADE ORG\u00c2NICA<\/strong> com as demandas e movimentos da classe trabalhadora.<\/p>\n<p>Em resumo, concebemos este movimento como algo necessariamente al\u00e9m dos muros da universidade e do pr\u00f3prio movimento estudantil. Devemos fortalecer todos os instrumentos, forjados nas lutas, em defesa da Universidade Popular como o Grupo de Trabalho Nacional de Universidade Popular, desdobramento pr\u00e1tico do grande sucesso qualitativo e quantitativo que foi o I Semin\u00e1rio Nacional de Universidade Popular.<\/p>\n<p>Na Frente Cultural, devemos estreitar la\u00e7os com artistas e grupos culturais nas periferias, em bairros populares e onde ela apresente um car\u00e1ter anticapitalista. A arte, produzida e identificada com o ser humano, \u00e9 tamb\u00e9m aquela que denuncia a desumanidade do capital e da ordem burguesa. A luta contra a mercantiliza\u00e7\u00e3o da arte e do conhecimento, resultante da constante industrializa\u00e7\u00e3o cultural capitalista, \u00e9 um eixo norteador da UJC nesta frente.<\/p>\n<p>Devemos constituir, nos locais onde atuamos, Centros de Cultura que articulem todos os que desejam a real democratiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e acesso \u00e0 cultura. Procuraremos tamb\u00e9m estreitar la\u00e7os com movimentos populares e qualquer forma de resist\u00eancia dos trabalhadores em seus bairros e locais de trabalho, reafirmando o car\u00e1ter organizativo e de luta em torno da cultura, de sua produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>Nas condi\u00e7\u00f5es de acirramento da luta de classes no Brasil, compreendemos que as lutas espec\u00edficas s\u00e3o transversais e se chocam com a l\u00f3gica do capital. A luta das mulheres, dos negros, das comunidades quilombolas, \u00edndios, GLBT, imigrantes e migrantes se chocam com a viol\u00eancia do mercado, seja nas desigualdades de rendimentos, no preconceito e discrimina\u00e7\u00e3o ou no acesso a servi\u00e7os elementares, porque o capital precisa transformar todas as necessidades materiais e simb\u00f3licas em mercadoria para manter a acumula\u00e7\u00e3o, amea\u00e7ando a vida e destruindo o meio ambiente.<\/p>\n<p>\u00c9 com estas diretrizes que devemos associar os movimentos espec\u00edficos com as lutas gerais que iremos travar. No entanto, compreendemos a necessidade da juventude comunista avan\u00e7ar nos debates espec\u00edficos e na sua pol\u00edtica para estes movimentos. Por isso, faremos um conjunto de semin\u00e1rios com estes e outros temas, como a quest\u00e3o das drogas na sociedade brasileira.<\/p>\n<p>\u00c9 com ousadia, firmeza, estudo e organiza\u00e7\u00e3o que somos a juventude na contram\u00e3o ao capital e suas representa\u00e7\u00f5es. Na contram\u00e3o dos que apregoam o conformismo, conclamamos a rebeldia. Rebeldia porque o mundo est\u00e1 velho demais para nossos sonhos, mesquinho demais para abrigar nossa alegria, triste demais para receber nossa paix\u00e3o. Acomodado demais para poder sonhar em conter nossa rebeli\u00e3o!<\/p>\n<p>Na contram\u00e3o daqueles que deixaram de sonhar com a constru\u00e7\u00e3o de um mundo novo e de um novo ser humano, n\u00f3s, da Uni\u00e3o da Juventude Comunista- UJC, aglutinamos jovens que entendam e que se coloquem na contram\u00e3o do capital, da explora\u00e7\u00e3o, da aliena\u00e7\u00e3o; jovens prontos para lutar, n\u00e3o pelo trabalhador, mas com ele, construindo o mundo dos trabalhadores.<\/p>\n<p>S\u00e3o com estes princ\u00edpios de pr\u00e1tica que organizamos jovens que apoiam e que possam, conosco, lutar pela constru\u00e7\u00e3o do socialismo na perspectiva do comunismo, afirmando que o velho n\u00e3o venceu. A UJC, ao completar os seus 85 anos e realizar o seu VI Congresso Nacional, comemora, nas lutas da juventude brasileira, as diversas batalhas pelo socialismo. E, com consci\u00eancia de suas responsabilidades hist\u00f3ricas, os jovens comunistas erguem bem alto a bandeira do comunismo! Porque os nossos sonhos jamais envelhecem!<\/p>\n<p><strong>VIVA O INTERNACIONALISMO PROLET\u00c1RIO!<\/strong><\/p>\n<p><strong>VIVA A UNI\u00c3O DA JUVENTUDE COMUNISTA!<\/strong><\/p>\n<p><strong>VIVA O PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO!<\/strong><\/p>\n<p><strong>VIVA A REVOLU\u00c7\u00c3O SOCIALISTA!<\/strong><\/p>\n<p><strong>FOMOS, SOMOS E SEREMOS COMUNISTAS!<\/strong><\/p>\n<p><strong>1\u00b0 DE AGOSTO DE 2012 &#8211; UNI\u00c3O DA JUVENTUDE COMUNISTA<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/ujc.org.br\/index.php\/artigos-sobre-a-ujc\/141\">http:\/\/ujc.org.br\/index.php\/artigos-sobre-a-ujc\/141<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: UJC\n\n\n\n\n\n\n\n\nUJC 85 ANOS &#8211; NOSSOS SONHOS JAMAIS ENVELHECEM!\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/3274\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[27],"tags":[],"class_list":["post-3274","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c27-ujc"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-QO","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3274","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3274"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3274\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3274"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3274"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3274"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}