{"id":32970,"date":"2025-07-03T22:52:10","date_gmt":"2025-07-04T01:52:10","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=32970"},"modified":"2025-07-03T22:52:10","modified_gmt":"2025-07-04T01:52:10","slug":"intelectuais-e-neofascismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32970","title":{"rendered":"Intelectuais e neofascismo"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"32971\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32970\/unnamed-2-12\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/unnamed-2.jpg?fit=1200%2C622&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1200,622\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"unnamed (2)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/unnamed-2.jpg?fit=747%2C388&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-32971\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/unnamed-2.jpg?resize=747%2C388&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"388\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/unnamed-2.jpg?resize=900%2C467&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/unnamed-2.jpg?resize=300%2C156&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/unnamed-2.jpg?resize=768%2C398&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/unnamed-2.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Prabhat Patnaik [*]<\/p>\n<p>Os comunistas na \u00cdndia frequentemente mobilizavam doa\u00e7\u00f5es e esfor\u00e7os p\u00fablicos para estabelecer escolas e faculdades nas suas \u00e1reas de trabalho. Isso era, obviamente, totalmente diferente da atividade de fundar escolas para crian\u00e7as por grupos fascistas como a RSS (Rashtriya Swayamsevak Sangh &#8211; Uni\u00e3o Volunt\u00e1ria Nacional); diferia desta \u00faltima de duas maneiras \u00f3bvias. Primeiro, os comunistas n\u00e3o criaram institui\u00e7\u00f5es educacionais para control\u00e1-las e disseminar atrav\u00e9s delas apenas a sua pr\u00f3pria vis\u00e3o de mundo; o seu objetivo era melhorar o n\u00edvel geral de educa\u00e7\u00e3o do povo, na confiante cren\u00e7a de que, se as pessoas fossem educadas, automaticamente veriam o valor da vis\u00e3o comunista do mundo. As institui\u00e7\u00f5es criadas pelos comunistas eram, portanto, institui\u00e7\u00f5es educacionais aut\u00eanticas, n\u00e3o meros meios de realizar propaganda espec\u00edfica. Segundo, por essa mesma raz\u00e3o, os comunistas n\u00e3o constru\u00edram apenas escolas para crian\u00e7as, como fazem os fascistas a fim de captur\u00e1-las em uma idade impression\u00e1vel, mas tamb\u00e9m faculdades para estudantes maduros que podiam discutir livremente ideias e formar opini\u00f5es.<\/p>\n<p>Esses dois esfor\u00e7os expressavam, em outras palavras, duas atitudes completamente opostas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. Quando Bertolt Brecht escreveu: \u201cHomem faminto, alcance o livro\u201d, ele estava articulando a atitude da esquerda em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, como algo que amplia as percep\u00e7\u00f5es e, portanto, \u00e9 essencialmente emancipat\u00f3rio. A atitude fascista em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o \u00e9 diametralmente oposta a isso; segundo ela, qualquer amplia\u00e7\u00e3o das percep\u00e7\u00f5es por parte do povo \u00e9 essencialmente subversiva e, portanto, deve ser suprimida. Toda a educa\u00e7\u00e3o aut\u00eantica deve, portanto, ser suprimida e substitu\u00edda pela propaganda fascista. Enquanto a esquerda exorta o \u00abhomem faminto\u00bb a \u00abpegar no livro\u00bb, os fascistas encorajam a queima de livros, como fizeram na Alemanha nazista.<\/p>\n<p>Os neofascistas de hoje imitam os seus antecessores a este respeito. S\u00e3o implacavelmente hostis \u00e0 atividade intelectual em geral e aos intelectuais como grupo social. A destrui\u00e7\u00e3o de todas as institui\u00e7\u00f5es educativas de excel\u00eancia que est\u00e1 ocorrendo n\u00e3o s\u00f3 na \u00cdndia e noutros pa\u00edses com regimes semelhantes, mesmo nos Estados Unidos, \u00e9 uma express\u00e3o desta tend\u00eancia. Aterrorizar os intelectuais na \u00cdndia que ousam expressar livremente os seus pensamentos com rusgas da Dire\u00e7\u00e3o de Execu\u00e7\u00e3o, invocando a animosidade p\u00fablica contra eles, rotulando-os de \u00abgangue do mercado Khan\u00bb (seja l\u00e1 o que isso signifique), \u00abgangue tukde tukde\u00bb (pessoas que querem dividir o pa\u00eds), \u00abnaxalitas urbanos\u00bb (ou seja, elementos de extrema esquerda), tudo isso faz parte dessa tend\u00eancia. N\u00e3o \u00e9 por acaso que Donald Trump, nos EUA, v\u00ea as universidades americanas como repletas de comunistas que precisam ser eliminados; tal paran\u00f3ia \u00e9 imanente \u00e0 atitude neofascista em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O governo Modi tem tentado sistematicamente destruir a Universidade Jawaharlal Nehru, tornar a Universidade Viswa Bharati inoperante, subverter a Universidade Central de Hyderabad, aterrorizar a Jamia Millia Islamia, desestabilizar a Universidade de Delhi, tomar o controlo do Instituto de Cinema de Pune (contra o qual os estudantes mantiveram uma longa agita\u00e7\u00e3o) e controlar o Departamento de Belas Artes da Universidade Maharaja Sayajirao de Baroda. Todas elas s\u00e3o institui\u00e7\u00f5es constru\u00eddas principalmente ap\u00f3s a independ\u00eancia, das quais o pa\u00eds poderia se orgulhar genuinamente, e o ataque a elas representa o esfor\u00e7o mais grotesco para sufocar o pensamento original e criativo no pa\u00eds. Este ataque ao pensamento \u00e9 assustadoramente semelhante ao ataque da administra\u00e7\u00e3o Trump \u00e0 Universidade de Columbia, \u00e0 Universidade de Harvard e a outras institui\u00e7\u00f5es de renome nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Embora a tentativa neofascista de embotar o pensamento e suprimir a atividade intelectual n\u00e3o seja dif\u00edcil de entender, o que parece intrigante \u00e9 algo bem diferente: por que num pa\u00eds que sempre teve seus intelectuais em alta estima (o que sem d\u00favida foi um legado pr\u00e9-capitalista), tal tentativa teve um certo grau de \u00eaxito? Qualquer pessoa no meio acad\u00eamico pode atestar que, at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo, as pessoas comuns na \u00cdndia tinham os intelectuais, especialmente os acad\u00eamicos, em alta estima. Ent\u00e3o, por que \u00e9 que o ataque do governo Modi aos intelectuais n\u00e3o despertou a repulsa que seria de esperar? O caso dos EUA \u00e9 um pouco diferente a este respeito, uma vez que, n\u00e3o tendo tido um passado feudal, nunca concedeu aos intelectuais o estatuto enaltecedor que sociedades mais antigas, como a \u00cdndia, normalmente concediam. Mas o que exatamente aconteceu na \u00cdndia para mudar isso?<\/p>\n<p>O fator mais decisivo subjacente a essa mudan\u00e7a foi, sem d\u00favida, a introdu\u00e7\u00e3o do regime neoliberal no pa\u00eds. O neoliberalismo contribuiu para essa mudan\u00e7a de pelo menos tr\u00eas maneiras distintas. Primeiro, ampliou muito as desigualdades de renda e, embora os intelectuais e acad\u00eamicos n\u00e3o estivessem entre os que ganhavam mais, segmentos significativos deles certamente ficaram em uma situa\u00e7\u00e3o muito melhor sob o neoliberalismo em compara\u00e7\u00e3o com a massa dos trabalhadores. Um exemplo ilustra bem esse ponto. Em 1974, enquanto o pre\u00e7o m\u00ednimo oficial de apoio para um quintal [100 kg] de trigo na \u00cdndia era de 85 r\u00fapias, o sal\u00e1rio b\u00e1sico inicial de um professor associado numa universidade central era de 1.200 r\u00fapias por m\u00eas; hoje, o pre\u00e7o m\u00ednimo de apoio para o trigo \u00e9 de 2275 r\u00fapias por quintal, enquanto o sal\u00e1rio b\u00e1sico inicial de um professor associado numa universidade central \u00e9 de 131.400 r\u00fapias. Tomando estes valores como aproxima\u00e7\u00f5es muito grosseiras da evolu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de rendimento das duas categorias de pessoas, parece que, enquanto o rendimento de um acad\u00eamico aumentou mais de 100 vezes, o de um agricultor aumentou 27 vezes; ou seja, a sua rela\u00e7\u00e3o de rendimentos tornou-se mais de tr\u00eas vezes superior durante este per\u00edodo, que coincide em grande parte com a era neoliberal. A maior aliena\u00e7\u00e3o dos trabalhadores em rela\u00e7\u00e3o aos acad\u00eamicos e outros intelectuais n\u00e3o \u00e9 de surpreender numa situa\u00e7\u00e3o como esta.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, o capitalismo tem um efeito dissolvente nas comunidades pr\u00e9-existentes. O respeito pela intelectualidade na \u00cdndia era uma heran\u00e7a do sentido de comunidade dos tempos pr\u00e9-capitalistas; o regime neoliberal, que desencadeou um capitalismo sanguin\u00e1rio e sem limites no pa\u00eds, desempenhou o papel de dissolver esse sentido de comunidade existente desde os tempos pr\u00e9-capitalistas e contribuiu para o aumento do fosso entre a intelectualidade e os trabalhadores.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar, juntamente com esta tend\u00eancia para a individualiza\u00e7\u00e3o, tem havido um fen\u00f4meno simult\u00e2neo de globaliza\u00e7\u00e3o que significou uma dissocia\u00e7\u00e3o de grandes segmentos da intelectualidade da sua \u00e2ncora na sociedade nacional e uma tend\u00eancia entre eles para a cria\u00e7\u00e3o de redes globais; isto, mais uma vez, afastou-os dos trabalhadores do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Por todas estas raz\u00f5es, o neoliberalismo contribuiu para o aumento do fosso entre os trabalhadores e a intelectualidade, o que, por sua vez, facilitou o ataque do neofascismo \u00e0 intelectualidade, que tende geralmente a agir como defensora da democracia, do secularismo e da toler\u00e2ncia. Esta \u00e9 mais uma forma pela qual o neoliberalismo preparou o terreno para o neofascismo.<\/p>\n<p>Pode-se pensar que a perda de respeito dos trabalhadores pela intelectualidade deveria ser um desenvolvimento bem-vindo, pois elimina as distin\u00e7\u00f5es sociais e as desigualdades sociais. No entanto, isso \u00e9 errado. Embora uma sociedade igualit\u00e1ria implique a aus\u00eancia de uma classe especial de pessoas chamada intelectualidade, uma vez que todos se tornam trabalhadores e intelectuais (raz\u00e3o pela qual, afinal, os comunistas criaram institui\u00e7\u00f5es educativas), a mera desacredita\u00e7\u00e3o e difama\u00e7\u00e3o da intelectualidade em nome do igualitarismo simplesmente torna a sociedade sem rumo e exp\u00f5e-na \u00e0 influ\u00eancia de neofascistas e charlat\u00f5es. Por outras palavras, h\u00e1 uma diferen\u00e7a fundamental entre a dispers\u00e3o de ideias entre as pessoas, em vez de ideias concentradas num pequeno grupo que det\u00e9m o monop\u00f3lio sobre elas, e a destrui\u00e7\u00e3o de ideias.<\/p>\n<p>Na verdade, mesmo escritores liberais perspicazes, como o economista J. M. Keynes, estavam profundamente conscientes da import\u00e2ncia de ter intelectuais socialmente sens\u00edveis numa sociedade capitalista, o que ele chamava de \u00abburguesia educada\u00bb, capaz de exercer influ\u00eancia suficiente na sociedade para corrigir o sistema e superar os seus defeitos. A cria\u00e7\u00e3o de intelectuais exclusivamente egoc\u00eantricos e socialmente insens\u00edveis sob o regime neoliberal, que n\u00e3o exercem influ\u00eancia na sociedade, mesmo em pa\u00edses capitalistas avan\u00e7ados, \u00e9 uma das principais contradi\u00e7\u00f5es do capitalismo tardio. Em pa\u00edses como a \u00cdndia, isso certamente contribuiu para o crescimento do neofascismo.<\/p>\n<p>No entanto, superar o fosso entre os trabalhadores e a intelectualidade, de modo a criar condi\u00e7\u00f5es para a derrota do neofascismo, torna-se poss\u00edvel devido \u00e0 pr\u00f3pria crise do neoliberalismo. A intelectualidade torna-se v\u00edtima desta crise e perde progressivamente a posi\u00e7\u00e3o privilegiada que havia adquirido anteriormente sob o neoliberalismo. Foi mencionado acima o aumento mais r\u00e1pido dos sal\u00e1rios dos acad\u00eamicos na \u00cdndia do que dos rendimentos dos agricultores na era neoliberal. Por\u00e9m, sob a crise do neoliberalismo, esses sal\u00e1rios supostamente mais altos nem sequer s\u00e3o pagos a tempo. As dificuldades econ\u00f4micas enfrentadas pelos acad\u00eamicos na \u00cdndia nos \u00faltimos anos atestam o fato de que os destinos da intelectualidade e dos trabalhadores ficam interligados durante a crise do neofascismo, que passa a ocupar o centro do palco numa situa\u00e7\u00e3o de crise como esta.<\/p>\n<p>29\/Junho\/2025<br \/>\n[*] Economista, indiano, ver Wikipedia<br \/>\nO original encontra-se em <a href=\"http:\/\/peoplesdemocracy.in\/2025\/0629_pd\/intellectuals-and-neo-fascism\">peoplesdemocracy.in\/2025\/0629_pd\/intellectuals-and-neo-fascism<\/a><br \/>\nEste artigo encontra-se em <a href=\"http:\/\/resistir.info\">resistir.info<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/32970\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[73,385,65,10],"tags":[224],"class_list":["post-32970","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c86-anti-imperialismo","category-critica-da-economia-politica","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-3b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8zM","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32970","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32970"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32970\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32972,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32970\/revisions\/32972"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32970"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32970"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32970"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}