{"id":330,"date":"2010-03-13T02:44:50","date_gmt":"2010-03-13T02:44:50","guid":{"rendered":"http:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=330"},"modified":"2010-03-13T02:44:50","modified_gmt":"2010-03-13T02:44:50","slug":"raul-reyes-ivan-rios-e-manuel-marulanda-vivos-na-memoria-e-na-luta-dos-povos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/330","title":{"rendered":"Ra\u00fal Reyes, Iv\u00e1n R\u00edos e Manuel Marulanda: Vivos na mem\u00f3ria e na luta dos povos!"},"content":{"rendered":"\n<p>Luc\u00eda Morett foi a \u00fanica sobrevivente desse grupo de estudantes. Atualmente, ela \u00e9 perseguida por parte do governo narco-paramilitar colombiano e por representantes da justi\u00e7a equatoriana, que v\u00eam tentando criminaliz\u00e1-la por ter estado no acampamento guerrilheiro de Ra\u00fal.<\/p>\n<p>O desenvolvimento e a execu\u00e7\u00e3o da \u201cOpera\u00e7\u00e3o F\u00eanix\u201d estava a cargo das for\u00e7as de seguran\u00e7a colombianas, que contaram com o respaldo de efetivos militares e de espionagem norte-americanos e israelenses. Membros dos servi\u00e7os de intelig\u00eancia do ex\u00e9rcito e pol\u00edcia equatorianos tamb\u00e9m contribu\u00edram para infiltrar e, posteriormente, estabelecer a localiza\u00e7\u00e3o precisa do acampamento do Comandante das FARC-EP. O major da pol\u00edcia Manuel Silva e o coronel do ex\u00e9rcito Mario Pazmi\u00f1o foram figuras-chaves nesta tarefa de trabalhar diretamente com os servi\u00e7os de investiga\u00e7\u00f5es policiais colombianos, recebendo aux\u00edlio de setores do Estado equatoriano.<\/p>\n<p>A brutalidade caracterizou esta a\u00e7\u00e3o, sendo ressaltada positivamente pela ind\u00fastria midi\u00e1tica colombiana que, ao mesmo tempo, se deleitava com a exposi\u00e7\u00e3o m\u00f3rbida das fotografias de Ra\u00fal Reyes abatido. Juan Manuel Santos, ex-ministro de Defesa colombiana, exibia um sorriso macabro ao dar a not\u00edcia, apresentando o cad\u00e1ver de Ra\u00fal como um trof\u00e9u de guerra.<\/p>\n<p>Todavia, sem se restabelecer dessa dor, a insurg\u00eancia colombiana se inteirava do assassinato do Comandante Iv\u00e1n R\u00edos, tamb\u00e9m membro do Secretariado das FARC-EP, em 3 de mar\u00e7o de 2008. Iv\u00e1n foi vitimado por Pedro Pablo Montoya, conhecido como \u201cRojas\u201d, um homem covarde que, cego pelo dinheiro e pelos \u201cbenef\u00edcios\u201d que a pol\u00edtica de seguran\u00e7a democr\u00e1tica do uribismo oferece aos assassinos e traidores do povo colombiano, disparou um tiro em sua cabe\u00e7a, assim como na de sua companheira, quando estavam dormindo em seu acampamento. Ap\u00f3s atirar, cortou uma das m\u00e3os de R\u00edos para levar como prova ao ex\u00e9rcito colombiano, com o prop\u00f3sito de cobrar a recompensa de 5 bilh\u00f5es de pesos que havia sido oferecido. Uma vez mais, Uribe, Santos e Padilla n\u00e3o podiam esconder sua cara de satisfa\u00e7\u00e3o frente a este novo golpe contra as FARC-EP. As declara\u00e7\u00f5es destes mafiosos atrav\u00e9s da imprensa eram dadas umas ap\u00f3s outras, mostrando uma euforia desmedida, afirmando que a derrota das FARC era uma quest\u00e3o de pouco tempo.<\/p>\n<p>O \u00eaxtase do regime narco-paramilitar de \u00c1lvaro Uribe V\u00e9lez chegou ao seu cl\u00edmax quando, no m\u00eas de maio, as FARC-EP confirmaram a morte de seu Comandante-em-Chefe, Manuel Marulanda V\u00e9lez, de 78 anos, em 26 de mar\u00e7o de 2008, resultado de uma parada card\u00edaca. Animado com a informa\u00e7\u00e3o, o criminoso Juan Manuel Santos dava ordem ao ex\u00e9rcito colombiano de buscar o cad\u00e1ver de Marulanda, oferecendo uma milion\u00e1ria soma de dinheiro a quem entregasse informa\u00e7\u00f5es sobre a sua localiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esses dias foram muito dif\u00edceis e muito tristes para os guerrilheiros das FARC-EP. Por\u00e9m, pese a campanha da m\u00eddia desatada pela propaganda do uribismo, que enfatizava que a insurg\u00eancia estava desorganizada e desmoralizada, os combatentes colombianos n\u00e3o perderam o rumo tra\u00e7ado desde sua origem para combater em prol da constru\u00e7\u00e3o da Nova Col\u00f4mbia. Existia a necessidade de tomarem as medidas necess\u00e1rias para recomporem-se frente aos revezes e dificuldades sofridas e surgidas como resultado l\u00f3gico da guerra em que est\u00e1 imerso o povo colombiano, consequ\u00eancia da pol\u00edtica criminosa da oligarquia deste pa\u00eds e do imperialismo ianque. O Comandante Alfonso Cano foi designado como o novo l\u00edder das FARC-EP.<\/p>\n<p>O ocorrido nesse fat\u00eddico m\u00eas de mar\u00e7o do ano de 2008 para a insurg\u00eancia colombiana, assim com para todos os revolucion\u00e1rios, n\u00e3o pode ser recordado com melancolia e com base em sentimentalismos que n\u00e3o conduzem \u00e0 a\u00e7\u00e3o transformadora do sistema imperante e da ordem vigente. Porque isso \u00e9, precisamente, o que pretendem atingir aqueles que det\u00e9m o poder atrav\u00e9s de um sem n\u00famero de mecanismos de aliena\u00e7\u00e3o e encena\u00e7\u00e3o, entre os quais est\u00e1 a subjuga\u00e7\u00e3o, por meio do medo da morte e do que aconteceu nas situa\u00e7\u00f5es passadas, que tiveram resultado negativo para as organiza\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias e seus integrantes.<\/p>\n<p>O revolucion\u00e1rio basco I\u00f1aki Gil de San Vicente disse que \u201cum povo s\u00f3 vive quando mant\u00e9m vivas as pessoas que morreram para que esse povo vivesse\u201d. N\u00e3o basta, ent\u00e3o, recordar as nossas hero\u00ednas e nossos her\u00f3is a cada anivers\u00e1rio de sua morte ou t\u00e3o somente fazer atos em sua homenagem nas datas nas quais morreram. Isso somente provocaria a mumifica\u00e7\u00e3o ou petrifica\u00e7\u00e3o de suas a\u00e7\u00f5es, de seus pensamentos. As recorda\u00e7\u00f5es est\u00e9reis s\u00e3o tamb\u00e9m auspiciadas por aqueles que det\u00e9m o poder para aproveitarem-se desses momentos com o objetivo de esvaziar a vitalidade dos combatentes revolucion\u00e1rios mortos ou para continuar denegrindo-lhes ou manchando sua imagem rebelde. Assim, fizeram com Che durante 43 anos.<\/p>\n<p>\u201cUm povo vive na medida que essa mem\u00f3ria seja presente, seja a\u00e7\u00e3o, seja pr\u00e1tica e n\u00e3o uma mera recorda\u00e7\u00e3o podre entre os livros\u201d, expressa I\u00f1aki. E acrescenta que um povo s\u00f3 pode viver \u201cse for capaz de manter nas ruas, nas a\u00e7\u00f5es e nas mobiliza\u00e7\u00f5es as contribui\u00e7\u00f5es das pessoas que lutaram e morreram, mas n\u00e3o titubearam em enfrentar os maiores riscos para manter suas reivindica\u00e7\u00f5es para si e para as gera\u00e7\u00f5es futuras. Porque a mem\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 uma coisa somente do passado e sim uma arma carregada de futuro, um instrumento de liberta\u00e7\u00e3o, de a\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Marx assinalou, nas teses sobre Feurbach, a necessidade n\u00e3o s\u00f3 de contemplar a realidade, mas de transform\u00e1-la.<\/p>\n<p>Para ele, \u00e9 imprescind\u00edvel que se repitam os ensinamentos, se usem bon\u00e9s ou camisetas com as imagens de revolucion\u00e1rios ou se coloquem cartazes dos combatentes insurgentes nas portas ou paredes das casas e escrit\u00f3rios. Mas n\u00e3o apenas isso.<\/p>\n<p>A pr\u00e1xis revolucion\u00e1ria implica nutrir-se de um corpo te\u00f3rico adequado para compreender a realidade, n\u00e3o somente para explic\u00e1-la ou aprofundar seu conhecimento. O objetivo \u00e9, tamb\u00e9m, buscar transform\u00e1-la, modific\u00e1-la constantemente, muito mais se essa realidade \u00e9 de mis\u00e9ria e explora\u00e7\u00e3o da maioria da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, n\u00e3o se trata da a\u00e7\u00e3o individual, de uma pessoa sozinha, isolada dos coletivos sociais. Pelo contr\u00e1rio. S\u00e3o os povos e suas diversas organiza\u00e7\u00f5es que devem levar adiante a tarefa pol\u00edtica revolucion\u00e1ria de lutar contra os inimigos do g\u00eanero humano: o imperialismo, o sionismo, a burguesia mundial e as oligarquias, para assim alcan\u00e7ar a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade diferente da capitalista.<\/p>\n<p>Nesse processo, os povos n\u00e3o devem esquecer e nem perdoar aqueles que os infringiram dor e sofrimento. As a\u00e7\u00f5es criminosas cometidas por pessoas como Uribe, Santos, Padilla, Bush e seus aparatos militares e paramilitares, n\u00e3o podem ser relegadas ao passado, sem estar presentes na mem\u00f3ria dos coletivos sociais. O prop\u00f3sito \u00e9 dar impulso \u00e0 luta revolucion\u00e1ria para acabar, efetivamente, com a pol\u00edtica criminal e b\u00e9lica da oligarquia e do imperialismo. De igual maneira, temos que manter vivos cada um dos feitos cometidos por criminosos a servi\u00e7o daqueles que det\u00e9m o poder na sociedade capitalista, para que, mais cedo ou mais tarde, prestem conta aos tribunais revolucion\u00e1rios.<\/p>\n<p>Ao longo destes \u00faltimos cinquenta anos, as FARC-EP v\u00eam demonstrando com sua pr\u00e1xis e seus combatentes, como Ra\u00fal, Iv\u00e1n e, especialmente, como o \u201cvelho querido\u201d, o Comandante Manuel, ser coerente com os princ\u00edpios que eles estabeleceram para defender o povo, mostrando na pr\u00e1tica a firmeza, a decis\u00e3o, o antiimperialismo e o internacionalismo revolucion\u00e1rio, agora mais vigorosamente, por ter recuperado a espada de combate do Libertador Sim\u00f3n Bol\u00edvar.<\/p>\n<p>No segundo ano do assassinato de Ra\u00fal Reyes e de Iv\u00e1n R\u00edos e da morte natural do Comandante-em-Chefe, Manuel Marulanda V\u00e9lez, os revolucion\u00e1rios devem praticar a solidariedade militante, ativa e frontal com as FARC-EP. O temor, a claudica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o podem ocupar a mente daqueles que lutam pela constru\u00e7\u00e3o de um mundo distinto ao imposto pelo sistema capitalista.<\/p>\n<p>A oligarquia colombiana e o imperialismo pretendem que os povos do mundo internalizem suas mentiras, repetidas constantemente sobre a insurg\u00eancia colombiana.<\/p>\n<p>\u00c9 triste escutar muitas personalidades, supostamente progressistas, assim como organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas aparentemente de esquerda, repetir os argumentos defendidos pela propaganda da oligarquia colombiana e do imperialismo ianque sobre as FARC-EP. Essa gente e esses movimentos que jamais estiveram \u201cao lado do povo que sofre\u201d, no dizer de Che, n\u00e3o merecem nenhuma considera\u00e7\u00e3o por parte dos povos que lutam contra seus inimigos, seus exploradores.<\/p>\n<p>N\u00e3o cabem d\u00favidas de que a propaganda fascista possui um efeito poderoso tamb\u00e9m em grande parte da popula\u00e7\u00e3o, que \u00e9 diariamente intoxicada com mentiras a respeito do movimento guerrilheiro colombiano.<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 vital o desmonte desse discurso e fazer as pessoas conhecerem, nos mais diversos espa\u00e7os, o que realmente \u00e9 a insurg\u00eancia colombiana. Ganhar a hegemonia dos mentirosos oligarcas e imperialistas \u00e9 tarefa fundamental dos revolucion\u00e1rios. A direita tem isso muito claro. Por isso, Uribe e o fantoche Gabriel Silva, atual ministro de Defesa da Col\u00f4mbia, deram ordem \u00e0s suas embaixadas para lan\u00e7ar uma campanha agressiva com o objetivo de denegrir as FARC-EP. Isso ocorreu logo ap\u00f3s ser exibido na Argentina o document\u00e1rio \u201cFARC-EP: a insurg\u00eancia do s\u00e9culo XXI\u201d, onde se apresenta a guerrilha colombiana em sua verdadeira dimens\u00e3o, como for\u00e7a popular, pol\u00edtico-militar, a servi\u00e7o dos pobres.<\/p>\n<p>Guardar sil\u00eancio, permanecer escondidos ou sentados comodamente em frente de um computador num escrit\u00f3rio de trabalho, n\u00e3o \u00e9 digno de quem luta por um mundo melhor. A solidariedade, o respaldo \u00e0 insurg\u00eancia colombiana, n\u00e3o obstante o conhecimento dos riscos que ela implica, produto da persegui\u00e7\u00e3o desatada pelo regime narco-paramilitar dirigido por Uribe, tem que ser a viva voz, como se fez com os revolucion\u00e1rios vietnamitas e argelinos e como se faz com o povo palestino, v\u00edtima dos mais bestiais crimes por parte do Estado sionista de Israel.<\/p>\n<p>Essa solidariedade tamb\u00e9m deve expressar-se com aqueles que s\u00e3o criminalizados por denunciar as viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos cometidos pelo regime fascist\u00f3ide colombiano e por defender a insurg\u00eancia revolucion\u00e1ria, como \u00e9 o caso dos jornalistas Jorge Enrique Botero e Dick Emanuelsson, entre outras e outros coerentes comunicadores e intelectuais sociais.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o melhor tributo \u00e0 Manuel, Ra\u00fal, Iv\u00e1n, Mart\u00edn Caballero, Efra\u00edn Guzm\u00e1n, como tamb\u00e9m aos revolucion\u00e1rios que vem sendo capturados e confinados nos c\u00e1rceres colombianos ou norte-amerianos pelo delito de lutarem pela constru\u00e7\u00e3o da Nova Col\u00f4mbia, como Sonia, Sim\u00f3n Trindad ou Iv\u00e1n Vargas.<\/p>\n<p>Bol\u00edvar Vive! A Luta Continua!<\/p>\n<p>Juramos vencer, venceremos!<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Maria Fernanda M. Scelza<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\n\n\nCr\u00e9dito: http:\/\/www.abpnoticias.com\/\n\n\n\n\npor Dax Toscano Segovia\/MCB Equador\nABP\nO m\u00eas de mar\u00e7o de 2008 possui um significado importante, de grande e profunda dor para a insurg\u00eancia colombiana, para as for\u00e7as revolucion\u00e1rias da Am\u00e9rica Latina e de todo o mundo. Nesse m\u00eas ocorreram as mortes dos Comandantes Ra\u00fal Reyes, Iv\u00e1n R\u00edos e Manuel Marulanda V\u00e9lez. Ra\u00fal foi assassinado em 1\u00ba de mar\u00e7o, ap\u00f3s um bombardeio empreendido contra seu acampamento guerrilheiro localizado em Angostura, na zona de Putumayo. O bombardeio provocou tamb\u00e9m a morte de outras vinte e quatro pessoas, entre elas cinco estudantes mexicanos que estavam no citado local.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/330\"> <\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[37],"tags":[],"class_list":["post-330","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c42-comunistas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-5k","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/330","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=330"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/330\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=330"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=330"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=330"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}