{"id":33040,"date":"2025-07-29T12:48:04","date_gmt":"2025-07-29T15:48:04","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33040"},"modified":"2025-07-29T12:48:04","modified_gmt":"2025-07-29T15:48:04","slug":"mais-uma-vez-sobre-minerios-e-imperialismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33040","title":{"rendered":"Mais uma vez sobre min\u00e9rios e imperialismo"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33041\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33040\/image-6-8\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?fit=920%2C518&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"920,518\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (6)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?fit=300%2C169&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?fit=747%2C421&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-33041\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?resize=747%2C421&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"421\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?resize=900%2C507&amp;ssl=1 900w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?resize=388%2C220&amp;ssl=1 388w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-6-1.png?w=920&amp;ssl=1 920w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p><strong>Prabhat Patnaik<\/strong><\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, que inaugurou o capitalismo industrial no mundo, ocorreu na Gr\u00e3-Bretanha com os t\u00eaxteis de algod\u00e3o \u2013 mas nem a Gr\u00e3-Bretanha nem outros pa\u00edses do norte da Europa podiam cultivar algod\u00e3o em bruto. Em suma, o pr\u00f3prio surgimento do capitalismo industrial dependia de as metr\u00f3poles obterem um fornecimento constante de mat\u00e9rias-primas, independentemente do local onde fossem produzidas. Esta situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o mudou nem um pouco ao longo de todos estes anos. A composi\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no capitalismo metropolitano mudou ao longo do tempo, com novos produtos substituindo os antigos; juntamente com essa mudan\u00e7a, a composi\u00e7\u00e3o das mat\u00e9rias-primas necess\u00e1rias tamb\u00e9m mudou. Mas uma parte substancial dessas mat\u00e9rias-primas continua fora do dom\u00ednio do capitalismo metropolitano e um abastecimento constante desses materiais tem de ser obtido por ele de forma garantida; a necessidade de assegurar esse abastecimento constante fornece um poderoso motivo para o controle imperialista sobre o mundo &#8220;externo&#8221; pelo capitalismo metropolitano.<\/p>\n<p>A economia burguesa tradicional visualiza esses fornecimentos sendo disponibilizados \u00e0 metr\u00f3pole atrav\u00e9s da troca normal de mercadorias. Por outras palavras, presume-se que essas mat\u00e9rias-primas j\u00e1 s\u00e3o produzidas como mercadorias e que o seu fornecimento em quantidades adequadas para satisfazer a procura \u00e9 assegurado atrav\u00e9s de varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os, eliminando qualquer necessidade de exercer o controle imperialista. No entanto, isto pressup\u00f5e que toda a produ\u00e7\u00e3o de todas as mat\u00e9rias-primas j\u00e1 seja realizada em condi\u00e7\u00f5es capitalistas, presumivelmente atrav\u00e9s de empresas de mat\u00e9rias-primas da metr\u00f3pole. Este argumento nega assim a necessidade do imperialismo, assumindo, na pr\u00e1tica, que o imperialismo j\u00e1 permeia o mundo. Ou, dito de outra forma, postula que n\u00e3o h\u00e1 distin\u00e7\u00e3o entre a metr\u00f3pole e o &#8220;exterior&#8221;, uma vez que o &#8220;exterior&#8221; j\u00e1 foi anexado e assimilado pela metr\u00f3pole. A ironia aqui reside no fato de a teoria econ\u00f4mica burguesa procurar argumentar contra a exist\u00eancia do imperialismo, assumindo implicitamente que ele j\u00e1 \u00e9 predominante.<\/p>\n<p>H\u00e1 um segundo argumento frequentemente apresentado pela teoria econ\u00f4mica burguesa contra a tend\u00eancia imperialista do capitalismo. Muitos autores chamam a aten\u00e7\u00e3o para a participa\u00e7\u00e3o extremamente pequena que essas mat\u00e9rias-primas do &#8220;exterior&#8221; t\u00eam no valor total da produ\u00e7\u00e3o da metr\u00f3pole. \u00c9 absurdo, argumentam, sugerir que o capitalismo metropolitano faria um esfor\u00e7o extraordin\u00e1rio para se engajar numa busca pela domina\u00e7\u00e3o imperialista mundial apenas para obter mat\u00e9rias-primas que representam uma propor\u00e7\u00e3o t\u00e3o \u00ednfima do valor total da sua produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A resposta a essa afirma\u00e7\u00e3o foi dada por Harry Magdoff no seu livro The Age of Imperialism, onde ele fez a observa\u00e7\u00e3o crucial de que n\u00e3o se pode obter qualquer manufatura sem o uso de insumos como valores de uso; e isso \u00e9 verdade, por menor que seja o valor de troca desses insumos em rela\u00e7\u00e3o ao valor de troca total do produto. Uma vez que os valores de troca s\u00e3o socialmente determinados, o valor de troca das mat\u00e9rias-primas pode ser reduzido a zero devido ao poder do capital metropolitano; mas o uso f\u00edsico dos insumos para a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 naturalmente determinado e simplesmente n\u00e3o pode ser evitado. E obter esses insumos f\u00edsicos de \u201cfora\u201d \u00e9 uma necessidade primordial para o capitalismo metropolitano. Argumentar, a partir do valor de troca relativamente pequeno incorporado nas mat\u00e9rias-primas, que a sua import\u00e2ncia para a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 insignificante, ou que a aquisi\u00e7\u00e3o do controle sobre as suas fontes de abastecimento \u00e9 de import\u00e2ncia secund\u00e1ria, constitui um erro grave.<\/p>\n<p>Embora tanto as mat\u00e9rias-primas agr\u00edcolas como as culturas alimentares sejam requisitos importantes para o capitalismo metropolitano, que pretende controlar o padr\u00e3o de uso da terra em todo o mundo, de modo a satisfazer as suas necessidades e as da popula\u00e7\u00e3o residente no seu dom\u00ednio, iremos centrar-nos, a seguir, apenas no caso dos minerais. De fato, a natureza cr\u00edtica da depend\u00eancia da metr\u00f3pole das importa\u00e7\u00f5es de minerais do &#8220;exterior&#8221; foi recentemente demonstrada pela experi\u00eancia estadunidense no que diz respeito \u00e0s terras raras.<\/p>\n<p>Contra a amea\u00e7a de Trump de elevar as tarifas sobre as importa\u00e7\u00f5es da China, o governo chin\u00eas anunciou uma morat\u00f3ria tempor\u00e1ria sobre a exporta\u00e7\u00e3o de certos elementos de terras raras para os EUA. Uma vez que a China \u00e9 o maior produtor mundial de terras raras, representando cerca de 70% da produ\u00e7\u00e3o mundial total, e det\u00e9m uma quota ainda maior, cerca de 90%, da capacidade mundial de processamento de terras raras, a suspens\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es chinesas para os EUA colocou estes \u00faltimos numa situa\u00e7\u00e3o realmente dif\u00edcil. N\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o podiam obter terras raras da China, como tamb\u00e9m n\u00e3o podiam obter terras raras suficientes de qualquer outro pa\u00eds para substituir os fornecimentos chineses, uma vez que nenhum outro pa\u00eds produz nem de longe a produ\u00e7\u00e3o da China. Os EUA foram, portanto, for\u00e7ados a negociar com a China tarifas em troca do rein\u00edcio dos fornecimentos de terras raras por parte desta \u00faltima.<\/p>\n<p>No entanto, o ponto a destacar \u00e9 o seguinte: o valor total das importa\u00e7\u00f5es de terras raras dos EUA em 2024 foi de apenas 170 milh\u00f5es de d\u00f3lares. Sendo o valor total das importa\u00e7\u00f5es de todos os bens e servi\u00e7os dos EUA em 2024 de 4,11 milh\u00f5es de milh\u00f5es (trillion) de d\u00f3lares, as importa\u00e7\u00f5es de terras raras representaram apenas cerca de 0,004% do total das importa\u00e7\u00f5es. A diverg\u00eancia entre o valor de uso e o valor de troca n\u00e3o poderia ser mais acentuada do que neste caso: certos elementos minerais que constituem apenas 0,004% das importa\u00e7\u00f5es s\u00e3o, no entanto, de import\u00e2ncia cr\u00edtica em toda uma gama de ind\u00fastrias, desde a eletr\u00f4nica \u00e0 automotiva, passando pelas turbinas e\u00f3licas, \u00edm\u00e3s de alto desempenho e equipamentos m\u00e9dicos, de modo que mesmo uma interrup\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria no seu fornecimento se torna motivo de grande preocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A motiva\u00e7\u00e3o que isso proporciona para a expans\u00e3o imperialista tamb\u00e9m fica clara neste caso. A fim de reduzir a depend\u00eancia do fornecimento chin\u00eas de terras raras, os EUA est\u00e3o explorando outras fontes poss\u00edveis, como a Groenl\u00e2ndia. \u00c9 claro que o interesse estadunidense na Groenl\u00e2ndia se estende a toda uma gama de outros produtos minerais, n\u00e3o apenas aos elementos de terras raras; mas a interrup\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria do fornecimento de terras raras pela China deu um impulso a essa busca imperialista pela Groenl\u00e2ndia. Essas fontes alternativas de abastecimento nunca poder\u00e3o substituir totalmente a China, uma vez que esta possui cerca de metade das reservas mundiais de elementos de terras raras; mas este exemplo resume bem uma motiva\u00e7\u00e3o crucial do imperialismo capitalista.<\/p>\n<p>Esta, com certeza, n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica motiva\u00e7\u00e3o. Rosa Luxemburgo sublinhou corretamente o motivo de mercado do imperialismo, o fato de que a acumula\u00e7\u00e3o sustentada de capital na metr\u00f3pole \u00e9 imposs\u00edvel sem a sua penetra\u00e7\u00e3o nos mercados pr\u00e9-capitalistas situados fora dela, para o que se torna necess\u00e1ria a anexa\u00e7\u00e3o imperialista desses territ\u00f3rios externos. Mas, embora seja poss\u00edvel visualizar est\u00edmulos externos para o setor capitalista al\u00e9m dos mercados pr\u00e9-capitalistas, como por exemplo a procura proveniente do pr\u00f3prio Estado capitalista dentro deste modo de produ\u00e7\u00e3o (embora a import\u00e2ncia deste est\u00edmulo alternativo diminua na era da globaliza\u00e7\u00e3o), n\u00e3o pode haver fontes substitutas para todas as mat\u00e9rias-primas necess\u00e1rias ao capitalismo metropolitano dentro do pr\u00f3prio capitalismo metropolitano. A busca por mat\u00e9rias-primas, incluindo minerais, fornece portanto um motivo permanente para o imperialismo capitalista.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 surpreendente que a luta realmente intensa lan\u00e7ada pelos pa\u00edses capitalistas avan\u00e7ados contra os pa\u00edses do Sul global tenha ocorrido quando estes, ap\u00f3s sua descoloniza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, buscaram alcan\u00e7ar a descoloniza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica atrav\u00e9s da aquisi\u00e7\u00e3o do controle sobre seus recursos naturais, incluindo suas riquezas minerais. Os golpes de Estado engendrados pelo imperialismo contra Mossadegh no Ir\u00e3, Arbenz na Guatemala, Allende no Chile e Lumumba no Congo estavam ligados aos planos desses l\u00edderes de adquirir o controle sobre os recursos naturais dos seus respectivos pa\u00edses, incluindo, na maioria dos casos, a riqueza mineral.<\/p>\n<p>A imposi\u00e7\u00e3o de regimes neoliberais no Sul global, sob os quais o controle dos recursos naturais deste \u00faltimo voltou em muitos casos para o capital metropolitano, proporcionou um arranjo imperial mais est\u00e1vel e fi\u00e1vel. Isso obviou, em certa medida, a necessidade de tais golpes; as restri\u00e7\u00f5es estruturais impostas a esses pa\u00edses passaram a desempenhar o papel que as mudan\u00e7as de governo desempenhavam anteriormente. Mas com a ordem neoliberal entrando em crise e a tentativa do imperialismo estadunidense de enfrentar essa crise impondo a outros pa\u00edses uma pol\u00edtica unilateral de &#8220;empobrecer o vizinho&#8221;, especialmente os do Sul global, as coisas come\u00e7am a mudar. A resist\u00eancia anti-imperialista destes pa\u00edses se tornar\u00e1 mais forte nesta nova situa\u00e7\u00e3o; e a sua luta pela recupera\u00e7\u00e3o do controle sobre seus recursos naturais, incluindo minerais, se tornar\u00e1 mais poderosa nos pr\u00f3ximos tempos. A crise do capitalismo torna assim o imperialismo mais vulner\u00e1vel e, portanto, ainda mais cruel.<\/p>\n<p>27\/Julho\/2025<\/p>\n<p>[*] Economista, indiano, ver Wikipedia<br \/>\nO original encontra-se em <a href=\"http:\/\/peoplesdemocracy.in\/2025\/0727_pd\/once-more-minerals-and-imperialism\">peoplesdemocracy.in\/2025\/0727_pd\/once-more-minerals-and-imperialism<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33040\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[385,65,10],"tags":[227],"class_list":["post-33040","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-critica-da-economia-politica","category-c78-internacional","category-s19-opiniao","tag-5a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8AU","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33040","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33040"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33040\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33042,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33040\/revisions\/33042"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33040"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33040"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33040"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}