{"id":33097,"date":"2025-08-15T12:52:15","date_gmt":"2025-08-15T15:52:15","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33097"},"modified":"2025-08-15T12:52:15","modified_gmt":"2025-08-15T15:52:15","slug":"daniel-jadue-e-o-pecado-popular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33097","title":{"rendered":"Daniel Jadue e o \u201cPecado\u201d Popular"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33098\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33097\/jadue-jpg-1140x832_q85_box-0166809757_crop_detail\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Jadue.jpg.1140x832_q85_box-0166809757_crop_detail.jpg?fit=809%2C591&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"809,591\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Jadue.jpg.1140x832_q85_box-0,166,809,757_crop_detail\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Jadue.jpg.1140x832_q85_box-0166809757_crop_detail.jpg?fit=747%2C546&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-33098\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Jadue.jpg.1140x832_q85_box-0166809757_crop_detail.jpg?resize=747%2C546&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"546\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Jadue.jpg.1140x832_q85_box-0166809757_crop_detail.jpg?w=809&amp;ssl=1 809w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Jadue.jpg.1140x832_q85_box-0166809757_crop_detail.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Jadue.jpg.1140x832_q85_box-0166809757_crop_detail.jpg?resize=768%2C561&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>(ou de como o lawfare nos ensina a n\u00e3o dormirmos na Am\u00e9rica Latina)<\/p>\n<p>Diego Aguirre &#8211; Secret\u00e1rio Pol\u00edtico do Regional Exterior do Partido Comunista do Chile<\/p>\n<p>\u2013 Quando eu era crian\u00e7a, me ensinaram que a justi\u00e7a era uma balan\u00e7a: dois pratos perfeitamente equilibrados, um s\u00edmbolo de que, se algu\u00e9m agisse bem, nada de ruim poderia acontecer. Aprendi isso nos livros de Hist\u00f3ria, nas aulas de educa\u00e7\u00e3o c\u00edvica e, claro, nos discursos na escola, onde algum professor, com um senso de solenidade, recitava que \u201cningu\u00e9m est\u00e1 acima da lei\u201d. Hoje, vendo o que est\u00e1 acontecendo no Chile com Daniel Jadue, me pergunto se a balan\u00e7a j\u00e1 n\u00e3o estava quebrada\u2026 ou se, melhor, algu\u00e9m a est\u00e1 inclinando com um dedo invis\u00edvel, algu\u00e9m perfeitamente treinado para isso.<\/p>\n<p>Porque n\u00e3o nos enganemos: o Minist\u00e9rio P\u00fablico pediu pris\u00e3o preventiva e inabilita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica para Jadue, acrescentando acusa\u00e7\u00f5es que, se bem-sucedidas em seu sentido mais amplo, podem se traduzir em penas de at\u00e9 18 anos de pris\u00e3o e proibi\u00e7\u00e3o de exercer cargos p\u00fablicos. Uma pena desproporcionalmente grande para um caso em que, segundo sua defesa, n\u00e3o h\u00e1 enriquecimento il\u00edcito nem preju\u00edzo financeiro, mas sim um debate sobre a gest\u00e3o de recursos em iniciativas municipais de base. Em outras palavras: ele est\u00e1 sendo perseguido como se fosse um criminoso perigoso, quando o que fez foi administrar um munic\u00edpio inc\u00f4modo para os poderes de sempre, multiplicando essa experi\u00eancia em n\u00edvel nacional.<\/p>\n<p>A cena, mais do que um ato de justi\u00e7a, parece um d\u00e9j\u00e0 vu. J\u00e1 o vimos antes, em 2009, em Honduras com Zelaya; em 2012, no Paraguai com Lugo; em 2016, no Brasil com Dilma; em 2018, no Equador com Correa; em 2018, no Brasil com Lula; em 2024, at\u00e9 hoje, no Chile com Daniel, e agora tamb\u00e9m com Cristina na Argentina. Todos diferentes, todos com seus sotaques e maneirismos, mas com uma coincid\u00eancia t\u00e3o clara que poderia passar por um padr\u00e3o: l\u00edderes que promoveram pol\u00edticas populares, que tocaram em r\u00edgidos interesses, que ousaram incomodar aqueles acostumados com que o campo de jogo permanecesse sempre o mesmo\u2026 at\u00e9 que, misteriosamente, os tribunais se tornam os protagonistas da pol\u00edtica.<\/p>\n<p>A esse roteiro foi dado um nome: lawfare. Uma guerra que n\u00e3o usa fuzis ou tanques, mas promotores, arquivos e manchetes de jornais. E, como qualquer guerra, tem sua primeira v\u00edtima: a confian\u00e7a do povo. Porque, quando a justi\u00e7a se sente como uma arma, o que se corr\u00f3i n\u00e3o \u00e9 apenas a reputa\u00e7\u00e3o de um dirigente, mas a pr\u00f3pria ideia de que as regras do jogo s\u00e3o justas.<\/p>\n<p>Em Recoleta, Jadue fez algo que alguns consideraram imperdo\u00e1vel: demonstrar que era poss\u00edvel governar pensando na maioria. Farm\u00e1cias, \u00f3ticas, livrarias, imobili\u00e1rias populares, a pre\u00e7os acess\u00edveis \u2026 pol\u00edticas que n\u00e3o s\u00f3 melhoraram a vida das pessoas, como tamb\u00e9m desafiaram diretamente os neg\u00f3cios de quem ganha a vida lucrando por meio do aumento dos pre\u00e7os dos bens e servi\u00e7os b\u00e1sicos. Foi a\u00ed que come\u00e7ou a d\u00edvida que querem cobrar dele.<\/p>\n<p>Alternativas para manter sua candidatura parlamentar existem, mas est\u00e3o em disputa. No \u00e2mbito judicial e, certamente, no campo pol\u00edtico: a press\u00e3o p\u00fablica e o apoio de seu partido e aliados, que poderiam influenciar o processo para que n\u00e3o fosse usado para cass\u00e1-lo. Porque, embora a lei chilena o impe\u00e7a de ser candidato caso seja condenado por crimes com pena privativa de liberdade, a pris\u00e3o preventiva sem senten\u00e7a transitada em julgado n\u00e3o \u00e9 suficiente para destitu\u00ed-lo automaticamente do cargo\u2026 embora j\u00e1 saibamos que, na pr\u00e1tica, a imagem de um candidato atr\u00e1s das grades pode ser t\u00e3o devastadora quanto uma condena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Portanto, para os progressistas da Am\u00e9rica Latina, o caso de Jadue n\u00e3o \u00e9 apenas um problema local. \u00c9 um alerta com sotaque continental: n\u00e3o basta ganhar elei\u00e7\u00f5es, \u00e9 preciso blindar o sistema democr\u00e1tico contra a manipula\u00e7\u00e3o judicial.. Devemos olhar para Brasil, Equador, Argentina e entender que o que acontece hoje no Chile pode bater \u00e0 porta amanh\u00e3 em qualquer outra cidade, com outro nome e outra bandeira.<\/p>\n<p>Apoiar Daniel Jadue agora envolve mais do que apenas declara\u00e7\u00f5es: significa manter vivo o debate sobre o uso pol\u00edtico da justi\u00e7a, divulgar informa\u00e7\u00f5es verificadas para contrariar a narrativa oficial, mobilizar redes de solidariedade que fa\u00e7am ouvir suas vozes mesmo que tentem silenci\u00e1-las e manter a press\u00e3o social para garantir que o processo seja justo e transparente. Significa entender que, nesses casos, o sil\u00eancio n\u00e3o \u00e9 neutralidade, mas cumplicidade. Porque o que est\u00e1 em jogo n\u00e3o \u00e9 apenas o futuro pol\u00edtico de um l\u00edder, mas o direito do povo de escolher sem um processo judicial escrito com tinta pol\u00edtica marcando seu voto.<\/p>\n<p>No final, talvez a balan\u00e7a da justi\u00e7a ainda esteja l\u00e1, intacta, mas cercada por m\u00e3os tentando empurr\u00e1-la. Nossa tarefa \u00e9 simples e dif\u00edcil ao mesmo tempo: n\u00e3o desviar o olhar, n\u00e3o aceitar o roteiro sem questionar e lembrar que, hoje, as liberdades democr\u00e1ticas n\u00e3o se perdem de um s\u00f3 golpe \u2026 mas sim por pequenas inclina\u00e7\u00f5es que parecem t\u00e9cnicas, mas s\u00e3o pol\u00edticas.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Partido Comunista Brasileiro (PCB)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00e3o original:<\/p>\n<p>Jadue y el \u201cPecado\u201d Popular<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>(O de c\u00f3mo el lawfare nos ense\u00f1a a no dormirnos en Am\u00e9rica Latina)<\/p>\n<p>Cuando era ni\u00f1o, me ense\u00f1aron que la justicia era una balanza: dos platillos perfectamente equilibrados, un s\u00edmbolo de que, si uno actuaba bien, nada malo pod\u00eda pasarle. La aprend\u00ed en los libros de historia, en las lecciones de educaci\u00f3n c\u00edvica y, por supuesto, en los discursos en el colegio, donde alg\u00fan docente, con solemnidad de m\u00e1rmol, recitaba que \u201cnadie est\u00e1 por encima de la ley\u201d. Hoy, viendo lo que ocurre en Chile con Daniel Jadue, me pregunto si la balanza no se habr\u00e1 roto hace tiempo\u2026 o si, m\u00e1s bien, alguien la est\u00e1 inclinando con un dedo invisible, pero perfectamente entrenado para hacerlo.<\/p>\n<p>Porque no nos enga\u00f1emos: la Fiscal\u00eda ha pedido prisi\u00f3n preventiva e inhabilidad pol\u00edtica para Jadue, sumando cargos que, de prosperar en su m\u00e1xima expresi\u00f3n, podr\u00edan traducirse en penas que llegan a los 18 a\u00f1os de c\u00e1rcel y una inhabilidad para ejercer cargos p\u00fablicos. Un castigo de calibre desproporcionado para un caso en el que, seg\u00fan su defensa, no hay enriquecimiento il\u00edcito ni da\u00f1o patrimonial personal, sino un debate sobre la gesti\u00f3n de recursos en iniciativas municipales populares. En otras palabras: se le persigue como si fuera un criminal peligroso, cuando lo que hizo fue gestionar un municipio inc\u00f3modo para los poderes de siempre y multiplicando esa experiencia a nivel nacional.<\/p>\n<p>La escena, m\u00e1s que un acto de justicia parece un d\u00e9j\u00e0 vu. Lo vimos antes, en 2009 en Honduras con Zelaya, en 2012 en Paraguay con Lugo, en Brasil 2016 con Dilma, en 2018 en Ecuador con Correa, en 2022 en Brasil con Lula, en 2024 hasta la fecha en Chile con Daniel y ahora tambi\u00e9n con Cristina en Argentina. Todos distintos, todos con sus acentos y formas, pero con una coincidencia tan clara que podr\u00eda pasar por un patr\u00f3n: l\u00edderes que impulsaron pol\u00edticas populares, que tocaron intereses duros, que se atrevieron a molestar a quienes est\u00e1n acostumbrados a que el tablero se mantenga siempre igual\u2026 hasta que, misteriosamente, los tribunales se convierten en protagonistas de la pol\u00edtica.<\/p>\n<p>A ese libreto le han puesto nombre: lawfare. Una guerra que no usa fusiles ni tanques, sino fiscales, expedientes y portadas de diario. Y como toda guerra, tiene su primera v\u00edctima: la confianza de la gente. Porque cuando la justicia se siente como un arma, lo que se erosiona no es solo la reputaci\u00f3n de un dirigente, sino la idea misma de que las reglas del juego son justas.<br \/>\nEn Recoleta, Jadue hab\u00eda hecho algo que para algunos fue imperdonable: demostrar que se pod\u00eda gobernar pensando en la mayor\u00eda. Farmacias, \u00d3pticas, Librer\u00edas, Inmobiliarias Populares precios de vecino\u2026 pol\u00edticas que no solo mejoraban la vida de la gente, sino que cuestionaban directamente el negocio de quienes viven de encarecer lo b\u00e1sico. Ah\u00ed empez\u00f3 la deuda que hoy le quieren cobrar.<\/p>\n<p>Las alternativas para mantener su candidatura parlamentaria existen, pero est\u00e1n bajo reloj. A nivel judicial, y por supuesto, la carta pol\u00edtica: la presi\u00f3n p\u00fablica y el respaldo de su partido y aliados, que podr\u00eda influir en que el proceso no se use para despojarlo de su derecho a competir. Porque, si bien la ley chilena impide ser candidato estando condenado por delitos con pena aflictiva, la prisi\u00f3n preventiva sin sentencia firme no basta para bajarlo autom\u00e1ticamente\u2026 aunque ya sabemos que, en la pr\u00e1ctica, la imagen de un candidato tras las rejas puede ser tan demoledora como una condena.<\/p>\n<p>Por eso, para los progresistas de Am\u00e9rica Latina, el caso de Jadue no es solo un problema local. Es una advertencia con acento continental: no basta con ganar elecciones, hay que blindar la democracia frente a la manipulaci\u00f3n judicial. Hay que mirar a Brasil, a Ecuador, a Argentina, y entender que lo que le pasa hoy a Chile podr\u00eda tocar la puerta ma\u00f1ana en cualquier otra ciudad, con otro nombre y otra bandera.<\/p>\n<p>Apoyarlo ahora implica m\u00e1s que declaraciones: significa mantener vivo el debate sobre el uso pol\u00edtico de la justicia, difundir informaci\u00f3n verificada para contrarrestar la narrativa oficial, movilizar redes solidarias que mantengan su voz presente incluso si intentan silenciarla, y sostener presi\u00f3n social para que el proceso sea justo y transparente. Es entender que, en estos casos, el silencio no es neutralidad, sino complicidad. Porque lo que est\u00e1 en juego no es solo el futuro pol\u00edtico de un dirigente, sino el derecho de los pueblos a elegir sin que un expediente judicial escrito con tinta pol\u00edtica les marque el voto.<\/p>\n<p>Al final, quiz\u00e1 la balanza de la justicia todav\u00eda est\u00e9 ah\u00ed, intacta, pero rodeada de manos que intentan empujarla. Nuestra tarea es simple y dif\u00edcil a la vez: no apartar la vista, no aceptar el guion sin cuestionarlo, y recordar que hoy la democracia no se pierde de un golpe\u2026 sino a punta de peque\u00f1as inclinaciones que parecen t\u00e9cnicas, pero son pol\u00edticas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33097\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[8,87,37,242,65,9,146,10],"tags":[228],"class_list":["post-33097","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-america-latina","category-c100-chile","category-c42-comunistas","category-eipco","category-c78-internacional","category-s10-internacional","category-internacionalismo","category-s19-opiniao","tag-5b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8BP","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33097","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33097"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33097\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33099,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33097\/revisions\/33099"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33097"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33097"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33097"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}