{"id":33113,"date":"2025-08-27T11:50:05","date_gmt":"2025-08-27T14:50:05","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33113"},"modified":"2025-08-27T11:50:05","modified_gmt":"2025-08-27T14:50:05","slug":"contra-as-agressoes-e-chantagens-dos-eua-abaixo-o-imperialismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33113","title":{"rendered":"Contra as agress\u00f5es e chantagens dos EUA! Abaixo o imperialismo!"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33114\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33113\/sem-titulo-19\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Sem-titulo.jpg?fit=957%2C1022&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"957,1022\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Sem t\u00edtulo\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Sem-titulo.jpg?fit=747%2C798&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-33114\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Sem-titulo.jpg?resize=747%2C798&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"798\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Sem-titulo.jpg?resize=843%2C900&amp;ssl=1 843w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Sem-titulo.jpg?resize=281%2C300&amp;ssl=1 281w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Sem-titulo.jpg?resize=768%2C820&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Sem-titulo.jpg?w=957&amp;ssl=1 957w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Charge: Mauro Iasi<\/p>\n<p>Nota Pol\u00edtica do Comit\u00ea Central do PCB<\/p>\n<p>O Partido Comunista Brasileiro (PCB), reunido nos dias 15 e 16 de agosto, avalia que estamos vivendo uma conjuntura internacional e nacional complexa, imponder\u00e1vel e desafiadora, marcada por tr\u00eas elementos centrais: a) o decl\u00ednio relativo dos EUA como principal pot\u00eancia do sistema imperialista diante da ascens\u00e3o de novos p\u00f3los como a China e, militarmente, a R\u00fassia; b) a a\u00e7\u00e3o imprevis\u00edvel e agressiva do governo Trump, buscando reverter esse decl\u00ednio; c) ataques e provoca\u00e7\u00f5es dirigidos ao Brasil pelo imperialismo estadunidense, como parte de sua estrat\u00e9gia global de recuperar a hegemonia.<\/p>\n<p>O governo Trump, express\u00e3o de um setor majorit\u00e1rio das classes dominantes de seu pa\u00eds, foi al\u00e7ado ao poder com a miss\u00e3o de enfrentar tr\u00eas tarefas estrat\u00e9gicas: reestruturar a ordem econ\u00f4mica internacional diante da emerg\u00eancia da China, dos BRICs e militarmente da R\u00fassia; reverter o decl\u00ednio do poderio econ\u00f4mico imperialista estadunidense e reindustrializar o pa\u00eds, buscando recuperar sua antiga supremacia econ\u00f4mica conquistada no p\u00f3s Segunda Guerra Mundial, materializada no papel do d\u00f3lar norte-americano no sistema monet\u00e1rio internacional.<\/p>\n<p>Para alcan\u00e7ar esses objetivos, Trump vem impondo uma pol\u00edtica truculenta, que combina amea\u00e7as, chantagens e intimida\u00e7\u00f5es. Age como um negociante que busca desorientar o advers\u00e1rio para impor acordos a partir de posi\u00e7\u00f5es de for\u00e7a. Sua t\u00e1tica, aparentemente irracional, esconde um m\u00e9todo: explorar o caos e a instabilidade para reposicionar o imperialismo estadunidense.<\/p>\n<p>Os exemplos recentes s\u00e3o ilustrativos: envio de tropas e submarinos ao Caribe, amea\u00e7as diretas \u00e0 Venezuela, ataque militar ao Ir\u00e3, press\u00f5es tarif\u00e1rias sobre mais de 90 pa\u00edses, imposi\u00e7\u00e3o aos europeus de aumento de 5% do PIB em gastos militares e tentativa de impor aos aliados uma sa\u00edda para a guerra na Ucr\u00e2nia negociada entre Trump e Putin no Alasca. Essa conduta revela que Trump busca concentrar em suas pr\u00f3prias m\u00e3os a iniciativa pol\u00edtica, agindo como o chefe que imp\u00f5e disciplina a seus subordinados para salvar o sistema.<\/p>\n<p>No entanto, a estrat\u00e9gia de Trump enfrenta contradi\u00e7\u00f5es profundas. A reindustrializa\u00e7\u00e3o dos EUA n\u00e3o pode ser alcan\u00e7ada apenas com tarifas protecionistas, t\u00edpicas de uma pol\u00edtica mercantilista do passado. Num cen\u00e1rio marcado pela intelig\u00eancia artificial, rob\u00f3tica, engenharia gen\u00e9tica e computa\u00e7\u00e3o qu\u00e2ntica, os EUA, com essa pol\u00edtica, n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de alcan\u00e7ar a China, que tende a ampliar ainda mais sua vantagem tecnol\u00f3gica e industrial.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a pol\u00edtica de san\u00e7\u00f5es generalizadas contra o mundo est\u00e1 condenada ao fracasso. Diferente da \u00e9poca da consolida\u00e7\u00e3o da hegemonia estadunidense no p\u00f3s-guerra ou do per\u00edodo ap\u00f3s a queda da URSS, hoje existem m\u00faltiplos polos econ\u00f4micos e pol\u00edticos, como a China, os BRICS e as articula\u00e7\u00f5es regionais na \u00c1sia e no Sul Global, que dificultam a imposi\u00e7\u00e3o unilateral dos EUA.<\/p>\n<p>No plano interno, Trump acumula inimigos em virtude de sua pol\u00edtica autorit\u00e1ria e obscurantista: atacou universidades, demitiu milhares de trabalhadores, extinguiu \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, decretou interven\u00e7\u00e3o em Washington, intensificou a repress\u00e3o estatal e a ofensiva ideol\u00f3gica racista contra a popula\u00e7\u00e3o negra, latina e imigrante, busca sistematicamente a destrui\u00e7\u00e3o de direitos reprodutivos e sociais das mulheres, opera o desmonte de diversos direitos trabalhistas, est\u00e1 tentando manipular o mapa eleitoral e apoia abertamente o genoc\u00eddio do povo palestino. A agressiva, racista e ultraxen\u00f3foba pol\u00edtica anti-imigrantes est\u00e1 lhe valendo a oposi\u00e7\u00e3o frontal at\u00e9 mesmo de segmentos historicamente alinhados \u00e0 direita estadunidense, como os cubanos autoexilados da Fl\u00f3rida. Essa conduta vem gerando cis\u00f5es no bloco das classes dominantes e forte descontentamento popular, com destaque para a juventude, que se levanta em protestos massivos contra seu governo.<\/p>\n<p>Assim, a pol\u00edtica trumpista, embora tenha obtido \u00eaxitos parciais, carrega em si o germe de seu pr\u00f3prio fracasso. O risco maior est\u00e1 justamente na rea\u00e7\u00e3o do setor das classes dominantes que a sustenta, diante de um poss\u00edvel colapso dessa estrat\u00e9gia. A hist\u00f3ria demonstra que nenhum imperialismo se rendeu sem recorrer \u00e0 viol\u00eancia. Portanto, n\u00e3o est\u00e1 descartada a possibilidade de guerras em v\u00e1rias regi\u00f5es do planeta, nem mesmo a escalada para uma terceira guerra mundial.<\/p>\n<p>O Partido Comunista Brasileiro alerta que a conjuntura internacional, marcada pela ofensiva imperialista estadunidense encontra, em nosso pa\u00eds, um terreno f\u00e9rtil para provoca\u00e7\u00f5es e riscos que n\u00e3o podem ser subestimados, muito al\u00e9m da trai\u00e7\u00e3o entreguista do n\u00facleo do bolsonarismo prestes a ver seu l\u00edder condenado e preso. Estamos diante de uma escalada agressiva do governo Trump, atrav\u00e9s de ultimatos, provoca\u00e7\u00f5es e exig\u00eancias feitas exatamente para o Brasil n\u00e3o aceitar e, dessa forma, justificar a escalada de san\u00e7\u00f5es, podendo inclusive evoluir para bloqueios econ\u00f4micos e desestabiliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica interna.<\/p>\n<p>Essa escalada contra o Brasil decorre de um fato estrat\u00e9gico: como os Estados Unidos n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de enquadrar economicamente a China nem militarmente a R\u00fassia, elegeram nosso pa\u00eds como um verdadeiro laborat\u00f3rio de teste de sua pol\u00edtica imperialista. O Brasil \u00e9 alvo priorit\u00e1rio por algumas raz\u00f5es fundamentais: nossa posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica distante dos demais pa\u00edses que integram os BRICS e muito pr\u00f3xima dos EUA; o pa\u00eds n\u00e3o tem for\u00e7a militar capaz de se contrapor aos Estados Unidos; o Brasil tem uma economia entrela\u00e7ada com os fluxos financeiros e comerciais controlados pelo capital estadunidense; as reservas cambiais est\u00e3o em bancos e t\u00edtulos dos EUA; al\u00e9m disso, o Brasil faz parte dos BRICS, que se tornou um bloco de pa\u00edses considerados inimigos por Trump em virtude de seu peso econ\u00f4mico e pol\u00edtico na conjuntura internacional.<\/p>\n<p>A ofensiva externa encontra cumplicidade interna. O Brasil conta com uma poderosa quinta coluna, infiltrada no parlamento, em governos estaduais e municipais e em setores do aparato institucional, que agem como correia de transmiss\u00e3o dos interesses dos Estados Unidos. Tais setores defendem abertamente as medidas impostas por Trump e trabalham contra os interesses do povo brasileiro. Apesar dessa press\u00e3o, existe um sentimento na maioria da popula\u00e7\u00e3o de que o Brasil n\u00e3o deve aceitar os ultimatos do presidente dos Estados Unidos. Este descontentamento, no entanto, est\u00e1 longe de se manifestar em mobiliza\u00e7\u00f5es anti-imperialistas. O governo Lula tem reafirmado a soberania nacional e buscado adotar medidas paliativas, como pacotes de socorro econ\u00f4mico a setores empresariais prejudicados pelo tarifa\u00e7o de Trump. Entretanto, do ponto de vista pol\u00edtico, tem se limitado a reuni\u00f5es de c\u00fapula e acordos com fra\u00e7\u00f5es da burguesia, sem enfrentar de maneira decisiva a natureza do ataque imperialista. O PCB afirma com clareza: resist\u00eancia ao imperialismo sem mobiliza\u00e7\u00e3o popular \u00e9 suic\u00eddio. N\u00e3o se pode confiar na coer\u00eancia da burguesia brasileira, historicamente associada ao grande capital internacional e que, em todas as crises decisivas, se colocou ao lado do imperialismo contra os interesses do povo trabalhador.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, nenhuma medida foi tomada para atender a demanda dos trabalhadores e das trabalhadoras. Nesse sentido, o PCB reafirma a import\u00e2ncia e a necessidade da luta em defesa das pautas da classe trabalhadora, como a revoga\u00e7\u00e3o do arcabou\u00e7o fiscal e das contrarreformas, a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho para 30 horas sem redu\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio e pelo fim da escala seis por um, defesa das riquezas naturais e do meio ambiente, quebra das patentes farmac\u00eauticas dos EUA, monop\u00f3lio das terras raras, taxa\u00e7\u00e3o das grandes fortunas e redirecionamento dos produtos sancionados para o mercado interno e a merenda escolar.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental compreender a dimens\u00e3o do ataque. O que o imperialismo dos EUA fez com a Venezuela, com o Ir\u00e3 e com a R\u00fassia deve servir de alerta. Outros aspectos igualmente perigosos s\u00e3o a ofensiva imperialista sobre os direitos reprodutivos das mulheres e o est\u00edmulo \u00e0s pol\u00edticas racistas de refor\u00e7o do punitivismo, da guerra \u00e0s drogas e da criminaliza\u00e7\u00e3o da pobreza, que encontram resson\u00e2ncia na quinta coluna interna representada pelo neofascismo bolsonarista. Os trabalhadores e as trabalhadoras n\u00e3o podemos subestimar at\u00e9 onde o imperialismo dos EUA \u00e9 capaz de ir para defender seus interesses. Por isso, temos que estar organizados e mobilizados para enfrentar todos os cen\u00e1rios.<\/p>\n<p>Para enfrentar a crise, n\u00e3o basta o jogo diplom\u00e1tico ou a negocia\u00e7\u00e3o empresarial. \u00c9 hora de as for\u00e7as de esquerda apontarem na dire\u00e7\u00e3o que o governo de concilia\u00e7\u00e3o n\u00e3o seguir\u00e1, isto \u00e9, chamar o povo \u00e0s ruas. \u00c9 hora de convocar as organiza\u00e7\u00f5es sindicais, populares e a juventude para uma ampla mobiliza\u00e7\u00e3o, capaz de enfrentar o imperialismo de maneira decidida, com o povo trabalhador em movimento. A luta n\u00e3o pode ficar restrita a gabinetes: ela deve ser travada pela for\u00e7a organizada do povo nas ruas, nas redes sociais, nos locais de trabalho, moradia e estudo.<\/p>\n<p>Do ponto de vista econ\u00f4mico, \u00e9 imperativo cobrar do governo que as medidas emergenciais n\u00e3o se restrinjam ao apoio ao grande capital monopolista exportador e ao agroneg\u00f3cio, defendendo o fim do arcabou\u00e7o fiscal, para que o Estado possa investir em produ\u00e7\u00e3o, mais e melhores empregos, na amplia\u00e7\u00e3o dos estoques reguladores, servi\u00e7os p\u00fablicos dignos e prote\u00e7\u00e3o social. \u00c9 preciso denunciar que o Brasil sofre uma sangria financeira com as reservas \u00e0 merc\u00ea de bloqueios estrangeiros, sendo necess\u00e1ria a transfer\u00eancia imediata dos recursos para institui\u00e7\u00f5es fora do controle estadunidense. N\u00e3o \u00e9 razo\u00e1vel deixar mais de U$ 380 bilh\u00f5es sob a guarda do inimigo, sujeito a bloqueio e confisco. No campo internacional, o Brasil deve ampliar suas rela\u00e7\u00f5es internacionais para al\u00e9m da esfera de controle dos EUA, fortalecendo os BRICS e ampliando as rela\u00e7\u00f5es bilaterais com pa\u00edses que apresentam contradi\u00e7\u00f5es com o imperialismo estadunidense.<\/p>\n<p>Diante dessa conjuntura, o PCB alerta que n\u00e3o s\u00f3 o Brasil, mas os povos do mundo devem refor\u00e7ar a luta anti-imperialista, ampliar a solidariedade internacional e preparar-se para resistir \u00e0s aventuras b\u00e9licas do imperialismo dos EUA. O destino da humanidade n\u00e3o pode ser submetido \u00e0 irracionalidade de uma classe dominante em decl\u00ednio, disposta a sacrificar a pr\u00f3pria esp\u00e9cie humana para preservar seus privil\u00e9gios. Para construir a resist\u00eancia anti-imperialista no Brasil, o PCB prop\u00f5e a forma\u00e7\u00e3o de uma Frente de Mobiliza\u00e7\u00e3o Popular, capaz de unificar sindicatos, movimentos populares, organiza\u00e7\u00f5es estudantis e for\u00e7as progressistas em torno da defesa da soberania nacional e popular e do enfrentamento decidido ao imperialismo dos EUA. Somente com o povo organizado poderemos resistir \u00e0 escalada agressiva de Trump e transformar esta crise em trincheira para a retomada da luta popular em favor dos direitos e interesses do povo trabalhador brasileiro.<\/p>\n<p>Resistir nas ruas \u00e0s chantagens imperialistas!<br \/>\nSEM ANISTIA! Pris\u00e3o para Bolsonaro e seus c\u00famplices e apoiadores!<br \/>\nToda solidariedade aos povos atacados pelo imperialismo!<br \/>\nEm defesa do povo palestino e de Cuba Socialista!<br \/>\nPelo Poder Popular no rumo do Socialismo!<\/p>\n<p>Comit\u00ea Central do PCB<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33113\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[73,9,146,26],"tags":[219,246],"class_list":["post-33113","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c86-anti-imperialismo","category-s10-internacional","category-internacionalismo","category-c25-notas-politicas-do-pcb","tag-manchete","tag-np"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8C5","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33113","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33113"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33113\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33115,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33113\/revisions\/33115"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33113"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33113"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33113"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}