{"id":33340,"date":"2025-11-14T18:21:56","date_gmt":"2025-11-14T21:21:56","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33340"},"modified":"2025-11-14T18:21:56","modified_gmt":"2025-11-14T21:21:56","slug":"caos-na-saude-de-campo-grande-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33340","title":{"rendered":"Caos na sa\u00fade de Campo Grande (MS)"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33341\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33340\/sem-titulo-22\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Sem-titulo.jpg?fit=1080%2C1160&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1080,1160\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Sem t\u00edtulo\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Sem-titulo.jpg?fit=747%2C802&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-large wp-image-33341\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Sem-titulo.jpg?resize=747%2C802&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"802\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Sem-titulo.jpg?resize=838%2C900&amp;ssl=1 838w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Sem-titulo.jpg?resize=279%2C300&amp;ssl=1 279w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Sem-titulo.jpg?resize=768%2C825&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Sem-titulo.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>NOTA DO COMIT\u00ca REGIONAL DO PCB EM MATO GROSSO DO SUL SOBRE A CRISE NA SA\u00daDE P\u00daBLICA DE CAMPO GRANDE<\/p>\n<p>Em defesa dos trabalhadores e das trabalhadoras do SUS de Campo Grande, uni-vos!<\/p>\n<p>Adriane Lopes busca fortalecer as elites com sua pol\u00edtica de precariza\u00e7\u00e3o e morte. A sa\u00edda? A organiza\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora!<\/p>\n<p>No Centro-Oeste, entre as famosas terras pantaneiras e o vasto cerrado, existe uma cidade peculiar. Aos viajantes desavisados, n\u00e3o deixem a &#8220;cara de interior&#8221; confundir: Campo Grande \u00e9 a capital de Mato Grosso do Sul. Talvez pela baixa densidade habitacional (cerca de 111 habitantes por km\u00b2, em contraste com os quase 5000 habitantes por km\u00b2 de S\u00e3o Paulo), pela escassez de grandes pr\u00e9dios (t\u00e3o comuns nas &#8220;cidades grandes&#8221;) ou pelo ritmo pacato que dita a rotina do campo-grandense, a cidade hoje governada pela prefeita Adriane Lopes (PP) \u00e9 tida como um lugar tranquilo e interiorano. Entretanto, por baixo dessa maquiagem, a autoproclamada &#8220;Capital do Agro&#8221; grita sua &#8220;capitalidade&#8221;: Campo Grande \u00e9 mais um centro estruturado de domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica das elites &#8211; agr\u00e1rias, empresariais e fundamentalistas &#8211; contra o povo trabalhador.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos &#8211; e, mais especificamente, nos \u00faltimos meses &#8211; a Cidade Morena t\u00eam sido palco de uma cruel trag\u00e9dia a qual nem gregos, tampouco Shakespeare seriam capazes de escrever. Trata-se de uma composi\u00e7\u00e3o vil que, di\u00e1ria e exponencialmente, adoece e mata o povo trabalhador campo-grandense. Desde os acidentes causados pelas crateras nos asfaltos; passando pela deplor\u00e1vel situa\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico, cada vez mais caro e decadente, e pelo desfinanciamento da cultura; chegando, enfim, ao desmonte completo da sa\u00fade p\u00fablica, a gest\u00e3o de Adriane Lopes tem um objetivo: fortalecer as elites, \u00e0s custas de sangue e suor da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>QUEM \u00c9 ADRIANE LOPES?<\/p>\n<p>Atual prefeita de Campo Grande, Adriane (PP) entrou para o cen\u00e1rio da pol\u00edtica campo-grandense ao disputar e vencer as elei\u00e7\u00f5es municipais de 2016 como vice-prefeita de Marcos Trad (PSD), assumindo a prefeitura a partir de 2022 ap\u00f3s a sa\u00edda de Trad para disputar o governo do estado. Sem nenhum percurso pol\u00edtico pr\u00e9vio digno de nota, Adriane \u00e9 casada com o deputado estadual L\u00eddio Lopes; em 2016, L\u00eddio era presidente regional do Partido Patriotas e a candidatura de Adriane, escondida na justificativa de uma &#8220;forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica em gest\u00e3o&#8221;, se deu como mais uma articula\u00e7\u00e3o de poder entre os partidos de direita. Al\u00e9m disso, a ent\u00e3o candidata a vice-prefeita tamb\u00e9m ocupava uma posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para ganho de votos &#8211; em entrevista ao Campo Grande News em 2016, Ant\u00f4nio Lacerda, \u00e0 \u00e9poca presidente estadual do PSD, destacou que &#8220;Adriane realiza projetos sociais e faz parte da comunidade evang\u00e9lica&#8221;.<\/p>\n<p>Assim sendo, n\u00e3o \u00e9 surpresa que, ap\u00f3s sua reelei\u00e7\u00e3o em 2025, a atual prefeita tenha empregado em diferentes setores pelo menos 10 pastores da igreja que frequenta junto a seu esposo (a Assembleia de Deus Miss\u00f5es &#8211; ADM). H\u00e1 sal\u00e1rios que alcan\u00e7am mais de R$ 12 mil, como nos casos de Emerson Irala de Souza, superintendente de Gest\u00e3o Administrativa, e Ciro Vieira Ferreira, diretor da AGETRAN. De forma similar, Adriane tamb\u00e9m privilegia familiares: sua co-cunhada, Thelma Nogueira Lopes, foi presenteada com a chefia da Casa Civil e com um sal\u00e1rio de mais de R$ 37.000.<\/p>\n<p>Bolsonarista assumida, a prefeita tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel por nomear as digital influencers fascistas e &#8220;anti-feministas&#8221; Viviane Tobias e Juliana Gaioso, respectivamente para as Secretarias da Mulher e da Casa Civil. Cabe refor\u00e7ar o \u00f3bvio: nenhuma das duas possui qualquer forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica adequada para ocupar seus respectivos cargos, ainda assim, mensalmente recebem verba p\u00fablica em seus sal\u00e1rios &#8211; no caso de Juliana, a remunera\u00e7\u00e3o bruta atinge R$ 12.118. E, para al\u00e9m de fundamentalistas religiosos, familiares, pastores de sua pr\u00f3pria igreja e agitadoras bolsonaristas, Adriane tamb\u00e9m possui liga\u00e7\u00f5es importantes com o setor empresarial. A exemplo, sua vice, Camila Nascimento, \u00e9 filiada ao Avante, mesmo partido ao qual pertence o empres\u00e1rio mineiro Raphael Eduardo de Melo e Silva. Raphael \u00e9 dono da empresa Objetiva Projetos e Servi\u00e7os, que comp\u00f5e o Cons\u00f3rcio Pantanal Engenharia, cujo contrato com a prefeitura ganhou 25% de reajuste aumentando o repasse em R$ 3.1 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>N\u00e3o poderia ser mais caricato: a capital de Mato Grosso do Sul \u00e9 dominada por uma coaliz\u00e3o de fundamentalistas religiosos, ruralistas, neofascistas e empres\u00e1rios. Diante disso, fica claro que a gest\u00e3o Adriane Lopes defende muitos interesses, e nenhum deles corresponde aos nossos, aos interesses da classe trabalhadora e do povo de Campo Grande. Adriane Lopes usa a estrutura e os recursos p\u00fablicos da Prefeitura Municipal a favor das elites e contra a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O COLAPSO DA SA\u00daDE P\u00daBLICA<\/p>\n<p>Como descrito inicialmente, os \u00faltimos anos e meses t\u00eam evidenciado e agravado cada vez mais um cen\u00e1rio de completo caos na sa\u00fade p\u00fablica. \u00c9 recorrente a falta de medica\u00e7\u00f5es, exames e insumos, colocando em risco tanto pessoas usu\u00e1rias quanto trabalhadoras do Sistema \u00danico de Sa\u00fade. A demora no atendimento pr\u00e9-hospitalar de emerg\u00eancia pelo SAMU, somada \u00e0 superlota\u00e7\u00e3o das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e dos hospitais, leva a filas de pessoas aguardando por leitos, cirurgias e exames &#8211; muitas das quais, infelizmente, morrem antes de conseguir o atendimento de que necessitavam. O Coletivo de M\u00e3es At\u00edpicas tamb\u00e9m denunciou recentemente a falta de itens b\u00e1sicos como fralda e alimenta\u00e7\u00e3o para crian\u00e7as com defici\u00eancia, culminando em um processo de adoecimento acentuado dessas fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Enquanto a popula\u00e7\u00e3o geral sofre com a escassez, a demora e o descaso, as pessoas trabalhadoras do SUS &#8211; enfermeiras, m\u00e9dicas, assistentes sociais, t\u00e9cnicas de enfermagem, t\u00e9cnicas-administrativas, etc. &#8211; adoecem prestando os servi\u00e7os mesmo sem m\u00ednimas condi\u00e7\u00f5es de trabalho. A falta de materiais b\u00e1sicos de biosseguran\u00e7a &#8211; como luvas, algod\u00e3o, \u00e1lcool, caixas de descarte para agulhas e seringas &#8211; implica diretamente em riscos \u00e0 sa\u00fade desses trabalhadores e trabalhadoras; al\u00e9m disso, a baixa remunera\u00e7\u00e3o obriga muitos profissionais a realizar plant\u00f5es adicionais para complementar sua renda, intensificando o desgaste f\u00edsico e mental e, portanto, agravando seu adoecimento.<\/p>\n<p>H\u00e1 poucos meses, profissionais de uma unidade de sa\u00fade foram obrigados a seguir trabalhando e atendendo a popula\u00e7\u00e3o mesmo sem abastecimento de \u00e1gua na unidade, situa\u00e7\u00e3o que durou cinco dias. Mais recentemente, foi publicado o Decreto n\u00ba 16.440, reduzindo pela metade os valores de produtividade e as bonifica\u00e7\u00f5es de plant\u00f5es eventuais em feriados, fins de semana e pontos facultativos, o que implica diretamente na redu\u00e7\u00e3o da remunera\u00e7\u00e3o dos profissionais.<\/p>\n<p>Sem remunera\u00e7\u00e3o adequada, sem seguran\u00e7a, sem condi\u00e7\u00f5es de trabalho e, por vezes, agredidos pela mesma popula\u00e7\u00e3o que lutam para continuar atendendo, as pessoas trabalhadoras do SUS em Campo Grande padecem progressivamente. Mesmo entre m\u00e9dicos, categoria que outrora j\u00e1 se viu beneficiada e elitizada, a precariza\u00e7\u00e3o trabalhista se imp\u00f5e. At\u00e9 hoje, a Secretaria de Sa\u00fade (SESAU) n\u00e3o paga adicional de insalubridade e, atrav\u00e9s de um esquema de contratos semestrais, n\u00e3o concede o direito a f\u00e9rias aos m\u00e9dicos convocados.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 exagero algum dizer: o povo campo-grandense est\u00e1 morrendo nas m\u00e3os das elites de Mato Grosso do Sul. E se engana quem pensa ser mera situa\u00e7\u00e3o de &#8220;incompet\u00eancia e m\u00e1 gest\u00e3o&#8221;; o que est\u00e1 em curso \u00e9 um plano cruel da gest\u00e3o atual, j\u00e1 replicado em outras capitais, de sucateamento da sa\u00fade p\u00fablica visando \u00e0 terceiriza\u00e7\u00e3o, tirando o dinheiro p\u00fablico do SUS e entregando na m\u00e3o de empres\u00e1rios. Essa t\u00e1tica tende a ser ativa e delicadamente planejada em parceria com esses empres\u00e1rios, buscando causar na popula\u00e7\u00e3o a impress\u00e3o de que &#8220;a gest\u00e3o p\u00fablica n\u00e3o consegue administrar a sa\u00fade&#8221; e, assim, legitimar a terceiriza\u00e7\u00e3o e as &#8220;parcerias p\u00fablico-privadas&#8221; \u2013 a exemplo do que o governador Riedel pratica hoje com o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, HRMS.<\/p>\n<p>Diversos perigos habitam a\u00ed, a exemplo: precariza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es trabalhistas com pejotiza\u00e7\u00e3o for\u00e7ada; l\u00f3gica produtivista no trabalho em sa\u00fade; e perda total do controle social. Al\u00e9m disso, no percurso de sucateamento da sa\u00fade p\u00fablica, passam a ser rotineiras, como se tornaram em Campo Grande, as cenas de escassez, superlota\u00e7\u00e3o e &#8211; o mais grave &#8211; de mortes evit\u00e1veis causadas por &#8220;quest\u00f5es estruturais&#8221; (falta de exames, medicamentos, vagas, etc.). Sabemos que a sa\u00fade \u00e9 socialmente determinada e que, portanto, a maior parte da popula\u00e7\u00e3o totalmente dependente do SUS tem n\u00edtidos recortes de renda e ra\u00e7a; assim sendo, pode-se afirmar sem medo: o projeto neoliberal de desmonte do SUS \u00e9 um plano de morte em massa da popula\u00e7\u00e3o negra, ind\u00edgena e\/ou pobre. As vidas de trabalhadores e trabalhadoras s\u00e3o vistas como recurso, como um custo a ser consumido para atingir o objetivo final &#8211; botar mais dinheiro e poder na m\u00e3o das elites.<\/p>\n<p>Se ainda resta alguma d\u00favida quanto aos interesses pol\u00edticos e financeiros por tr\u00e1s da destrui\u00e7\u00e3o da sa\u00fade p\u00fablica, vale questionar: se o SUS fosse adequadamente financiado e gerido, oferecendo servi\u00e7os de qualidade, quem estaria prejudicado &#8211; os empres\u00e1rios e donos de planos de sa\u00fade, ou a popula\u00e7\u00e3o? A quem interessa um SUS enfraquecido? Quem lucra com o adoecimento e a morte da classe trabalhadora?<\/p>\n<p>O QUE FAZER?<\/p>\n<p>Cabe, portanto, a n\u00f3s, classe trabalhadora, seja enquanto usu\u00e1rios ou enquanto for\u00e7a de trabalho do SUS, nos unir e nos organizar para enfrentar o avan\u00e7o do neoliberalismo encarnado na gest\u00e3o de Adriane Lopes. Barrar a viol\u00eancia contra profissionais de sa\u00fade \u00e9 um passo crucial e, para isso, vale sugerir a cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os de organiza\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o popular da classe trabalhadora que unam profissionais de sa\u00fade e pessoas usu\u00e1rias do SUS, como os F\u00f3runs de Sa\u00fade Popular, em que possamos juntos dialogar e tra\u00e7ar estrat\u00e9gias de luta. \u00c9 importante<br \/>\ntamb\u00e9m refor\u00e7ar que em 2026 devemos priorizar a elei\u00e7\u00e3o de candidaturas realmente comprometidas com o povo, que partilhem dos interesses da classe trabalhadora e tenham aptid\u00e3o, estrat\u00e9gia e bravura para defender o SUS e enfrentar o fascismo e o neoliberalismo.<\/p>\n<p>Finalmente, \u00e9 urgente que as pessoas trabalhadoras voltem a ocupar e disputar o espa\u00e7o dos sindicatos, combatendo o peleguismo e as pr\u00e1ticas de submiss\u00e3o, retomando o car\u00e1ter de luta trabalhista, de movimento popular, voltando a ocupar as assembleias e as ruas. Atrav\u00e9s disso, com apoio da popula\u00e7\u00e3o e com parcerias entre as diferentes categorias, pode-se estruturar melhor a iminente greve dos trabalhadores e trabalhadoras da sa\u00fade p\u00fablica, demonstrando \u00e0 gest\u00e3o fascista e neoliberal que n\u00e3o pouparemos esfor\u00e7os para lutar por nossos direitos e,<br \/>\nsobretudo, pelo direito de toda a popula\u00e7\u00e3o a uma sa\u00fade universal, integral, p\u00fablica e de qualidade, como \u00e9 estabelecido legalmente pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal e pela Lei n\u00ba 8.080\/1990 que cria e rege o Sistema \u00danico de Sa\u00fade.<\/p>\n<p>Todo ataque ao SUS \u00e9 um ataque ao povo! Em defesa da popula\u00e7\u00e3o, das pessoas trabalhadoras da sa\u00fade e do SUS, uni-vos!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33340\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[207,197],"tags":[223],"class_list":["post-33340","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-lutas-nos-estados","category-saude","tag-3a"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8FK","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33340","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33340"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33340\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33342,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33340\/revisions\/33342"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33340"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}