{"id":33499,"date":"2026-01-03T17:06:11","date_gmt":"2026-01-03T20:06:11","guid":{"rendered":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/?p=33499"},"modified":"2026-01-14T15:50:11","modified_gmt":"2026-01-14T18:50:11","slug":"128-anos-de-luiz-carlos-prestes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33499","title":{"rendered":"128 anos de Luiz Carlos Prestes!"},"content":{"rendered":"<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"33500\" data-permalink=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33499\/image-10-2\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-10.png?fit=840%2C567&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"840,567\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image (10)\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-10.png?fit=747%2C504&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-33500\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-10.png?resize=747%2C504&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"504\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-10.png?w=840&amp;ssl=1 840w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-10.png?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/pcb.org.br\/portal2\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-10.png?resize=768%2C518&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><!--more--><\/p>\n<p>Prestes sendo recebido em Pernambuco por Greg\u00f3rio Bezerra, para discutir a &#8220;Carta aos Comunistas\u201d. Mar\u00e7o de 1980. Foto: Roberto Arrais<\/p>\n<p>Camarada Prestes, presente, hoje e sempre!<\/p>\n<p>Autor: Roberto Arrais &#8211; membro do Comit\u00ea Central do PCB e Secret\u00e1rio Pol\u00edtico do PCB-PE<\/p>\n<p>Dito no Pacaembu (Pablo Neruda)<\/p>\n<p>Em julho de 1945, Neruda l\u00ea, diante de milhares de pessoas, o poema que segue \u00e0 multid\u00e3o que aguardava ansiosa para ouvir o \u201cCavaleiro da Esperan\u00e7a\u201d Luiz Carlos Prestes, libertado e anistiado ap\u00f3s cumprir nove anos de pris\u00e3o. Trecho do poema lido pelo grande poeta e comunista chileno:<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) Me lembro em Paris, h\u00e1 alguns anos, uma noite<br \/>\nfalei \u00e0 multid\u00e3o, fui pedir aux\u00edlio<br \/>\npara a Espanha Republicana, para o povo em sua<br \/>\nluta.<br \/>\nA Espanha estava cheia de ru\u00ednas e de gl\u00f3ria.<br \/>\nOs franceses ouviam o meu apelo em sil\u00eancio.<br \/>\nPedi-lhes ajuda em nome de tudo o que existe<br \/>\ne lhes disse: Os novos her\u00f3is, os que na Espanha<br \/>\nlutam, morrem,<br \/>\nModesto, L\u00edster, Pasionaria, Lorca,<br \/>\ns\u00e3o filhos dos her\u00f3is da Am\u00e9rica, s\u00e3o irm\u00e3os<br \/>\nde Bol\u00edvar, de O\u2019Higgins, de San Mart\u00edn, de Prestes.<br \/>\nE quando disse o nome de Prestes foi como um<br \/>\nrumor imenso no ar da Fran\u00e7a: Paris o saudava.<br \/>\nVelhos oper\u00e1rios de olhos \u00famidos<br \/>\nolhavam para o fundo do Brasil e para a Espanha.(&#8230;)\u201d<\/p>\n<p>Luiz Carlos Prestes nasceu em 03 de janeiro de 1898, em Porto Alegre e se encantou em 07 de mar\u00e7o de 1990. Se encantou, como diz o escritor Guimar\u00e3es Rosa, que dizia que as pessoas especiais n\u00e3o morrem, se encantam. Prestes teve uma vida atribulada, intensa em alguns momentos. Viveu encarcerado, na clandestinidade e no ex\u00edlio por boa parte de sua vida. Mesmo assim, nunca falava com amargura ou des\u00e2nimo diante dos problemas e desafios que a vida pol\u00edtica revolucion\u00e1ria lhe impunha.<\/p>\n<p>Prestes obteve o 1\u00ba lugar no curso de engenharia militar do Ex\u00e9rcito e por isso escolheu servir no Rio de Janeiro, como tenente. Mas ele sempre teve um forte sentimento de solidariedade com o outro e por isso dava aulas de alfabetiza\u00e7\u00e3o e de prepara\u00e7\u00e3o de soldados no quartel em que atuava. Participou do Movimento Tenentista que se levantou em 1922 no Forte de Copacabana. No dia do combate, estava doente, acamado, mas mesmo assim foi transferido para o Rio Grande do Sul, quando atingiu a patente de capit\u00e3o.<\/p>\n<p>Ficou na cidade de Santo \u00c2ngelo-RS, onde atualmente existe um Memorial da Coluna Prestes e um Monumento \u00e0 Coluna, concebido por Oscar Niemeyer. Foi em Santo \u00c2ngelo-RS que Prestes levantou o Batalh\u00e3o Ferrovi\u00e1rio e aglutinou militares de outras unidades e civis para se juntarem ao Batalh\u00e3o de S\u00e3o Paulo, comandado pelo Major Miguel Costa. A Coluna Prestes se notabilizou como a maior marcha da humanidade, circulando por mais de vinte e cinco mil quil\u00f4metros e passando por 13 estados da federa\u00e7\u00e3o. Na \u00e9poca, o Brasil era composto por vinte estados e 01 distrito federal. Essa marcha her\u00f3ica marcou a hist\u00f3ria do Brasil e da Humanidade, e dela ficou a lideran\u00e7a marcante do grande estrategista militar, que enfrentou o ex\u00e9rcito regular, as pol\u00edcias e tamb\u00e9m jagun\u00e7os e cangaceiros, especialmente na regi\u00e3o do Nordeste, a servi\u00e7o dos coron\u00e9is pol\u00edticos e do governo federal. Mesmo assim, a jornada da Coluna Prestes foi invicta, pois n\u00e3o sofreu nenhuma derrota dos generais e do governo.<\/p>\n<p>Prestes, sempre solid\u00e1rio, vendo que n\u00e3o tinha mais como continuar a jornada da Coluna, levou seus companheiros para a Bol\u00edvia e l\u00e1 conseguiu emprego, na constru\u00e7\u00e3o de estradas, para toda a tropa que o seguiu. Foi ent\u00e3o que entrou em contato com ele o PCB, atrav\u00e9s de Astrojildo Pereira, um dos nove fundadores do Partido, em mar\u00e7o de 1922. A partir dessas conversas e dos livros levados por Astrojildo, Prestes se entusiasma a estudar o marxismo.<\/p>\n<p>Prestes ainda foi para a Argentina e o Uruguai, estabelece contato com o Partido Comunista da Argentina, consegue alguns trabalhos e depois segue para a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. L\u00e1 trabalhou como engenheiro, depois levou a fam\u00edlia e suas irm\u00e3s. Na \u00e9poca, por conta da epopeia da Coluna, Prestes se transforma numa grande lideran\u00e7a pol\u00edtica, uma refer\u00eancia de bravura e o escritor Jorge Amado, quando escreve sua primeira biografia sobre Prestes, o denomina de \u201cCavaleiro da Esperan\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Get\u00falio Vargas pede o apoio de Prestes \u00e0 chamada Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Prestes encaminha para ele uma proposta de programa pol\u00edtico mais avan\u00e7ado, que Vargas n\u00e3o aceita e por isso decide persegui-lo. Em 1935, quando ocorre o levante antifascista promovido pela Alian\u00e7a Nacional Libertadora, Prestes vem clandestinamente para o Brasil. Foi eleito, na assembleia da ALN, seu presidente de honra. Isso enfurece Get\u00falio e os fascistas que cresciam no pa\u00eds e no mundo. O movimento popular avan\u00e7a apoiando as lutas da ALN, na defesa nacionalista, no combate ao fascismo, por reforma agr\u00e1ria, nacionaliza\u00e7\u00e3o dos bancos e outras medidas que ganham o apoio das ruas. Get\u00falio decreta a ilegalidade da ALN. O PCB superestima sua for\u00e7a e diz que tem quadros militares e civis para apoiar o levante. Em Natal, Rio Grande do Norte, o povo se levanta e fica no poder por quatro dias. Em Pernambuco e no Rio de Janeiro, os rebeldes seguem a mesma decis\u00e3o, mas os levantes s\u00e3o derrotados.<\/p>\n<p>Prestes fica na clandestinidade, sendo ca\u00e7ado at\u00e9 ser preso junto com sua companheira, Olga Ben\u00e1rio Prestes, que o salva de ser morto, ficando na sua frente na hora que o policial tentava o alvejar. Prestes e grande parte dos comunistas e aliancistas de outras correntes pol\u00edticas s\u00e3o violentamente torturados, muitos mortos. Prestes sofre a sua maior tortura: a entrega de Olga, ent\u00e3o com sete meses de gravidez, para os nazistas, conforme decis\u00e3o tomada pelo presidente Get\u00falio Vargas e a maioria do STF, que n\u00e3o concedeu a ela o habeas corpus, passando por cima da Constitui\u00e7\u00e3o. Sua filha, Anita Leoc\u00e1dia Prestes, nasce numa pris\u00e3o alem\u00e3, e Olga \u00e9 executada em um campo de exterm\u00ednio em Bernburg, em fevereiro de 1942, pouco antes de completar 34 anos.<\/p>\n<p>Prestes passou nove anos na pris\u00e3o, saiu com a anistia em 1945 e foi ovacionado pelas multid\u00f5es que o queriam conhecer. Com a conquista da legalidade pelo PCB, Prestes se elege o senador mais votado do Brasil, junto com mais quatorze camaradas, eleitos deputados constituintes. O PCB obt\u00e9m 10% dos votos para o seu candidato a presidente da Rep\u00fablica, o at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido engenheiro Yedo Fi\u00faza. A bancada comunista no Congresso Constituinte defende as pautas da classe trabalhadora e do movimento popular, o PCB cresce em todas as \u00e1reas, chegando a duzentos mil filiados e constr\u00f3i a segunda maior rede de comunica\u00e7\u00e3o do Brasil na \u00e9poca. Prestes tinha sido eleito Secret\u00e1rio-Geral do PCB, ainda na cadeia.<\/p>\n<p>Com a Guerra Fria, as burguesias no Brasil e no mundo voltam a promover pol\u00edticas anticomunistas, o PCB tem seu registro cassado e todos os mandatos parlamentares dos comunistas, em n\u00edvel federal, estadual e municipal, s\u00e3o revogados. O Partido entra na clandestinidade e suas principais lideran\u00e7as s\u00e3o presas em processos criados pelas for\u00e7as de seguran\u00e7a e do Estado brasileiro, com o apoio do imperialismo dos EUA.<br \/>\nPrestes vai para a clandestinidade, na qual fica de 1948 a 1957, comandando o Partido na sua resist\u00eancia e nos chamados \u201csubterr\u00e2neos da liberdade\u201d. Muitos e muitas camaradas s\u00e3o presos\/as, perseguidos\/as, torturados\/as e mortos\/as durante esse per\u00edodo, que se ameniza um pouco a partir da elei\u00e7\u00e3o de Juscelino Kubitschek, em 1955.<\/p>\n<p>Prestes volta \u00e0 semilegalidade pol\u00edtica e anda pelo pa\u00eds em 1958, apoiando candidaturas mais pr\u00f3ximas do campo popular e democr\u00e1tico.<br \/>\nCom o golpe de 1964, Prestes ocupa o topo da lista das pessoas a serem presas por \u201csubvers\u00e3o\u201d. Tem in\u00edcio a ditadura empresarial-militar mais cruel da hist\u00f3ria do Brasil e uma das mais longas da Am\u00e9rica Latina, com o apoio expl\u00edcito dos imperialistas dos Estados Unidos, que financiaram atividades, bancaram militares, parlamentares, religiosos e associa\u00e7\u00f5es civis para derrubar o governo Jango e apoiar as a\u00e7\u00f5es repressivas. Nessa ca\u00e7a aos comunistas, socialistas, l\u00edderes populares, religiosos e democratas de diversas posi\u00e7\u00f5es, a ditadura agiu por meio de processos discricion\u00e1rios, cassa\u00e7\u00f5es, pris\u00f5es, sequestros, censura, sequestros e desaparecimentos. O Comit\u00ea Central do PCB foi obrigado a agir em total clandestinidade, mas mantinha parte de sua milit\u00e2ncia nas atividades dos movimentos sociais e populares e nos espa\u00e7os poss\u00edveis da atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e do movimento cultural.<\/p>\n<p>Prestes ficou no Brasil at\u00e9 1971, quando foi alertado pelo risco de queda de membros do CC e da possibilidade de a repress\u00e3o chegar at\u00e9 ele. Foi para o ex\u00edlio na URSS. Depois, Anita, que ainda ficou no Brasil atuando na clandestinidade, teve que sair por conta de quedas de membros do comit\u00ea estadual e de c\u00e9lulas que ela assistia. Em 1975, o PCB sofreu grande ataque, sendo assassinados 13 dirigentes que realizavam tarefas nacionais (1\/3 do Comit\u00ea Central) e diversos\/as militantes das inst\u00e2ncias estaduais e de base. Foram destru\u00eddas tamb\u00e9m as duas gr\u00e1ficas do Partido que se mantinham desde os anos 40. O CC passa a ser reorganizado fora do pa\u00eds, e o jornal Voz Oper\u00e1ria chega a ser produzido no exterior e distribu\u00eddo no Brasil, de forma clandestina.<\/p>\n<p>Em 1979, com a Anistia, Prestes e os membros do CC que estavam no exterior retornam ao Brasil, o Partido se reorganiza de forma semilegal. Neste momento, as discuss\u00f5es e diverg\u00eancias existentes entre os dirigentes nacionais do Partido v\u00eam \u00e0 tona. Em mar\u00e7o de 1980, Prestes escreve a \u201cCarta aos Comunistas\u201d, apresentando uma s\u00e9rie de cr\u00edticas e autocr\u00edticas, destacando o processo repressivo, a fragilidade da organiza\u00e7\u00e3o, o reformismo da maioria do CC com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 leitura da realidade nacional e as necessidades da luta popular. No final, ele conclama \u201cas bases a assumirem o comando do Partido\u201d. Foi ent\u00e3o substitu\u00eddo por Giocondo Dias na Secretaria-Geral. Greg\u00f3rio Bezerra e Agliberto Azevedo tamb\u00e9m saem do CC em apoio \u00e0 Carta aos Comunistas e em solidariedade a Prestes.<\/p>\n<p>Mesmo fora do CC, cuja Secretaria-Geral ele ocupou por quase quarenta anos de sua vida (como militante do Partido, atuou por quase cinquenta anos), Prestes continuou lutando, estudando e participando ativamente da luta revolucion\u00e1ria, se reunindo com comunistas do PCB e independentes, com trabalhadores, trabalhadoras e estudantes pelo pa\u00eds afora, defendendo suas ideias e seu legado.<\/p>\n<p>Grande parte do acervo de Luiz Carlos Prestes se encontra hoje na Biblioteca da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos, doado pela sua filha e presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes, Anita Prestes, que guardou com muito cuidado hist\u00f3rico e apoio de suas tias, uma documenta\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria acerca da trajet\u00f3ria de seu pai. Ele est\u00e1 junto do acervo de outro brasileiro e marxista de destaque na esquerda brasileira, Florestan Fernandes, o qual, num artigo escrito um dia ap\u00f3s o falecimento de Prestes, em 8 de mar\u00e7o, e publicado na Folha de S\u00e3o Paulo, disse, entre outras coisas, o seguinte: \u201c(&#8230;) Homem simples e franco no trato cotidiano, era um l\u00edder pol\u00edtico e militar nato. Depois da c\u00e9lebre Marcha, na qual sobrepujou em arg\u00facia e esp\u00edrito inventivo as for\u00e7as armadas oficiais, poderia ter se tornado um dos \u201cgrandes da Rep\u00fablica\u201d. Get\u00falio Vargas tentou seduzi-lo, mas encontrou rep\u00fadio a qualquer composi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica pessoal. O rebelde n\u00e3o se despiu de suas convic\u00e7\u00f5es antiolig\u00e1rquicas e democr\u00e1ticas, buscando servir \u00e0 na\u00e7\u00e3o &#8211; e \u00e0 sua independ\u00eancia &#8211; e submeter-se a uma vida de sacrif\u00edcios exemplares, que o enobrecem como figura humana e como agente hist\u00f3rico (&#8230;)\u201d.<\/p>\n<p>Luiz Carlos Prestes foi o principal dirigente do PCB em toda sua hist\u00f3ria, tendo deixado um legado de honradez, \u00e9tica e compromisso com a classe trabalhadora e a revolu\u00e7\u00e3o brasileira e no mundo. Ele se transformou numa das maiores lideran\u00e7as do campo revolucion\u00e1rio e popular do s\u00e9culo XX. Por isso mesmo foi t\u00e3o perseguido e ca\u00e7ado pelos defensores do capitalismo e do seu aparelho ideol\u00f3gico e repressivo.<\/p>\n<p>Prestes continua vivo na mem\u00f3ria e na hist\u00f3ria da classe trabalhadora do Brasil e do mundo.<\/p>\n<p>Viva Prestes!<br \/>\nOntem, hoje e sempre, Presente!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/33499\"> <\/a>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[46,20],"tags":[222],"class_list":["post-33499","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-c56-memoria","category-c1-popular","tag-2b"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p659gw-8Ij","jetpack-related-posts":[],"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33499","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33499"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33499\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33501,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33499\/revisions\/33501"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33499"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33499"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pcb.org.br\/portal2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33499"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}